"O Globo" lança campanha com foco no digital
22/09/08
"O Globo" amplia as ferramentas de participação do leitor e a produção de conteúdos em áudio, vídeo e fotografia. As novidades, em linha com as tendências de comportamento do consumidor, que utiliza diferentes meios para se informar ao longo do dia, estarão no jornal e no site a partir de domingo, 21 de setembro.
Para reforçar este posicionamento, uma ampla campanha de comunicação foi criada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi , incluindo a substituição do slogan "Faz diferença" pelo "Muito além do papel de um jornal". Com a nova assinatura, O Globo pretende ser reconhecido como uma marca identificada como sinônimo de informação confiável, independentemente do meio em que for veiculada.
As mudanças já poderão ser percebidas na primeira página: o fólio do jornal (entra imagem sem o www) e o header do site foram redesenhados. O site deixa de ser Globo Online e passa a se chamar O Globo, refletindo a produção de conteúdo cada vez mais integrada entre as redações.
Confira o filme:
Via: Adnews
Mostrando postagens com marcador Jornal. Mostrar todas as postagens
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23 de set. de 2008
21 de jul. de 2008
Lew'Lara 'brinca' com capa do Estadão

A mídia e a criação da Lew´Lara\TBWA bolaram uma ação inusitada para o cliente Nissan.
A capa do jornal O Estado de São Paulo chegou na casa dos assinantes, no último domingo, 20, em branco.
O intuito era convidar o leitor a criar sua própria capa: FUJA DO PADRÃO. ESCREVA VOCÊ MESMO AS NOTÍCIAS QUE GOSTARIA DE VER NA CAPA DO SEU JORNAL.
Em seguida, o assinante, de posse de seu CPF, deveria entrar no site e “montar” sua capa, com a foto e as chamadas que desejasse.
A ação é na verdade um teaser para o lançamento de campanha de Nissan que será apresentada nesta terça-feira, 22.
Ah, em alguns dias (próximo domingo) os assinantes receberão em suas casas as capas que criaram.
Fonte: CCSP
28 de abr. de 2008
Conheça o jornal do futuro
Qual tempo de vida tem um meio de comunicação? Os clássicos jornais impressos têm 200 anos de história e, como a velhice um dia perturba, experimentam, aos poucos, a decadência frente outras mídias. Em sua maioria, as novas gerações pouco os procuram, como comprovam pesquisas. Jovens preferem provar o virtual e eletrônico frente à tinta no papel, panorama que contribui para a queda mundial na circulação dos periódicos, há anos. Sendo assim, quanto tempo ainda têm de vida? Embora a pergunta seja enigmática, há quem arrisque. E o palpite vem de quem escreve para o próprio meio: "o jornal impresso ainda tem uma sobrevida de 20 ou 30 anos", diz jornalista Ethevaldo Siqueira, do jornal "O Estado de S.Paulo".
A conclusão não foi ao acaso. Deu-se em conversa com outros jornalistas experientes e especializados em informação na era digital, durante o NAB Show, em Las Vegas. O motivo, segundo aponta o texto, é a incapacidade do jornal em competir com a rapidez do rádio, TV e internet. Tornaria-se redundante, portanto. Segundo escreve Ethevaldo, o grupo imagina ser possível que, em 2015, boa parte dos jornais já tenha migrado para a Internet.
Até 2030, a expectativa é que o impresso mude seu papel na mídia,antes de desaparecer. Não será necessariamente um meio de massa, mas poderá ser consumido por segmentos especializados. Apesar do contexto, o jornalista lembra que não será a Internet responsável pela morte do jornal, "embora deva impor-lhe reformulações profundas".
O jornal em 2020
As mudanças apontadas tomam por base o espelho da Web. A principal delas é passar de produto físico a virtual, de acordo com o jornalista. Até a publicidade foi listada. A previsão é de que os anúncios saiam da tradicionalidade e assemelhem-se mais com os modelos de pagamento sob visualização dos leitores, ou seja, links patrocinados. Mobilidade e colaboração entre leitor e jornalistas, ao estilo Wikipedia, também foram listados. Do ponto de vista do conteúdo, a dica é evoluir do foco predominantemente noticioso e partir para análises mais complexas.
A conclusão não foi ao acaso. Deu-se em conversa com outros jornalistas experientes e especializados em informação na era digital, durante o NAB Show, em Las Vegas. O motivo, segundo aponta o texto, é a incapacidade do jornal em competir com a rapidez do rádio, TV e internet. Tornaria-se redundante, portanto. Segundo escreve Ethevaldo, o grupo imagina ser possível que, em 2015, boa parte dos jornais já tenha migrado para a Internet.
Até 2030, a expectativa é que o impresso mude seu papel na mídia,antes de desaparecer. Não será necessariamente um meio de massa, mas poderá ser consumido por segmentos especializados. Apesar do contexto, o jornalista lembra que não será a Internet responsável pela morte do jornal, "embora deva impor-lhe reformulações profundas".
O jornal em 2020
As mudanças apontadas tomam por base o espelho da Web. A principal delas é passar de produto físico a virtual, de acordo com o jornalista. Até a publicidade foi listada. A previsão é de que os anúncios saiam da tradicionalidade e assemelhem-se mais com os modelos de pagamento sob visualização dos leitores, ou seja, links patrocinados. Mobilidade e colaboração entre leitor e jornalistas, ao estilo Wikipedia, também foram listados. Do ponto de vista do conteúdo, a dica é evoluir do foco predominantemente noticioso e partir para análises mais complexas.
