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8 de out. de 2008

Quem acha que o Google vai dominar o mundo?

A parceria entre Google e Yahoo! em termos de publicidade online ganha cada vez mais adversários. Além da discordância de grandes anunciantes, sob o pretexto de monopolização do setor, o acordo sofre ainda com a investigação do Departamento de Justiça dos EUA, sob acusação de práticas de antitruste.

A questão serve de base para a nova enquete do Adnews: Para você, o Google vai dominar o mundo? (Vote na página).

Em linhas gerais, o sentimento mundial é de medo frente ao poder do Google e as conseqüências disso. Essencialmente, associações do ramo publicitário temem que a parceira eleve os preços de anúncios vinculados às buscas por meio do modelo de leilões, proposto pelo Google.

A empresa se defende dizendo que os próprios anunciantes definiriam o preço, como de praxe num leilão. Entretanto, as marcas reclamam pelo fato de o Google definir lances mínimos para a participação dos anunciantes.

O domínio no setor é evidente. Em julho, por exemplo, a companhia respondeu por 62% das buscas na internet realizadas nos EUA. O Yahoo! foi o segundo colocado com 20%, segundo números da consultoria ComScore.

"O Google e o Yahoo alegam que operam por leilões", disse Robert Liodice, presidente da Associação Nacional dos Anunciantes norte-americanos. "Muitos de nossos integrantes não necessariamente acreditam que se trate de verdadeiros leilões", disse em entrevista ao jornal Thew New York Times.

A associação ganhou apoio de um grupo mundial de jornais que também condenou o acordo e pediu que a ação seja bloqueada. Outros grupos espalhados mundo afora também foram contrários, mas não chegaram a exigir o bloqueio.

Entretanto, nem todos são contrários. Algumas marcas e agências consideram a junção positiva pélo fato de tornar o Yahoo! mais forte na concorrência com o Google, o que tornaria o segundo colocado do mercado mais acessível. "Nós certamente desejamos que exista concorrência. E também deixamos claro ao Google que queremos que os algoritmos que eles usam sejam maistransparentes", disse David Kenny, sócio responsável pela publicidade da VivaKi, a divisão de mídia digital da Publicis Groupe, um dos gigantes da publicidade.

Preocupados em esclarecer a parceria, Google e Yahoo criaram sites com explicações sobre o assunto. Porém, o argumento não convenceu a Associação Nacional dos Anunciantes dos EUA. Segundo Liodice, entre um grupo de 30 anunciantes, apenas um deles mostrou indecisão sobre a idéia de combater a junção, sinal de que a cúpula não mudou de opinião.

A revisão sobre o acordo será finalizada antes do final deste mês.


Via: Adnews

Pesquisa "Consumidor do Século XXI”

O Ibope Mídia apresentou nesta terça-feira (7/10) um estudo inédito que analisa os paradoxos do consumo sob inúmeros aspectos, desde o potencial do mercado latino-americano até as peculiaridades de escolha e o comportamento da população das mais importantes regiões metropolitanas do Brasil.

Para compor este estudo, a pesquisa ouviu 3.400 pessoas acima de 18 anos, em todo o Brasil. O Ibope Mídia também utilizou dados do Target Group Index – estudo regular que ouve mais de 18 mil pessoas em 11 regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) e é atualizado a cada seis meses.

O brasileiro destaca-se em relação aos consumidores de outros países da América Latina. No Brasil, 67% da população foi às compras nos últimos 30 dias, ficando atrás apenas de Peru (69%) e México (68%). A Argentina é o país que aparece com o menor índice da região: apenas 40% de seus habitantes afirmaram ter saído às compras no ultimo mês.

Um dos principais traços observados na análise do consumidor é a importância de vincular sua identidade às compras realizadas, ou seja, o consumidor busca mais informações e experiências sobre aquela determinada marca ou produto para só, a partir daí, realizar sua escolha. A imagem da marca e o valor agregado por ela também são importantes influenciadores.

Nos últimos quatro anos, o hábito de ir às compras no Brasil cresceu aproximadamente 12%. Em 2002, os brasileiros que iam às compras com freqüência mínima de 30 dias somavam 60% da população. Atualmente, este montante chega a 67%, ou seja, 35 milhões de brasileiros saem às compras periodicamente.

As pessoas entre 25 e 34 anos se destacam no hábito de fazer compras. Quando a população é segmentada por sexo, as mulheres vão mais as compras dos que os homens, com 71% contra 63%, comprovando a tese de que mulher adora comprar.

Nas classes socioeconômicas, a diferença acompanha a tendência do potencial de consumo - 77% das pessoas das classes AB realizaram compras recentemente, seguidas das classes C e DE (65% e 55%, respectivamente). O recorte regional da pesquisa mostra que a cidade de Belo Horizonte (MG) é onde mais as pessoas fazem compras (71%) e Fortaleza aparece como a cidade brasileira com a menor incidência de compras no período dos últimos 30 dias (63%).

Há uma tendência favorável aos assuntos relacionados ao meio ambiente e o Brasil destaca-se quando comparado com os demais países da América Latina. Quando perguntados sobre a importância da reciclagem, 89% dos consumidores brasileiros responderam que consideram reciclar um dever de todos e 71% dos brasileiros afirmaram estar dispostos a pagar mais por um produto que seja saudável para o meio ambiente - 63% ainda disseram estar dispostos a mudar seu estilo de vida para beneficiar o meio ambiente. Ainda assim, na contramão deste traço do consumidor brasileiro, 36% dos indivíduos disseram achar que atualmente a preocupação com o meio ambiente é excessiva.

