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7 de out. de 2008
O perigo da porta USB para as empresas
Considerando a drástica redução de custo de armazenagem de dados que vem ocorrendo ao longo dos anos, chegamos ao absurdo de podermos carregar no bolso todas as informações de uma empresa de pequeno a médio porte.
Em aproximadamente 15 anos passamos dos disquetes de 5 ¼ de 360 Kb para pen drives de 1 Tb.
Ou seja, junto com o chaveiro do seu carro você carrega um pen drive onde cabem nada mais nada menos do que 1000 Gb. Ou para quem gosta de zeros, 1.000.000 de Mb.
O custo para usuário final que faz compras pela internet está na ordem de míseros R$ 2,00 por cada gigabyte disponível. O mesmo preço de uma passagem de ônibus.
Unidade Mil
1 Mb 1000 Kb
1 Gb 1000 Mb
1 Tb 1000 Gb
1 Pb 1000 Tb
Kb - Kilobyte
Mb - Megabyte
Gb - Gigabyte
Tb - Terabyte
Pb - Petabyte
Com a crescente e frenética geração de conteúdo no mundo online www e suas ramificações, a demanda por mais espaço de armazenagem cresce em progressão geométrica.
Os datacenters agora estão preocupados em ser verdes. Querem, devem e tem como desafio consumir menos energia diante de tantas informações a guardar em cada vez mais servidores.
Também contribuem para isto o fim de velhos paradigmas e o surgimento de novos.
Para se ter uma idéia, dezembro próximo deve ser o último Natal onde encontraremos CDs à venda nas prateleiras. Pois já estarão disponíveis memórias flash com as músicas do seu artista preferido e muito mais conteúdo que venha agregar valor a esta mídia. Tais como curiosidades e entrevistas com o artista.
Os HDs também estão com os dias contados. As novas linhas de PCs virão com memórias flash embutidas na placa mãe. Além de serem mais baratas, também pesam menos e ajudam a baratear o frete.
Estas memórias são aquelas que usamos nos telefones celulares, câmeras digitais e toda a sorte de gadgets e engenhocas que também não param de surgir cada vez mais acessíveis.
A questão da segurança
Daí surge então a necessidade de segurança da informação principalmente no mundo corporativo. Juntamente com a gestão de riscos e continuidade de negócios.
Uma empresa que não tenha bem definida uma política de segurança em tecnologia da informação e comunicação, ainda não entrou no século XXI.
Cada dia que passa os crimes digitais são aperfeiçoados ao ponto de mal feitores alugarem redes zumbis com 100.000 PCs infectados para fins nefastos.
E-mails falsos tentando roubar a senha de correntistas já é coisa ultrapassada. Uma vez que só a Secretaria da Fazenda do Espírito Santo recebe mais de 1000 tentativas de invasão por dia conforme visto em recente evento que reuniu em São Paulo gestores de segurança da informação de empresas do governo e também privadas.
Mas não precisa ir muito longe. Uma empresa que possua dispositivos de E/S (entrada e saída) tais quais portas USB e/ou firewire e gravadores de DVD liberados para a utilização dos usuários não sabe o risco que corre.
Já está à venda nos websites da vida um pen drive de 1 Terabyte pela bagatela de R$ 2.000,00.
Basta um funcionário estar descontente com seu emprego ou então querer provar para o colega da baia ao lado que é "fera na informática" e botar na cabeça que vai copiar tudo o que lhe for permitido. Sorrateiramente ele espera seu gerente sair para almoçar ou então sair às pressas para uma reunião sem se lembrar de se desconectar da rede ou ao menos bloquear a sua estação.
O sorrateiro sente-se meio que protegido pelo fato de nunca na empresa ter assinado que estava ciente de uma política interna de segurança da informação. Ou então de um código de conduta pelo mínimo que seja.
Pronto. A miséria está feita e quem vai levar a culpa será o gerente apressado. Isto se a equipe de TI guardar e analisar os logs de segurança interna e estive preparada para responder a incidentes desta ordem.
A esta altura o funcionário sorrateiro já pode estar de posse de dados como a folha de pagamento da empresa inteira, do planejamento estratégico de marketing para o próximo ano e tudo o mais que tiver achado.
Mas a desgraça não pára por aí. O gerente apressado também esqueceu seu e-mail corporativo aberto que não é limpo faz meses. Sabe aquele usuário que sempre pede mais espaço no correio eletrônico?