8 de abr. de 2008
TV e jornais caem diante da Web
A Internet tem crescido como fonte de informação entre os norte-americanos. Estudo promovido pelo Projeto para a Excelência em Jornalismo, divulgado há poucos dias, mostrou a perspectiva do jornalismo no cenário digital e apontou crescimento de leitores na Web. Por outro lado, a pesquisa retrata queda do lucro da publicidade em jornais e declínio do poder da televisão frente às possibilidades da propaganda e vídeos no universo online. O relatório comprova, sobretudo, a mudança de hábito do consumidor de mídia e suas alternativas.
Trata-se da liberdade de buscar informação no momento em que deseja, ao invés da passividade em respeito aos horários pré-determinados em frente à telinha. Segundo o levantamento, os anunciantes também se inserem neste contexto na busca de precisão do público receptor de sua mensagem. No caso americano, o estudo considera ineficiente a busca por novas mídias por parte das redes de TV. Aconselha que elas mantenham os produtos na forma tradicional para evitar perder mais espaço.
Com relação aos impressos, formatar o produto oferecido e trazer recursos mais atrativos foi apontado como o caminho mais ideal. Entretanto, a estratégia de tentar puxar a audiência das novas mídias, como Internet, e levá-la para clássicas, como a TV, tem fracassado. Ficou provado que os jovens querem consumir informação em novas plataformas, com formatos inovadores.
De acordo com o Instituto Audit Bureau of Circulations, nos últimos dois anos, a queda de circulação dos jornais foi de 2,5% em dias úteis e 3,5% aos domingos. Se comparadas às estatísticas de 2001, o panorama é mais pessimista: a queda o declínio da circualação diária foi de 8,4% e 11,4% aos domingos.
Trata-se da liberdade de buscar informação no momento em que deseja, ao invés da passividade em respeito aos horários pré-determinados em frente à telinha. Segundo o levantamento, os anunciantes também se inserem neste contexto na busca de precisão do público receptor de sua mensagem. No caso americano, o estudo considera ineficiente a busca por novas mídias por parte das redes de TV. Aconselha que elas mantenham os produtos na forma tradicional para evitar perder mais espaço.
Com relação aos impressos, formatar o produto oferecido e trazer recursos mais atrativos foi apontado como o caminho mais ideal. Entretanto, a estratégia de tentar puxar a audiência das novas mídias, como Internet, e levá-la para clássicas, como a TV, tem fracassado. Ficou provado que os jovens querem consumir informação em novas plataformas, com formatos inovadores.
De acordo com o Instituto Audit Bureau of Circulations, nos últimos dois anos, a queda de circulação dos jornais foi de 2,5% em dias úteis e 3,5% aos domingos. Se comparadas às estatísticas de 2001, o panorama é mais pessimista: a queda o declínio da circualação diária foi de 8,4% e 11,4% aos domingos.
27 de mar. de 2008
Jornais ganham leitores através da internet
O relatório The State of the News Media 2008, lançado nesta semana pelo Projeto para a Excelência em Jornalismo da Universidade de Columbia, concluiu que apesar de as novas fontes de acesso a informação, atualmente os americanos consomem mais o que é produzido pelas redações da mídia tradicional, "particularmente de imprensa", do que antes.
O estudo diz que on-line, por exemplo, "os dez principais sites de notícias, em sua maior parte de marcas tradicionais, estão mais para uma oligarquia" do que para a democratização via internet prevista por obras como "A Cauda Longa" (ed. Campus, 2006), de Chris Anderson.
O trabalho revelou, ainda, que apesar de haver queda na tiragem do formato tradicional dos jornais, a audiência total dos mesmos continua sendo boa. Outro detalhe apontado foi a criatividade estimulada nas redações. Para concorrer com o dinamismo dos novos meios de propagação da notícia, os jornalistas inovam.
O problema maior de todo o processo de digitalização da informação, diz o relatório, está no fato de que os anúncios publicitários não estão migrando para o meio on-line.
De acordo com informações da Folha de S.Paulo, o crescimento do faturamento com publicidade nos sites de notícias, segundo o TNS Media Intelligence, citado no relatório, diminui ano a ano. Segundo o Interactive Advertising Bureau, o crescimento da publicidade on-line, de modo geral, vem diminuindo.
O estudo diz que on-line, por exemplo, "os dez principais sites de notícias, em sua maior parte de marcas tradicionais, estão mais para uma oligarquia" do que para a democratização via internet prevista por obras como "A Cauda Longa" (ed. Campus, 2006), de Chris Anderson.
O trabalho revelou, ainda, que apesar de haver queda na tiragem do formato tradicional dos jornais, a audiência total dos mesmos continua sendo boa. Outro detalhe apontado foi a criatividade estimulada nas redações. Para concorrer com o dinamismo dos novos meios de propagação da notícia, os jornalistas inovam.
O problema maior de todo o processo de digitalização da informação, diz o relatório, está no fato de que os anúncios publicitários não estão migrando para o meio on-line.
