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13 de fev. de 2009

Google usa estudo de rastreamento do olhar para entender usuários

Webdesigers usam equipamentos para o rastreamento do olhar dos internautas para entender como os visitantes interagem com seus sites.

Além disso, empresas como a Eyetools promovem estudos similares para clientes como o Yahoo e o New York Times - mas os resultados geralmente são confidenciais.

Dois funcionários do Google, contudo, publicaram em um post o estudo de rastreamento de olhar feito em uma página de resultados do Google.

O objetivo foi determinar se a inclusão de miniaturas das imagens às pesquisas promovidas distraía ou ajudava os usuários. A conclusão? As pequenas fotos não atrapalham os internautas.

O vídeo divulgado pelo Google mostra pontos vermelhos passeando pelos resultados da busca - sendo que, quando maior a circunferência, mais tempo o usuário pousou seus olhos naquela área.

E acredite: o vídeo aponta o direcionamento dos olhos em tempo real, mostrando que os humanos são capazes de rastrear informações em alta velocidade - talvez maior do que eles próprios imaginem.


2 de out. de 2008

Ibope/NetRatings aponta 24,3 milhões de usuários na web em agosto

Em agosto de 2008, 24,3 milhões de pessoas usaram a internet a partir de computadores domiciliares no Brasil, segundo o IBOPE//NetRatings. Esse número é 2,6% maior que o do mês anterior e 26,1% superior ao de agosto de 2007. Em dois anos, o uso da internet residencial cresceu 78%. O número de pessoas que moram em residências em que há computador com acesso à internet também cresceu e atingiu 36,3 milhões.

O tempo de navegação do brasileiro em agosto de 2008 foi de 23 horas e 50 minutos, 4,3% menos que o tempo de julho, porém 1,6% mais que o de agosto de 2007 e 19,2% maior que o de agosto de 2006. O Brasil continua com o maior tempo por pessoa entre os dez países acompanhados pela pesquisa da Nielsen Online, logo à frente do Reino Unido, que em agosto alcançou 21 horas e 45 minutos, e da Alemanha, que ficou com 21 horas e 2 minutos.

Para todos os ambientes (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas, telecentros) o IBOPE//NetRatings passou a indicar a marca de 42 milhões de pessoas com 16 anos ou mais de idade com acesso à internet, no segundo trimestre de 2008.

Na navegação domiciliar, a categoria que mais cresceu percentualmente no período de um ano foi “Viagens e Turismo”, com evolução de 52,2%, seguida por “Notícias e Informações”, que apresentou crescimento de 35,9%, e por “Comércio Eletrônico”, que aumentou 34,6%. Na comparação com o mês anterior, cresceram proporcionalmente mais “Educação e Carreira”, com 11,3%, e “Família e Estilos de Vida”, com 7,3%.

Por causa da realização dos Jogos Olímpicos de Pequim, o grupo dos sites de “Esportes” registrou o maior crescimento em números absolutos em agosto, ao ganhar 1,9 milhão de novos usuários e atingir audiência de 10,8 milhões de pessoas.

O número de usuários de sites de “Esportes” no Brasil correspondeu a 44,5% do total de usuários ativos do mês e superou os 42,2% de alcance de julho do ano passado, quando foram realizados os Jogos Pan-Americanos Rio 2007. Também foi o maior alcance durante a Olimpíada entre os dez países monitorados com a mesma metodologia. Navegaram em sites esportivos em agosto de 2008 42,2% dos internautas domiciliares da França e 42,1% do Reino Unido. “Em alguns países europeus, os internautas navegaram mais em sites de esportes no mês de junho, durante a Eurocopa 2008”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE//NetRatings.

“O que diferenciou o Brasil dos demais países foi o interesse dos internautas brasileiros pelos jogos ter começado já em julho, sobretudo entre as mulheres, além de uma maior procura por vídeos durante a competição”, comentou o analista. “O Brasil também apresentou forte crescimento da proporção de crianças navegando em sites esportivos no mês da Olimpíada.”

Via:Adnews

29 de set. de 2008

Mídia fatura R$ 11,3 bi com publicidade; web é destaque

O mercado publicitário está mais próspero. Cresceu 14,7% nos primeiros sete meses do ano em comparação com o mesmo período de 2007, segundo dados dados do projeto Inter-Meios.

Os veículos de comunicação faturaram R$ 11,3 bilhões com publicidade, em registro feito até julho. O principal destaque da lista foi a internet. O meio cresceu 44,4%, alcançando R$ 383,2 milhões e um total de 3,37% de participação. Em 2003, primeiro ano em que o meio passou a ser medido, a participação era de 1,7%.

Mesmo com o aumento, a web perdeu a quinta posição no bolo publicitário para a TV paga, que aumentou Olimpíadas que fizeram com que aumentassem os investimentos no meio. Foram R$ 384,1 milhões, ou seja, 3,38%.

O primeiro lugar do ranking permanece na mão da TV aberta, que faturou R$ 6,6 bilhões, 58,5% do total. Rádio (24%), revista (21,3%) e TV por Assinatura (22,9%) também aumentaram suas médias. O Guia e Listas (-13,2%) foi o único meio que teve performance negativa.

