Mostrando postagens com marcador Governo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Governo. Mostrar todas as postagens

9 de fev. de 2008

BR Distribuidora, a conta que toda agência sonha


Master e Quê Comunicação vencem etapa técnica pela conta da BR Distribuidora
Karan Novas do Portal da Propaganda

Master e Quê Comunicação estão a um passo de conquistar a conta da BR Distribuidora. Ambas tiveram destaque na etapa técnica da licitação que envolve outras 11 agências, esperando apenas a abertura dos envelopes com as propostas de preços para serem oficialmente declaradas como vencedoras.

O resultado final deve ser comunicado pela estatal ainda em fevereiro, possivelmente já na semana que vem. Ainda estão na disputa pela verba estimada em R$ 60 milhões Agnelo Pacheco, Artplan, BorghiErh/Lowe, Contemporânea, DPZ, Euro RSCG Brasil, Heads, Giovanni Draft FCB, Lew Lara/TBWA, Link/Bagg e NovaS/B. A única eliminada na primeira fase da seleção, a de apresentação de documentos, foi a Publicis Brasil.

As vencedoras poderão prorrogar seus contratos por até cinco exercícios (2013). Atualmente, a conta é atendida pela DPZ e pela Quê.

Quase definido

O resultado final deve ser comunicado pela estatal ainda em fevereiro, possivelmente já na semana que vem. Ainda estão na disputa pela verba estimada de R$ 60 milhões Agnelo Pacheco, Artplan, BorghiErh/Lowe, Contemporânea, DPZ, Euro RSCG Brasil, Heads, Giovanni Draft FCB, Lew Lara/TBWA, Link/Bagg e NovaS/B. A única eliminada na primeira fase da seleção, de apresentação de documentos, foi a Publicis Brasil.

23 de nov. de 2007

Governo lança PAC para tecnologia

A poucos dias da estréia das transmissões da TV Digital em São Paulo, o governo federal lançou o Plano de Ação de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Nacional que deverá destinar recursos para promoção e inovação tecnológica das empresas, garantindo o desenvolvimento de pesquisas para área de TV Digital. Na apresentação do plano, o presidente Lula destacou o investimento de R$ 41 bilhões até 2010. O objetivo é ampliar os investimentos do país em ciência e tecnologia dos atuais 1,02% do Produto Interno Bruto (PIB) para 1,5% do PIB.

O programa terá quatro eixos principais: Expansão e Consolidação do Sistema Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação; Promoção da Inovação Tecnológica nas Empresas; Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Áreas Estratégicas e Ciência Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Social.

A partir do incentivo nessas quatro áreas, o governo quer promover o desenvolvimento de pesquisas nacionais que contemplem programas de áreas diversas do governo como a TV Digital. De acordo com as informações do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, isso poderia baratear os custos de produtos eletrônicos dentro do país caso tivéssemos pesquisas dedicadas a isso.

Para o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o programa anunciado pelo presidente é reflexo do bom momento econômico pelo qual o país está passando. Ele avaliou o plano como ambicioso e disse a iniciativa deverá promover a ampliação da capacidade de incorporação tecnológica do país. Além disso, Bernardo disse que a dedicação de recursos para áreas como essa são necessários e destacou o programa computador para todos.

"Quando o governo começou em 2004 a falar em aumentar a disponibilidade de computadores no Brasil nós tínhamos uma produção de computadores inferior a 2 milhões de unidades. Com criação de um plano de incentivos, no programa computador para todos, foi possível chegar em torno de 10 a 12 milhões de unidades produzidas neste ano", destacou o ministro.

Neste plano, o governo deve ser mais audacioso e garantir, além de incentivos fiscais e financiamentos, promover a criação de centros de desenvolvimento tecnológico a exemplo de alguns que existem no país, como o Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avanaçada (Ceitec) do Rio Grande do Sul que já realiza pesquisas nessas áreas. Dentro desses centros é que serão realizadas pesquisas na área de comunicação e principalmente mídias digitais, assim o país terá condições de desenvolver produtos próprios como softwares; codificadores, receptores, além de conteúdos que poderão ser aproveitados pelo sistema brasileiro de TV Digital.

Do montante serão destinados em torno de 50% a melhoria das bolsas de mestrado e doutorado, o restante distribuídos em projetos de pesquisas que deverão financiar projetos de inovação e tecnologia de empresas privadas por meio do BNDES.

Fonte: MM Online

21 de nov. de 2007

Cota para exibição de desenhos brasileiros pode ser criada

Está tramitanto no Congresso um Projeto de Lei que visa tornar obrigatória, na televisão, a exibição de uma cota determinada de desenhos animados nacionais.

Os detalhes estão sendo discutidos por toda a comunidade interessada e diretamente envolvida.

A Cinema Animadores, por exemplo, está engajada no processo, para que essa lei vire realidade. Para Silvia Prado, sócia da produtora, "isso vai significar um grande desenvolvimento no setor de produção e também para os negócios da comunicação, com a vantagem de formar novas gerações embasadas em valores e costumes nacionais".