Quanto aos valores desses consumidores em relação ao tempo e ao trabalho, percebe-se que eles estão ainda mais preocupados com a realização profissional e, consequentemente, com a remuneração - 44% deles afirmam que o dinheiro é a melhor medida de sucesso. Cerca de 70% disseram que não trabalhariam menos, caso isso significasse redução no salário. Ainda assim, 56% concordam que a forma como gastam seu tempo é mais importante do que o dinheiro que ganham.

No que diz respeito aos aspectos psíquicos de influência na hora da compra, os Consumidores do Século XXI demonstram personalidade forte e primam pela diferenciação dos demais. Apenas um terço afirmou ser importante estar em dia com a moda e estilo e mais da metade discordou que use marcas conhecidas para se sentir incluído no seu grupo de amigos. O estudo também revelou que as celebridades têm pouca influência na decisão de compra, atingindo menos de 15% da população, de modo a fazer o comprador mudar de idéia. O brasileiro também mostrou que é um consumidor fiel as suas marcas de confiança: 72%.

“A experiência individual do consumo e qualidade são fundamentais. Ele conhece e exige seus direitos. O que realmente diferencia este consumidor é a sua atitude”, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia e uma das responsáveis pelo estudo.

O consumidor é impactado por um Circulo de Influências que é composto por: mídia, ponto-de-venda e relacionamento. Dentre as principais fontes de informação na decisão de compra, as mais citadas pelos consumidores brasileiros são: experiência anterior e opinião da família.

As ações posicionadas em pontos-de-venda (PDV) também aparecem como um fator importante e muitas vezes decisivo na hora da compra, principalmente no que se refere a roupas (38%), alimentos (36%) e celulares (35%).

A busca pela informação, como dito anteriormente, é fundamental para o Consumidor do Século XXI. Metade dos consumidores afirma estar apto a fornecer muitas informações sobre algum tipo de produto e outros 34% dizem que conversam bastante com muitas pessoas diferentes sobre produtos de interesse antes de efetuar a compra - 34% concordaram que é bastante provável que consigam convencer outras pessoas a respeito de determinados produtos com suas opiniões.

“Percebemos que o Consumidor do Século XXI é pouco influenciável, mais responsável e consciente dos seus gastos, além de muito mais exigente em relação à qualidade dos produtos e marcas que consome e, se não está satisfeito, vai atrás dos seus direitos”, afirma Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.

Para obter o estudo “Consumidor do Século XXI” na íntegra, inclusive com os recortes regionais das principais regiões metropolitanas do país, acesse:

www.ibope.com/consumidor.


Via: CCSP

2 de out. de 2008

Ibope/NetRatings aponta 24,3 milhões de usuários na web em agosto

Em agosto de 2008, 24,3 milhões de pessoas usaram a internet a partir de computadores domiciliares no Brasil, segundo o IBOPE//NetRatings. Esse número é 2,6% maior que o do mês anterior e 26,1% superior ao de agosto de 2007. Em dois anos, o uso da internet residencial cresceu 78%. O número de pessoas que moram em residências em que há computador com acesso à internet também cresceu e atingiu 36,3 milhões.

O tempo de navegação do brasileiro em agosto de 2008 foi de 23 horas e 50 minutos, 4,3% menos que o tempo de julho, porém 1,6% mais que o de agosto de 2007 e 19,2% maior que o de agosto de 2006. O Brasil continua com o maior tempo por pessoa entre os dez países acompanhados pela pesquisa da Nielsen Online, logo à frente do Reino Unido, que em agosto alcançou 21 horas e 45 minutos, e da Alemanha, que ficou com 21 horas e 2 minutos.

Para todos os ambientes (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas, telecentros) o IBOPE//NetRatings passou a indicar a marca de 42 milhões de pessoas com 16 anos ou mais de idade com acesso à internet, no segundo trimestre de 2008.

Na navegação domiciliar, a categoria que mais cresceu percentualmente no período de um ano foi “Viagens e Turismo”, com evolução de 52,2%, seguida por “Notícias e Informações”, que apresentou crescimento de 35,9%, e por “Comércio Eletrônico”, que aumentou 34,6%. Na comparação com o mês anterior, cresceram proporcionalmente mais “Educação e Carreira”, com 11,3%, e “Família e Estilos de Vida”, com 7,3%.

Por causa da realização dos Jogos Olímpicos de Pequim, o grupo dos sites de “Esportes” registrou o maior crescimento em números absolutos em agosto, ao ganhar 1,9 milhão de novos usuários e atingir audiência de 10,8 milhões de pessoas.

O número de usuários de sites de “Esportes” no Brasil correspondeu a 44,5% do total de usuários ativos do mês e superou os 42,2% de alcance de julho do ano passado, quando foram realizados os Jogos Pan-Americanos Rio 2007. Também foi o maior alcance durante a Olimpíada entre os dez países monitorados com a mesma metodologia. Navegaram em sites esportivos em agosto de 2008 42,2% dos internautas domiciliares da França e 42,1% do Reino Unido. “Em alguns países europeus, os internautas navegaram mais em sites de esportes no mês de junho, durante a Eurocopa 2008”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE//NetRatings.

“O que diferenciou o Brasil dos demais países foi o interesse dos internautas brasileiros pelos jogos ter começado já em julho, sobretudo entre as mulheres, além de uma maior procura por vídeos durante a competição”, comentou o analista. “O Brasil também apresentou forte crescimento da proporção de crianças navegando em sites esportivos no mês da Olimpíada.”

Via:Adnews

11 de set. de 2008

Dossiê da MTV divide jovens em 5 perfis

A MTV Brasil apresentou ao mercado, nesta terça-feira (09), a quarta edição do estudo Dossiê Universo Jovem, dessa vez, sobre o tema "a preservação do planeta".

A pesquisa detectou cinco tipos de perfis de jovens, em relação ao tema: os Comprometidos (17%), os Teóricos (26%), os Refratários (20%), os Intuitivos (21%) e os Eco-Alienados (16%).