De acordo com informações da Folha de S.Paulo, o crescimento do faturamento com publicidade nos sites de notícias, segundo o TNS Media Intelligence, citado no relatório, diminui ano a ano. Segundo o Interactive Advertising Bureau, o crescimento da publicidade on-line, de modo geral, vem diminuindo.
20 de fev. de 2008
Jornais sofrem com a falta de publicidade nos EUA
Os jornais norte-americanos estão passando por um mau momento. O auge da imprensa online e a crise imobiliárias estão fazendo com os anunciantes saiam da tradicional mídia impressa, deixando os periódicos sem sua principal fonte de receitas.
A conseqüência imediata é a demissão de centenas de jornalistas da redações dos principais diários. Agora, foi a vez do The New York Times, que decidiu reduzir em 7,5% o número de funcionários.
A editora responsável pela publicação, obteve receitas publicitárias em seus diários 6,1% menores do que no ano anteiror. A queda mais importante, porém, está no setor como um todo, que sofreu uma retração da ordem de 7%. Este é o pior momento vivido pelos diários norte-americanos desde 2001, cujas receitas depedem 80% do investimento dos anunciantes.
O segundo grupo jornalístico do país, o Tribune, também dá sinais de enfraquecimento, anunciando a saída de 250 jornalistas das redações do Chicago Tribune e do Los Angeles Times.Já o USA Today cortou 8,8% de seu plantel através de um programa de demissões voluntárias.
Por um outro prisma, a queda do setor também mostrou reflexos importantes na Bolsa de Valores.
Em 2002, as ações do The New York Times, por exemplo, estavam cotadas em US$ 52 enquanto, em janeiro desta ano, eram comercializadas por apenas US$ 15.
A conseqüência imediata é a demissão de centenas de jornalistas da redações dos principais diários. Agora, foi a vez do The New York Times, que decidiu reduzir em 7,5% o número de funcionários.
A editora responsável pela publicação, obteve receitas publicitárias em seus diários 6,1% menores do que no ano anteiror. A queda mais importante, porém, está no setor como um todo, que sofreu uma retração da ordem de 7%. Este é o pior momento vivido pelos diários norte-americanos desde 2001, cujas receitas depedem 80% do investimento dos anunciantes.
O segundo grupo jornalístico do país, o Tribune, também dá sinais de enfraquecimento, anunciando a saída de 250 jornalistas das redações do Chicago Tribune e do Los Angeles Times.Já o USA Today cortou 8,8% de seu plantel através de um programa de demissões voluntárias.
Por um outro prisma, a queda do setor também mostrou reflexos importantes na Bolsa de Valores.
Em 2002, as ações do The New York Times, por exemplo, estavam cotadas em US$ 52 enquanto, em janeiro desta ano, eram comercializadas por apenas US$ 15.
Estadão leva conteúdo ao celular
O estadao.com.br lança esta semana a sua nova versão de site WAP para celulares. O portal já possui uma versão móbile, no ar há seis meses, que pode ser acessada por smartphones e PDAs. Agora, com a versão WAP para celular o portal aumenta ainda mais sua abrangência de acesso móvel. Com a versão WAP, os leitores poderão acessar as notícias do País e do mundo a qualquer hora, de qualquer lugar.O portal agora pode ser acessado a partir de celulares de qualquer operadora, pelo endereço: wap.estadao.com.br. "A integração de várias mídias a partir do portal abre ao leitor e internauta possibilidades de acompanhar o noticiário durante todo o dia. Com mais essa novidade, ofereceremos para um produto completo, mais moderno e com a credibilidade que sempre foi diferencial do estadão.com.br", acrescenta Chiaretti.
Fonte: ADnews
Fonte: ADnews
19 de fev. de 2008
Jornal da Cultura cresce na audiência
O índice de audiência do Jornal da Cultura registrou aumento no mês de janeiro, que anteriormente contava com 164 mil domicílios na Grande São Paulo e após a segunda quinzena de janeiro registrou 219 mil, o equivalente a 34% de aumento. Segundo o coordenador de jornalismo da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Rádio e TV Cultura, Julio Moreno, o crescimento se deve às recentes mudanças adotadas no jornalístico, que mantém um formato menos factual e mais reflexivo. "Encaramos o telespectador como um cidadão que deseja saber mais do que os fatos do dia: ele quer também obter elementos que aprofundem a notícia e o auxiliem a tirar suas próprias conclusões a respeito. Creio que tenha sido essa a idéia que atraiu ainda mais o público".Dentre as modificações no JC, estão o quadro "Saiba +", que traz pesquisas, gráficos e entrevistas para contextualizar as notícias apresentadas na noite, e o retorno de Heródoto Barbeiro ao programa. A atração também exibe diariamente comentários de jornalistas de peso, como Alexandre Machado, Luiz Nassif e Renato Lombardi, além da presença de especialistas ligados ao principal assunto do dia.O Jornal da Cultura é exibido de segunda a sábado, às 22h, na TV Cultura, com apresentação de Michelle Dufour e Heródoto Barbeiro.
