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27 de mar. de 2009

explicando a crise

Para quem está com dificuldades de entender o mercado financeiro, segue um bom e simples relatório.

Esta turbulência no Mercado Financeiro faz a gente procurar respostas para as inúmeras dúvidas que surgem e nem sempre a mídia consegue nos esclarecer sobre quais caminhos devemos seguir para protegermos o nosso patrimônio.

O Banco UBS da China fez uma matéria clara, simples e fácil de entender o que está realmente acontecendo com o mercado Financeiro Mundial.

relatório abaixo

Finalmente, alguém explica a crise financeira mundial, de forma lúcida, prática e realista.

sds br

jaime, o brasileiro






13 de out. de 2008

Em tempos de crise F/Nazca pede otimismo

A agência F/Nazca veicula nesta segunda-feira um anúncio em que se refere à crise econômica mundial. O objetivo é estimular otimismo frente ao mau momento.

A discussão entre Fábio Fernandes, presidente da agência, e Nizan Guanaes durante o evento MaxiMídia estimulou a criação do anúncio.

Leia o texto publicado em jornais:

"Crise. Você Prefere com ou sem Açúcar?

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas a maldita já nos surpreendeu diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando alguma dessas esquinas da vida. Algumas, foram provocadas pelo petróleo, outras pela Rússia ou pela China, a maioria, geradas internamente, já que em matéria de crise, o Brasil sempre foi auto-suficiente. A tal ponto, que se não chegamos a ser fraternos amigos - nós e a crise - também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.

Nenhuma crise é igual à outra. Cada uma tem Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil no seu melhor momento, economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com suas instituições tão garantidas, para encará-la.

Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase um século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo.
Então, o que nos resta fazer?

O óbvio é termos medo, nos encasularmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim esperarmos, até que ela passe.

Demitir, cortar os investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe?

Mas também há o inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por que? Porque ninguém a disse antes, vai saber.

E é aí que reside o intuito desse nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito nesse exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todas fazem, todos professam e todos aconselham.

O intuito desse anúncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essa sim, querida amiga em todos os nossos célebres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale nas nossas cabeças, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra esse poderoso inimigo que tão mais facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.

O intuito desse anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro, a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país.

E também é o intuito desse anúncio, demonstrar que um marketing original, é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresa precisa num momento de crise. Nós acreditamos piamente nisso. Esse é o nosso óbvio.

Acreditamos que se este não é o momento de inovar, que outro será? Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?

Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo?
Uma grande idéia, única, diferente de todo o óbvio, sempre foi e sempre será o detonador mais valioso - e menos oneroso - para mudar-se a história, o humor, a fé, a determinação e otimismo interno de uma empresa.

É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudar a contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.

Crises nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes. O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela. De pé, ou de cócoras.

Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise, pode ser café pequeno para os homens.
Nós gostamos com açúcar. "

10 de out. de 2008

Publicidade tenta ganhar com a crise

O vice-presidente da GM do Brasil, José Carlos Pinheiro Neto, é o protagonista de uma campanha publicitária, com início marcado para hoje, que tenta tirar partido da crise financeira global. O executivo vai comunicar a decisão da GM de manter os juros dos financiamentos para seus carros em 0,99% ao mês.

"Crise no ideograma chinês quer dizer oportunidade", diz Pinheiro Neto. "É emblemático que, nesse momento, que se fala tanto em juros, a GM garanta financiamento abaixo de 1%. O interesse é manter o ritmo de vendas e afastar o temor dos compradores."

Anúncios de oportunidade, como esse da GM, devem começar a dar um certo movimento ao mercado publicitário nesse período de crise. Porém, como em todos os outros setores da economia, o clima no meio publicitário é de expectativa.

Há clientes tirando o pé do acelerador, mas a maioria das agências evita comentar, com medo de desagradar aos anunciantes. Seus executivos dizem que, no curto prazo, não há cancelamento de campanhas programadas.

Mas os reflexos negativos também já começam a ser notados. Na agência de publicidade Borghier/Lowe, o presidente José Borghi admitiu que deverá adequar o quadro de funcionários em função da diminuição do ritmo de lançamentos da construtora InPar, sua cliente.

A empresa alegou condições desfavoráveis no mercado de crédito para anunciar redução de sua meta de lançamentos e vendas.

Na verdade, o que mais preocupa os publicitários é o cenário do próximo ano. "É impossível que uma crise dessa magnitude não tenha reflexos aqui", avalia Guga Valente, presidente da holding do Grupo ABC, que tem como maior acionista o publicitário Nizan Guanaes. "A restrição ao crédito é um sinal."

Estímulo

Outros executivos do setor, no entanto, insistem que a crise pode até vir a ter reflexos positivos para a publicidade. "O varejo vai ter de anunciar para estimular vendas, ainda que promocionais", diz Luiz Lara, presidente da agência LewLaraTBWA.

Na mesma linha de enxergar a crise como possibilidade de crescimento, Aurélio Lopes, presidente da agência Giovanni DraftFCB, diz ter ouvido clientes argumentarem que o momento é de avançar sobre a concorrência, em especial sobre os que afrouxarem, na espera de ver o que virá.

Para Sérgio Amado, presidente do rede global Ogilvy no Brasil, o País deve até desacelerar o crescimento, mas menos do que no primeiro mundo. "Estamos cautelosos, mas ainda otimistas."

Via: Adnews

8 de out. de 2008

E a crise financeira vai refletir na propagana

A crise pela qual está passando a economia americana vai impactar os investimentos publicitários nos EUA este ano e também em 2009, segundo nova projeçao da Zenith Optimedia. Há 3 meses, a previsao era de que os investimentos nos EUA cresceriam 3,5% em 2008. Agora, a expectativa revisada é de que a alta será bem menor, de apenas 1,8%. Para o ano que vem, a empresa vê um cenário ainda mais pessimista - esperava anteriormente avanço de 2,7% nos investimentos dos anunciantes, mas agora projeta alta de apenas 0,9%.