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13 de nov. de 2008

Kotler pede mais atenção para novas mídias



Conhecido como maior autoridade mundial em Marketing, Philip Kotler veio ao Brasil para palestrar. Falou hoje pela manhã em São Paulo para cerca de três mil pessoas e, entre destaques, fez um pedido especial aos publicitários: que percebam e invistam mais em novas mídias.

Kotler adotou discurso contemporâneo. Disse que as mídias tradicionais são genéricas e, portanto, perdem nesse sentido para maior precisão do digital.

Segundo ele, o marketing deve focar nos anseios individuais do consumidor.

O especialista pediu idéias novas. Ressaltou que atualmente os produtos são semelhantes e o consumidor tende a fazer sua escolha pela dupla valor agregado e boa condição de preços.

O palestrante ainda elogiou o Brasil e a comunicação praticada por aqui.

Porém, criticou o fato de as empresas brasileiras apostarem pouco em inovação das marcas, o que leva à valorização de marcas estrangeiras, à frente nesse quesito.



Via Adnews

29 de out. de 2008

Evolução da marca Pepsi

Folha revela as marcas mais lembradas do ano

As marcas mais lembradas pelo consumidor brasileiro em 2008 são reveladas hoje, às 19h30, no HSBC Brasil, em São Paulo. O prêmio Folha Top of Mind, principal prêmio de brand awareness (consciência de marca) no Brasil, anuncia o nome das empresas vencedoras em uma grande festa que reúne presidentes e diretores das maiores companhias e agências de publicidade do país. Apresentado por Marília Gabriela e Du Moscovis o evento terá show de encerramento da cantora Paula Toller.

O prêmio Folha Top of Mind é formado por 40 categorias (vide tabela abaixo). Entre as novidades desse ano está o retorno de algumas categorias já contempladas em anos anteriores como Companhia Aérea, Iogurte e Tinta. As categorias especiais são as Top Performance (a marca que mais se destacou no último ano), Top Consumidor A (a marca mais lembrada pelas pessoas de maior poder aquisitivo), Top Popular (a marca mais lembrada pelos consumidores da classe C), Top Feminino (a marca mais lembrada pelas mulheres), e o Top Grand Prix (a marca mais lembrada pelo consumidor, independentemente de categoria).

A Top Meio ambiente, incluída na premiação desde 2007, continua esse ano e indica a marca mais lembrada pelos entrevistados quando perguntados sobre qual é a companhia mais atuante na preservação do meio ambiente.

Com a metodologia de pesquisa e estatística aplicada pelo Instituto de Pesquisa Datafolha foi criado um software estatístico que possibilita delinear a trajetória e a performance de qualquer marca brasileira no mercado - entre as categorias investigadas - em relação às outras.

A ferramenta utilizada possibilita ainda o cruzamento de todos os dados e variáveis do levantamento. “Pode-se identificar a companhia aérea mais citada entre as mulheres do Sudeste que usam determinada operadora de telefonia celular, ou a corretora de seguros mais lembrada entre os homens do Centro-Oeste que possuem cartão de crédito”, explica Mauro Paulino, diretor do instituto. “O software utilizado permite ainda que os dados estáticos decorrentes dos anos de 2001 a 2008 fiquem armazenados em um banco de dados, possibilitando um balanço geral das pesquisas”.

Realizado há 18 anos pelo Datafolha, um dos maiores institutos de pesquisa do Brasil, para o jornal Folha de S.Paulo, o prêmio Folha Top of Mind é resultado de um levantamento anual feito por amostragem com o conjunto da população adulta brasileira.

Esse levantamento, conhecido por ser o maior e mais abrangente na categoria, foi produzido esse ano com base em mais de 6 mil entrevistas divididas em duas amostras com homens e mulheres, com idade igual ou superior a 16 anos, de todos os níveis sociais e escolaridades.

8 de out. de 2008

Entenda o que é marca

A apresentação abaixo dá uma boa definição de marca, além de várias dicas para sua carreira.

Entretando é em inglês, mas dá pra entender tranquilo!
=)

Brand "U.0"
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19 de ago. de 2008

Você é o que pensam de você



Quem diz o que uma marca é e o que ela representa são as pessoas. Não é o posicionamento, o slogan, o mote da última campanha, o departamento de marketing ou o CEO da empresa.