Jornal da Cultura cresce na audiência
O índice de audiência do Jornal da Cultura registrou aumento no mês de janeiro, que anteriormente contava com 164 mil domicílios na Grande São Paulo e após a segunda quinzena de janeiro registrou 219 mil, o equivalente a 34% de aumento. Segundo o coordenador de jornalismo da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Rádio e TV Cultura, Julio Moreno, o crescimento se deve às recentes mudanças adotadas no jornalístico, que mantém um formato menos factual e mais reflexivo. "Encaramos o telespectador como um cidadão que deseja saber mais do que os fatos do dia: ele quer também obter elementos que aprofundem a notícia e o auxiliem a tirar suas próprias conclusões a respeito. Creio que tenha sido essa a idéia que atraiu ainda mais o público".Dentre as modificações no JC, estão o quadro "Saiba +", que traz pesquisas, gráficos e entrevistas para contextualizar as notícias apresentadas na noite, e o retorno de Heródoto Barbeiro ao programa. A atração também exibe diariamente comentários de jornalistas de peso, como Alexandre Machado, Luiz Nassif e Renato Lombardi, além da presença de especialistas ligados ao principal assunto do dia.O Jornal da Cultura é exibido de segunda a sábado, às 22h, na TV Cultura, com apresentação de Michelle Dufour e Heródoto Barbeiro.
27 de nov. de 2007
Folha é o veículo de comunicação oficial do Prêmio Empreendedor Social 2007
A Folha de S.Paulo é o veículo de comunicação oficial do Prêmio Empreendedor Social 2007, criado pela Fundação Schwab e que está presente em mais de 26 países. Os quesitos inovação, sustentabilidade e impacto social passaram a ter peso maior neste ano. Com isso, dentre os 350 inscritos e 12 pré-selecionados, somente seis foram visitados e chegaram à final. Os outros critérios de seleção são alcance e abrangência, efeito multiplicador, exemplo, liderança e valor agregado mútuo. A Folha preparou um encarte especial, com tiragem de 310 mil exemplares, que circulou no dia seguinte à premiação, mostrando um panorama dos projetos finalistas e a história de cada empreendedor.
Fonte: Portal da Propaganda
Fonte: Portal da Propaganda
26 de nov. de 2007
Estadão lança revista Grandes Reportagens
O Estadão está lançando a revista Grandes Reportagens, primeira produzida por sua redação. A publicação, pensada para atender uma antiga reivindicação dos leitores e profissionais do setor, foi encartada gratuitamente no jornal de domingo, 25 de novembro, tanto para assinantes quanto para exemplares de banca. “Foi, sem dúvida, um investimento de fôlego do Estadão sobre um importante tema e com um formato novo para o jornal. A publicação se tornará uma referência para estudantes e ecologistas”, afirma Ricardo Gandour, diretor de conteúdo do Grupo Estado, em comunicado enviado à imprensa. Para a realização do projeto, foram enviados, durante quatro meses, cinco repórteres e três fotógrafos para mapear o problema da devastação da Floresta Amazônica, apontar e discutir as possíveis soluções. A revista tem ainda a participação de diversos colaboradores, entre os quais, o presidente Lula, que assina um artigo exclusivo. Apoiaram o projeto Bradesco, O Boticário, HSBC Seguros, Governo do Estado do Amazonas, Coca-Cola, Icatu Hartford, Governo de Roraima, Bunge, Hangar Centro de Convenções, Suframa e Petrobras.
Fonte: Portal da Propaganda
Fonte: Portal da Propaganda
13 de nov. de 2007
Folha de S.Paulo define perfil de seu público
Na edição de domingo (11), a Folha de S.Paulo publicou ampla pesquisa que traçou o perfil do público leitor do jornal. Segundo resultados do "Perfil Leitor Folha 2007", 90% de seus consumidores pertencem às classes A e B e 68% possuem nível superior. O estudo revelou ainda que a maioria é branca, católica, casada, tem filhos e alguma espécie de bicho de estimação. A faixa etária vai dos 23 aos 49 anos. A maior parte dos leitores Folha tem acesso à internet, faz exercício regularmente e freqüenta restaurantes, cinemas, shoppings e livrarias.
Em relação a temas polêmicos, a pequisa mostra que o leitor é aberto a discussões e se posiciona, por exemplo, a favor do casamento gay. Todavia, tratando-se de assuntos como legalização da maconha e redução da maioridade penal, ele é conservador.
Quando questionado sobre a importância de ler jornal, o leitor respondeu que é crucial para manter-se no mercado de trabalho, conversar com amigos e adquirir prestígio em diversos campos sociais.
Fonte: Portal Imprensa
Em relação a temas polêmicos, a pequisa mostra que o leitor é aberto a discussões e se posiciona, por exemplo, a favor do casamento gay. Todavia, tratando-se de assuntos como legalização da maconha e redução da maioridade penal, ele é conservador.
Quando questionado sobre a importância de ler jornal, o leitor respondeu que é crucial para manter-se no mercado de trabalho, conversar com amigos e adquirir prestígio em diversos campos sociais.
Fonte: Portal Imprensa
9 de nov. de 2007
"Internet no bolso torna o jornal impresso reduntante"
No jornal The Guardian, o pai da internet Vint Cerf se perguntou quando a televisão terá seu momento iPod - ou seja, quando baixar vídeos se tornará mais comum do que sentar-se para assistir a um programa transmitido pela TV. Então a televisão enfrentará a convulsão à qual a música mal sobreviveu. Também nestas páginas, o editor Alan Rusbridger especulou sobre o momento iPod dos jornais, que, segundo ele, chegará com o surgimento de "um dispositivo relativamente adequado ao mercado de massa no qual ler um jornal (e assisti-lo e ouvi-lo) parecerá bastante normal".