Os Comprometidos são aqueles que conhecem e valorizam as causas ambientais, falam sobre o assunto com os amigos e praticam seus conhecimentos no dia-a-dia, separando o lixo para reciclagem e aumentando o consumo
de produtos orgânicos, por exemplo.

É o grupo em que mais se encontra quem já plantou uma árvore,
além de ser o que mais reutiliza papel na impressão, mais evita
usar sacolas plásticas e busca alternativas para reduzir o
uso do carro.

Esse grupo acredita que as soluções devem ser buscadas a partir da ação conjunta da sociedade: governo, mídia, população e ONGs.

Junto com os Teóricos, são os mais atuantes quando o assunto
é economizar água e energia e não jogar lixo na rua, defendendo
inclusive a aplicação de multa para essa infração.

Valorizam, mais que todos os outros, as empresas e produtos ecologicamente corretos, mas acreditam que as empresas usam a causa ambiental por modismo e são pouco comprometidas de fato.

Esperam do governo mais campanhas que ensinem a população a preservar o meio ambiente. São favoráveis aos biocombustíveis.

Já aqueles que fazem parte do grupo 2, dos Teóricos, preocupam-se em economizar água e energia e não jogar lixo na rua na mesma proporção do grupo 1, mas não demonstram empenho equivalente em relação a outras práticas, como a redução do uso do carro.

São os mais elitizados em termos econômicos e de escolaridade. Interessam-se pelas causas ambientais, principalmente o aquecimento global, mas também pelas sociais, políticas, educacionais, além de questões tecnológicas e atualidades.

Conhecem e valorizam o assunto tanto quanto os Comprometidos. Mas, devido à formação, demonstram mais conhecimento teórico em relação a conceitos e fatos relacionados à preservação do meio ambiente. Jornal e internet são fontes de informação com utilização acima da média.

Têm ações em casa em prol do meio ambiente e também se
destacam pelas atitudes proativas em relação à causa:
“pegam no pé” dos amigos e familiares, mas em ambas as
situações com menos destaque do que os Comprometidos.

No ranking, é o segundo grupo que mais valoriza as causas
ambientais.

Os Refratários, que fazem parte do grupo 3, são os que menos valorizam as causas ambientais e os que mais concordam que na prática não fazem nada pelo meio ambiente.

São conscientes que têm baixo conhecimento sobre assuntos
relacionados à preservação ambiental, mas ainda assim maior que o dos grupos 4 e 5.

A formação ecológica recebida em casa é um pouco menor
que a observada na média da população: os pais são menos conscientes, mais ultrapassados, assim como seu grupo de amigos.

São também menos idealistas: preferem trabalhar infelizes por dinheiro do que trabalhar por prazer.

Não fizeram nenhuma mudança no dia-a-dia pela causa. E como não fazem e não querem fazer, acreditam que população não está contribuindo para preservar o meio ambiente. Mesma percepção negativa é atribuída ao governo e às empresas.

Os Intuitivos fazem parte do grupo 4. É o grupo com baixa formação e consciência ecológica, mas com alguma atuação: superior ao grupo 3 e inferior aos grupos 1 e 2.

Não demonstram domínio do assunto ou consciência ecológica.
A prática parece ser mais intuitiva. Economizam água e energia, têm cuidado com o lixo e com o gasto de papel e são proativos em relação a amigos e familiares em atitudes ecologicamente positivas.

Acreditam ter algum conhecimento sobre preservação do meio ambiente (auto-avaliação). Mas, na prática, demonstram baixo domínio sobre o assunto e pouca consciência ecológica.

Mostram grande distanciamento e desconhecimento da atuação
das instituições e acham difícil a linguagem que a mídia utiliza
para falar do assunto.

Já o quinto grupo traçado pelo estudo engloba os Eco-alienados.
É o segmento com menor conhecimento, o que realiza menos
ações ecologicamente corretas. São os que menos conhecem conceitos, fatos e acontecimentos relacionados à preservação do meio ambiente.

Seus pais não têm consciência ambiental e são resistentes em
relação à reciclagem. Esses jovens não separam o lixo, não são atuantes com amigos e familiares, não se preocupam em relação ao futuro dos filhos nem com o tempo que as coisas levam para se decompor.

É nesse segmento que se observam as menores taxas de ações
que contribuem para a preservação do meio ambiente.

O Dossiê conclui que o jovem, em geral, considera o tema importante, mas que, antes disso, ele tem questões que acredita serem mais emergenciais: a violência, o desemprego, as drogas, a fome, a desigualdade social e sobre os problemas particulares de suas cidades.

Via: CCSP

10 de set. de 2008

Dossiê MTV mostra jovem pouco eco-consciente

A MTV Brasil lotou um dos grandes teatro de São Paulo na manhã desta terça-feira, 9, para apresentação ao mercado da quarta edição de seu estudo Dossiê Universo Jovem, já antecipado por M&M Online (leia aqui). O estudo foi feito com jovens das classes de A a C, de 12 a 30 anos, e realizado pelo Datafolha (fase quantitativa, com 2,5 mil entrevistas) e AArtedaMarca (fase qualitativa, coordenação e análise geral), em nove mercados, entre abril e maio deste ano. O meio ambiente foi um dos temas abordados pelo estudo - entre vários tantos outros aspectos da vida e hábitos dos jovens, enumerados no Dossiê -, e a sustentabilidade foi escolhida como assunto para o filme de 50 minutos montado a partir de entrevistas e exibido no evento da MTV Brasil. Após a exibição, o escritor, professor, filósofo e palestrante Mário Sergio Cortella fez uma análise do comportamento do jovem e apontou aspectos para os quais tanto os pais quanto os profissionais de comunicação de um modo geral devem estar atentos ao lidar com este público.