A produtora decidiu, então, fazer uma campanha online para mostrar ao Congresso o interesse do mercado no assunto.

Quem quiser assinar a petição virtual deve acessar o link.

Fonte: CCSP

14 de nov. de 2007

Hélio Costa promete banda larga em todo o País até 2010

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou na terça-feira, no Rio de Janeiro, que o governo brasileiro pretende levar acesso de alta velocidade à Internet a todos os municípios brasileiros até o final de 2010. Segundo ele, nas próximas semanas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar investimentos da ordem de R$ 2,5 bilhões a R$ 3 bilhões em infra-estrutura para o cumprimento do objetivo. O ministro presidiu nesta manhã o debate sobre acesso à Internet durante o Fórum de Governança da Internet, que começou dia 12 e se encerra na próxima quinta-feira. Costa diz que as obras de infra-estrutura vão permitir o acesso à Internet de alta velocidade às escolas e ao serviço público dessas regiões.

"O presidente (Lula) deve se pronunciar nos próximos dias para mostrar que essa é uma prioridade. Estamos estudando de que forma faremos o trabalho. O governo vai investir na infra-estrutura e posteriormente abrir licitação para que empresas possam disponibilizar o acesso aos órgãos públicos e criar as condições para que elas ofereçam o serviço individual à população", diz. Estudos do governo apontam que empresas estatais podem colaborar na ampliação das linhas de fibra-ótica terrestres, com o uso de torres de transmissão da Eletrobras e dutos da Petrobras. Em alguns casos, o uso do satélite também servirá como opção.

Etapas

O trabalho do governo vai se desenvolver em três frentes. Um grupo de 696 cidades, onde a oferta de banda-larga já é uma realidade, deve receber apenas ações para que algumas áreas periféricas, não contempladas, possam contar com o acesso. Outro grupo, maior, de 2.951 municípios, tem sustentabilidade econômica para receber o acesso e até o fim de 2010, segundo projeções do governo, deve contar com 100% de acesso à conexão de alta velocidade. A situação mais crítica é de 1.916 cidades que necessitam de recursos públicos para que sejam criadas condições de infra-estrutura que viabilizem o serviço.

O ministro afirmou ainda que existe a necessidade de se democratizar as interconexões internacionais, que passam pelos "backbones" (espinhas dorsais) concentradas principalmente nos EUA, Europa e Cingapura, onde a renda gerada pelo fluxo de comunicação acaba concentrada. No caso, países mais pobres contribuem, mas não recebem o serviço na mesma proporção.

Fonte: Terra

8 de nov. de 2007

TCU encontra irregularidades em publicidade no Turismo

O Tribunal de Contas da União (TCU) constatou irregularidades nas contratações de publicidade e propaganda feitas pelo Ministério do Turismo entre 2003 e 2005. A auditoria realizada pelo tribunal confirmou a realização de despesas sem que os serviços tivessem sido executados. O órgão, que multou a diretora do departamento de Promoção e Marketing, Nair Maria Xavier Nunes de Oliveira Lobo, em R$ 5 mil, fez uma série de determinações ao Ministério do Turismo. Entre elas, destaca-se a obtenção de ressarcimento de R$ 256.249,03 da agência Perfil Promoções e Publicidade Ltda e R$ 38.208,71 da agência Agnelo Pacheco Criação e Propaganda Ltda, valores atualizados.
O tribunal também determinou que as agências de publicidade apresentem as notas fiscais relativas aos serviços prestados e os orçamentos de preços, além de ressarcirem R$ 281.688,21, valor atualizado, relativos ao pagamento superfaturado de locação do espaço para realizar o 32º Congresso Brasileiro de Agências de Viagem e Exposição de Turismo (Abav 2004).
O ministro Aroldo Cedraz foi o relator do processo. A auditoria foi aberta após denúncias veiculadas pela imprensa e faz parte das fiscalizações feitas em 31 órgãos e entidades da administração pública. Agnelo e perfil terão 15 dias para recorrer após recebimento da notificação.

Fonte: Propmark

6 de nov. de 2007

Acesso não autorizado a redes sem fio e a legislação brasileira

Tempos atrás fui consultado em relação à legalidade ou não da prática do wardriving e do warchalking. Até então, eu sabia da existência de tais condutas, mas desconhecia que já haviam sido batizadas.

Wardriving é, basicamente, uma prática em que, na direção de um veículo pelas ruas da cidade, munido de um notebook equipado com uma placa de rede sem fio, parte-se em busca de redes wi-fi (wireless fidelity) abertas ou que possuam falhas na sua segurança, com o intuito de acesso à Internet de forma gratuita.

Warchalking é um termo criado para designar a ação de marcar com giz, ou de alguma outra forma visível aos transeuntes, a presença de pontos de Internet a radio (wi-fi) que têm redes inseguras ou abertas, já previamente detectadas pela prática do wardriving. Foram criados, inclusive, adesivos e símbolos para difusão das informações.

