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22 de set. de 2008

Mac vs PC




Imagens utilizadas na campanha 'I'm a PC', da Microsoft, foram produzidas em Mac, utilizando software da Adobe, diz notícia do Gizmodo.

A informaçao foi exposta por um usuário do Flickr que publicou foto mostrando os dados técnicos (metadata) de uma imagem do site da campanha - veja aqui. Os dados indicam que o software usado foi o Adobe Creative Suite 3, para Mac. A noticia correu rapido pela internet e a Microsoft reagiu com um comunicado.

Diz que "como é comum nos processos de trabalho de quase todas as campanhas, agências e produtoras usam uma ampla variedade de softwares e hardware para criar, editar e distribuir conteudo, incluindo tanto Macs quanto PCs". As informaçoes técnicas nao estao mais visíveis, segundo o blog.

Via: BlueBus

22 de nov. de 2007

Brasil é o quinto maior mercado nas vendas de PCs

O Brasil é o quinto maior mercado nas vendas mundiais de PCs. O país comercializou 2,7 milhões de computadores no terceiro trimestre de 2007, com aumento de 49% em comparação com os volumes registrados no mesmo período em 2006. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Gartner na América Latina.

De acordo com a consultoria, as vendas de PCs na região cresceram 34% entre julho e setembro de 2007. Foram comercializadas 6,3 milhões de unidades contra 4,7 milhões de equipamentos na mesma época em 2006. Deste volume, 1,4 milhão são notebooks, que registraram um aumento de pedidos da ordem de 73%.

Entre os fatores que contribuíram para essa expansão na América Latina estão o avanço de 48,2% da comercialização de PCs para o consumidor doméstico e as facilidades de pagamento. A HP foi a marca mais procurada com a entrega de 990,9 mil unidades no terceiro trimestre, seguida da Dell com vendas de 459,2 mil de equipamentos e da brasileira Positivo, que comercializou 309 mil computadores. Outras marcas escoaram 4,5 milhões de PCs.

Fonte: WNews

21 de nov. de 2007

Custo de software irá cair, diz Gartner

As empresas devem diminuir significativamente os seus custos com software nos próximos dez anos, com novos fatores mudando a sua relação com os tradicionais fornecedores da área, de acordo com o Gartner.

Se por um lado o hardware se tornou commodity, por outro as empresas ainda têm pouco poder de negociação quando se trata de software. Mas a situação está começando a mudar.

O vice-presidente do Gartner, William Snyder, apontou em um artigo alguns fatores individuais que, juntos, podem mudar a relação entre compradores e fabricantes.

“Os compradores de software precisam se dar conta que o pêndulo está começando a se mover a seu favor e que atualmente há um número crescente de alternativas no mercado”, disse Snyder no artigo.

Os clientes cada vez mais usarão como alternativas para persuadir os vendedores recursos como terceirização de negócios, software como serviço (da sigla em inglês SaaS), aplicações open source cada vez mais competitivas e técnicos de manutenção terceirizados.

Snyder previu que um quarto de todos os novos negócios de software será entregue no formato software como serviço em 2011.

Em nível internacional, o crescimento de empresas chinesas de software e a expansão dos mercados brasileiro e indiano irão ajudar a baixar os custos de software, particularmente em servidores, sistemas operacionais, ferramentas de desenvolvimento e tecnologias de banco de dados.

“Nosso conselho para as empresas de tecnologia é utilizar alternativas de código livre e BPO (terceirização de processos de negócios) para melhorar seu poder de negociação, além de empregar provedores terceirizados emergentes para reduzir custos de manutenção em softwares mais antigos”, disse Snyder.

O executivo adicionou que levantar custos de recursos offshore para criar funcionalidades como serviços de web também auxiliará nas negociações com vendedores.

Fonte: CCSP

8 de nov. de 2007

Declínio dos PC's?

Iniciada na década de 1980, a revolução dos PCs foi um fenômeno tecnológico sem precedentes (assim, claro, como haviam sido sem precedentes as revoluções do motor a vapor, do telefone, do rádio, da TV...). Os PCs descentralizaram e democratizaram radicalmente o acesso à informação, modificaram para sempre a forma como as pessoas escrevem, calculam, analisam dados, e até mesmo se divertem.

Quando, em meados da década de 1990, as coisas pareciam seguir um rumo previsível, a rápida explosão da internet deu outro fôlego aos computadores pessoais, e trouxe para eles, uma vez conectados, uma infinita nova gama de possibilidades, das pesquisas on line aos sites de relacionamento. Sim, os PCs conquistaram o mundo. O que resta, então, aos PCs? Ao que parece, o declínio.