Com isso, é importante que a mensagem transmitida pela marca seja de acordo com o que as pessoas do nicho adotado vêem, pensam, sentem e precisam. Dificilmente as pessoas querem aprender algo ou entender toda a filosofia corporativa. Elas não dão a mínima para a história da empresa ou porque ela faz o que faz.

É como ler jornal. A maioria das pessoas passeia entre as páginas observando títulos e só pára para ler o conteúdo se o assunto for realmente pertinente a seus interesses. Elas podem até observar todos os títulos, mas dificilmente pararão para entender o que está escrito mais abaixo.

Observe você mesmo. Quantos sites você leu integralmente essa semana? E blogs? Quantos você passou da primeira página de posts?

Nas empresas de pequeno porte, a importância é ainda maior já que esse tipo de preocupação demanda mais tempo e, consequentemente, dinheiro.

Com um propósito relacionado, existe o site Brand tags (que tem até versão nacional), que mostra o que as pessoas acham das marcas através de uma reprodução em forma de tag cloud.

Em tempos de transparência, ouvir o outro lado da relação faz toda a diferença.


Fonte: Estagiaridade

5 de jun. de 2008

Web 2.0 exige posicionamento das marcas?

Quando estudamos posicionamento de marcas na faculdade, sempre revisamos os casos clássicos de empresas que escolheram algum nicho de mercado ou classe social que obtiveram sucesso. Também revemos os que não deram certo porque o produto tentou explorar um segmento, mas não foi aceito.

Para a maioria dos produtos, posicionar-se corretamente é uma questão central na estratégia de conquista do espaço. Por razões diversas, marcas optam por colar sua imagem à classe A ou E. O direcionamento define o sucesso ou fracasso da marca ou produto.

Não há erro algum em explorar mercados menores com produtos mais caros e lucrativos ou muito mais clientes com marcas de baixo custo e com lucratividade por unidade vendida muito reduzida. Há espaço para todos, desde que a marca ou produto tenha aderência ao público ao qual se destina.

E na internet? Até pouquíssimo tempo a Web não existia e quando começou a aparecer no Brasil, no meio da década passada, só havia internautas das classes A e B. Portanto, o posicionamento de todas as empresas era simples, sem muita nuance. Afinal, o espectro social presente era muito pequeno.

Mas acompanhamos uma mudança radical de uns dois ou três anos para cá. Com o preço dos computadores em queda; financiamentos abundantes para compra desses equipamentos; banda larga mais acessível, evitando estouro do orçamento doméstico por causa da conta de telefonia fixa; mais opções de locais públicos com Internet como lan houses, bibliotecas, escolas e cybercafés; além da possibilidade do acesso móvel pelos celulares e laptops; a classe C especialmente, mas também a D e E têm ganhado espaço na Web brasileira.

Como será que as empresas que usam a Internet têm trabalhado seu posicionamento para explorar melhor as diferenças sociais agora existentes no mundo virtual? Ou será que na Web as diferenças de classe social, renda e perfil psicográfico são irrelevantes? É possível que o resultado obtido no mecanismo de busca elimine a necessidade de posicionamento?

Essa questão é muito relevante no Brasil, pois as redes sociais no País têm uma dimensão maior que em outras nações. São milhões de pessoas interagindo e influenciando outras diariamente. E, estudando mais profundadamente esses movimentos, verificamos que há duas bases de sustentação para essa grande massa de pessoas: sites de busca e retroalimentação.

Influência das redes sociais

É impressionante que a base de transferência de tráfego para as redes sociais sejam os buscadores e as comunidades. Há blogs ou comunidades, por exemplo, que recebem 90% de seus visitantes através de uma ferramenta de busca. E são incontáveis esses casos.

Quando começam a cair no gosto do internauta brasileiro, os próprios blogs e comunidades se encarregam de transferir audiência para essas páginas. É um movimento de retroalimentação que se iniciou com uma busca em um “search engine”.

Caso clássico desse movimento é o Orkut, que dependeu dos resultados das ferramentas de busca no início, mas hoje alimenta outras comunidades. Da mesma forma outras redes sociais o alimentam com mais público.

Aparentemente, o público das lojas online procura bons preços e segurança na transação. Talvez isso o influencie a buscar novos parceiros com menos intensidade, voltando-se mais para o local no qual já comprou e se sentiu confortável. Esse é um internauta mais velho que a média do usuário do emaranhado de redes sociais, portanto, menos afeito à procura por novidades.

