25 de set. de 2008
22 de set. de 2008
Novo site da Contigo quer atingir público mais jovem
De olho no desafio de aumentar o número de acessos únicos do site de 500 mil para 3,5 milhões até o final deste ano, e atingir um público mais jovem, a Contigo (Editora Abril) iniciou em meados de junho reestruturação em sua página na internet. As mudanças já podem ser notadas e englobam desde novas seções até uma cobertura de conteúdo mais ampla e exclusiva. A idéia, segundo a publisher da revista, Cláudia Giudice, é a de diferenciar os dois produtos, dando ares de independência da revista ao site. “Hoje, a receita do site representa menos de 10% do da revista. Queremos reverter essa situação”, explicou Cláudia, ressaltando que o projeto foi inspirado na página digital da publicação americana People, que movimenta milhões por ano.
A parte de anúncios e patrocínios também ganha novos formatos, com objetivo de aproximar a relação entre o público e o anunciante. O foco será a exploração da experiência. "Vamos oferecer anúncios seqüenciais, que terão várias etapas. Por exemplo, um mesmo produto será divulgado em mais de uma seção do site. Em cada uma delas, de maneira diferente e com mapeamento na taxa de clicagem", explicou o diretor online da Contigo, Giuliano Girondi.
Outra aposta será na identidade do patrocinador com o conteúdo. Segundo o diretor, será considerada a relação do investidor com os canais apresentados, visando agregar valor à marca e à editoria em questão. Nesse ponto, a oferta será maior que a da revista, uma vez que existirão editorias no site ausentes no conteúdo impresso, como é o caso das que abordam cinema e teatro. "Também lançamos uma galeria de fotos exclusiva, com ensaios temáticos e lúdicos, além da seção 'Adivinha quem é', que traz uma foto não óbvia de um artista que os leitores têm de indicar o nome", disse.
Até agora, cerca de 50% das mudanças já estão no ar, sendo que no início de 2009 o site deve estar totalmente reformulado. Com os atuais resultados (o número de acessos únicos já pulou de 500 mil para 2 milhões em dois meses), a equipe comercial já prepara kit de propostas para oferecer aos anunciantes. "Por enquanto, continuamos com os mesmos clientes, mas pretendemos triplicar a receita no ano que vem", afirmou, não especificando valores Giuliano.
Atualmente, 70% do público leitor do site da Contigo são mulheres, por isso, o conteúdo continua a seguir os interesses dessa maioria. Já a faixa etária está entre 25 e 35 anos. O objetivo, segundo Girondi, é ampliar esse intervalo, atraindo também os leitores acima dos 20.
Via: PPMK
19 de set. de 2008
Faça seu próprio penteado
RFSU é uma empresa que fabrica camisinhas, produtos de higiene íntima, entre outros.
Para divulgar a marca e seus produtos colocaram no ar um site que possibilita você criar o seu próprio "penteado" íntimo e colocar no site para ser votado.
Pode se utilizar tesoura, pente, gilete e outras coisas para criar seu estilo.
Dá uma conferida e fala pra gente o que você achou...
10 de set. de 2008
Navegação sem click no mouse
Num primeiro momento experiência pode parecer desafiadora, mas logo nos primeiros segundos já da pra perceber que navegar sem cliques é algo bem simples se a navegabilidade for projetada pra isso.
http://www.dontclick.it/
Via: Sedentário
8 de set. de 2008
Site oferece aula para gamers
O site Gamertrainer oferece um serviço interessante para gamers desesperados: treinamento em games - como aulas particulares - em forma de cursos, bastante útil principalmente durante as primeiras horas de jogo.
Segundo o site TechCrunch, a nova empresa oferece cada hora de treino particular por US$ 30 (ou menos se comprado em pacotes). As aulas são ministradas por jogadores com vasta experiência no game que está explicando.
Com seu lançamento a empresa oferece oito cursos diferentes: Battlefield:Bad Company; Call of Duty 4; Guitar Hero III e Rock Band; Halo 2 e 3; Madden NFL 09; Rainbow Six Vegas 1 e 2; Super Smash Bros. Brawl e World of Warcraft.
Apesar de incomum, a idéia pode decolar caso a empresa consiga a exposição necessária, acredita o TechCrunch, e pode ser interessante para a própria indústria, diminuindo a debandada de jogadores frustrados que abandonam novos títulos depois de algumas partidas fracassadas.
O endereço do Gamertrainer é http://www.gamertrainer.com/.
Via: Adnews
4 de set. de 2008
Site paga usuários por download de música
O Popcuts, que começou a funcionar em agosto, cobra 99 centavos de dólar por download de música. Depois que você baixa uma canção, a cada vez que outra pessoa comprar a mesma música, aqueles que já tiverem feito o download dela receberão créditos que podem ser trocados por outros downloads no Popcut.
E apesar da forma de pagamento ser crédito para músicas, os fundadores do site pretendem remunerar os usuários com dinheiro.
Hannes Hesse, de 28 anos, um dos três fundadores da empresa, disse que a idéia para o site surgiu da vontade de alinhar o interesse dos artistas de venderem suas músicas ao de fãs que querem obtê-las gratuitamente.