Então o sorrateiro sabendo que seu chefe vai demorar resolve chafurdar na lixeira e descobre que o gerente está tendo um caso de amor com outra funcionária. Um lance. O tamanho da miséria acaba de aumentar.
Uma empresa que não difunde a segurança de seu maior ativo, a informação, junto a seus funcionários é no mínimo incauta. E no máximo, como dizem por aí, o céu é o limite.
Isto sem contar o risco que corre de ter sua imagem, construída anos a fio, abalada em questão de dias, horas, minutos, segundos...
Em aproximadamente 15 anos passamos dos disquetes de 5 ¼ de 360 Kb para pen drives de 1 Tb.
Ou seja, junto com o chaveiro do seu carro você carrega um pen drive onde cabem nada mais nada menos do que 1000 Gb. Ou para quem gosta de zeros, 1.000.000 de Mb.
O custo para usuário final que faz compras pela internet está na ordem de míseros R$ 2,00 por cada gigabyte disponível. O mesmo preço de uma passagem de ônibus.
Unidade Mil
1 Mb 1000 Kb
1 Gb 1000 Mb
1 Tb 1000 Gb
1 Pb 1000 Tb
Kb - Kilobyte
Mb - Megabyte
Gb - Gigabyte
Tb - Terabyte
Pb - Petabyte
Com a crescente e frenética geração de conteúdo no mundo online www e suas ramificações, a demanda por mais espaço de armazenagem cresce em progressão geométrica.
Os datacenters agora estão preocupados em ser verdes. Querem, devem e tem como desafio consumir menos energia diante de tantas informações a guardar em cada vez mais servidores.
Também contribuem para isto o fim de velhos paradigmas e o surgimento de novos.
Para se ter uma idéia, dezembro próximo deve ser o último Natal onde encontraremos CDs à venda nas prateleiras. Pois já estarão disponíveis memórias flash com as músicas do seu artista preferido e muito mais conteúdo que venha agregar valor a esta mídia. Tais como curiosidades e entrevistas com o artista.
Os HDs também estão com os dias contados. As novas linhas de PCs virão com memórias flash embutidas na placa mãe. Além de serem mais baratas, também pesam menos e ajudam a baratear o frete.
Estas memórias são aquelas que usamos nos telefones celulares, câmeras digitais e toda a sorte de gadgets e engenhocas que também não param de surgir cada vez mais acessíveis.
A questão da segurança
Daí surge então a necessidade de segurança da informação principalmente no mundo corporativo. Juntamente com a gestão de riscos e continuidade de negócios.
Uma empresa que não tenha bem definida uma política de segurança em tecnologia da informação e comunicação, ainda não entrou no século XXI.
Cada dia que passa os crimes digitais são aperfeiçoados ao ponto de mal feitores alugarem redes zumbis com 100.000 PCs infectados para fins nefastos.
E-mails falsos tentando roubar a senha de correntistas já é coisa ultrapassada. Uma vez que só a Secretaria da Fazenda do Espírito Santo recebe mais de 1000 tentativas de invasão por dia conforme visto em recente evento que reuniu em São Paulo gestores de segurança da informação de empresas do governo e também privadas.
Mas não precisa ir muito longe. Uma empresa que possua dispositivos de E/S (entrada e saída) tais quais portas USB e/ou firewire e gravadores de DVD liberados para a utilização dos usuários não sabe o risco que corre.
Já está à venda nos websites da vida um pen drive de 1 Terabyte pela bagatela de R$ 2.000,00.
Basta um funcionário estar descontente com seu emprego ou então querer provar para o colega da baia ao lado que é "fera na informática" e botar na cabeça que vai copiar tudo o que lhe for permitido. Sorrateiramente ele espera seu gerente sair para almoçar ou então sair às pressas para uma reunião sem se lembrar de se desconectar da rede ou ao menos bloquear a sua estação.
O sorrateiro sente-se meio que protegido pelo fato de nunca na empresa ter assinado que estava ciente de uma política interna de segurança da informação. Ou então de um código de conduta pelo mínimo que seja.
Pronto. A miséria está feita e quem vai levar a culpa será o gerente apressado. Isto se a equipe de TI guardar e analisar os logs de segurança interna e estive preparada para responder a incidentes desta ordem.
A esta altura o funcionário sorrateiro já pode estar de posse de dados como a folha de pagamento da empresa inteira, do planejamento estratégico de marketing para o próximo ano e tudo o mais que tiver achado.
Mas a desgraça não pára por aí. O gerente apressado também esqueceu seu e-mail corporativo aberto que não é limpo faz meses. Sabe aquele usuário que sempre pede mais espaço no correio eletrônico?