Sobre a questão do meio ambiente, o levantamento mostrou que seis entre cada dez jovens não sabem dizer o que é sustentabilidade. Ainda, identificou diferentes perfis quanto à maneira de o jovem encarar o seu papel diante da urgência da preservação. Chama a atenção a imensa parcela deste público que não está assim tão engajada quanto ao papel importante que cada um tem para a preservação do planeta. Os perfis identificados entre os entrevistados dividem-se entre eco-alienados, intuitivos, refratários, teóricos e comprometidos - este último grupo, consciente e que admite fazer o que está a seu alcance, abrange somente 17% do público. Ou seja, conforme lembrou Cortella em sua dissertação, há necessidade de se refazer o trabalho de conscientização na mídia. "É preciso criar desejo pela causa; precisamos querer que tudo isso seja querido", disse , pois há na chamada nova geração toda uma falta de preocupação com as gerações futuras. "O trabalho do Dossiê é nos fazer pensar", afirmou o escritor.

De acordo com José Wilson Fonseca, diretor superintentdente da MTV, o conceito de sustentabilidade já permeia toda a programação da emissora, e a tendência é que esta presença se amplie mais ainda a partir de agora.

Via: Meio e Mensagem

3 de set. de 2008

Jornal se mantém como fonte de informação mais confiável

Executivos foram entrevistados pela CDN Estudos & Pesquisa, que também mostra que a internet é o meio com menos credibilidade

No período de 28 de maio e 8 de julho, a CDN Estudos & Pesquisa entrevistou 500 executivos que ocupam cargos de liderança em médias e grandes empresas para avaliar a importância e a credibilidade atribuídas pelos profissionais aos diferentes tipos de mídia, o peso de cada um deles na formação de opinião, os hábitos de leitura, o impacto e a repercussão de notícias positivas e negativas, e a avaliação da notícia em relação à publicidade.

Entre os executivos, o jornal se mantém como a fonte de informação mais confiável. O jornal e a TV seguem como os meios de maior alcance entre os entrevistados. A Internet apresentou um aumento acentuado na penetração, mas ainda não é confiável como fonte de informação sobre mercados e empresas. A Revista, que vinha de patamares baixos em 2005, aumenta alcance e confiabilidade. O Rádio cresce em alcance e credibilidade em relação aos anos anteriores, mas perde em comparação com os demais meios. Está em situação intermediária em confiabilidade: ganha de TV e Internet e perde para jornal e revista.

Jornais

No quesito "Negócios e Mercado", o jornal de maior credibilidade é o O Estado de S. Paulo, citado por 21% dos entrevistados como de "tradição e credibilidade da informação, não é tendencioso e tem profissionais capacitados". Já O Globo registrou um crescimento no hábito de leitura de 29% para 41% e é o segundo em credibilidade, com 19%.

Um outro dado relevante foi o crescimento registrado pelos jornais de economia e negócios, Valor Econômico e Gazeta Mercantil, tanto em hábito de leitura, como em credibilidade e presença no dia-a-dia dos executivos. No item “leitura na empresa”, o Valor pulou de 8% Para 28% e ocupou a primeira posição entre os principais jornais. Em segundo lugar, vieram Estadão e Folha, com 24% e, em terceiro, a Gazeta Mercantil, que saltou de 4%, em 2005, para 23% em 2008.

A internet

Em termos de alcance, a internet apresentou um crescimento considerável: em torno de 30 pontos percentuais (passou de 61% em 2005 para 94% agora). É o terceiro meio de maior penetração, ficando atrás somente de jornal e TV, mas já ocupando o segundo na hierarquia da consulta. A internet passou a TV e ocupa a segunda colocação na questão "Qual desses veículos você utiliza em 1º lugar?". Os sites de maior credibilidade são: UOL, 30%, Terra, 15% e G1, 7%. Já os mais acessados são UOL, com 52%, Terra, 37% e IG, com 20%. Em comparação com os demais meios, no quesito confiabilidade, a internet aparece em último lugar.

Revistas
O meio revista no item "Negócios e Mercado" cresceu em credibilidade e ocupa a segunda posição, atrás somente dos jornais, com 8% muito confiável e 33%, confiável. A Veja aparece em 1º lugar em credibilidade, com 43%, seguida da Exame, com 17%, e Época com 11%.

TV

O alcance da TV permanece alto: 97% dos entrevistados afirmaram que costumam assistir aos noticiários da TV. E desse total, 86% assistem a Globo, 38% a GloboNews e, 30%, a Record. A Bandeirantes passou de 48% para 24%, e o SBT caiu de 47% para 14%. Entre os noticiários, os de maior audiência são: Jornal Nacional, com 72%, Jornal da Globo, com 32%, Globonews, com 19%, e Jornal da Band, com 18%.

Rádio

O meio rádio foi citado por 77% dos entrevistados quando consultados sobre "quais desses meios de comunicação você costuma utilizar para manter-se informado?". Em relação a 2005, quando o rádio foi citado por 63% dos executivos, houve um crescimento, mas mais modesto do que revista que passou de 64% para 92% e interneti que saltou de 61% para 94%.

28 de ago. de 2008

52% dos brasileiros não vai ao cinema

Em 2007 os filmes nacionais tiveram 8,7 milhões de espectadores no Brasil, o que corresponde a cerca de 10% do total do público. A informação, da Nielsen EDI, foi apresentada nesta terça-feira, durante painel do Fiicav, em São Paulo.

Além da Nielsen, Globo Filmes e o Sindicato das Empresas Distribuidoras Cinematográficas do Município do Rio de Janeiro apresentaram pesquisas semelhantes entre si sobre o mercado de cinema. Embora alguns números tenham sido conflitantes, como o que se refere à preferência ou não por filmes nacionais, o que ambas mostraram é que 52% do público pesquisado não tem o hábito de ir ao cinema.

