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26 de set. de 2008

Mais uma contra o Hummer


Depois do site Dummer, que faz parte da ação ambiental contra os veículos super poluentes e beberroes Hummer, estão surgindo quadrinhos pela internet criando conceitos em cima dos donos dos veículos.




É melhor a fabricante fazer algo logo para reverter isso.

11 de mar. de 2008

Deixe a embalagem no ato da compra

A rede de supermercado Pão de Açúcar anuncia a implantação, em caráter pioneiro, do projeto Caixa Verde.

O Rio de Janeiro é a primeira cidade a receber a ação, que tem como objetivo estimular os clientes a reciclar embalagens (papel, papelão e plástico) antes de levar os produtos para casa.

As caixas para depósito estarão instaladas em seis lojas da rede: Barra da Tijuca (Av. das Américas, 2000), Tijuca (Rua Dr. Satamini, 164), Jardim Botânico (Rua Jardim Botânico, 680), Flamengo (Marques de Abrantes, 165) e em duas unidades de Copacabana (Rua Pompeu Loureiro, 15 e Rua Nossa Senhora de Copacabana, 493).

A empresa é a primeira do varejo carioca a adotar o descarte pré-consumo, ou seja, no caso da pasta de dentes ou do invólucro dos packs de água, por exemplo, ao invés de levar para casa as caixinhas de papelão e plásticos, o cliente poderá optar por levar só o creme dental e as garrafas e descartar as embalagens já no ato da compra.

As doações são voluntárias e o funcionamento do "Caixa Verde" é exatamente igual ao check-out tradicional

9 de nov. de 2007

Shell aposta em nova estratégia global

Desde o fim do mês de outubro a Shell está investindo em sua nova estratégia global de marca por meio de anúncios publicados em revistas de todo o País, para mostrar ao público inovações desenvolvidas pela empresa na área da sustentabilidade, como, por exemplo, como projetos de redução de impactos ambientais, comercialização de biodiesel e incentivo ao empreendedorismo jovem. Sob o slogan “Soluções de energia para um mundo real”, a campanha enfatiza que a atitude positiva da Shell e de seus funcionários contribui para a conscientização do uso responsável da energia. As peças resaltam também o investimento que a empresa faz na capacitação de jovens.





Fonte: Portal da Propaganda

6 de nov. de 2007

Itaú quer se posicionar como ambientalmente responsável

O Itaú pretende competir com Real e HSBC pela fama de "banco verde".

Até o início de 2008, a instituição financeira criará uma série de produtos com apelo social e ambiental, além de lançar uma pesada campanha de marketing sobre o tema.

Fonte: CCSP

5 de nov. de 2007

Ação e reação..

A OAB SP deflagrou na semana passada (31), uma campanha em defesa do meio ambiente, que pretende romper com a indiferença de autoridades e cidadãos em relação a questões ambientais. Para divulgar as ações do movimento, a Agnelo Pacheco desenvolveu como peça-símbolo um cartaz institucional que mostra o globo terrestre sendo “atacado” pela ganância dos que só querem destruir, com um título irônico: “Liquidação total do Planeta. Aproveite os últimos dias”. Em plaquinhas fincadas na Terra, há “pechinchas” como “Monóxido de carbono em oferta para todos”, “Madeira queimada da Amazônia, excelente para carvão”, entre outras. O presidente da OAB SP, Luiz Flávio Borges D’Urso, alerta que o planeta já vem sofrendo de forma inequívoca as conseqüências “deste modelo de desenvolvimento insustentável e predador”, citando as denúncias contidas no documentário “Uma verdade inconveniente", idealizado pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore, que ganhou o prêmio Nobel da Paz de 2007, juntamente com o IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas). O presidente da Comissão de Meio Ambiente da entidade, Carlos Alberto Maluf Sanseverino, avisa que vai receber e encaminhar aos órgãos competentes denúncias de agressão à natureza. A criação da mensagem de divulgação é de Agnelo Pacheco e Alex Gris.




Fonte: Portal da Propaganda

25 de out. de 2007

Publicidade de carros terá que exibir alertas sobre emissão de carbono

A publicidade de carros na Europa terá que exibir alertas no mesmo estilo dos que são inseridos em propaganda de cigarro. No caso dos carros, os alertas serão sobre os níveis e emissão de CO2 (dióxido de carbono). Os alertas ocupariam 20% do espaço, mesmo no caso de TV e rádio. A proposta apresentada ao Parlamento Europeu foi votada e aprovada ontem. Para a indústria da propaganda, é uma nova dor de cabeça - o mercado considerou a proposta como "desproporcional". O European Publishers Council também protestou e vai pedir a Comissão Europeia para avaliar o impacto econômico e os prejuízos comerciais de uma potencial redução da publicidade de carros.