Então o sorrateiro sabendo que seu chefe vai demorar resolve chafurdar na lixeira e descobre que o gerente está tendo um caso de amor com outra funcionária. Um lance. O tamanho da miséria acaba de aumentar.
Uma empresa que não difunde a segurança de seu maior ativo, a informação, junto a seus funcionários é no mínimo incauta. E no máximo, como dizem por aí, o céu é o limite.
Isto sem contar o risco que corre de ter sua imagem, construída anos a fio, abalada em questão de dias, horas, minutos, segundos...
3 de set. de 2008
Jornal se mantém como fonte de informação mais confiável
Executivos foram entrevistados pela CDN Estudos & Pesquisa, que também mostra que a internet é o meio com menos credibilidade
No período de 28 de maio e 8 de julho, a CDN Estudos & Pesquisa entrevistou 500 executivos que ocupam cargos de liderança em médias e grandes empresas para avaliar a importância e a credibilidade atribuídas pelos profissionais aos diferentes tipos de mídia, o peso de cada um deles na formação de opinião, os hábitos de leitura, o impacto e a repercussão de notícias positivas e negativas, e a avaliação da notícia em relação à publicidade.
Entre os executivos, o jornal se mantém como a fonte de informação mais confiável. O jornal e a TV seguem como os meios de maior alcance entre os entrevistados. A Internet apresentou um aumento acentuado na penetração, mas ainda não é confiável como fonte de informação sobre mercados e empresas. A Revista, que vinha de patamares baixos em 2005, aumenta alcance e confiabilidade. O Rádio cresce em alcance e credibilidade em relação aos anos anteriores, mas perde em comparação com os demais meios. Está em situação intermediária em confiabilidade: ganha de TV e Internet e perde para jornal e revista.
Jornais
No quesito "Negócios e Mercado", o jornal de maior credibilidade é o O Estado de S. Paulo, citado por 21% dos entrevistados como de "tradição e credibilidade da informação, não é tendencioso e tem profissionais capacitados". Já O Globo registrou um crescimento no hábito de leitura de 29% para 41% e é o segundo em credibilidade, com 19%.
Um outro dado relevante foi o crescimento registrado pelos jornais de economia e negócios, Valor Econômico e Gazeta Mercantil, tanto em hábito de leitura, como em credibilidade e presença no dia-a-dia dos executivos. No item “leitura na empresa”, o Valor pulou de 8% Para 28% e ocupou a primeira posição entre os principais jornais. Em segundo lugar, vieram Estadão e Folha, com 24% e, em terceiro, a Gazeta Mercantil, que saltou de 4%, em 2005, para 23% em 2008.
A internet
Em termos de alcance, a internet apresentou um crescimento considerável: em torno de 30 pontos percentuais (passou de 61% em 2005 para 94% agora). É o terceiro meio de maior penetração, ficando atrás somente de jornal e TV, mas já ocupando o segundo na hierarquia da consulta. A internet passou a TV e ocupa a segunda colocação na questão "Qual desses veículos você utiliza em 1º lugar?". Os sites de maior credibilidade são: UOL, 30%, Terra, 15% e G1, 7%. Já os mais acessados são UOL, com 52%, Terra, 37% e IG, com 20%. Em comparação com os demais meios, no quesito confiabilidade, a internet aparece em último lugar.
Revistas
O meio revista no item "Negócios e Mercado" cresceu em credibilidade e ocupa a segunda posição, atrás somente dos jornais, com 8% muito confiável e 33%, confiável. A Veja aparece em 1º lugar em credibilidade, com 43%, seguida da Exame, com 17%, e Época com 11%.
TV
O alcance da TV permanece alto: 97% dos entrevistados afirmaram que costumam assistir aos noticiários da TV. E desse total, 86% assistem a Globo, 38% a GloboNews e, 30%, a Record. A Bandeirantes passou de 48% para 24%, e o SBT caiu de 47% para 14%. Entre os noticiários, os de maior audiência são: Jornal Nacional, com 72%, Jornal da Globo, com 32%, Globonews, com 19%, e Jornal da Band, com 18%.
Rádio
O meio rádio foi citado por 77% dos entrevistados quando consultados sobre "quais desses meios de comunicação você costuma utilizar para manter-se informado?". Em relação a 2005, quando o rádio foi citado por 63% dos executivos, houve um crescimento, mas mais modesto do que revista que passou de 64% para 92% e interneti que saltou de 61% para 94%.