Ou como disse Scott Adams, cartunista do Dilbert, num blog: "Quando temos um navegador de internet no bolso, um jornal impresso torna-se redundante."
Bem, acredito que o momento iPod está aí. Ele chegou com o último iPod e seu derivado, o iPhone.
A Apple perdeu uma grande oportunidade ao lançar primeiro o iPhone, em junho, e só depois, em setembro, o iPod Touch, idêntico, mas sem telefone. Se a Apple tivesse lançado o iPod Touch primeiro, teríamos percebido que ele é realmente um computador completo com conectividade Wi-Fi, um navegador de internet capaz de baixar e exibir - e também capturar e compartilhar - todo tipo de mídia: texto, fotos, áudio, vídeo, interatividade. E o iPhone não teria "engolido" o iPod Touch.
Esses novos dispositivos representam a próxima geração do computador: pequeno, enxuto, poderoso, portátil. Tudo o que o computador, a internet e o navegador fizeram pelo conteúdo - permitindo que ele se tornasse infinito, mas pessoal; instantâneo, mas permanente; irrestrito pelo meio, por oferecer todas as mídias; e enriquecido pelo diálogo - agora está na palma de sua mão. Tudo o que você pode fazer na internet também pode fazer no iPhone, em qualquer lugar e qualquer hora.
Durante décadas, observei grupos de pesquisa da indústria dos jornais - os pouquíssimos que existem - tentando inventar o próximo meio de veiculação da notícia. Isso normalmente assume a forma mítica do e-paper, fino e portátil como uma folha de papel e capaz de exibir jornais como jornais - algo bem no estilo Harry Potter.
Também vi muitos jornais e revistas tentando usar a penosa tecnologia PDF para exibir suas páginas na tela exatamente como ficam no papel. Por quê? Ego, imagino, além de comodismo e medo da mudança.
Creio que tudo isso segue na direção errada: para trás. São tentativas de adaptar a tecnologia à velha mídia. O que deveríamos fazer é adaptar a mídia à nova tecnologia. Deveríamos perguntar o que podemos fazer de inédito neste novo iPhone.
Infelizmente, não tenho um iPhone. Meu filho tem, comprado com os lucros dos aplicativos que ele criou para o Facebook. De vez em quando, ele me deixa brincar com o aparelho. E o mais importante é que costumo observar enquanto ele o usa. O que vejo é bastante simples e óbvio: ele está na internet. Pois isso é simplesmente um navegador, sempre conectado.
Se tudo o que o iPod faz é cortar os fios que aprisionavam o navegador, nosso primeiro momento iPod completa 13 anos neste mês: foi o lançamento do primeiro navegador comercial.
E os desafios que enfrentamos desde então são os mesmos que enfrentamos agora, só que mais urgentes: como usar esse dispositivo maravilhoso para fornecer às pessoas as notícias e links na hora, no lugar e do jeito que elas desejarem? Como fazer isso com incrível eficiência? Como tornar isso local e relevante? Como aproveitar a relação de duas mãos que agora temos, permitindo que os donos dessas engenhocas compartilhem o que sabem? Finalmente, eis o que todos realmente querem dizer quando falam do momento iPod: como ganhar dinheiro com isso?
Por Jeff Jarvis - The Guardian (Tradução: O Estado de S.Paulo)
Fonte: Adnews
Ou como disse Scott Adams, cartunista do Dilbert, num blog: "Quando temos um navegador de internet no bolso, um jornal impresso torna-se redundante."
Bem, acredito que o momento iPod está aí. Ele chegou com o último iPod e seu derivado, o iPhone.
A Apple perdeu uma grande oportunidade ao lançar primeiro o iPhone, em junho, e só depois, em setembro, o iPod Touch, idêntico, mas sem telefone. Se a Apple tivesse lançado o iPod Touch primeiro, teríamos percebido que ele é realmente um computador completo com conectividade Wi-Fi, um navegador de internet capaz de baixar e exibir - e também capturar e compartilhar - todo tipo de mídia: texto, fotos, áudio, vídeo, interatividade. E o iPhone não teria "engolido" o iPod Touch.
Esses novos dispositivos representam a próxima geração do computador: pequeno, enxuto, poderoso, portátil. Tudo o que o computador, a internet e o navegador fizeram pelo conteúdo - permitindo que ele se tornasse infinito, mas pessoal; instantâneo, mas permanente; irrestrito pelo meio, por oferecer todas as mídias; e enriquecido pelo diálogo - agora está na palma de sua mão. Tudo o que você pode fazer na internet também pode fazer no iPhone, em qualquer lugar e qualquer hora.
Durante décadas, observei grupos de pesquisa da indústria dos jornais - os pouquíssimos que existem - tentando inventar o próximo meio de veiculação da notícia. Isso normalmente assume a forma mítica do e-paper, fino e portátil como uma folha de papel e capaz de exibir jornais como jornais - algo bem no estilo Harry Potter.
Também vi muitos jornais e revistas tentando usar a penosa tecnologia PDF para exibir suas páginas na tela exatamente como ficam no papel. Por quê? Ego, imagino, além de comodismo e medo da mudança.