Se o Japão servir de guia para as tendências do o resto do mundo, a longa queda já começou. Não entendam mal. Os computadores pessoais não estão, está claro, ameaçados de extinção. Eles apenas estão perdendo o brilho - e as vendas - que já tiveram.

Segundo pesquisa da consultoria IDC no Japão, trata-se da primeira queda de vendas de PCs num grande mercado em 25 anos. No segundo trimestre de 2007, as vendas de desktops teriam recuado 4,8%, e as de notebooks, 3,1%. NEC e Sony têm registrado queda nas vendas desde 2006, e a Hitachi anunciou que estará deixando, ao menos temporariamente, o segmento de PCs não corporativos.

Enquanto isso, vendas de celulares, videogames e TVs de tela plana continuam aceleradas. O que estará acontecendo? Segundo analistas, o problema tem dois vetores básicos. O primeiro está nos próprios PCs: como quase todo mundo já tem um, as vendas são em grande parte operações de reposição. E uma vez que os computadores pessoais não têm experimentado grandes saltos de tecnologia, mas apenas constantes melhorias na performance, a maioria das pessoas (e empresas) não têm sentido a necessidade de trocar de máquinas no ritmo que vinham fazendo há até pouco tempo.

O segundo vetor está mais nos outros aparelhos eletrônicos: os jogos em Wii ou PS3 atraem mais que os jogos nos PCs; as novas TVs brilham mais para os consumidores; e os celulares têm trazido mais upgrades reais e novas possibilidades de uso.

Uma avaliação feita em 2006 pelo governo japonês mostrou que mais de 50% dos japoneses estão utilizando os celulares para responder e-mails e acessar a internet. A mesma pesquisa apontou que 30% das pessoas estão deixando, gradativamente, de usar os PCs para ler e responder e-mails, com 4% dizendo que já abandonaram completamente os computadores, em favor dos celulares, para esta tarefa.

Cada vez mais, também, os japoneses acessam os sites de relacionamento, como o Facebook e MySpace, e também os de troca de vídeos, como o YouTube, direto dos celulares. Mais impressionante ainda, o Mobagay Town, o site de relacionamento que mais cresce por lá, funciona exclusivamente em celulares.

As vendas globais de PCs ainda estão subindo, e deverão atingir a marca recorde de 286 milhões de unidades em 2007. Afinal, o resto do planeta não vive a contínua overdose de oferta de eletrônicos dos japoneses. Mas entre os mercados mais maduros também já se tem notado, se não uma queda, pelo menos uma diminuição na curva de crescimento, o que parece mostrar que o fenômeno japonês é o início de uma tendência, e não uma exceção.

De qualquer forma, o fato é que me peguei pensando se a recente substituição de Bill Gates por Carlos Slim, no topo da lista dos mais ricos da Forbes, é sinal dos novos tempos ou apenas coincidência. Algum palpite?

Fonte: IDG Now!

7 de nov. de 2007

Celular já disputa espaço com PC como ferramenta de informática

Com cerca de 3 bilhões de telefones celulares em uso no mundo --três vezes mais que o número de computadores--, esses aparelhos mostram as garras para substituir o PC como a ferramenta de informática.

Segundo a empresa Gartner e Strategy Analytics, somente em 2007 foram vendidos mais de um bilhão de celulares, uma alta de 17% em um ano, com o grupo finlandês Nokia detendo cerca de 40% do mercado, seguido pela Motorola e pela Samsung.

Mas o segmento que registra um verdadeiro "boom" é o dos telefones "inteligentes", os "smartphones", verdadeiros computadores de bolso, que misturam internet, e-mail, agenda eletrônica, câmera digital e player de mídia.

Segundo as empresas Canalys e IDC, as vendas mundiais de smartphones deverão alcançar os 100 milhões em 2007, cerca de 10% dos celulares vendidos este ano.

As vendas deverão continuar em disparada, quase dobrando a cada ano: mais de um bilhão de smartphones deverão ser vendidos desse ano até 2010-2012, substituindo pouco a pouco os telefones celulares clássicos e roubando funções dos PCs.

O mercado foi sacudido recentemente pelo iPhone, da Apple, que com seu belo design atraiu novos consumidores para esse tipo de celular, que até agora tinha a fama de ser difícil de utilizar.