Por outro lado, os usuários das redes sociais são mais jovens, buscam novidades constantemente (e esse universo mostra novidades permanentemente). Porém, esses dois universos não são estanques, muito pelo contrário, mantêm-se em contato permanente, influenciando-se diariamente.

Essa busca desenfreada por novidade começa a aparecer no comércio eletrônico brasileiro. Mais setores econômicos estão aproveitando a Internet e cada vez mais lojas menos conhecidas são visitadas. Há mais empresas explorando nichos do comércio e a lista de produtos disponíveis para compra online amplia-se.

Isso é natural, pois esse internauta que é fã da interatividade das redes sociais vai, aos poucos, ampliando suas ações na Internet. E quando passa a aderir ao comércio eletrônico, traz consigo essa experiência de buscar diuturnamente as novidades, de procurar aquilo que ainda não conhece.

Com o número de usuários crescendo ininterruptamente, bem como o número de empresas e produtos à venda na Web, voltamos ao tema inicial: as companhias estão preocupadas em posicionar suas marcas e produtos adequadamente para cada perfil de consumidor? Se todas as lojas optarem pelo mesmo posicionamento (ou pior, sem nenhum), tudo será decidido pelo preço mais baixo. E o consumidor deseja muitas outras coisas ao procurar um produto ou serviço.

4 de jun. de 2008

Criador é enterrado dentro de embalagem da batata Pringles

O homem que criou a embalagem das batatas fritas Pringles tinha tanto orgulho de sua invenção que acabou tendo parte de suas cinzas enterradas dentro de um dos famosos tubos vermelhos. Fredric J. Baur, americano de Cincinnati, Ohio, morreu no dia 4 de maio, aos 89 anos.

Os filhos de Baur contam que cumpriram um dos pedidos do pai, que desejava ser enterrado dentro de uma embalagem de Pringles.

O engenheiro foi cremado, e uma porção das cinzas foi colocada dentro de um tubo de batatas e enterrado em um cemitério de Springfield, subúrbio de Cincinnati. O resto das cinzas foi colocado em uma urna funerária, entregue para a neta de Baur.

"Ele tinha muito orgulho da 'lata' que ele criou, e de como era um símbolo quase universal", conta Lawrence Baur, filho do inventor. Baur tinha formação de químico, e trabalhava como técnico em armazenamento de alimentos especuializado em pesquisa, desenvolvimento e controle de qualidade na Procter & Gamble.

Em 1966, ele entrou com pedido de patente para a técnica de empilhar as batatas fritas em uma embalagem em forma de tubo - feito de papel-cartão e folhas de alumínio. A patente foi concedida em 1970. Baur se aposentou no início da década de 80.

18 de mar. de 2008

Por que algumas marcas vendem e outras são só nomes?

O motivo é simples, as marcas que vendem têm significados fortes para seus públicos-alvo: trade, influenciadores, aplicadores e consumidores finais. As demais são apenas nomes mais ou menos conhecidos, que não conseguiram estabelecer vínculos emocionais mais profundos com o mercado. Assim como na vida pessoal preferimos estar com pessoas que nos identificamos e gostamos, do que apenas com pessoas famosas pelas quais não temos a menor intimidade e cumplicidade. O mesmo ocorre na relação marcas x consumidor. Não são as marcas que escolhem o consumidor, é o contrário: o consumidor é que se sente atraído pela história que a marca está contando e acaba a escolhendo como preferida. Motivo pelo qual ter uma boa história é o primeiro passo para haver um bom casamento entre a sua marca e o mercado.

Marcas têm que servir para ajudar a vender mais, mas vender mais com lucro. Se for para a empresa vender mais não ganhando dinheiro é bem mais simples: basta baixar os preços dos produtos e vai escoar todo o estoque! Mas qual o executivo ou empresário que tem prazer em não ter lucro? Pessoalmente, não conheço nenhum.

O caminho para o lucro através do fortalecimento da marca é tornar algo que está cada vez mais igual - seu produto em algo desigual aos olhos e coração das pessoas. Como? Agregando valor à marca, uma vez que ao produto são cada vez mais efêmeras as melhorias. A velocidade com que se copia é impressionante, todos copiam a todos durante todo o tempo.
Logo, a diferença está fora do produto: no serviço surpreendente, na comunicação que produz a ruptura, na motivação e treinamento da equipe de vendas. Mas todos estes recursos também não são novidade. Mas enfim, o que é novo então no mundo das marcas fortes? É entender que, mais do que um significado, uma marca é um sistema de crenças. E que para gerenciar uma marca é fundamental fazer um salto de uma única dimensão para sete dimensões, ou seja, é necessário aplicar um novo código: o Primal Brand.