Via: Adnews

26 de set. de 2008

89 FM lança novo portal na web

Na próxima segunda-feira, dia 29 de setembro, a 89 FM lança seu novo site. Interatividade e relacionamento são as palavras de ordem. Com as novidades, o canal se torna um portal de conteúdo possibilitando o aumento no tempo médio de navegação dos internautas.

As novidades são: Videocast e Audiocast; área de notícias turbinada em todo o site: agora além de se informar, o ouvinte também vai poder comentar e encaminhar as matérias; galeria de fotos totalmente renovada e desenvolvida em flash; mais música: o visitante poderá ouvir na íntegra e assistir ao videoclipe das músicas mais pedidas na 89; novo sistema de cadastro com tecnologia Adobe e newsletter customizadas.

Além disso, a cada 15 dias, novas ferramentas e funcionalidades serão disponibilizadas. A novidade mais aguardada é a possibilidade de customização da home page. O internauta poderá deixá-la do seu jeito, alterando cor, fonte, aparência e links mais acessados.

Via: Adnews

14 de jul. de 2008

Brasil é o sexto maior investidor em publicidade, e web teve maior ascensão

Segundo dados apurados pelo Mídia Dados 2008, o Brasil ficou em sexto lugar no ranking dos países que mais investem em publicidade. A publicação ainda traz a divisão do bolo publicitário, números sobre investimentos, audiência dos meios, perfil demográfico e outras informações sobre o mercado.

A edição informa que o investimento em veiculação de publicidade em mídia brasileira em 2007 foi 9,3% maior do que no ano anterior (5% de crescimento considerando a inflação). O valor bruto, que não considera os descontos nas negociações entre agências e veículos é de R$ 21,1 bilhões, enquanto em 2006 ficou em R$ 19,3 bilhões.

Apesar de os números significarem ainda um desempenho tímido por analistas do mercado, a expectativa de crescimento em 2008 é alta baseada em números do primeiro trimestre, quando a mídia brasileira faturou 15,5% a mais com peças publicitárias. Espera-se que o país cresça 7% puxado por setores da indústria automobilística e do segmento imobiliário.

A TV aberta continua liderando os investimentos com quase 60% de participação. Entretanto, a maior ascensão ficou por conta da internet, com crescimento de 45% em relação a 2006. A TV por assinatura teve 20,6% de aumento, as revistas ficaram com 7,1%; jornais e cinemas com 15,2% e 23,1%, respectivamente.

11 de jun. de 2008

5 de jun. de 2008

Web supera TV paga e outdoor em publicidade

Pela primeira vez no Brasil, a Internet recebeu mais investimentos publicitários do que a TV paga e mídia exterior.

Os dados são do Projeto Inter-Meios, que comparou valores investidos no primeiro trimestre de 2008 com o que foi aplicado no mesmo período do ano passado.

De acordo com números, de janeiro a março, as empresas do ramo digital faturaram R$ 134,3 milhões com publicidade. O aumento de 36% fez da internetet a campeã de crescimento.

Entretanto, a participação ainda é pequena se comparada aos outros meios: 3,24% do bolo publicitário.

A mídia exterior recebeu aporte publicitário de R$ 132,2 milhões (3,19%) e a TV paga fechou o trimestre com o faturamento de R$ 117,4 milhões e participação de 2,84%.

Na análise do Interactive Advertising Bureau (IAB), entidade que estuda os meios interativos no Brasil, o maior uso de computadores contribuiu para o resultado histórico.

Web 2.0 exige posicionamento das marcas?

Quando estudamos posicionamento de marcas na faculdade, sempre revisamos os casos clássicos de empresas que escolheram algum nicho de mercado ou classe social que obtiveram sucesso. Também revemos os que não deram certo porque o produto tentou explorar um segmento, mas não foi aceito.

Para a maioria dos produtos, posicionar-se corretamente é uma questão central na estratégia de conquista do espaço. Por razões diversas, marcas optam por colar sua imagem à classe A ou E. O direcionamento define o sucesso ou fracasso da marca ou produto.

Não há erro algum em explorar mercados menores com produtos mais caros e lucrativos ou muito mais clientes com marcas de baixo custo e com lucratividade por unidade vendida muito reduzida. Há espaço para todos, desde que a marca ou produto tenha aderência ao público ao qual se destina.

E na internet? Até pouquíssimo tempo a Web não existia e quando começou a aparecer no Brasil, no meio da década passada, só havia internautas das classes A e B. Portanto, o posicionamento de todas as empresas era simples, sem muita nuance. Afinal, o espectro social presente era muito pequeno.

Mas acompanhamos uma mudança radical de uns dois ou três anos para cá. Com o preço dos computadores em queda; financiamentos abundantes para compra desses equipamentos; banda larga mais acessível, evitando estouro do orçamento doméstico por causa da conta de telefonia fixa; mais opções de locais públicos com Internet como lan houses, bibliotecas, escolas e cybercafés; além da possibilidade do acesso móvel pelos celulares e laptops; a classe C especialmente, mas também a D e E têm ganhado espaço na Web brasileira.