Esse recurso também foi utilizado pelos rivais, como os BlackBerry do grupo canadense Research in Motion e os últimos modelos dos grupos Nokia, Palm ou Motorola.

Fonte: Folha Online

30 de out. de 2007

Em 10 anos, super PCs terão o tamanho da palma da mão

Em 10 ou 15 anos os supercomputadores irão caber na palma da mão, afirmou o pesquisador de nanotecnologia e professor da University of Edinburgh, Michael Zaiser. "O cérebro humano é muito bom em trabalhar com problemas de microprocessadores", justifica o pesquisador, citando que, se a evolução das últimas décadas prosseguir, em uma década os supercomputadores serão literalmente portáteis. As pesquisas de Zaiser relacionadas a nanocabos devem ajudar a atender às expectativas.

Nos últimos cinco anos, o pesquisador estuda como os nanocabos - mil vezes mais finos que um cabelo humano - se comportam ao serem manipulados. Ele explicou que cada pequeno fio tende a se comportar de forma diferente quando colocado sob a mesma pressão.

Até então, tem sido impossível alinhá-los próximos uns aos outros em pequenos microprocessadores em uma atmosfera de produção. Zaiser informou que conseguiu fazer com que os fios se comportem uniformemente. Ele separa o material interno do fio em grupos distintos para que os mesmos não possam reagir como um todo. "É como o controle de uma multidão. Se todos podem ir por um caminho, você tem uma grande bagunça", explica.

Estes nanocabos ficarão dentro de microprocessadores que poderão, por sua vez, ser inclusos em PCs, laptops, celulares ou mesmo supercomputadores. E quanto menores os fios, menor o chip pode ser.

Fonte: Computerworld

6 de set. de 2007

Microsoft atualiza tecnologia que envia vídeos e música do PC para a TV

A Microsoft está ampliando a quantidade de formatos que PCs rodando Windows podem enviar para as TVs dentro de casa, com o suporte a novos dispositivos Extenders for Windows Media Center, de fabricantes de hardware.

A companhia espera que fabricantes como Cisco Systems, D-Link e Niveus Media lancem no próximo mês set-top boxes capazes de rodar vídeos e música armazenados em PCs com Windows Vista Home Premium ou Ultimate.

O novo software da Microsoft vai transmitir vídeo em formatos antes não suportados, como DivX e Xvid, enviando as imagens para outros dispositivos no ambiente doméstico, seja via redes cabeadas ou sem fio.

Os novos dispositivos Extender poderão inclusive exibir vídeos de alta-definição “protegidos” por DRM (digital rights management), por meio do novo padrão sem fio 802.11n, disse a Microsoft.

A Microsoft lançou a plataforma Windows Media Center Extender em 2005, mas o dispositivo compatível com o sistema mais conhecido é o Xbox 360, da própria Microsoft, que vendeu 10 milhões de unidades desde novembro de 2005.

Mas outros fabricantes se mostraram pouco interessados na tecnologia da Microsoft, promovendo soluções próprias. A D-Link, por exemplo, já tinha vendido em junho de 2006 mais de 100 mil unidades do seu aparelho sem fio MediaLounge, 18 meses após o lançamento.

No entanto, a Microsoft continua investindo na idéia, rebatizando a solução de Extenders for Windows Media Center, e colaborando com fornecedores como Cisco, D-Link e Niveus para associar seus equipamentos ao Vista.

No futuro, a empresa pretende trabalhar com outros fornecedores para levar os mesmos recursos a outros aparelhos, como DVD players e televisores.

Além de mudar o nome da plataforma, a Microsoft informou que aparelhos com especificações antigas, feitos para funcionar no XP, não serão compatíveis com o Vista.

Fonte: IDG Now

8 de ago. de 2007

Microsft

Uma campanha impressa provavelmente não tão nova..mas muito boa

Criada pela McCann Erickson para a Microsoft, divulga o pacote Office para os computadores da Apple. Diz o texto: "Macs and PCs have never been so compatible" (Macs e PCs nunca foram tão compatíveis).

Veja as fotos aqui, aqui e aqui.


Fonte: Brainstorm #9

7 de ago. de 2007

Computadores devem ganhar disputa contra TVs

O comércio brasileiro pode viver em 2007 um momento inédito em sua história. Pela primeira vez, o número de computadores vendidos deve superar o de aparelhos de TV. A estimativa é da ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), cuja previsão ultrapassa a marca dos 10 milhões de PCs vendidos contra 9,5 milhões de TVs, mesmo com a oferta de modelos de melhor definição como plasma e LCD. O aumento é de 20% em relação a 2006. Se mantiver esse ritmo e as condições favoráveis, já em 2010, o Brasil será o terceiro maior pólo de fabricação mundial de computadores, atrás apenas dos EUA e China.