No período de 28 de maio e 8 de julho, a CDN Estudos & Pesquisa entrevistou 500 executivos que ocupam cargos de liderança em médias e grandes empresas para avaliar a importância e a credibilidade atribuídas pelos profissionais aos diferentes tipos de mídia, o peso de cada um deles na formação de opinião, os hábitos de leitura, o impacto e a repercussão de notícias positivas e negativas, e a avaliação da notícia em relação à publicidade.
Entre os executivos, o jornal se mantém como a fonte de informação mais confiável. O jornal e a TV seguem como os meios de maior alcance entre os entrevistados. A Internet apresentou um aumento acentuado na penetração, mas ainda não é confiável como fonte de informação sobre mercados e empresas. A Revista, que vinha de patamares baixos em 2005, aumenta alcance e confiabilidade. O Rádio cresce em alcance e credibilidade em relação aos anos anteriores, mas perde em comparação com os demais meios. Está em situação intermediária em confiabilidade: ganha de TV e Internet e perde para jornal e revista.
Jornais
No quesito "Negócios e Mercado", o jornal de maior credibilidade é o O Estado de S. Paulo, citado por 21% dos entrevistados como de "tradição e credibilidade da informação, não é tendencioso e tem profissionais capacitados". Já O Globo registrou um crescimento no hábito de leitura de 29% para 41% e é o segundo em credibilidade, com 19%.
Um outro dado relevante foi o crescimento registrado pelos jornais de economia e negócios, Valor Econômico e Gazeta Mercantil, tanto em hábito de leitura, como em credibilidade e presença no dia-a-dia dos executivos. No item “leitura na empresa”, o Valor pulou de 8% Para 28% e ocupou a primeira posição entre os principais jornais. Em segundo lugar, vieram Estadão e Folha, com 24% e, em terceiro, a Gazeta Mercantil, que saltou de 4%, em 2005, para 23% em 2008.
A internet
Em termos de alcance, a internet apresentou um crescimento considerável: em torno de 30 pontos percentuais (passou de 61% em 2005 para 94% agora). É o terceiro meio de maior penetração, ficando atrás somente de jornal e TV, mas já ocupando o segundo na hierarquia da consulta. A internet passou a TV e ocupa a segunda colocação na questão "Qual desses veículos você utiliza em 1º lugar?". Os sites de maior credibilidade são: UOL, 30%, Terra, 15% e G1, 7%. Já os mais acessados são UOL, com 52%, Terra, 37% e IG, com 20%. Em comparação com os demais meios, no quesito confiabilidade, a internet aparece em último lugar.
Revistas
O meio revista no item "Negócios e Mercado" cresceu em credibilidade e ocupa a segunda posição, atrás somente dos jornais, com 8% muito confiável e 33%, confiável. A Veja aparece em 1º lugar em credibilidade, com 43%, seguida da Exame, com 17%, e Época com 11%.
TV
O alcance da TV permanece alto: 97% dos entrevistados afirmaram que costumam assistir aos noticiários da TV. E desse total, 86% assistem a Globo, 38% a GloboNews e, 30%, a Record. A Bandeirantes passou de 48% para 24%, e o SBT caiu de 47% para 14%. Entre os noticiários, os de maior audiência são: Jornal Nacional, com 72%, Jornal da Globo, com 32%, Globonews, com 19%, e Jornal da Band, com 18%.
Rádio
O meio rádio foi citado por 77% dos entrevistados quando consultados sobre "quais desses meios de comunicação você costuma utilizar para manter-se informado?". Em relação a 2005, quando o rádio foi citado por 63% dos executivos, houve um crescimento, mas mais modesto do que revista que passou de 64% para 92% e interneti que saltou de 61% para 94%.
28 de ago. de 2008
Executivos usam mais a web para se informar
A internet ganhou mais importância como fonte de informação para executivos. Os últimos três anos registraram notável crescimento de leituras no meio virtual.
Em 2005, 61% dos 500 executivos ouvidos pela CDN -- Companhia de Notícias -- disseram utilizar a web para se informar. Atualmente, o número saltou para 94%, que passaram a acessar diariamente e 92% quando se diz respeito às revistas.
Embora o meio virtual cresça, o jornal impresso ainda é o veículo mais utilizado para se informarem. O levantamento foi feito pela CDN Estudos & Pesquisas com 500 executivos das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.
A TV ficou em segundo lugar na preferência, com índice de 96% de audiência dos executivos. Em 2005, esse número era de 95%.
Fonte: Adnews
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