Esses 52% são aqueles que sequer são potenciais consumidores desse tipo de lazer. As pesquisas qualitativa e quantitativa do Datafolha feitas para a Globo Filmes no Rio de Janeiro e em São Paulo, em 2006 e 2007, apontaram que esse público não vai ao cinema porque o hábito não foi passado dos pais para os filhos.

Em relação à percepção do cinema nacional e do estrangeiro, a pesquisa da Globo Filmes apontou que o cinema, de um modo geral, está associado ao entretenimento, e que os filmes estrangeiros são ligados ao sonho, à fantasia, ao clima de descontração. Já os nacionais estão mais associados ao mundo da dura realidade, pobreza, sofrimento e temáticas sociais.

"Para ampliar o mercado, seria necessário aproximar-se um pouco mais da expectativa que o público potencial tem de lazer e entretenimento", apontou Carlos Eduardo Rodrigues, da Globo Filmes, em sua apresentação.

A pesquisa encomendada ao Datafolha pelo sindicato, realizada em dez mercados, mostrou que a avaliação do filme nacional é boa para 58% do total de entrevistados. É curioso o dado que diz respeito ao motivo pelo qual o espectador acha os filmes nacionais bons: 56% do público freqüentador fez referência ao tema abordado.

Quando a pergunta é "por que os filmes são ruins ou péssimos?", a resposta foi a mesma: 80% dos freqüentadores de cinema fizeram referência ao tema abordado. Em ambas as pesquisas, o gênero aventura e ação foram os preferidos, seguidos de comédia.

6 de ago. de 2008

Internet avança no país

A internet se espalha rapidamente pelo território brasileiro. De acordo com a pesquisa F/Radar, encomendada pela agência F/Nazca ao DataFolha, o país já conta com 59 milhões de internautas. A amostra é representativa da população brasileira e 2.110 pessoas foram entrevistadas, espalhadas em mais de 150 municípios.

Foi constatado que 47% dos cidadãos adultos têm acesso à rede, maiores de 16 anos no cenário nacional e, desses, cerca de 48% navegam em locais públicos (29% em LAN houses, 10% em escolas, faculdades ou universidades e 9% em postos de acesso público). De acordo com Fernand Alphen, diretor de Planejamento da F/Nazca, os números impressionam mais ainda quando comparados aos de outros países: "Fizemos comparativos com outros países, Estados Unidos e França, e constatamos que o Brasil vive um fenômeno à parte, onde há uma popularização dos meios digitais. Se a relação renda per capita x acesso à internet existisse, o Brasil teria 6 vezes mais pessoas com acesso à internet que os Estados Unidos (um número maior que o da população total do país)."

O resultado é otimista em relação às pesquisas recentes do Ibope//NetRatings, que aponta cerca de 40 milhões de usuários.

De acordo com Fernand Alphen, diretor de Planejamento da F/Nazca, os números impressionam mais ainda quando comparados aos de outros países: "Fizemos comparativos com outros países, Estados Unidos e França, e constatamos que o Brasil vive um fenômeno à parte, onde há uma popularização dos meios digitais. Se a relação renda per capita x acesso à internet existisse, o Brasil teria 6 vezes mais pessoas com acesso à internet que os Estados Unidos (um número maior que o da população total do país)."

A era colaborativa também foi considerada. Segundo o estudo, 53% dos internautas já disseram ter incluído algum texto ou informações de autoria própria na internet. 11% dos entrevistados afirmaram postar comentários em sites de notícias. Na última pesquisa, esse número era de apenas 3%. "O Brasil pode dar um salto cultural qualitativo nos próximos anos e, dentro de pouco tempo, teremos pessoas mais cultas e bem informadas, entrando no mercado de trabalho. Poderíamos otimistamente vislumbrar uma verdadeira", conclui o diretor da F/Nazca.

Redação Adnews

4 de ago. de 2008

Exibição de vídeos online aumenta 50% na Europa

Pesquisa aponta que nos últimos meses houve um crescimento de 50% na exibição de vídeos online. Isso quer dizer que cada vez mais as pessoas estão desligando a televisão para ver seus programas na internet na hora e o que quiserem.


No Brasil a realidade não deve ser muito diferente, visto o sucesso do youtube aqui no país. Hoje em dia qualquer programa surge em minutos no youtube ou seus sites genéricos e a cada dia mais a publicidade tem se adequado a isso. Quem nunca recebeu um email falando de um vídeo super legal que na verdade é um viral para uma marca?

Uma mídia que há um tempo era gigante hoje vai perdendo força. E cada vez mais novas vão surgindo.

24 de jun. de 2008

Peugeot 307 Sedan

O novo comercial do Peugeot 307 Sedan chega à telinha nesta segunda-feira (23.

Criado pela Loducca, o filme, que traz a assinatura “Peugeot 307 Sedan. Mais que um carro”, foi baseado em pesquisa com consumidores que apontou que o Peugeot 307 Sedan, comparado a seus concorrentes, foi considerado o carro com maior conforto interno e visibilidade.

Segundo Celso Loducca, presidente da Loducca, as pesquisas mostraram que o carro é tão confortável que, quando as pessoas entravam, não queriam mais sair. "Este foi nosso ponto de partida, e de onde nasceu a idéia de misturar pessoa e carro”, explica.

A campanha contempla ainda peças para mídia impressa.