Esta tecnologia parte do princípio que uma marca deve ter: uma boa história que produza confiança e identificação marca-consumidor, um credo, ícones-símbolos, palavras sagradas, rituais de relação marca-consumidor, pagãos e um líder. Enfim tudo isto para colocar a marca não só na cabeça, mas de fato no coração das pessoas. Agora a força intrínseca de uma marca está na sua essência competitiva, a qual será avaliada pelo consumidor através de seu nível de utilidade, seja funcional, emocional ou de auto-expressão (prestígio).

Cabe às agências em primeiro lugar entender o ponto de força da marca, aquele no qual os consumidores se apóiam para preferi-la e desenvolver um projeto completo de conexão e fortalecimento dos seus vínculos. Marcas que são construídas em cima de artistas globais crescem rápido, mas da mesma forma caem rapidamente. Porque estão associadas a "pessoas conhecidas" que não conseguem construir vínculos emocionais mais profundos com o consumidor, nem com a marca. Prova é que, quando deixam de patrocinar os milionários cachês, são imediatamente esquecidas pelo público. Trate de construir uma marca pelas crenças dela e não por fatores externos. Suas vendas crescerão e seus lucros também.

17 de mar. de 2008

ICQ? vc lembra - agora virou marca de creme dental


Lembra do ICQ? Agora é marca de pasta de dentes, pode acreditar Lembra do ICQ, o software de mensagens instantâneas que fez sucesso antes do Messenger? A empresa israelense que criou o sistema, depois vendido para a AOL, lançou uma pasta de dentes ICQ, em parceria com o laboratorio farmacêutico CTS. A pasta tem o mesmo logo do software, repare abaixo. Dica do Gizmodo. 
fonte -  Blue Bus


6 de mar. de 2008

Refrigerante "Heroes" para o pessoal de tecnologia da Microsoft

Engenheiros da Microsoft de todos os laboratórios da empresa ao redor do mundo estao reunidos na sede da companhia em Redmond, nos EUA, para o TechFest, um evento anual para trocar informações com o pessoal de produto. O encontro termina hoje. Na geladeira, disponivel para os participantes e imprensa, um refrigerante de lima/limão com a marca 'Heroes', o seriado de TV. Tem também o logo do Windows




Fonte: Blue Bus

28 de fev. de 2008

TAM e seu novo reposicionamento


A TAM agora tem uma nova logomarca e lançou a campanha "Compromisso", que mostra os funcionários assinando o avião e lançando seu compromisso de servir bem aos seus clientes.

Para o lançamento da campanha e a nova logomarca, foi realizada uma festa, onde os presentes puderam contar com um grande cocktail, show da Ivete Sangalo privativo e ao descer as cortinas estava realmente um avião todo assinado pelos funcionários, confira as fotos:



Uma grande campanha para um novo reposicionamento de uma empresa. Um grande trabalho da Y&R, que vai contar com o trabalho BTL da Dez Brasil e Online da Wunderman.

23 de nov. de 2007

De olho no Viral!

O jornalista e cartunista Marcelo de Andrade tem estado atento nas ações de marketing viral de grandes marcas brasileiras na internet, como demonstrado na charge abaixo.



Mais diversão aqui!

Fonte: Portal da Propaganda

Curso de marketing pessoal no Madia Marketing School

A Madia Maketing School - o espaço empresarial para assessoria, consultoria, auditoria e planejamento estratégico onde convivem 11 unidades de Negócios especializadas em cada uma das ferramentas essenciais do Marketing - oferece o curso Uma Marca Chamada VOCÊ, sobre como construir sua marca, ministrado pelo consultor Tom Coelho.

Para Tom, uma das tendências irreversíveis na sociedade moderna é a aplicação dos conceitos de marketing na gestão de imagem e planejamento de carreira das pessoas. "Para triunfar no jogo do universo corporativo é necessário antes de tudo vender a nós mesmos", explica.