Sem nos aprofundarmos na parte técnica das condutas, após rápida navegada pela web percebemos que são práticas bastante difundidas nos Estados Unidos e em diversos países, inclusive no Brasil. A ação é tão conhecida que no dia 03 de novembro de 2001 foi criado o Dia Mundial do Wardriving, comemorado anualmente naquela data. Uma busca simples pelo Google trará diversos resultados com páginas bem interessantes.

Vamos iniciar nossa análise, a fim de que possamos concluir sobre a legalidade ou não de tais práticas. Nossa primeira análise vai partir de nossa Constituição Federal.

I. Legislação vigente

O inciso X do artigo 5º da Constituição da República prevê a inviolabilidade do sigilo das correspondências e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e nas formas que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal.

Este inciso protege um direito fundamental de suma importância para a análise do presente assunto. Ele trata, no âmbito do nosso estudo, da inviolabilidade do sigilo das comunicações de dados, ou seja, o sigilo de toda e qualquer transmissão de dados é protegido por lei e, conseqüentemente, não deve ser violado.

Partindo desta informação inicial, chega-se à simples conclusão de que a interceptação de dados de terceiros, quando não autorizada judicialmente (nos casos previstos em lei) é ilegal, seja por qual meio for. Assim, a prática não autorizada pela Constituição é a de violar o sigilo de transmissão de dados, como ler um e-mail alheio, por exemplo, tema controverso que será abordado no próximo artigo.

A Constituição protege o sigilo das informações que estão sendo transmitidas por ambiente eletrônico. Mas e se nenhum dado de terceiros for violado? A prática do wardriving e a do warchalking, em teoria, não engloba a invasão de dados de terceiros, somente, em tese, a utilização de sua rede wi-fi para acesso à Web. Temos de partir para uma melhor especialização e análise de leis infraconstitucionais, como o Código Penal, por exemplo. O artigo 153 prevê que "divulgar alguém, sem justa causa, conteúdo de documento particular ou de correspondência confidencial, de que é destinatário ou detentor, e cuja divulgação possa produzir dano a outrem" configura um ilícito penal. Entendemos que tal prática se aproxima da conduta não autorizada pela Constituição da República (violar sigilo de transmissão de dados), sem também se aproximar da prática do wardriving ou do warchalking. Mas devemos explorar melhor a legislação de nosso país, que, infelizmente, é bastante pulverizada e extensa.

Há quem defenda, e eu ouso discordar, que o artigo 155 § 3º do Código Penal (Art. 155. Subtrair, para si ou para outrem, coisa móvel alheia. § 3° Equipara-se à coisa móvel a energia elétrica ou qualquer outra que tenha valor econômico.) poderia ser aplicado ao caso, mas tal opinião vai contra nosso entendimento, pois a lei se refere à energia elétrica ou outro tipo de energia que tenha valor econômico. É cristalina a diferença entre energia e ondas de rádio, sendo, portanto, ao meu ver, inaplicável tal dispositivo legal. Entendo que a intenção do legislador foi a de proteger quaisquer outros tipos de energia que por ventura viessem ou venham a ser criados.

Analisando a Lei 9.296/96, que trata da interceptação telefônica, o parágrafo único do artigo 1° nos traz que o disposto naquela "lei aplica-se à interceptação do fluxo de comunicações em sistemas de informática e telemática". Há discussão em relação à constitucionalidade deste parágrafo único, pois o texto da Constituição da República Federativa do Brasil, em seu artigo 5°, inciso X, traz que somente poderia haver interceptação legal no caso das comunicações telefônicas, sendo que para esta corrente, seria ilegal a interceptação de dados informáticos, mesmo com autorização judicial.

Também não é nosso objeto tal discussão, pois o que nos interessa é o artigo 10 da Lei de Interceptação Telefônica (Lei 9.296/96), que dispõe que "constitui crime realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou de telemática (...) sem autorização judicial".

A expressão "interceptar" parece ter sido utilizada de forma menos abrangente que a "intenção" da lei, pois nos traz o sentido de interromper, obstar, impedir, apoderar-se do que é dirigido a alguém, mas a prática e a análise do "animus" do legislador nos levam a entendimento contrário. É só pensar numa "interceptação" telefônica. Sabemos tratar-se somente de uma "escuta", com ou sem a gravação da conversa, sem conhecimento dos que estão sendo "gravados", sem interromper ou perder algum dado da ligação. E da mesma forma deve ser pensada a interceptação de dados informáticos.

Assim, para os que entendem ser constitucional a interceptação de dados de informática e telemática (Luis Flávio Gomes e Guilherme de Souza Nucci) tal conduta sem autorização judicial configura o crime do artigo 10, e da mesma forma, seguindo os ensinamentos dos nobres doutrinadores que defendem a inconstitucionalidade (Vicente Greco Filho e Luiz Francisco Torquato Avolio), a interceptação sem autorização também estaria tipificada pelo mesmo artigo 10 da Lei. 9.296/96. Por este motivo que a discussão em relação à constitucionalidade da lei nos parece ser inerte em nosso estudo atual, apenas no que se refere ao tema abordado.