FICHA TECNICA:

CLIENTE: Peugeot
PRODUTO: Peugeot 307 Sedan
TÍTULO: “Mais que um carro”
DIR. CRIAÇÃO: Guga Ketzer
DIR. ARTE: Cassio Moron e Roberta Moraes
REDATOR: Celso Loducca, Guga Ketzer e André Godoi
PLANEJAMENTO: Rapha Barreto, Rodrigo Cordelini e Paulo Vidiz
ATENDIMENTO: Clineu Jr., Fábio Fontan e Wagner Megale
RTVC: Ana Luisa André e Luciana Kley
APROV. DO CLIENTE: Ana Theresa Borsari, Reinaldo Siffert, Patricia Morales e Sandy Soares
PROD. IMAGEM: Sentimental Filme
DIRETOR: Paulo Diehl
DIR. FOTOGRAFIA: Ted Abel
PROD. ÁUDIO: Raw Produtora de Áudio
MAESTRO: Hilton Raw e Fernando Forni
PRODUÇÃO: Hilton Raw e Fernando Forni
FINALIZADORA: Casablanca
TERRITÓRIO: Nacional


Fonte: CCSP



Comumente utilizada para detectar a sensação do mercado sobre algum produto, a pesquisa de opinião orienta não somente os investimentos e tomadas de decisões em MKT e Eng. Produto, como também auxilia a criação e a comunicação que conseguem extrair desta um conceito chave. Muito bom o exemplo da Peugeot

4 de abr. de 2008

Pesquisa quer descobrir biotipos do brasileiro

Com a ajuda de um scanner humano, o body scanner, uma equipe de 12 pesquisadores, formada por engenheiros têxteis, especialistas em modelagem, confecção, design, varejo, informática e estatística do Senai/Cetiqt, no Rio de Janeiro, pretende descobrir quantos biotipos há entre o povo brasileiro.

Para fazer um diagnóstico do corpo do brasileiro, a equipe pretende registrar as medidas de 10 mil voluntários de todas as regiões do Brasil.

Fora do país, grandes lojas de departamento como as lojas da Levi's e a Selfridges, em Londres, já utilizam outras versões do scanner humano para saber com precisão qual a forma exata do corpo do cliente.

O aparelho é composto por uma cabine escura que parece um provador de roupa e conta com 32 sensores.

O objetivo é mapear a regionalização da própria moda. No país, segundo a equipe de pesquisa do Senai/Cetiqt, a maioria das marcas não segue a Norma NBR 13.377 (Medidas do Corpo Humano para Vestuário, Padrões Referenciais) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) pois a adesão é voluntária.

A padronização, entretanto, é fundamental para evitar prejuízos e principalmente permitir que o Brasil concorra em pé de igualdade no mercado global. Na falta de um padrão definido, muitas vezes, as grifes usam uma modelagem maior para que o cliente sinta-se psicologicamente magro.

6 de mar. de 2008

51% dizem que nao conseguiriam abrir mao de seus celulares

O celular é o aparelho de comunicaçao do qual seria mais dificil abrir mao - 51% dos americanos disseram isso, contra 38% em 2002. As informaçoes sao de um estudo do Pew Internet Project. Ainda segundo a pesquisa, 58% dos entrevistados já usaram seus aparelhos moveis para outras coisas que nao seja falar com alguem - por exemplo, mandar SMS, tirar fotos, localizar alguma coisa num mapa ou navegar na web.

Fonte: Blue Bus

27 de nov. de 2007

4º Congresso Brasileiro de Propaganda: De volta em 2008, 30 anos depois

Diversas lideranças do mercado publicitário definiram semana passada a realização do 4º Congresso Brasileiro de Propaganda, que após 30 anos (o último foi em 1978) volta a ser realizado, na cidade de São Paulo, entre abril e maio do ano que vem.

Com a decisão, o 7º Encontro Brasileiro de Agências de Publicidade (Ebap) não será mais realizado tão cedo.

O momento agora é de divulgar o encontro por todo o País e montar uma agenda de discussão. Todas as 18 regionais da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap, a realizadora do evento) foram contatadas com o intuito de enviarem sugestões de debate.

Das polêmicas políticas que geraram crises de imagem envolvendo agências de propaganda em um passado recente (entenda-se Mensalão e seus desdobramentos), passando pela vontade do governo de abolir a Bonificação por Volume (BV) das contas públicas e ainda os modelos multidisciplinares de operação de agências, que alteram as margens de lucro tradicionais, assunto é o que não vai faltar.

A expectativa é reunir ao menos 2.000 pessoas em SP. O mercado publicitário emprega hoje cerca de 640.000 pessoas pelo País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já foi definido que o 4º Congresso vai contar com 4 cotas master e outras 12 cotas coadjuvantes. Estudantes deverão ter acesso às plenárias. O encontro deverá servir também para a posse do atual vice-presidente da Abap, Luiz Lara, à presidência da associação, em substituição a Dalton Pastore.

Com informações do Propaganda & Marketing e do Meio & Mensagem.

Fonte: CCSP

E-commerce para jovens

Em 2006, o mercado de comércio eletrônico brasileiro cresceu em 82% (FGV) e movimentou U$ 114 bilhões entre empresas e consumidores. Hoje, entre os brasileiros com o maior poder de consumo, 1 em cada 3 utiliza a rede para fazer as suas compras. No entanto, o público-alvo das propagandas é o jovem, pois ele tem um poder de consumo crescente e exerce uma grande influência nas compras de sua família. Isso se deve, principalmente, pela saída das "donas-de-casa" para o mercado de trabalho, o que deu mais autonomia aos adolescentes e maior capacidade de decisão na hora de gastar.

O internauta brasileiro, de 16 a 24 anos, tem o poder de compra somado de R$ 13 bilhões anuais (2005). Nas classes A e B, 92,5% deles realizam compras na internet para consumo próprio. Já nas classes C e D são 81,2% e 80,1%, respectivamente (Ipsos,2007). Esses dados estão muito próximos, nessa faixa etária, das ações de adolescentes de países como Japão, EUA e Espanha. O próprio jovem torna-se a maior mídia disseminadora dentro do seu universo e busca referências confiáveis entre os amigos. Foi exatamente o que aconteceu com o site !ObaOba, tornou-se referência entre os jovens. Seu público é essencialmente consumidor, com faixa etária entre 18 a 35 anos e com alto poder de compra. Atualmente, contabilizam cerca de 550 mil usuários cadastrados, o que dá mais de um milhão de unique visitors. Por todos estes diferenciais, a empresa realiza bons negócios com campanhas publicitárias, tem crescido 40% ao ano e a expectativa é fechar 2007 com 50% de crescimento em relação a 2006.