Cursos:

Data: 24 de novembro e 08 de dezembro 2007 (2 sábados)
Horário: 8h30 às 18h30 - com intervalos para coffee break e almoço.
Carga Horária: 16 horas
LOCAL: MMS - Madia Marketing School - Rua Padre João Manuel, 755 - 13º andar - cj 132 São Paulo - SP

Informações: www.tomcoelho.com.br e www.mmmkt.com.br
Telefone: 11 3064 0064
Investimento: R$490,00 A vista ou em duas vezes

Desconto para ex-alunos da Madia Marketing School - Mais informações no número de telefone 11 3064 0064

Fonte: Adnews

13 de nov. de 2007

"É na China que as grandes marcas vão estourar de vender"

A publicidade mundial vai encontrar em breve um novo solo fértil e promissor financeiramente. Trata-se da China, país no qual o rápido crescimento econômico exerce seu poder também sobre a propaganda e a revolução de seus paradigmas. Essa é a percepção de Sérgio Valente, presidente da agência DM9DDB, que esteve por lá em encontro com outros comandantes dos escritórios da rede DDB, espalhados pelo mundo inteiro. O objetivo da reunião foi analisar a multidisciplinaridade e novas formas de agregar idéias nos diversos segmentos da comunicação como TV, Internet, eventos e ponto-de-venda. A conclusão foi uma estética avessa aos padrões ocidentais, "regido por uma outra ética e outro jogo de moral."

Segundo Valente, ainda não há por lá a percepção mundial de construção da marca. Os olhos são voltados essencialmente para a necessidade do produto e seus benefícios diretos ao consumidor. O principal fator para essa prática é o fato de a maior parte da população ter baixa condição financeira, fato prestes a melhorar de acordo com o crescimento do mercado e abertura para o capitalismo.

A escolha do local da reunião não foi à toa. Além de ostentar um mercado em que o PIB (Produto Interno Bruto) cresce em torno de 10% por ano, a China sediará os Jogos Olímpicos em 2008. E na visão de Valente, isso significa abertura de relacionamentos com o resto do mundo. A DDB comprou este ano uma grande agência chinesa e quer aprender a lidar com um comércio de quase 1 bilhão e meio de consumidores. "É lá que as grandes marcas vão estourar de vender. Uma marca que consiga 0,1% do mercado lá já consegue um mercado muito significativo", estima.

Qualidade artística

Apesar de primária na construção de marcas, Valente considera a publicidade chinesa dotada de uma "ótima" direção de Arte, "simples e clean". Para ele, a revolução nas campanhas será inicialmente na questão visual. Afinal, quando se tem quase 1 bilhão e meio de consumidores, a opinião de cada tem grande importância, avalia. "O padrão oriental é regido por uma outra ética, um outro jogo de moral, um outro jogo de costumes, é muito diferente. Então, é muito difícil entender essa nuance cultural e poder julgar, mesmo porque o que pra você é bom, para eles pode não ser, é um outro padrão estético."

Em parâmetros mundiais, o publicitário notou semelhança com o Brasil. Isto é, a produção brasileira mais conhecida e aclamada internacionalmente é aquela com cunho global, premiada em Festivais como Cannes. Estas são valorizadas pelos chineses assim como reconhecidas por publicitários do resto do mundo.

Fonte: Adnews

6 de nov. de 2007

Copa 2014: Marca é assinada por Gordilho

A MPM é a agência responsável pelo desenvolvimento da logomarca da candidatura do Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014.

A agência pediu a todos os diretores de arte das empresas do grupo Ypy que apresentassem suas sugestões e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, escolheu o logotipo criado por Sergio Gordilho, sócio e diretor de criação da Africa.

Segundo a MPM, a concepção da logomarca mantém o número em destaque - 2014 - que "aparece como uma meta a ser perseguida, um esforço a ser alcançado, uma vitória resultante do esforço coletivo".

A agência explica ainda que 'a tipologia das letras e algarismos busca uma linguagem artesanal, típica das manifestações da arte e da cultura brasileira'.

As cores representam a diversidade étnica e cultural não só do Brasil, mas do evento em si, que recebe pessoas de todas as partes do planeta.



Fonte: CCSP

5 de nov. de 2007

Vamos todos sair gritando!

O grito que marca a identidade do personagem Tarzã há décadas poderá ser utilizado sem restrições por qualquer pessoa ou empresa em toda a União Européia.

