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9 de out. de 2008

Vendas on-line movimentaram R$ 3.8 bi no 1º semestre

O mercado de vendas on-line não pára de crescer. De acordo com dados divulgados nesta última terça-feira (7) pela Provar (Programa de Administração de Varejo) e pela FIA (Fundação Instituto de Administração), em parceria com a Felisoni Consultores Associados apontou que o mercado de vendas na internet no país movimentou R$ 3.8 bilhões só nos primeiros seis meses do ano.

Batizado de "Pesquisa E-Commerce x Varejo Tradicional: Perfis e Preferências dos Consumidores", o levantamento avalia o processo de escolha do canal de compra por parte dos consumidores e registra hábitos e tendências com objetivo de auxiliar o planejamento e execução de estratégias pelos executivos do negócio.

Segundo o site Convergência Digital,foram investigadas três categorias de produtos: áudio e vídeo, linha branca e eletroportáteis. Segundo o que a E-bit Empresa apurou, no primeiro semestre de 2008, houve um crescimento de 290% frente ao mesmo período de 2005.

A pesquisa também revela o comportamento de compra do consumidor em relação às seguintes questões:

-Apesar da utilização da internet por 78% dos respondentes, menos de 5,8% utilizam este canal para realizar compras de eletrodomésticos, áudio e vídeo e eletroportáteis;

-Por outro lado, destaca-se o hábito da negociação de preços ou de condição de pagamento em 85% dos respondentes, possível apenas no varejo tradicional;

-Lojas especializadas e grandes redes foram citadas pelos consumidores como o canal de compras preferido;

-Considerando que as categorias de produtos caracterizam-se por produtos encontrados em diferentes varejistas, 94% dos consumidores afirmaram pesquisar antes de efetuarem suas compras;

- Outro aspecto importante é o uso do crediário na realização de compras. 58% dos entrevistados disseram já ter deixado de comprar algum bem por causa da taxa de juros elevada;

- 44,1% dos consumidores de linha branca afirmaram preferir pagar suas compras com crediário, contra 33,5% de eletroportáteis e 42% de áudio e vídeo que preferem pagar com cartão de crédito.

-Na escolha do local de compra, destacaram-se os seguintes atributos: condições de pagamento, prazo de entrega, atendimento, ambiente de loja e preço do produto.

O levantamento contou com a participação de 429 consumidores de linha branca, áudio e vídeo e eletroportáteis, da região sul da cidade de São Paulo, que já tivessem comprado pelo menos um produto dos segmentos relacionados.

Do total entrevistado, 42% enquadram-se nas classes sócio-econômicas B1 e B2; as mulheres foram responsáveis por 53% das respostas; 54% dos participantes possuem idade entre 21 e 40 anos; 58% declararam-se casados; 51% são trabalhadores com emprego formal; e 64% afirmaram ter moradia própria.

Outras características da mostra são referentes aos 42% que informaram ser chefe de família, sendo que 37% têm ensino médio completo ou superior incompleto; e aos 70% dos respondentes que têm filhos, sendo que 58% têm dois ou três.

Fonte: Adnews

7 de out. de 2008

Reformulação de sites alavanca as vendas

Um dos grandes desafios das pequenas e médias empresas é colocar seus sites em evidência nos mecanismos de busca. Figurar entre os primeiros links que sites como o Google mostram em uma busca pode ser a diferença para aumentar as vendas. Segundo levantamento da consultoria WBI Brasil, feito neste ano com 4.431 pessoas, 64% dos internautas clicam somente nos três primeiros resultados ao pesquisar produtos e serviços, informa a Folha Online.

'Só os que fazem uso correto de títulos e descrições ganham visibilidade nas páginas do Google ou do Yahoo!', aponta Paulo Floriano, consultor da TerraForum, especializada em portais corporativos.

Por falta de conhecimento técnico, o representante da loja de artigos esportivos Gorilaz Paintball, Douglas Wilhelm, 22, não nomeou, no endereço virtual da empresa, os produtos vendidos pela companhia. 'Isso impediu que os internautas nos localizassem por palavras-chave', avalia.

Wilhelm só reverteu o problema ao contratar um otimizador, profissional que interfere na arquitetura de sites a fim de melhorar sua posição nas pesquisas on-line. 'Saltamos da quinta para a primeira página do Google e registramos um aumento de 20% nas vendas.'

Há dez anos, Luis Fornasiari, 42, batizou sua empresa de ADL Traduções, para que figurasse no início das listas telefônicas, que são organizadas em ordem alfabética. Ele também se diz satisfeito com os resultados da otimização feita em sua página da internet.

'Após chegarmos ao terceiro lugar na busca de páginas brasileiras do Google [pela palavra-chave 'traduções'], a procura por nossos serviços duplicou', relata o empresário.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

Métricas para todas as necessidades

Não faltam informações à disposição para avaliar o desempenho dos negócios digitais. Com ferramentas de monitoramento de métricas cada vez mais avançadas, as necessidades atuais dos anunciantes em obter informações mais aprofundadas, que possibilitem direcionar para ações de marketing mais eficazes, ficam cada vez mais perto de se realizarem.