Importante atentar para o fato de que a tipificação acima diz respeito às situações em que há interceptação de dados que estão sendo transmitidos ou recebidos pela suposta vítima. Os praticantes do wardriving e do warchalking se defendem com o argumento de que não acessam dados da vítima, somente fazem uso de sua conexão de Internet, imaginando que tal conduta não prejudica ninguém.

Vez por outra a mídia noticia sobre ligações clandestinas ("gatos") em TVs a cabo. Será que há alguma semelhança entre as condutas objetos deste estudo e a "GatoNet"? Entendemos que sim, pois em ambas, teoricamente, a vítima não é prejudicada (no caso da Internet, a velocidade de conexão da vítima poderá ser prejudicada nos momentos em que o intruso a utiliza), só estaria pagando para que um "mais esperto" utilize eu serviço, que normalmente não é barato.

Em que pese serem condutas muito parecidas, há entendimento pacifico em relação à prática do "gatonet", configurando-a como crime. Porém, em relação ao wardriving sem acesso a informações e dados da vítima, não há corrente majoritária bem definida. Muitos defendem a corrente de equiparação ao furto de energia que tenha valor econômico. Parece que esta tese é bem aceita pelo Judiciário, apesar de aparentemente não condizer com a realidade.

II. O projeto de lei

Ademais, importa salientar que existem diversos Projetos de Lei tratando sobre Crimes Eletrônicos, porém três dos mais importantes [Projeto de Lei da Câmara (PLC) n° 89, de 2003 (n° 84, de 1999, na origem), e os Projetos de Lei do Senado (PLS) n° 137, de 2000, e n° 76, de 2000] foram unidos em um único PLC, atualmente em trâmite no Senado Federal, sob n.° 89/2003.

Neste projeto, que deveria ter sido votado no primeiro semestre de 2007, conforme promessas do Relator do Projeto, o Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), há a previsão de que a conduta tratada neste artigo passe a ser considerada crime, criando o artigo 339-A no Código Penal Brasileiro:

Art. 339-A. Acessar indevidamente, ou sem autorização, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado:
Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

§ 1º Nas mesmas penas incorre quem fornece a terceiro meio indevido ou não autorizado de acesso a dispositivo de comunicação ou sistema informatizado.
§ 2º A pena é aumentada de sexta parte, se o agente se vale de anonimato, de nome suposto ou da utilização de identidade de terceiros para a prática de acesso.

Alguém deve estar imaginando: Quem seria louco de sair com um notebook na rua e ficar dentro de um veículo navegando na Internet, se expondo ao risco de ser assaltado, só para poder economizar com um serviço de Internet? Eu mesmo respondo: Esta conduta facilita a ação de crackers e outros criminosos "virtuais" do ambiente eletrônico, fazendo com que a sua localização se torne quase que impossível, facilitando diversas condutas criminosas.

Importa salientar que há formas, bem simples, de proteger sua rede wi-fi, por meio da utilização de criptografias. A maioria dos equipamentos à venda no mercado nacional e internacional traz este dispositivo.

III. Conclusão

Após pesquisa e leitura de diversos autores, pude formar a minha opinião no sentido de que as práticas do wardriving e do warchalking, apesar de serem não éticas e não recomendadas, ainda não se encontram tipificadas como crime na legislação vigente no Brasil. Importa salientar que há entendimentos contrários, inclusive de Delegados de Polícia e de Magistrados que continuam a entender tratar-se de "furto de sinal", e, em que pese a dificuldade de flagrar alguém na conduta, e o fato de a instauração de procedimento policial de investigação depender de "queixa" da vítima, continuo desaconselhando a prática do wardriving e do warchalking.

Aguardemos, então, a provável aprovação da Lei de Crimes Eletrônicos.

Por Rafael Correa

* Delegado da Polícia Civil do ES. Graduado em Direito e Pós-Graduado em Direito Processual Civil pela FDV. Autor de diversos artigos na área do "Direito Eletrônico" e "Direito e Internet".

Fonte: iMasters

5 de nov. de 2007

Vamos todos sair gritando!

O grito que marca a identidade do personagem Tarzã há décadas poderá ser utilizado sem restrições por qualquer pessoa ou empresa em toda a União Européia.

Depois de dez anos de batalha judicial, o Escritório para Harmonização do Mercado Interno (OAMI, na sigla em inglês), responsável pelo controle de patentes no bloco, decidiu que o som símbolo do rei das selvas não cumpre os requisitos para ser uma marca registrada, como solicitavam os herdeiros do norte-americano Edgar Rice Burroughs, criador do personagem. Cabe recurso.

Se o pedido fosse aceito, a empresa Burroughs poderia faturar milhões de euros vendendo os direitos autorais do grito de Tarzã para campanhas publicitárias, jogos de vídeo, brinquedos, sons de telefone e outros fins.

A OAMI alega que o grito criado para o personagem não se enquadra na legislação européia, que permite o registro de sons que possam ser representados em notas musicais.