Creio que tudo isso segue na direção errada: para trás. São tentativas de adaptar a tecnologia à velha mídia. O que deveríamos fazer é adaptar a mídia à nova tecnologia. Deveríamos perguntar o que podemos fazer de inédito neste novo iPhone.
Infelizmente, não tenho um iPhone. Meu filho tem, comprado com os lucros dos aplicativos que ele criou para o Facebook. De vez em quando, ele me deixa brincar com o aparelho. E o mais importante é que costumo observar enquanto ele o usa. O que vejo é bastante simples e óbvio: ele está na internet. Pois isso é simplesmente um navegador, sempre conectado.
Se tudo o que o iPod faz é cortar os fios que aprisionavam o navegador, nosso primeiro momento iPod completa 13 anos neste mês: foi o lançamento do primeiro navegador comercial.
E os desafios que enfrentamos desde então são os mesmos que enfrentamos agora, só que mais urgentes: como usar esse dispositivo maravilhoso para fornecer às pessoas as notícias e links na hora, no lugar e do jeito que elas desejarem? Como fazer isso com incrível eficiência? Como tornar isso local e relevante? Como aproveitar a relação de duas mãos que agora temos, permitindo que os donos dessas engenhocas compartilhem o que sabem? Finalmente, eis o que todos realmente querem dizer quando falam do momento iPod: como ganhar dinheiro com isso?
Por Jeff Jarvis - The Guardian (Tradução: O Estado de S.Paulo)
Fonte: Adnews
11º Prêmio de Propaganda O Globo anuncia finalistas
Foram anunciados na quinta-feira, 8, os finalistas da 11ª edição do Prêmio de Propagando O Globo. Confira a relação abaixo:
GP MELHOR APROVEITAMENTO DO MEIO JORNAL
Título: A Claro está mais perto de você
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Claro
Título: Buá
Agência: Publicis Brasil
Anunciante: Chevrolet
Título: Capacho
Agência: Publicis Brasil
Anunciante: Brascan
Título: Cirque Du Soleil 1
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimento
Título: Cirque Du Soleil 2
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimento
Título: Cirque Du Soleil 3
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimento
Título: Cirque Du soleil 4
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimentos/a
Título: Cirque Du Soleil 5
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimento
Título: De repente todas as outras notícias...
Agência: JWT
Anunciante: BarraShopping
Título: Dominó
Agência: Publicis Brasil
Anunciante: Chevrolet
Título: Escada
Agência: Mccann-Erickson
Anunciante: Senac
Título: Escada rolante
Agência: Mccann-Erickson
Anunciante: Senac
Título: Indicador financeiro
Agência: Giovanni+draftfcb
Anunciante: Fiat
Título: Lápis Vermelho
Agência: JWT
Anunciante: BarraShopping
Título: Onde tem brasileiro (mergulho)
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Onde tem esporte (Salto)
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Onde tem esporte brasileiro (trampolim)
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
GP CASES DE RESULTADO
Título: Campanha Porte - anos 70
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Campanha Porte - Crescer
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Campanha Porte - Nascimento
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Campanha Porte - Responsabilidade Social
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Campanha Porte - Resultados
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Capacho
Agência: Publicis Brasil
Anunciante: Brascan
Título: Consolidação da Comunicação Cultura Inglesa Projeto E-board 2007
Agência: Binder FC + M
Anunciante: Cultura Inglesa
Título: Consolidação da Comunicação Cultura Inglesa Projeto E-board 2007
Agência: Binder FC + M
Anunciante: Cultura Inglesa
Título: Consolidação da Comunicação Cultura Inglesa Projeto E-board 2007
Agência: Binder FC + M
Anunciante: Cultura Inglesa
Título: Consolidação da Comunicação Cultura Inglesa Projeto E-board 2007
Agência: Binder FC + M
Anunciante: Cultura Inglesa
Título: Diego Golden
Agência: Conexão Brasil
Anunciante: Golden Cross
Título: O que eu quero ser - 1
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Título: O que eu quero ser - 2
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Título: O que eu quero ser - 3
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Título: O que eu quero ser - 4
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Título: O que eu quero ser - 5
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Fonte: MM Online
GP MELHOR APROVEITAMENTO DO MEIO JORNAL
Título: A Claro está mais perto de você
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Claro
Título: Buá
Agência: Publicis Brasil
Anunciante: Chevrolet
Título: Capacho
Agência: Publicis Brasil
Anunciante: Brascan
Título: Cirque Du Soleil 1
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimento
Título: Cirque Du Soleil 2
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimento
Título: Cirque Du Soleil 3
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimento
Título: Cirque Du soleil 4
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimentos/a
Título: Cirque Du Soleil 5
Agência: Domus Publicidade
Anunciante: t4f entretenimento
Título: De repente todas as outras notícias...