Esta torrente de informações pode fornecer elementos sobre, por exemplo, hábitos de consumo, padrões de comportamento etc. Estes números podem ser analisados e dar origem a estratégias de publicidade e marketing realmente efetivas. Afinal, o conhecimento sobre o consumidor, antecipar-se ao que ele deseja e entregar exatamente o que ele quer, na hora em que ele escolher, são os alicerces de uma estratégia digital voltada a resultados.

Mas isso só é possível se houver uma definição apropriada de quais métricas se aplicam às necessidades de cada negócio. Números não faltam para serem analisados, dissecados e testados - mas é preciso focar quais análises devem ser privilegiadas.

Como dissemos antes, as métricas são o elemento vital por trás de qualquer esforço de comunicação, pois elas são um termômetro do que está acontecendo com as campanhas, com a reação dos consumidores a estes esforços e, até mesmo, nos mostram o que deve ser corrigido. Mas nem sempre as empresas conseguem extrair a análise mais correta desta avalanche de números. É preciso ser seletivo, ter foco no tipo de informação que realmente vai fazer a diferença na hora de lançar uma nova campanha de vendas ou promover uma mudança no website.

Existem métricas para todas as necessidades. Basta apenas selecioná-las com cuidado e saber o que fazer objetivamente. Para tanto, é preciso pensar nos objetivos, ter uma idéia clara do que é mais importante e aí concentrar-se no feedback que estes números trazem para seu negócio. E para quem não tem tanta experiência no mundo digital, talvez seja reconfortador saber que existe uma "correlação" entre os parâmetros que avaliam uma campanha online com os tradicionais métodos de avaliação de resultados no offline.
Um exemplo simples

Digamos que sua empresa esteja querendo saber a quantas anda a percepção de sua marca no ambiente digital. No mundo offline, certamente você teria que obter informações sobre o "awareness" da marca, a avaliação dos consumidores sobre a marca, a intenção de compras de produtos e serviços etc. Estes dados seriam obtidos da forma dita tradicional: "focus-group", pesquisas de opinião, análise qualitativa e quantitativa etc.

Isto também pode ser obtido no mundo online, bastando apenas escolher as métricas mais adequadas para a necessidade, e com vantagens - custam relativamente menos e trabalham realmente sobre dados reais, coletados através das ferramentas de webmétricas e/ou dos adservers.

Voltando ao caso da avaliação de branding. Vamos supor que você queira, por exemplo, determinar em quais regiões do Brasil sua marca é mais forte e, também, saber em quais regiões você precisará investir mais esforços de marketing. As métricas de seu website podem ajudá-lo perfeitamente a resolver esta equação. Uma análise dos IPs dos visitantes já pode dar pistas preciosas sobre o desempenho geográfico da sua marca. Claro que não basta só a análise por IP - já que muitos visitantes são "camuflados" por IPs dos servidores de suas empresas, que muitas vezes estão hospedados no exterior. Então, o próximo passo é coletar dados a respeito de domínios de e-mails de visitantes, análise dos cadastros por Estado, dados a respeito da conexão e das operadoras listadas nos logs, etc e combinar estas informações com os dados de IP.

É um tanto quanto trabalhoso, dependendo do número de informações e registros da sua empresa, mas o foco é importante. O trabalho gasto nesta análise mais aprofundada certamente garantirá um quadro realista e preciso sobre o desempenho regional da sua marca - e, no final das contas, uma campanha direcionada e com chances maiores de ser bem-sucedida.
Customização

As ferramentas de análise de métricas também permitem que você customize os parâmetros mais importantes para sua análise de negócios. Você pode, por exemplo, criar parâmetros que calculem as taxas de abandono do carrinho de compras por região, por exemplo, e descobrir que talvez você precise rever a usabilidade da sua loja online, ou que talvez você esteja usando uma linguagem pouco clara para determinado tipo de público.

No caso de uma campanha, você pode determinar o impacto de um determinado banner junto a um público específico, fazendo uma análise comparativa do desempenho entre duas peças, por exemplo - sim, a experimentação é possível dentro do ambiente digital, embora requeira rapidez e precisão nas análises. E evidentemente o conhecimento originado deste tipo de análise traz um histórico que deve ser considerado em campanhas futuras, aumentando sua efetividade.

Como se vê, as métricas podem se transformar em verdadeiros "oráculos" a respeito de seus negócios digitais. Os números estão à disposição, prontos para fornecer importantes informações. Basta escolhê-los com cuidado e foco. Mãos à obra.

Via: Imasters

11 de set. de 2008

Sete milhões de brasileiros compram pela internet

De acordo com estudo sobre comércio eletrônico encomendado pela Visa e conduzido pela AmericaEconomia Intelligence na América Latina e Caribe (ALC), 7 milhões de internautas, ou 3,7% da população brasileira, já têm o hábito de fazer compras pela internet.