Fonte: CCSP

30 de out. de 2007

Prefeitura corrige lei que restringia os jornais gratuitos

Na última sexta-feira, 16, a Prefeitura de São Paulo pôs fim à polêmica sobre a distribuição de jornais gratuitos ao revogar o trecho da lei 14.517 que obrigava os veículos entregues em vias públicas a terem, no mínimo, 80% de conteúdo jornalístico. A correção foi através de um projeto de lei encaminhado à Câmara Municipal que altera a redação do parágrafo 2º do artigo 26 da norma. Com a alteração, jornais como Destak e Metro, além de periódicos de bairros, não são atingidos com a nova legislação.

Em trecho do novo texto está: "Considerando o disposto no inciso IX do artigo 5º da Constituição Federal, excetua-se da vedação estabelecida no "caput" deste artigo a distribuição gratuita de jornais e periódicos que se enquadram na Lei Federal nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967".

Fonte: MM Online

29 de out. de 2007

Parte do eleitorado será identificada por impressão digital em 2008

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai promover o cadastramento digital de parte do eleitorado brasileiro para as próximas eleições municipais, em 2008. A iniciativa é da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE, que planeja implantar o novo sistema em algumas cidades dos estados de Mato Grosso do Sul, Rondônia e Santa Catarina.

De acordo com o diretor-geral do TSE, Athayde Fontoura, um leitor biométrico, já disponível nas urnas, será capaz de identificar o eleitor por meio das digitais dos dedos polegar e indicador. “Nós não iremos mais trocar o título de eleitor. Quem vai identificar o eleitor agora será a própria urna”, disse Fontoura.

Segundo ele, o principal problema de fraudes em eleições é um eleitor votar no lugar de outro. “Recentemente, tivemos em Brasília o caso de um juiz que mandou prender um indivíduo que tinha, aparentemente, 20 anos e estava com o título de eleitor de uma pessoa de 50”. A partir da implantação desse sistema, os problemas praticamente acabam, acredita o diretor-geral.

“Outro fator muito importante para que não haja fraude é que os partidos políticos façam investimento nos seus fiscais porque, se os fiscais acompanharem desde a abertura, durante a votação e no término da votação, em cada sessão eleitoral, obviamente, a fraude será reduzida a zero”, avaliou.

A expectativa do TSE é, no prazo de dez anos, implantar urnas com leitores biométricos em todos os estados do Brasil. O diretor-geral explica que o prazo é necessário porque, em anos eleitorais – caso de 2008 –, o cadastramento só pode ser feito até o mês de março, o que não otimiza o tempo.

O modelo de tecnologia utilizada nas eleições no Brasil já chama a atenção de outros países. “O México é um grande interessado em dar continuidade a um trabalho que eles começaram lá em 2003, que é exatamente o modelo brasileiro. Mas o México não quer o nosso equipamento, e sim a transferência da nossa tecnologia", afirmou.

"Outro país que está muito interessado no empréstimo e na doação de algumas urnas é o governo do Paraguai”, explicou o diretor-geral.

A previsão é de que sejam utilizadas, para as eleições municipais de 2008, 25.538 urnas eletrônicas adaptadas com a leitura biométrica de digital, distribuídas nos municípios de Fátima do Sul, no Mato Grosso do Sul; Colorado do Oeste, em Rondônia; e São João Batista, em Santa Catarina.

Fonte: IDG Now!

26 de out. de 2007

Nova lei Kassab pode ter cometido exageros

A lei sancionada pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab pode ter passado dos limites desta vez. Após eliminar boa parte da mídia exterior da cidade com a criação do "Cidade Limpa", o prefeito proibiu agora a distribuição, pelas ruas e semáforos da cidade, de jornais que veiculem mensagens publicitárias. Só se safam da restrição os jornais ou publicações que tenham pelo menos "80% de matéria jornalística" em suas edições. Mesmo assim, estes poderão ser distribuídos apenas em outros pontos, mas não nos semáforos.

A nova lei mantém a proibição, sancionada em 2002, sobre distribuição gratuita de panfletos e folhetos. A diferença é que o valor para quem infringir a regra aumentou. Passou de R$ 500 para R$ 5 mil.

Entretanto, uma fonte próxima ao adNEWS diz que conversou com o líder do Governo na Câmara e o próprio confessou ter havido um exagero na formação da lei. Afirmou que vereadores não pretendiam regras tão rigorosas e garantiu que a lei será alterada em vista da percepção do exagero cometido.

Segundo informações do jornal Folha de S.Paulo, ainda não está claro que órgão deverá fiscalizar a lei, se os fiscais das subprefeituras ou do Limpurb (Departamento de Limpeza Urbana). A Secretaria das Subprefeituras afirmou que já estaria preparando uma minuta que atribui aos dois órgãos citados a responsabilidade pela fiscalização.

Presidentes e diretores de empresas que editam jornais de bairro afirmam que as novas regras devem acabar com os jornais pequenos, que sobrevivem prioritariamente por meio de anúncios publicitários. Diretor comercial do jornal Destak, Cláudio Zorzett critica a medida e destaca que a Constituição Federal e a Lei de Imprensa proíbem restrições à liberdade de expressão do pensamento e de informação.