Depois de dez anos de batalha judicial, o Escritório para Harmonização do Mercado Interno (OAMI, na sigla em inglês), responsável pelo controle de patentes no bloco, decidiu que o som símbolo do rei das selvas não cumpre os requisitos para ser uma marca registrada, como solicitavam os herdeiros do norte-americano Edgar Rice Burroughs, criador do personagem. Cabe recurso.

Se o pedido fosse aceito, a empresa Burroughs poderia faturar milhões de euros vendendo os direitos autorais do grito de Tarzã para campanhas publicitárias, jogos de vídeo, brinquedos, sons de telefone e outros fins.

A OAMI alega que o grito criado para o personagem não se enquadra na legislação européia, que permite o registro de sons que possam ser representados em notas musicais.



Fonte: CCSP

1 de nov. de 2007

Hering lança a campanha "Antecipe seu natal"

A Hering está lançando a campanha “Antecipe seu natal”, protagonizada por nomes como Ellen Jabour, Grazi Massafera, Juliana Didone, Dudu Nobre e Thiago Lacerda. Foram criadas peças de mall e anúncios de mídia impressa, que apresentam as novidades da marca e incentivam os consumidores a adiantar a compra dos presentes natalinos, aproveitando as ofertas. A Hering idealizou ainda kits com sugestões criativas para os pontos-de-venda para facilitar a escolha dos presentes.





Fonte: Portal da Propaganda

Omo e Coca-Cola vencem Top of Mind

O Grupo Folha revelou os vencedores do Prêmio Folha Top of Mind, principal prêmio de brand awareness (consciência de marca) do País. Omo e Coca-cola são as mais lembradas pelo consumidor. As marcas Ypê, Natura, Ibama e Greenpace foram vencedoras da nova categoria especial Top Meio Ambiente. JWT e McCann Erickson dividiram o ranking das agências mais premiadas este ano. Veja abaixo a lista completa com os vencedores:

Categorias Especiais


Top Grand Prix
Agência: Borghierh/Lowe
Anunciante: OMO

Agência: McCann Erickson e DPZ
Anunciante: Coca-Cola

Top Teen
Agência: McCann Erickson
Anunciante: Sorriso

Top Feminino
Agência: JWT
Anunciante: Seda

Top Classe A
Agência: DM9DDB
Anunciante: Brastemp

Top Performance
Agência: DM9DDB
Anunciante: Brastemp

Agência: Fischer América, Nova S\B e TBWA/BR
Anunciante: Caixa Econômica Federal

Top Meio Ambiente
Agência: P&M
Anunciante: Ypê

Agência: Lew'Lara
Anunciante: Natura

Agência: sem agência
Anunciante: Ibama

Agência: AlmapBBDO e ATB
Anunciante: Greenpeace

Vencedores do prêmio Folha Top of Mind 2007

Adoçante
Agência: House
Anunciante: Zero Cal

Aparelho Celular
Agência: Lew'Lara
Anunciante: Nokia

Aparelho de TV
Agência: Africa
Anunciante: Philips

Aparelho de DVD
Agência: Africa
Anunciante: Philips

Aspirador de Pó
Agência: Publicis
Anunciante: Arno

Azeite
Agência: TBWA
Anunciante: Gallo

Banco
Agência: Master Publicidade e Artplan
Anunciante: Banco do Brasil

Biscoito
Agência: Publicis
Anunciante: Nestlé

Biscoito
Agência: Giovanni+DraftFCB
Anunciante: Trackinas (Kraft Foods)

Poupança
Agência: Fischer América, Nova S/B e TBWA/BR
Anunciante: Caixa Econômica Federal