Em 2007, as vendas on-line no Brasil alcançaram a marca de US$ 4,89 bilhões, um crescimento de 116% em comparação ao ano de 2005, e um recorde em e-commerce da região América Latina e Caribe. Este aumento deve-se principalmente a um sustentável crescimento econômico, avanços na tecnologia, aumento da penetração de cartões de crédito e mudanças positivas no comportamento do consumidor.

“Cada vez mais os cartões de crédito se posicionam como um dos principais aliados para o crescimento do e-commerce, prova disso é que mais de 65% das compras online do Brasil são realizadas com cartões de crédito”, afirma Eduardo Chedid, diretor executivo sênior de Produtos da Visa Brasil. “Por meio de campanhas de marketing, estamos comunicando aos portadores de cartão que as compras pela internet são seguras com cartão Visa”, conclui o executivo.

O estudo, que tem como objetivo mostrar a situação atual e as tendências do e-commerce na América Latina e Caribe, apresenta o índice “e-Readiness B2C”, que compara a capacidade das economias da região para desenvolver a demanda por comércio eletrônico.

Em 2007, a América Latina chegou a 26,2 pontos no e-Readiness, enquanto que o Brasil chegou a 42,5 pontos. Esse índice, segundo maior da América Latina, pode ser explicado pelo nível de bancarização e pela penetração de cartões de crédito no país.

O estudo destacou que, em outros países da América Latina, os e-consumidores superam 12% da população. No Brasil, a cifra de 3,7% é suficiente para colocar o País em primeiro lugar entre os que mais compram pela internet em toda a região, com 45% das e-compras no período.

Outro dado importante é que o e-commerce no Brasil representa 0,38% do PIB nacional, acima da média da região de 0,32%, mas ainda distante de economias mais avançadas como os Estados Unidos, onde a penetração alcança 1%.

Além do número de e-consumidores, entre os elementos que acompanham o fenômeno das compras pela internet estão as assinaturas de banda larga e os cartões de crédito. Do ponto de vista teórico, na medida em que houver mais conexões de banda larga e quanto melhor a qualidade dessa conexão, haverá mais internautas. E quanto mais internautas com cartões de crédito, mais usuários poderão participar desse mercado. No Brasil, apenas 3,6% da população possui banda larga, já a penetração de cartões de crédito é de 46%, o maior índice da América Latina.

O estudo aponta ainda que o Brasil poderá ter um ótimo cenário para continuar em forte expansão no mercado de comércio eletrônico, porém, para isso, precisa ter um pouco mais de atenção ao que se refere à necessidade de aumentar o investimento em infra-estrutura digital para suportar a grande crescente do mercado.


Via: Adnews

27 de nov. de 2007

E-commerce para jovens

Em 2006, o mercado de comércio eletrônico brasileiro cresceu em 82% (FGV) e movimentou U$ 114 bilhões entre empresas e consumidores. Hoje, entre os brasileiros com o maior poder de consumo, 1 em cada 3 utiliza a rede para fazer as suas compras. No entanto, o público-alvo das propagandas é o jovem, pois ele tem um poder de consumo crescente e exerce uma grande influência nas compras de sua família. Isso se deve, principalmente, pela saída das "donas-de-casa" para o mercado de trabalho, o que deu mais autonomia aos adolescentes e maior capacidade de decisão na hora de gastar.

O internauta brasileiro, de 16 a 24 anos, tem o poder de compra somado de R$ 13 bilhões anuais (2005). Nas classes A e B, 92,5% deles realizam compras na internet para consumo próprio. Já nas classes C e D são 81,2% e 80,1%, respectivamente (Ipsos,2007). Esses dados estão muito próximos, nessa faixa etária, das ações de adolescentes de países como Japão, EUA e Espanha. O próprio jovem torna-se a maior mídia disseminadora dentro do seu universo e busca referências confiáveis entre os amigos. Foi exatamente o que aconteceu com o site !ObaOba, tornou-se referência entre os jovens. Seu público é essencialmente consumidor, com faixa etária entre 18 a 35 anos e com alto poder de compra. Atualmente, contabilizam cerca de 550 mil usuários cadastrados, o que dá mais de um milhão de unique visitors. Por todos estes diferenciais, a empresa realiza bons negócios com campanhas publicitárias, tem crescido 40% ao ano e a expectativa é fechar 2007 com 50% de crescimento em relação a 2006.

"Nosso usuário é geralmente um jovem universitário que consome bastante, freqüenta festas internacionais. É um público altamente consumidor, que entra na Internet preparado para comprar e freqüentar a noite de uma forma geral", explica Fleury, sócio-fundador do !ObaOba.
Isso se confirma pela pesquisa do Almanaque IBOPE (2007), por tempo de uso, a categoria mais acessada pelos usuários é a de Entretenimento (17,1%). O total de pessoas que tem acesso à internet, com mais de 16 anos, atingiu 36,971 milhões, um aumento de 13,5% com relação a 2006. A comunicação das marcas via web é mais que uma tendência nos dias de hoje. Cada vez mais elas buscam formas de se relacionar com o jovem. É o boca-a-boca da internet que faz com que sites, como o !ObaOba, sejam tão acessados e possam levantar as vendas e-commerce.

Fonte: Adnews