Confira abaixo alguns artigos da lei:


"Art. 26. É proibida, nas vias e logradouros públicos, a distribuição de folhetos, panfletos ou qualquer tipo de material impresso veiculando mensagens publicitárias, entregues manualmente, lançados de veículos, aeronaves ou edificações ou oferecidos em mostruários.

§ 1º. O descumprimento ao disposto no "caput" deste artigo sujeitará o beneficiário da divulgação do produto ou serviço à multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), dobrada na reincidência e reaplicada a partir da lavratura da primeira multa, até a cessação da infração, sem prejuízo da apreensão do material impresso distribuído irregularmente.

§ 2º. Excetua-se da vedação estabelecida no "caput" deste artigo a distribuição gratuita de jornais e publicações contendo, no mínimo, 80% (oitenta por cento) de matéria jornalística, nos termos a serem definidos em regulamentação própria.

§ 3º. A distribuição de jornais e publicações mencionada no § 2º deste artigo não abrangerá os cruzamentos com dispositivo semafórico e dependerá de prévia autorização do Prefeito."

Fonte: Adnews

Prefeitura de SP pretende limitar jornais gratuitos

Os jornais gratuitos distribuídos na cidade de São Paulo podem ter seus espaços publicitários limitados em até 20% em relação ao seu conteúdo. A restrição foi incluída na lei nº 14.517, promulgada pelo prefeito Gilberto Kassab e publicada nesta quarta-feira, 17, no Diário Oficial do Município. A medida foi incluída na norma que institui o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cujo artigo 26 aborda a proibição de folhetos, panfletos e qualquer outro material impresso que contenha publicidade de serem distribuídos em vias públicas.

No inciso II deste artigo está estipulado: "Excetua-se da vedação estabelecida no 'caput' deste artigo a distribuição gratuita de jornais e publicações contendo, no mínimo, 80% de matéria jornalística, nos termos a serem definidos em regulamentação própria". De acordo com a assessoria da Prefeitura, a intenção da administração municipal é 'disciplinar a atividade' e que esse trecho da lei ainda precisa ser regulamentado.

Os jornais de distribuição gratuita Destak e Metro foram procurados para comentar o caso mas ambos afirmaram que não têm nada a declarar no momento.

Fonte: MM Online

19 de out. de 2007

'Voz do Brasil' será tema de audiência pública

A flexibilização do horário de transmissão do programa 'Voz do Brasil' será tema de reunião da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado na próxima quarta-feira, 24. Foram convidados a participarem do debate o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, o consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo de Souza Hobaika, o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Pimentel Slavieiro o diretor-executivo da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra), Flávio Lara Resende e o diretor da Secretaria Especial de Comunicação Social da Câmara dos Deputados, William França.

O senador Wellington Salgado, do PMDB mineiro, requereu o debate por acreditar que veiculação obrigatória do programa vem sofrendo, nos últimos tempos, uma série de questionamentos judiciais por emissoras de rádio. Ele ainda lembra que o Senado analisa atualmente algumas proposições sobre o tema, que buscam alterar o horário de transmissão do programa.

No requerimento, Wellington Salgado lembra que o programa Voz do Brasil teve sua origem legal com a edição, pelo então presidente Getúlio Vargas, do Decreto 21.111, de 1932.

Fonte: MM Online

18 de out. de 2007

CNJ limita gastos do Juduciário com publicidade

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que limitará as despesas com diárias e publicidade no Judiciário. A decisão foi tomada após Pedido de Providências entregue à entidade pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). As novas regras estabelecem que as despesas relativas à publicidade, diárias, passagens e locomoção se limitem a 90% das empenhadas em 2006. A resolução ainda deve ser editada pelo CNJ. O texto da lei prevê também que sejam excluídos 70% dos gastos decorrentes do processo eleitoral de 2006, das verbas denominadas publicidade e diárias.

Fonte: Propmark

17 de out. de 2007

Campanha relaciona pênis com velocidade



Pesquisa encomendada pelo governo australiano constatou que campanha publicitária que está sendo veiculada naquele país e que relaciona excesso de velocidade no trânsito ao tamanho do pênis é eficaz.

O governo divulgou dados mostrando que cerca de 60% dos homens jovens entrevistados admitiram que os comerciais fizeram com que eles repensassem seus hábitos na direção.

Os filmes exibem mulheres dobrando o dedo mínimo quando motoristas passam em alta velocidade, dando a entender que o motorista está correndo porque tem o pênis pequeno.

A campanha para a agência de Trânsito do Estado de Nova Gales do Sul tem como público-alvo jovens do sexo masculino com idades entre 17 e 25 anos. Desde que estreou, em junho, gerou polêmica e acusações de discriminação.

As autoridades locais dizem que alguns egos feridos são um preço baixo a pagar se a ação ajudar a salvar uma vida.

Foram investidos 1,9 milhões de dólares australianos (cerca de R$ 3,15 milhões) na campanha, que inclui, além de TV, peças para cinema, pontos de ônibus e internet.

Os cartazes trazem o slogan "Alta velocidade. Ninguém te acha grande" e oferecem preservativos "extra extra pequenos" aos que se excedem na velocidade.