"Nosso usuário é geralmente um jovem universitário que consome bastante, freqüenta festas internacionais. É um público altamente consumidor, que entra na Internet preparado para comprar e freqüentar a noite de uma forma geral", explica Fleury, sócio-fundador do !ObaOba.
Isso se confirma pela pesquisa do Almanaque IBOPE (2007), por tempo de uso, a categoria mais acessada pelos usuários é a de Entretenimento (17,1%). O total de pessoas que tem acesso à internet, com mais de 16 anos, atingiu 36,971 milhões, um aumento de 13,5% com relação a 2006. A comunicação das marcas via web é mais que uma tendência nos dias de hoje. Cada vez mais elas buscam formas de se relacionar com o jovem. É o boca-a-boca da internet que faz com que sites, como o !ObaOba, sejam tão acessados e possam levantar as vendas e-commerce.

Fonte: Adnews

Ibope revela resultados e perspectivas do mercado de marketing

Ontem, 26 de novembro, durante o 2º Marketing Round Up – evento promovido anualmente pela AmCham (Câmara Americana de Comércio), que reúne executivos e publicitários para um debate sobre como acompanhar as tendências de marketing para 2008 e o comportamento do consumidor –, o Ibope Inteligência apresentou uma pesquisa inédita sobre os resultados atingidos pelas empresas em 2007 e as perspectivas para o mercado de marketing em 2008.

A pesquisa detectou que as empresas estão otimistas quanto ao futuro da economia brasileira, com exceção da carga tributária, que apareceu como a grande preocupação entre os executivos (73%) para 2008. Dos entrevistados, 48% disseram estar apreensivos no que diz respeito à desaceleração da economia nacional e 44% apontaram mudanças na legislação/regulamentação como a principal inquietação em relação ao macro-ambiente econômico do País.

“O peso da carga tributária é uma preocupação mais forte entre empresas de menor porte, enquanto a regulamentação preocupa mais as empresas de grande porte”, afirmou durante o evento Laure Castelnau, diretora executiva de atendimento e planejamento do Ibope Inteligência e responsável pela pesquisa.

O ambiente de otimismo também pode ser notado quando o assunto são as perspectivas para o próximo ano: 90% dos entrevistados acreditam que a receita líquida de suas empresas deverá continuar crescendo no próximo ano e 79% afirmam que o lucro das corporações também continuará em linha ascendente.

No que diz respeito a investimentos, 75% dos executivos entrevistados dizem que suas empresas continuarão aplicando dinheiro, principalmente nas três principais estratégias de crescimento:

1º - Exploração de novos mercados (72%)
2º - Desenvolvimento de novos produtos e serviços (67%)
3º - Novos canais de vendas (55%)

Quando perguntados sobre as ferramentas de marketing que mais utilizaram em 2007, os executivos apontam os eventos em 1º lugar (72%), seguidos por meios de comunicação dirigida como e-mail marketing, mala direta etc (68%); e, em terceiro, o serviço de assessoria de imprensa e de relações públicas, com 46%. Comunicação de massa, promoções e merchandising foram as ferramentas menos utilizadas em 2007 com, respectivamente, 40%, 29% e 17%.

“Esse resultado não significa que houve maior investimento, em termos absolutos, em eventos do que em comunicação de massa, pois podem ter sido feitos muitos eventos e apenas uma comunicação de massa com investimento ainda assim muito superior em valores absolutos. No entanto, representa uma forte tendência”, explica a executiva.

Em relação às ferramentas que devem crescer em utilização no decorrer de 2008, destacam-se a comunicação dirigida (62%), os eventos (55%) e assessoria de imprensa e RP (40%).

Na opinião dos entrevistados, o comportamento do consumidor também vem passando por diversas mudanças, sendo que a mais evidente é a busca do cliente por informações sobre produtos e serviços. “Para 75% dos entrevistados, o consumidor dos nossos dias está muito mais pró-ativo e toma a iniciativa de ir atrás de informações sobre determinada marca ou produto. O consumidor não espera mais que a marca vá até ele. Ele mesmo procura saber mais sobre aquilo que deseja consumir e isso é muito positivo. Tanto que as empresas pretendem investir cada vez mais em relacionamento one to one, para atingir de forma efetiva esse consumidor ativo e preocupado com aquilo que consome”, acrescenta Laure.

O levantamento foi realizado entre os dias 24 de outubro e 8 de novembro de 2007 com mais de 140 executivos de empresas associadas à AmCham em todo o Brasil. Dentre os profissionais pesquisados, 45% são diretores e 30% são gerentes, sendo que a maioria deles está relacionada com a área de marketing em suas corporações.

Fonte: Portal da Propaganda

26 de nov. de 2007

Share do Google chega a 58,5%

O grupo de pesquisa de mercado comScore anunciou que os principais endereços de buscas na web do Google capturaram 58,5% do mercado norte-americano de pesquisas feitas por internautas, em outubro. Em setembro, o índice foi de 57%.

Os cinco maiores serviços de buscas na internet registraram altas de pelo menos 5% no número de pesquisas que realizaram em outubro.

O Yahoo ficou com o segundo lugar, seguido pela Microsoft, pelo Ask.com, da IAC/InterActiveCorp, e pela rede de sites da Time Warner, entre os quais o portal America Online.