Agência: JWT
Anunciante: BarraShopping
Título: Dominó
Agência: Publicis Brasil
Anunciante: Chevrolet
Título: Escada
Agência: Mccann-Erickson
Anunciante: Senac
Título: Escada rolante
Agência: Mccann-Erickson
Anunciante: Senac
Título: Indicador financeiro
Agência: Giovanni+draftfcb
Anunciante: Fiat
Título: Lápis Vermelho
Agência: JWT
Anunciante: BarraShopping
Título: Onde tem brasileiro (mergulho)
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Onde tem esporte (Salto)
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Onde tem esporte brasileiro (trampolim)
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
GP CASES DE RESULTADO
Título: Campanha Porte - anos 70
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Campanha Porte - Crescer
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Campanha Porte - Nascimento
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Campanha Porte - Responsabilidade Social
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Campanha Porte - Resultados
Agência: F/NAZCA S&S
Anunciante: Unimed Rio
Título: Capacho
Agência: Publicis Brasil
Anunciante: Brascan
Título: Consolidação da Comunicação Cultura Inglesa Projeto E-board 2007
Agência: Binder FC + M
Anunciante: Cultura Inglesa
Título: Consolidação da Comunicação Cultura Inglesa Projeto E-board 2007
Agência: Binder FC + M
Anunciante: Cultura Inglesa
Título: Consolidação da Comunicação Cultura Inglesa Projeto E-board 2007
Agência: Binder FC + M
Anunciante: Cultura Inglesa
Título: Consolidação da Comunicação Cultura Inglesa Projeto E-board 2007
Agência: Binder FC + M
Anunciante: Cultura Inglesa
Título: Diego Golden
Agência: Conexão Brasil
Anunciante: Golden Cross
Título: O que eu quero ser - 1
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Título: O que eu quero ser - 2
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Título: O que eu quero ser - 3
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Título: O que eu quero ser - 4
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Título: O que eu quero ser - 5
Agência: Ao Cubo
Anunciante: Associação Educacional Veiga de Almeida
Fonte: MM Online
6 de nov. de 2007
11º Prêmio de Propaganda o Globo define seus finalistas
Os finalistas do 11º Prêmio de Propaganda o Globo serão definidos na próxima terça-feira, 13. O tema deste ano é "Uma boa idéia pode conquistar qualquer um". Concorrem as agências nacionais que tiveram anúncios publicados nos jornais O Globo, Diário de S. Paulo e Extra entre 1º de setembro de 2006 e 31 de agosto de 2007.
O júri, presidido por Ricardo Chester, será dividido em dois grupos. Uma parte elegerá os finalistas do Prêmio de Propaganda O Globo, enquanto o restante definirá os concorrentes ao GP Cases de Resultado.
Os jurados Prêmio de Propaganda O Globo são Ricardo Chester (presidente do juri), Carlos Rocca (McCann Ericksson), Fernando Camos, Pedro Utzeri, Marcello Noronha (NBS), Marcelo Gianinni (Publicis), Luis Claudio Salvestroni, Alessandra Sadock (F/Nazca), Antonio Tibau (Ogilvy), Sergio Prazeres (DPZ), Marco Simões (Coca-Cola), Rodrigo Lacerda (Carrefour) e Adrianne Vazquez (Ambev).
Já os de Cases de Resultado são Antonino Brandão (NBS), Otto Pajunk (Artplan), Marilene Fernandes (Giovanni), Fernando Rodrigues (DPZ), Armando Strozenberg (Contemporanea), Alexandre Motta (Binder), Gabriela Derenne (Claro), Erica Moraes (RJZ), Ana Claudia Esteves (Petrobras).
Fonte: MM Online
O júri, presidido por Ricardo Chester, será dividido em dois grupos. Uma parte elegerá os finalistas do Prêmio de Propaganda O Globo, enquanto o restante definirá os concorrentes ao GP Cases de Resultado.
Os jurados Prêmio de Propaganda O Globo são Ricardo Chester (presidente do juri), Carlos Rocca (McCann Ericksson), Fernando Camos, Pedro Utzeri, Marcello Noronha (NBS), Marcelo Gianinni (Publicis), Luis Claudio Salvestroni, Alessandra Sadock (F/Nazca), Antonio Tibau (Ogilvy), Sergio Prazeres (DPZ), Marco Simões (Coca-Cola), Rodrigo Lacerda (Carrefour) e Adrianne Vazquez (Ambev).
Já os de Cases de Resultado são Antonino Brandão (NBS), Otto Pajunk (Artplan), Marilene Fernandes (Giovanni), Fernando Rodrigues (DPZ), Armando Strozenberg (Contemporanea), Alexandre Motta (Binder), Gabriela Derenne (Claro), Erica Moraes (RJZ), Ana Claudia Esteves (Petrobras).
Fonte: MM Online
5 de nov. de 2007
Audiência de versão online de jornais cresce 37,1%
As versões online dos jornais norte-americanos tiveram um crescimento de 37,1% na audiência, em relação a 2006.
Pesquisa da Associação dos Jornais dos EUA dá conta de que mais de 59 milhões de pessoas visitaram os sites de periódicos dos EUA.
O tempo de permanência nas páginas também aumentou em 4%, totalizando 43 minutos em média. O aumento pode ampliar a publicidade online para os jornais, já que um dos critérios avaliados é o tempo mínimo de usuários nas páginas.
Grupos de mídia como o Tribune, Ganett e McClatchy divulgaram um crescimento em sua publicidade digital ao mesmo tempo em que suas versões impressas estão com problemas para atrair anúncios.
A pesquisa revela ainda que cerca de 78% dos leitores de jornais consideram mais fácil encontrar a informação de que precisam na web. O estudo apontou a média da faixa etária em 39 anos. A maioria tem formação superior e renda média acima dos US$ 70 mil anuais.
Fonte: CCSP
Pesquisa da Associação dos Jornais dos EUA dá conta de que mais de 59 milhões de pessoas visitaram os sites de periódicos dos EUA.