Caminhão
Agência: MatosGrey
Anunciante: Mercedes Benz

Carro
Agência: AlmapBBDO
Anunciante: Volkswagen

Cartão de crédito
Agência: Leo Burnett
Anunciante: Visa

Cerveja
Agência: F/Nazca
Anunciante: Skol

Chocolate
Agência: JWT
Anunciante: Nestlé

Combustível
Agência: F/Nazca, Quê, Duda Propaganda e DPZ
Anunciante: Petrobras

Computador e Acessórios
Agência: Euro RSCG Brasil
Anunciante: LG

Computador e Acessórios
Agência: JWT e Cheil
Anunciante: Samsung

Desodorante
Agência: Borghierh/Lowe
Anunciante: Rexona

Fogão
Agência: NeogamaBBH
Anunciante: Dako

Geladeira
Agência: DM9DDB
Anunciante: Consul

Impressora
Agência: Publicis
Anunciante: HP

Lavadora de Roupa
Agência: DM9DDB
Anunciante: Brastemp

Leite
Agência: Africa
Anunciante: Parmalat

Liquidificador
Agência: Publicis
Anunciante: Arno

Loja de Móveis e Eletrodomésticos
Agência: Y&R
Anunciante: Casas Bahia

Loja de Roupas e Vestuário
Agência: Avanti
Anunciante: C&A

Maionese
Agência: Ogilvy
Anunciante: Hellmanns

Margarina
Agência: Borghiehr/Lowe
Anunciante: Doriana

Margarina
Agência: DPZ
Anunciante: Qualy (Sadia)

Material esportivo
Agência: F/Nazca
Anunciante: Nike

Material esportivo
Agência: TBWA
Anunciante: Adidas

Operadoras de Celular
Agência: Lew'Lara e McCann
Anunciante: TIM

Pasta de dente
Agência: Y&R
Anunciante: Colgate

Plano de saúde
Agência: F/Nazca
Anunciante: Unimed

Pneu
Agência: Leo Burnett
Anunciante: Pirelli

Refrigerante
Agência: McCann e DPZ
Anunciante: Coca-Cola

Relógio
Agência: Ogilvy
Anunciante: Orient

Sabão em pó
Agência: Borghiehr/Lowe
Anunciante: Omo

Sabonete
Agência: JWT
Anunciante: Lux

Seguro
Agência: NeogamaBBH
Anunciante: Bradesco

Shampoo
Agência: JWT
Anunciante: Seda

Sorvete
Agência: McCann
Anunciante: Kibon

Supermercado
Agência: AlmapBBDO
Anunciante: Carrefour

Fonte: Propmark

Listerine ganha novo sabor

Com o conceito "Suave como nunca, Listerine como sempre", a Johnson&Johnson lançou um novo sabor para a marca de anti-séptico bucal: Listerine Vanilla Mint. A campanha, forte nos pontos-de-venda, reforça os atributos do novo produto que traz um exclusivo sabor de baunilha e menta aliado à eficácia dos óleos essenciais. A comunicação conta com sales kit, broadsides, stoppers, wobbler, strips, splashs e folhetos no formato do produto, além de anúncios em revistas do trade (supermercados e farmácias). Também estão programadas degustações em pontos-de-venda e ações junto a 12 mil dentistas.
O Brasil foi o primeiro país da América Latina a receber o novo produto e o objetivo da empresa é ampliar a sua participação no mercado de higiene oral. esse segmento, segundo dados da AC Nielsen de 2006, movimenta cerca de R$ 300 milhões ao ano. A campanha foi desenvolvida pela Casa Criação, com direção de Alex Gimenes.

Fonte: Propmark

Perdigão compra Eleva e se torna líder no segmento de lácteos e aves do País

A Perdigão deve, em breve, anunciar, oficialmente, a compra da Indústria de alimentos Eleva, tornando-se, assim, a companhia alimentícia dos segmentos de aves e lácteos de maior valor no mercado nacional. As informações estão na edição de ontem, 31, nos principais jornais do País.

A movimentação financeira total da negociação deve se aproximar do montante de R$ 1,7 bilhão. Pela efetivação do negócio, o fundador e controlador da Eleva, o chinês Shan Ban Shun, deve receber uma parte em dinheiro de R$ 598 milhões e, o restante, através de ações da Perdigão, que somatizam uma valor equivalente a R$ 744,2 milhões. O acordo entre as duas empresas foi firmado ontem, na cidade de Porto Alegre.

Com a nova aquisição, a Perdigão 'rouba' para si a liderança no mercado de segmentos de aves de seu principal concorrente, a Sadia, e também tira da Parmalat a primeira posição no segmento de lácteos do País.

Após a concretização da compra, o valor de mercado da Perdigão alcançaria a marca de R$ 9,4 bilhões. O valor atual da Sadia, que em julho do ano passado chegou a apresentar uma oferta de compra - que foi recusada - para a sua concorrente, é de R$ 7,9 bilhões. A Perdigão já havia ampliado sua participação no mercado de lácteos em junho de 2007, quando adquiriu as marcas de margarina Doriana, Delicata e Claybom.

Fonte: MM Online