Fonte: Blue Bus

15 de out. de 2007

Irmãos Campana criam bolsa 'ecológica'

O Museu de Arte Moderna de São Paulo participa da campanha “Eu Não Sou de Plástico” e passa a comercializar uma sacola 'ecológica' encomendada aos Irmãos Campana.

A bolsa da dupla é feita em lona ecológica Alpargatas (60% algodão, 40% juta), totalmente orgânica e que se decompõe em dois anos, com impacto mínimo para o meio ambiente. Para bordar o logotipo do MAM na lateral da sacola, foram chamadas as artesãs do projeto “Mãos do futuro costurando a cidadania”, da Associação Comunitária Despertar.

A campanha "Eu Não Sou de Plástico” é uma iniciativa da Prefeitura de São Paulo, que busca estimular a consciência ecológica no cotidiano, e convencer o morador da cidade que vai ao supermercado a não sair carregado de sacolas plásticas, que poluem o meio ambiente e não são biodegradáveis.

Serviço

Sacola de compras ShopMAM
Design: Fernando e Humberto Campana
Bordado: Associação Comunitária Despertar
Preço: R$ 120
À venda no ShopMAM - Shopping Iguatemi, Museu de Arte Moderna de São Paulo e Shopping Villa-Lobos
Site: www.mam.org.br

Fonte: CCSP

28 de set. de 2007

Propaganda integrada a natureza

O painel está na 5ª Avenida, anunciando a abertura de uma loja da Gucci em 2008.



Fonte: Blue Bus

25 de set. de 2007

Meio Ambiente: 74% dos brasileiros estão preocupados com a questão

Os jovens brasileiros estão preocupados com a questão ambiental. Sondagem realizada pela MTV, em 14 países, dá conta de que 74% dos jovens do país preocupam-se com o problema.

No ranking de preocupação com o meio ambiente, o Brasil ficou em segundo lugar,atrás apenas dos indonésios: 75% dos quais estão preocupados com o tema.

Foram entrevistados cerca de 200 jovens de oito a 24 anos de idade, em cada um dos países.

Os mexicanos foram os terceiros da lista dos mais preocupados com o meio ambiente (71%), seguidos por indianos e chineses (65%, ambos).

Apesar dos altos índices nos países emergentes, a preocupação dos jovens nos países mais industrializados, os mais poluidores, foi menor: apenas 44% dos britânicos entrevistados se declararam preocupados com a poluição ambiental. Já os norte-americanos foram os menos preocupados com o tema, apenas 36%.

Com informações da BBC Brasil.

Fonte: CCSP

2 de ago. de 2007

Prêmio Brasil de Meio Ambiente abre inscrições

O Jornal do Brasil e a Revista JB Ecológico abrem as inscrições para a 2ª edição do Prêmio Brasil de Meio Ambiente, que visa contemplar os projetos ambientais e de desenvolvimento sustentável que tenham obtido êxito durante o último ano.

Assim como na edição do ano anterior, poderão participar empresas, agências de publicidade e órgãos municipais, estaduais e federais que tenham desenvolvido projetos inovadores de preservação ambiental que tenham tido impactos positivos nas comunidades ou áreas ligadas a ele.

As inscrições para o prêmio, que conta com o patrocínio da Petrobras, podem ser feitas até o dia 30 de setembro e a festa de premiação está marcada para o dia 22 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro. Maiores informações podem ser obtidas no próprio site do prêmio.


Fonte: Meio & Mensagem

12 de jun. de 2007

14 de mai. de 2007

Empreendedorismo social cresce no País e atrai universitários

As férias de verão de 2000 foram inesquecíveis para a então estudante de Comunicação Social da Universidade São Judas Tadeu, Valéria Camargo. Na companhia de outros 11 estudantes de disciplinas diversas dessa mesma instituição de ensino superior paulistana, ela passou 21 dias em Jaramataia, um pequeno município localizado no estado do Alagoas. O intuito, porém, estava bem longe daquele buscado por dez entre dez turistas que se deslocam ao Nordeste todos os anos em busca de sol, sombra (quando possível) e água fresca. O objetivo principal era estreitar o contato com a realidade da população local. Em contrapartida, desenvolveriam atividades para dar dicas aos nativos, principalmente crianças e jovens, sobre sexualidade, saúde e higiene, aulas de inclusão digital e artesanato, além de atividades de esporte e lazer.