Com informações da BBC Brasil.

Fonte: CCSP

16 de out. de 2007

Grafiteiros no lugar dos outdoors, nova mídia que floresce?

Em tempos de Cidade Limpa, além da nova versão de take-one, tem marca se camuflando para fugir da fiscalização e continuar sendo divulgada. É o caso da Sony Ericsson que está com uma propaganda sendo veiculada até hoje através de uma mídia que não está discriminada pela lei - o grafite. A idéia é realmente muito boa, mas ainda restam algumas dúvidas - Quanto a Sony Ericsson está pagando a quinzena? Será que essa nova mídia tem roteiro de shopping? E no caso de a prefeitura resolver banir essa mídia também, quem será punido, a Sony Ericsson, o dono do muro ou o grafiteiro? ;- )




Fonte: Blue Bus

Governo culpa publicidade por suas falhas, diz Sindicerv

A possibilidade de uma nova lei para a propaganda de cerveja foi recebida com desagrado pelo superintendente do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, o Sindicerv. Marcos Mesquita considera uma "grande bobagem" a idéia proposta pelo Governo Federal de rebaixar de 13 para 0,5 grau Gay Lussac (GL) a classificação de bebidas alcoólicas. Se aprovada a Medida Provisória, a veiculação de publicidade no rádio e TV seria limitada ao período entre as 6h e 21 horas, todos os dias. A proposta ainda é extra-oficial e depende da aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que se encontra fora do país e deve retornar nesta sexta-feira.

Mesquita defende a tese de que a publicidade não é causadora de problemas relacionados ao consumo excessivo de álcool. "A propaganda é utilizada para estimular o consumidor a adquirir tal produto. Mas a aquisição só acontece se houver predisposição por parte dele e preço condizente. Campanhas não obrigam a nada e não incentivam exageros", afirma. Ele cita como exemplo a eliminação de propaganda de cigarros no Brasil, fiscalizada desde o ano 2000. "Fuma-se mais atualmente do que antes da proibição. É falso achar que o problema será resolvido assim", declara.

Para Mesquita, a intenção do Governo é ofuscar suas próprias falhas ao tentar reduzir índices relacionados ao consumo desenfreado. "A MP não conseguirá diminuir acidentes de trânsito ou mesmo evitar que adolescentes tenham contato prematuro com o álcool". Caso a lei seja aprovada, ele prevê a abertura de um grande leque para o trabalho na informalidade e até criminal de pequenas empresas. O argumento é que as gigantes do setor têm como sobreviver, pois estão acostumadas a trabalhar com restrições. Entretanto, as pequenas tendem a produzir marcas mais baratas com menos recursos, impulsionando, assim, o volume no mercado em vista da queda no faturamento. Só em 2007, a previsão de faturamento alcança a casa dos R$ 21 bilhões, segundo estimativas do próprio Sindicerv.

Venda de bebidas

O Governo pretende ainda proibir a venda de cerveja, vinho, uísque, cachaça, entre outras bebidas, nas estradas federais sob pena de multa ou cancelamento da licença para os transgressores. Estabelecimentos cuja localização esteja no raio de 50 metros das estradas também serão proibidos de comercializar tais produtos.

A medida é apontada como solução para a redução de boa parte dos desastres no trânsito de acordo com Secretaria Nacional Antidrogas (Senad). O superintendente da Sindicerv concorda com a iniciativa, embora acredite que o grande problema é a falta de fiscalização. "Sem educação e fiscalização com rigor, a regra se torna morta", conclui.

Sem dispersão de verba

Apesar da restrição, o superintendente não acredita em maior dispersão na verba do anunciante. Considera "difícil" mídias como jornal e Internet abocanharem o montante dispensado para veículos eletrônicos. "A cerveja é muito popular e as cervejarias vão preferir guardar dinheiro ao invés de investir nestas possibilidades".

O Congresso Nacional foi apontado por Mesquita como um obstáculo para a aprovação da MP. Ele alerta que, neste caso, a nova lei teria que atender a dois requisitos básicos: urgência e relevância. Segundo ele, há mais de 100 projetos emperrados e com intenção de regulamentar a publicidade referente ao consumo de álcool. "A relevância não existe pois a idéia de que a situação vai melhorar com tais restrições é falsa", finaliza.

Fonte: Adnews

11 de out. de 2007

TCU pode flexibilizar regras sobre publicidade

O Tribunal de Contas da União (TCU) - maior fiscalizador estatal - deverá se pronunciar nos próximos dias sobre a sua decisão em relação aos contratos de publicidade do governo. O ministro Marcos Vilaça, responsável pelo reexame da matéria, não tem se pronunciado sobre o assunto. Mas expectativa do mercado e do governo é que ainda neste mês, com a resolução finalizada, seja possível trabalhar de maneira mais objetiva sobre os contratos a serem feitos.