Fonte: CCSP

Chineses são mais propensos ao vício na web

Estudo feitos pelo conglomerado IAC/InterActiveCorp e pela agência de publicidade JWT, dá conta de que internautas chineses são mais propensos a depender de suas experiências online que os norte-americanos.

Os chineses também enxergam a web como parte importante de sua sociabilização e de troca de opiniões.

A pesquisa foi realizada na China e nos EUA, com mais de 2,1 mil internautas com idades entre 16 e 25 anos, e mostrou que cerca de 42% dos internautas na China afirmam que sentem-se "viciados" em navegar pela web. Nos EUA a proporção é de 18%.

Quase 25% dos usuários de internet chineses afirmam que não seriam capazes de passar mais de um dia sem acessar a rede, versus 12% nos EUA.

Menos de um terço dos norte-americanos afirma que a internet contribui na vida social. Por outro lado, 77% dos internautas chineses dizem que a web os ajudou a fazer amigos.

Fonte: CCSP

Internet pode não aguentar demanda na próxima década

Apesar de os recursos de fibra ótica e de comutação/roteamento terem escala suficiente para qualquer demanda de tráfego atual e futuro da internet, os provedores de infraestrutura da rede, especialmente na América do Norte, terão de no mínimo duplicar o investimento no upgrade das redes de banda larga para conseguir, daqui a três ou cinco anos, suportar a demanda de tráfego online. Para os provedores de backbone, o investimento financeiro exigido para estreitar o gap entre demanda e capacidade seria de US$ 137 bilhões - mais que o dobro do planejado hoje -, sendo que nos EUA os provedores de acesso teriam de desembolsar entre US$ 42 bilhões e US$ 55 bilhões (60% ou 70% mais do que o planejado).

Baseadas na aceleração da demanda por aplicações como streaming e vídeo interativo, transferência de arquivos peer-to-peer e downloads de música, essas conclusões são de uma pesquisa da analista de mercado Nemertes Research Group, divulgada na segunda-feira, 19, chamada The Internet Singularity, Delayed: Why Limits in Internet Capacity Will Stifle Innovation on the Web ("A singularidade da internet postergada: porque os limites da capacidade da internet sufocarão as inovações da Web).

Prejuízos potenciais

Parcialmente financiado pela Internet Innovation Alliance (IIA), grupo formado por empresas como AT&T, que defendem a "universalização" da banda larga nos EUA, o estudo analisou durante um ano o fluxo de dados e a infraestrutura da internet. "O resultado foi a primeira pesquisa já realizada que investigou e comparou tanto o investimento em infraestrutura quanto os padrões atuais e projetados de tráfego", diz o sumário executivo (http://www.nemertes.com/ii). E faz uma ressalva: "É importante enfatizar que a falta do investimento projetado não vai levar ao colapso da internet. O principal impacto será o estrangulamento das inovações - tanto das técnicas, que levam a novas e cada vez melhores aplicações, quanto das empresariais, que se apóiam nessas inovações e aplicações técnicas para gerar valor. O próximo Google, YouTube ou Amazon poderá não surgir - não por falta de demanda mas por incapacidade de se preencher essa demanda."

Exa-inundação

Bruce Mehlman, diretor executivo do Technology CEO Councile, ex-secretário políticas tecnológicas do Departamento do Comércio dos EUA e atual co-chairman da Internet Innovation Alliance, disse ao site Infoworld.com que a IIA há muito tempo vem alertando sobre a "exa-inundação" de vídeos e outros conteúdos da Web, dado que em 2007 os usuários da internet deverão criar 161 exabytes de novos dados. "Exa" é um prefixo que significa um quintilhão, no caso de bytes - cerca de 1,1 bilhão de gigabytes, ou o equivalente a 50 mil anos de vídeo em DVD.

Segundo dados da comScore citados pela Infoworld, em maio quase três quartos dos usuários de internet dos EUA assistiram uma média de 158 minutos de vídeo e viram mais de 8,3 bilhões de videostreams.


Fonte: MM Online

23 de nov. de 2007

Share do Google chega a 58,5%

O grupo de pesquisa de mercado comScore anunciou que os principais endereços de buscas na web do Google capturaram 58,5% do mercado norte-americano de pesquisas feitas por internautas, em outubro. Em setembro, o índice foi de 57%.

Os cinco maiores serviços de buscas na internet registraram altas de pelo menos 5% no número de pesquisas que realizaram em outubro.

O Yahoo ficou com o segundo lugar, seguido pela Microsoft, pelo Ask.com, da IAC/InterActiveCorp, e pela rede de sites da Time Warner, entre os quais o portal America Online.

Fonte: CCSP

22 de nov. de 2007

Brasil é o quinto maior mercado nas vendas de PCs

O Brasil é o quinto maior mercado nas vendas mundiais de PCs. O país comercializou 2,7 milhões de computadores no terceiro trimestre de 2007, com aumento de 49% em comparação com os volumes registrados no mesmo período em 2006. Os dados são de uma pesquisa realizada pelo Gartner na América Latina.

De acordo com a consultoria, as vendas de PCs na região cresceram 34% entre julho e setembro de 2007. Foram comercializadas 6,3 milhões de unidades contra 4,7 milhões de equipamentos na mesma época em 2006. Deste volume, 1,4 milhão são notebooks, que registraram um aumento de pedidos da ordem de 73%.

Entre os fatores que contribuíram para essa expansão na América Latina estão o avanço de 48,2% da comercialização de PCs para o consumidor doméstico e as facilidades de pagamento. A HP foi a marca mais procurada com a entrega de 990,9 mil unidades no terceiro trimestre, seguida da Dell com vendas de 459,2 mil de equipamentos e da brasileira Positivo, que comercializou 309 mil computadores. Outras marcas escoaram 4,5 milhões de PCs.

Fonte: WNews