Mas o que leva um grupo de jovens, cujas idades variam dos 20 aos 30 anos, a trocar a oportunidade de aventura ou descanso em algum lugar paradisíaco a ficar tanto tempo fora de casa, em uma cidade com um dos piores IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do País? "O fato é que a maioria das pessoas tinha um espírito empreendedor, com vontade de ajudar o próximo e mudar o mundo, o que é típico dos mais jovens", explicou Valéria. A frase ilustra uma tendência de um movimento que cresce a cada ano entre muitos jovens universitários brasileiros: o empreendedorismo social. O conceito, apesar de não ser novo, envolve uma série de ações - sociais, ambientais, educativas, etc - cujo objetivo é levar mais qualidade de vida às pessoas que vivem em situações muito piores do que as nossas. Não existem fns lucrativos, tampouco a prática de atos por puro assintencialismo.

A viagem descrita acima foi apenas mais uma das organizadas pela associação civil Universidade Solidária. A UniSol, como é chamada, foi criada em 1995 com a missão de promover a vivência e a troca de conhecimentos entre estudantes universitários e comunidades pobres de todo o País, por meio de projetos sociais. "A UniSol foi criada a partir de dois pressupostos. O primeiro, o de que as universidades exploram pouco o lado prático dos estudantes, no sentido de formar cidadãos preparados para enfrentar a realidade fora da sala de aula. Ao mesmo tempo, essas instiuições produzem conhecimentos que não estão nos livros. Queríamos criar contato entre os dois mundos", falou ao Universia a superintendente-executiva da UniSol, Elisabeth Vargas.

Até hoje, a UniSol já mobilizou cerca de 20 mil estudantes, parcerias com 200 universidades em mil diferentes localidades espalhadas por todo o País. A UniSol estabelece parcerias com instituições públicas e privadas para o aporte dos recursos necessários para a implementação, acompanhamento e avaliação de programas e projetos sociais. É parceira do Fórum de Extensão das Universidades públicas, privadas e comunitárias e da Associação das Mantenedoras do Ensino Privado.

Conforme Elisabeth, ao longo desses doze anos de trabalho aconteceram mudanças estruturais. Uma delas é a própria absorção do conceito de empreendedorismo social. "No começo, não se falava em empreendedorismo, isso era coisa de empresário. Falava-se, sim, em criatividade, flexibilidade, ação. Os alunos desenvolviam soluções simples mas interessantes para os problemas que encontravam. Ao longo do tempo, a expressão 'empreender' passou a adquirir outro significado. Uma comunidade sofria com problemas de meio ambiente e analfabetismo. Quais as prioridades? Como empreender? Como tornar os projetos sustentáveis quando saíssemos dessa localidade? Vimos que precisávamos de ferramentas e começamos a montar planos de trabalho", descreve Elisabeth.

As mudanças levaram a uma aproximação maior da UniSol com as universidades, com a montagem de um manual, a criação de um curso especial e um trabalho de sensibilização junto aos alunos. Atualmente, a Unisol implementa de 40 a 50 projetos por ano. "O programa é 100% voltado para os estudantes que se engajam, voluntários, e os resultados acompanham a pessoa por toda a vida. O empreendedor social é alguém que se dedica a prestar atenção na realidade que está vivendo, nos mínimos detalhes", conta.

A radialista Valéria Camargo concorda, mas defende, também, que é fundamental que as universidades proporcionem aos estudantes a chance de conhecer outras culturas e de poder contribuir para, de alguma forma, tentar mudar a realidade das pessoas mais carentes. "Acredito que deveria haver mais divulgação sobre projetos desse tipo. São muitos os estudantes que passam pela universidade sem nem tomar conhecimento dessas atividades extracurriculares, que são uma boa oportunidade para aplicar o que se aprende em sala de aula. O papel da universidade, em ações de responsabilidade social, não pode se limitar à manutenção de escritórios jurídicos e consultórios de psicologia com atendimento gratuito. É preciso que o aluno tenha a chance de sair do ambiente universitário para colocar em prática certas ações", finaliza.