O subsecretário de comunicação integrada da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, José Otaviano Pereira, disse que o Palácio do Planalto está otimista com relação a essa decião. Ele afirmou que, apesar das restrições importas pelo TCU para contratação de agências desde o caso do "mensalão", em 2005, envolvendo os Correios, as contratações do governo e ou das estatais não têm sido comprometidas. Pereira informou que licitações como a da Petrobras transcorreram dentro da normalidade e avaliou que os problemas nas contratações dos Correios ocorre por questões específicas do procedimento adotado pela empresa pública.

"Acreditamos que o TCU poderá definir com tranqüilidade e celeridade. Estamos otimistas e apostamos na flexibilização das regras devido aos esclarecimentos que foram prestados pelo governo e pelo próprio mercado publicitário", afirmou Pereira.

Em agosto, o ministro Marcos Vilaça ouviu representantes do setor de publicidade e propaganda e do governo sobre o tema. A proposta é chegar a um equilíbrio entre os princípios das licitações na esfera pública e as práticas de um mercado muito particular como o de publicidade.

Fonte: MM Online

TV Pública terá orçamento de R$ 410 milhões

A rede pública de TV espera obter, no próximo ano, R$ 60 milhões em venda de publicidade institucional e por meio de leis de incentivo à cultura que prevêem dedução fiscal a patrocinadores. Segundo informou o jornal Folha de S.Paulo, o valor deve somar-se aos R$ 350 milhões do orçamento de 2008. O modelo de financiamento está previsto na Medida Provisória que cria a Empresa Brasil de Comunicação - nome oficia da TV pública- e que deve ser publicada na próxima quinta-feira (11). A MP preverá, ainda, a possibilidade de doações de pessoas jurídicas e físicas à rede pública. Com as possibilidades de financiamento, o governo espera obter em 2008 recursos superiores a R$ 410 milhões.

O documento também extinguirá duas empresas, a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (Acerp) - organização social que leva ao ar a TV Educativa do Rio e a TV Educativa do Maranhão - e a Radiobrás, estatal federal. Com este patrimônio, a TV pública terá, portanto, quatro canais federais para sua programação.

Fonte: Portal Imprensa

10 de out. de 2007

Governo vai investir R$ 80 mi em tecnologia

O ministério das Comunicações vai selecionar projetos para receber investimentos de 80 milhões de reais com recursos do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Comunicações) a partir de 2008. Nos últimos dois anos várias pesquisas financiadas pelo fundo, como o software de interatividade Ginga da TV Digital, se tornaram competitivos nacional e mundialmente, de acordo com a pasta das Comunicações. Devido ao sucesso, o Ministério das Comunicações decidiu lançar nova chamada para projetos e pretende contemplar as áreas de produção de conteúdos digitais para educação à distância, de comunicação sem fio, desenvolvimento de softwares e convergência tecnológica.

As pesquisas nestas áreas foram divividas em dois editais, publicados no Diário Oficial da União em 08/10.

"O lançamento desses editais marca o início de um novo ciclo na gestão do Funttel. Nosso objetivo é desenvolver a pesquisa e a competitividade da indústria nacional de telecomunicações, tornando o Brasil um importante ator no cenário da Tecnologia da Informação e da Comunicação", afirmou o ministro das Comunicações, Hélio Costa, ao fazer a abertura da audiência pública.

O evento contou com a presença de empresários, das instituições científicas e tecnológicas. O prazo para envio de propostas é o dia 25 de outubro. A divulgação do resultado está prevista para dia 29 de novembro. A intenção do Ministério das Comunicações é iniciar os trabalhos já em 2008. As chamadas públicas estão disponíveis no site da Finep.

Fonte: Adnews

2 de out. de 2007

Governo de SP cria site para cidadão consultar unidades do SUS em 645 municípios

O cidadão que depende do SUS (Sistema Único de Saúde) no Estado de São Paulo conta agora com um site para consultar todas as unidades de atendimento da rede.

A Secretaria Estadual da Saúde colocou no ar um site com informações sobre todas as unidades que realizam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado de São Paulo, incluindo Unidades Básicas de Saúde, hospitais, prontos-socorros, AMAs, ambulatórios de especialidades, farmácias, laboratórios e centros de referência, dentre outros serviços.

Pelo endereço http://sistema.saude.sp.gov.br/consulta_cnes/ será possível consultar os serviços de saúde da rede pública disponíveis nos 645 municípios paulistas. Basta selecionar a cidade, perfil de unidade e tipo de atendimento desejado. Há, ainda, um campo de busca para que o usuário digite a palavra do serviço que esteja procurando.

O site fornece nome do estabelecimento, endereço completo, telefones de contato e o tipo de atendimento realizado pela unidade. As informações foram coletadas com base nos dados do Cnes (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) do Ministério da Saúde.

“É uma ferramenta ágil, que pode ser acessada de qualquer local que tenha computador e acesso à Internet, ampliando o acesso à informação para os usuários da rede pública”, afirma o diretor estadual de Saúde, Ricardo Tardelli.

Também é possível consultar os serviços do SUS por telefone. Na capital o número é 156. No interior as secretarias municipais de saúde também costumam disponibilizar telefones para informação aos usuários.

Fonte: WNews