“Achamos que esse novo incentivo para adquirir uma música legalmente pode atrair usuários que não estão mais acostumados a gastar dinheiro para ouvirem canções", explicou Hesse.
A biblioteca do site ainda é pequena – inclui 700 faixas de 200 artistas – mas o Popcuts está acrescentando músicos à sua coletânea, por meio de um acordo feito recentemente com a distribuidora de músicas DashGo, e está em busca de parcerias com gravadoras.
Fonte: Plantão INFO
11 de ago. de 2008
Veja estréia hotsite criado pela TV1
A TV1.Com, agência digital do Grupo TV1, estréia o hotsite "Veja 40 anos", uma das iniciativas que comemoram os 40 anos da revista VEJA até o final de 2008.
A ferramenta é inteiramente baseada no seminário “O Brasil que queremos ser”, que será promovido também pela publicação no dia 02 de setembro, em São Paulo. O evento, produzido pela TV1 Eventos em parceria com a TV1 Vídeo, reunirá alguns dos maiores especialistas nacionais e internacionais nas áreas de educação, economia, imprensa, meio ambiente e democracia, raça e pobreza. O objetivo principal é proporcionar discussões que contribuam na construção de um País melhor para os brasileiros.
No hotsite, além de poder se aprofundar no conteúdo de cada um dos temas, os visitantes poderão conhecer os participantes do seminário, postar opiniões, responder enquetes e votar nas fotos mais marcantes de VEJA nessas últimas quatro décadas. Durante o evento, o site contará ainda com transmissão ao vivo dos debates.
Também será possível conferir os depoimentos de personalidades de diferentes áreas, como do Secretário do Meio Ambiente Xico Graziano, do economista Gustavo Loyola, do especialista em grandes cidades Andréa Matarazzo, de Pelé, do empresário Antonio Ermírio de Moraes, dos atores José Wilker e Regina Duarte, da escritora Lya Luft, do antropólogo Roberto DaMatta, entre outros.
Por meio do site, o público também terá oportunidade de participar de um concurso cultural e concorrer a um convite para o seminário. Para vencer o desafio “Qual a capa de VEJA que você gostaria de ver nos próximos 40 anos?”, os internautas terão que montar a sua própria sugestão de capa, inserindo imagem, título e chamada para a matéria. O concurso se encerra no próximo dia 12.
Amadorismo de sites impede crescimento de empresas
Mas há uma contradição nessa história. Segundo pesquisa do NIC.br, Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto Br, 95% das organizações com dez ou mais funcionários possuem computadores e 92% têm acesso à web. Se a internet já é uma realidade no mundo dos negócios, por que menos da metade das empresas tem um site?
"A percepção da importância dos websites é, muitas vezes, subestimada, quando, na verdade, a oferta de recursos é ilimitada e a lista de benefícios não pára de crescer, com o advento de novas tecnologias e o aumento do número de empresas e consumidores com acesso à rede", explica o diretor-geral da Kyu Design Gráfico, empresa especializada em soluções visuais e criação de sites, André Shibata.
Internet deve ser usada para gerar negócios
O uso da internet visando à geração de negócios ainda é muito baixo no Brasil. Entre as empresas que possuem página na internet, 48% disponibilizam preços e catálogo de produtos e serviços para os consumidores, 34% oferecem suporte pós-venda, 23% aceitam pedidos e reservas de produtos e serviços e 10% possuem recursos para transações completas e meios de pagamento via web.
A discrepância do ponto de vista dos negócios é que os números mostram um ávido exército de consumidores circulando nas páginas da internet e, ainda assim, mais da metade das empresas não possui um espaço na internet. Entre as que possuem, 37% não apresentam nenhum dos recursos pesquisados.
E há o agravante de o amadorismo predominar na rede. "O proprietário do site deve respeitar algumas regras para que a ferramenta seja utilizada de forma positiva. É preciso apresentar uma imagem séria e profissional, que espelhe credibilidade, manter canais de comunicação com o consumidor e conhecer o comportamento do potencial cliente virtual, para saber criar oportunidades, e corresponder às expectativas", afirma o diretor da Kyu Design Gráfico.
Priorize a interação
A maioria das empresas que busca uma empresa especializada em construção de sites tem em mente um produto institucional, que acaba limitando o potencial de interatividade com o consumidor. "Garantir o feedback das dúvidas, sugestões e reclamações em tempo hábil é importante para garantir a fidelização dos clientes . O sucesso de um site pode ser resumido pelo tripé: navegabilidade, objetividade e visibilidade", acrescenta ele.
No Brasil, 45% das empresas que possuem site, ou seja, menos de um quarto do total, fazem vendas pela internet. Mas possibilitar uma transação de venda completa na internet é um dos recursos que o empresário deve buscar, garantindo a compensação do investimento.
De acordo com o NIC.br, com a venda pela internet, 74% das empresas obtiveram redução dos custos dos negócios, 71% agregaram mais qualidade para o consumidor, 69% tiveram o tempo de transação comercial reduzido, 58% registraram vantagem na equiparação à concorrência e 49% conseguiram aumento do número de vendas e de consumidores.