Fomento ao empreendedorismo

O empreendedorismo social é a grande razão de ser da Ashoka, uma ONG (Organização Não-Governamental) surgida há 26 anos na Índia e que, além do Brasil, desenvolve projetos em mais de 60 países ao redor do globo. "Os criadores da Ashoka tinham o sonho de transformar o social, de ver o terceiro setor nivelado em eficiência com o setor privado, passar de uma área assistencialista para o desenvolvimento de idéias de alto impacto e inovação. A idéia principal é saber se existem empreendedores na área social, e nisso somos pioneiros. Buscamos pessoas com perfil empreendedor, idéias bacanas de transformação social e comprometidas a levar isso adiante", explicou a coordenadora dos programas de juventude da ONG, Olívia Martin, espanhola radicada no Brasil.

Olivia explica que a Ashoka trabalha em três diferentes pilares. O primeiro é o investimento e o apoio ao empreendedorismo social. São mais de 1800 empreendedores ao redor do globo - 265 deles no Brasil. Os projetos propostos passam por uma banca examinadora e os melhores ganham uma bolsa de financiamento por três anos. Outro pilar de atuação é o fomento à conexão em rede. "Existem muitos projetos, em diferentes áreas, como saúde, meio ambiente, educação, responsabilidade social, mas há ponto de sinergia entre eles. A troca de informações entre os empreendedores pode influenciar nas políticas públicas", resume Olívia. Por ano, a Ashoka seleciona, em média, 18 novos empreendedores sociais no Brasil, que fortalecem a rede e colocam a organização na liderança do trabalho com empreendedorismo para a transformação social.

A Ashoka (a palavra tem sua origem no sânscrito e significa "ausência ativa de tristeza") também garante apoio estratégico aos projetos, com a ajuda na montagem de um plano de negócios social. Os financiamentos da ONG são diversos: vão desde doações de empresas e pessoas físicas a parcerias estratégicas - a Mackinsey Consultoria é uma delas. A Ashoka trabalha com diferentes iniciativas globais que são "exportadas" para outros países.

Um dos mais importantes projetos no braço brasileiro foi criado há menos de um ano e já é uma das menina-dos-olhos da ONG: o projeto Geração MudaMundo. "A idéia é gerar mudanças na cultura de respnsabilidade social por parte dos jovens. Buscamos a experiência de transformá-los em adultos mais conscientes, com senso de responsabilidade social e análise crítica", resume Olívia.

Voltado para jovens de até 24 anos e contando com a participação de muitos universitários, o Geração MudaMundo busca projetos com impacto social positivo nas comunidades carentes. O financiamento é de R$ 1,5 mil para cada empreendimento social. Com menos de um ano, já são aproximadamente 60 projetos em atuação, a maioria concentrada em São Paulo e Santa Catarina. Um dos projetos ligados ao MudaMundo partiu de uma universidade: é o "Conexão Social", uma rede de estudantes universitários que tem como intuito ativar o potencial do aluno da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas de São Paulo) como agente transformador da sociedade proporcionando inspiração, integração, livre pensar e a oportunidade de atuar.

Quem também trabalha com o conceito de empreendorismo social no Brasil é o Instituto Elos, uma ONG fundada no ano 2000 por um grupo de arquitetos da cidade de Santos, litoral de São Paulo. O Elos tem o lema de que todo mundo quer e pode transformar o mundo, e se dedica a criar oportunidades para que qualquer pessoa possa contribuir voluntária e cooperativamente para a construção de um mundo mais pacífico e pleno para todos. Promove ações junto à comunidades para a transformação da realidade física e social de seus ambientes, como favelas, cortiços e comunidades caiçaras do litoral paulista. Paralelamente, atua no treinamento de talentos comunitários locais e de líderes jovens de todo o Brasil e América do Sul para que sejam agentes multiplicadores destas transformações em suas próprias localidades.

Se você também tem um projeto de cunho social e deseja tirar sua idéia do papel, ou ainda tem interesse em se juntar a um grupo de jovens que atuem em alguma área do terceiro setor, os contatos das instiuições são: Universidade Solidária (www.unisol.org.br); Ashoka (www.ashoka.org.br ou www.gmm.org.br); e Instituto Elos (www.institutoelosbr.org.br).

6 de mar. de 2007

Lew Lara - Publicidade Ambiental?

Um ótimo trabalho usando o mínimo para fazer o máximo.