Para o diretor de Marketing da fabricante Intel, Elber Mazaro, o crescimento da inclusão digital deve ser atribuído a um conjunto de fatores. "O mercado está muito aquecido e conta com a ajuda da queda do dólar, formas de crédito, programas de incentivo do Governo, aumento da oferta de Internet banda larga e o próprio amadurecimento do consumidor", avalia.

Mais de 40% da comercialização serão destinados ao uso doméstico, índice responsável pela maior inflação no gráfico. A classe C, em termos financeiros, recebe o maior foco no processo de inclusão. Segundo Mazaro, de 20 a 25% deste público têm computador. O desafio é, portanto, conquistar a maioria restante. Já nas classes AB, o esforço é diferente. "Este público está interessado em trocar o computador por um modelo mais novo. Ao contrário das outras classes, que estão em busca do primeiro PC em casa", afirma. As dez maiores redes varejistas do país serão responsáveis por 2 a 3 milhões na comercialização dos produtos.

PC substitui a TV

A expectativa de bater o comércio de TVs é uma conseqüência natural do mercado. Na visão de Mazaro, o País inteiro já está forrado de televisões espalhadas por todos os cantos. Logo, o próximo item a ser adquirido é o computador. Entre os motivos que levam o consumidor a perceber esta necessidade estão as próprias funcionalidades e tecnologias disponíveis. Segundo o diretor, por muitas vezes o PC substitui a televisão, pois oferece a possibilidade de acompanhar toda a programação da telinha diretamente pelo sistema IPTV, isto é, TV por Internet. "A penetração é baixa, mas o desejo é alto".

Para aguçar tal desejo, o plano de comunicação aborda este conceito de mostrar os benefícios da compra do aparelho tecnológico. Esta é a função da agência de publicidade McCann-Erickson. A última campanha, por exemplo, traz um game interativo pelo qual consumidores se multiplicam e têm total poder de influência. A idéia é mostrar as funcionalidades e agilidade do novo processador da empresa.

Carro-chefe

É no modelo notebook que se concentram as maiores apostas da Intel. Em comparação a 2006, o aumento no volume vendido foi de 100%. A versão portátil deve representar cerca de 13% do montante de venda estimado para este ano. Entretanto, para o diretor, os números ainda são baixos se comparados a outros mercados. A média mundial figura entre 30 e 40% no gráfico total de vendas.


Fonte: Adnews

19 de mar. de 2007

Vendas crescem e Brasil é 3º mercado de PCs no mundo

Pesquisa da IDC Brasil informa que foram vendidos 7.046.000 computadores no Brasil em 2006, entre desktops e notebooks, um crescimento de 28,2% sobre as vendas de 2005. Os dados mostram que o Brasil é o terceiro maior mercado de PCs (desktops) no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da China e na frente de países como Japão, Rússia e Índia. As vendas de notebooks cresceram 96,4%, graças, principalmente, à queda dos preços e às facilidades de financiamento.


Mesmo assim, diz a IDC, os notebooks ainda ocupam pequena parcela no universo dos PCs - 7,7%. "Foi interessante verificar que o notebook, antes um produto considerado de elite e corporativo, já virou commodity, podendo ser encontrado am qualquer loja de varejo. No ano passado, o notebook foi o escolhido nas compras do segundo micro, seja pela questão de mobilidade como de funcionalidade, espaço, etc", diz Reinaldo Sakis, analista sênior de PCs e Monitores da IDC Brasil. Do total de máquinas vendidas em 2006, 6.506.000 são desktops e 540 mil são notebooks.

Mercado cinza
O mercado cinza (computadores ilegais) continua em curva descendente. Este mercado ilegal chegou, em 2004, a 76%. Caiu pra 69% em 2005 e, em 2006 diminuiu ainda mais, chegando à marca de 50,8%. "O aumento de fabricantes locais, a estabilidade da moeda, os incentivos ficais e a facilidade no financiamento são os principais motivos para esta queda. Obviamente, uma ação mais expressiva da polícia federal nas fronteiras inibindo a importação ilegal também teve sua importância", diz Sakis. A diversidade de marcas disponíveis no mercado e a ampla variedade de formas de pagamento também têm importância na queda da participação do mercado cinza no País.

Fonte: Terra