O tempo de permanência nas páginas também aumentou em 4%, totalizando 43 minutos em média. O aumento pode ampliar a publicidade online para os jornais, já que um dos critérios avaliados é o tempo mínimo de usuários nas páginas.
Grupos de mídia como o Tribune, Ganett e McClatchy divulgaram um crescimento em sua publicidade digital ao mesmo tempo em que suas versões impressas estão com problemas para atrair anúncios.
A pesquisa revela ainda que cerca de 78% dos leitores de jornais consideram mais fácil encontrar a informação de que precisam na web. O estudo apontou a média da faixa etária em 39 anos. A maioria tem formação superior e renda média acima dos US$ 70 mil anuais.
Fonte: CCSP
31 de out. de 2007
Resolveu dar o numero do telefone..
A paquera estava indo muito bem até que ela levanta, se aproxima e começa a escrever o número do telefone com o batom no jornal dele.
Fonte: Blue Bus
Fonte: Blue Bus
30 de out. de 2007
Prefeitura corrige lei que restringia os jornais gratuitos
Na última sexta-feira, 16, a Prefeitura de São Paulo pôs fim à polêmica sobre a distribuição de jornais gratuitos ao revogar o trecho da lei 14.517 que obrigava os veículos entregues em vias públicas a terem, no mínimo, 80% de conteúdo jornalístico. A correção foi através de um projeto de lei encaminhado à Câmara Municipal que altera a redação do parágrafo 2º do artigo 26 da norma. Com a alteração, jornais como Destak e Metro, além de periódicos de bairros, não são atingidos com a nova legislação.
Em trecho do novo texto está: "Considerando o disposto no inciso IX do artigo 5º da Constituição Federal, excetua-se da vedação estabelecida no "caput" deste artigo a distribuição gratuita de jornais e periódicos que se enquadram na Lei Federal nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967".
Fonte: MM Online
Em trecho do novo texto está: "Considerando o disposto no inciso IX do artigo 5º da Constituição Federal, excetua-se da vedação estabelecida no "caput" deste artigo a distribuição gratuita de jornais e periódicos que se enquadram na Lei Federal nº 5.250, de 9 de fevereiro de 1967".
Fonte: MM Online
29 de out. de 2007
O Dia aposta em caderno para terceira idade
O Jornal O Dia lança um suplemento mensal voltado ao público da terceira idade, inspirado no sucesso do especial "Maturidade Moderna", veiculado em setembro. O primeiro número do novo caderno, em formato de tablóide, chega às bancas hoje, segunda-feira, 29, e será veiculado sempre na última segunda-feira de cada mês. Serão abordados assuntos de interesse dessa faixa etária como mercado de trabalho, qualidade de vida, lazer, cultura, legislação e educação.
A edição piloto teve seu foco nos aspectos positivos e contemporâneos da terceira idade, despertando o interesse de leitores e mercado anunciantes. "Para muitos, a vida começa aos 60. Mas você pode começar a anunciar desde já", é o mote dos anúncios que enfocam a proposta editorial de um caderno dirigido à geração que está mudando o conceito da terceira idade.
Fonte: MM Online
A edição piloto teve seu foco nos aspectos positivos e contemporâneos da terceira idade, despertando o interesse de leitores e mercado anunciantes. "Para muitos, a vida começa aos 60. Mas você pode começar a anunciar desde já", é o mote dos anúncios que enfocam a proposta editorial de um caderno dirigido à geração que está mudando o conceito da terceira idade.
Fonte: MM Online
26 de out. de 2007
Prefeitura de SP pretende limitar jornais gratuitos
Os jornais gratuitos distribuídos na cidade de São Paulo podem ter seus espaços publicitários limitados em até 20% em relação ao seu conteúdo. A restrição foi incluída na lei nº 14.517, promulgada pelo prefeito Gilberto Kassab e publicada nesta quarta-feira, 17, no Diário Oficial do Município. A medida foi incluída na norma que institui o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cujo artigo 26 aborda a proibição de folhetos, panfletos e qualquer outro material impresso que contenha publicidade de serem distribuídos em vias públicas.
No inciso II deste artigo está estipulado: "Excetua-se da vedação estabelecida no 'caput' deste artigo a distribuição gratuita de jornais e publicações contendo, no mínimo, 80% de matéria jornalística, nos termos a serem definidos em regulamentação própria". De acordo com a assessoria da Prefeitura, a intenção da administração municipal é 'disciplinar a atividade' e que esse trecho da lei ainda precisa ser regulamentado.
Os jornais de distribuição gratuita Destak e Metro foram procurados para comentar o caso mas ambos afirmaram que não têm nada a declarar no momento.
Fonte: MM Online
No inciso II deste artigo está estipulado: "Excetua-se da vedação estabelecida no 'caput' deste artigo a distribuição gratuita de jornais e publicações contendo, no mínimo, 80% de matéria jornalística, nos termos a serem definidos em regulamentação própria". De acordo com a assessoria da Prefeitura, a intenção da administração municipal é 'disciplinar a atividade' e que esse trecho da lei ainda precisa ser regulamentado.
Os jornais de distribuição gratuita Destak e Metro foram procurados para comentar o caso mas ambos afirmaram que não têm nada a declarar no momento.
Fonte: MM Online
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