Como será que as empresas que usam a Internet têm trabalhado seu posicionamento para explorar melhor as diferenças sociais agora existentes no mundo virtual? Ou será que na Web as diferenças de classe social, renda e perfil psicográfico são irrelevantes? É possível que o resultado obtido no mecanismo de busca elimine a necessidade de posicionamento?

Essa questão é muito relevante no Brasil, pois as redes sociais no País têm uma dimensão maior que em outras nações. São milhões de pessoas interagindo e influenciando outras diariamente. E, estudando mais profundadamente esses movimentos, verificamos que há duas bases de sustentação para essa grande massa de pessoas: sites de busca e retroalimentação.

Influência das redes sociais

É impressionante que a base de transferência de tráfego para as redes sociais sejam os buscadores e as comunidades. Há blogs ou comunidades, por exemplo, que recebem 90% de seus visitantes através de uma ferramenta de busca. E são incontáveis esses casos.

Quando começam a cair no gosto do internauta brasileiro, os próprios blogs e comunidades se encarregam de transferir audiência para essas páginas. É um movimento de retroalimentação que se iniciou com uma busca em um “search engine”.

Caso clássico desse movimento é o Orkut, que dependeu dos resultados das ferramentas de busca no início, mas hoje alimenta outras comunidades. Da mesma forma outras redes sociais o alimentam com mais público.

Aparentemente, o público das lojas online procura bons preços e segurança na transação. Talvez isso o influencie a buscar novos parceiros com menos intensidade, voltando-se mais para o local no qual já comprou e se sentiu confortável. Esse é um internauta mais velho que a média do usuário do emaranhado de redes sociais, portanto, menos afeito à procura por novidades.

Por outro lado, os usuários das redes sociais são mais jovens, buscam novidades constantemente (e esse universo mostra novidades permanentemente). Porém, esses dois universos não são estanques, muito pelo contrário, mantêm-se em contato permanente, influenciando-se diariamente.

Essa busca desenfreada por novidade começa a aparecer no comércio eletrônico brasileiro. Mais setores econômicos estão aproveitando a Internet e cada vez mais lojas menos conhecidas são visitadas. Há mais empresas explorando nichos do comércio e a lista de produtos disponíveis para compra online amplia-se.

Isso é natural, pois esse internauta que é fã da interatividade das redes sociais vai, aos poucos, ampliando suas ações na Internet. E quando passa a aderir ao comércio eletrônico, traz consigo essa experiência de buscar diuturnamente as novidades, de procurar aquilo que ainda não conhece.

Com o número de usuários crescendo ininterruptamente, bem como o número de empresas e produtos à venda na Web, voltamos ao tema inicial: as companhias estão preocupadas em posicionar suas marcas e produtos adequadamente para cada perfil de consumidor? Se todas as lojas optarem pelo mesmo posicionamento (ou pior, sem nenhum), tudo será decidido pelo preço mais baixo. E o consumidor deseja muitas outras coisas ao procurar um produto ou serviço.

27 de mai. de 2008

Publicidade online cresce 36%

Os investimentos em propaganda online se intensificaram. De acordo com estudo do projeto Inter-Meios, o faturamento do mercado cresceu 36% no primeiro trimestre de 2008 em comparação com o mesmo período do ano passado. A receita foi de R$ 134,2 milhões.

Atualmente, a participação da Web no bolo publicitário é de 3,25%. A TV se mantém como líder. Percentualmente, internet foi a mídia que mais cresceu em termos de investimentos por parte de agências de propaganda e anunciantes, fato que deve se repetir do segundo trimestre do ano, segundo estimativa do Inter-Meios.

27 de mar. de 2008

Adidas usa redes sociais da web para fidelizar clientes

Quando o assunto são redes sociais da internet, como os sites de relacionamentos, logicamente estamos nos referindo a atividades que nascem e morrem na própria web, correto? Não necessariamente, como fica claro ao se observar uma tendência que cresce entre empresas relacionadas a práticas esportivas. Em vez de privilegiar a reunião de consumidores apenas em comunidades virtuais, como é comum, as companhias do setor apostam em estratégias que começam na plataforma digital e se estendem em eventos do "mundo real", como festas e atividades esportivas. O objetivo é estreitar relacionamento com clientes, servindo-se das comunidades como ferramenta para ampliar e fidelizar consumidores.

É exatamente o que faz agora a Adidas. A empresa lança no momento uma estratégia que contempla a criação de uma grande comunidade virtual que extrapola os limites da web. Com o nome de Adidas Code, a ação tem como foco congregar consumidores adeptos da prática da corrida. A campanha conta com site que apresenta conteúdo específico relacionado ao chamado running - como é chamado o mercado de corrida-, como dicas de treinamento, alimentação balanceada e orientação de especialistas em condicionamento físico. "O running é a modalidade esportiva que mais cresce hoje no mercado.

E, nessa área, passar credibilidade é fundamental. O Adidas Code vem exatamente com o objetivo de transmitir confiança para o consumidor, por meio de todo um suporte conferido por especialistas", afirma Luciano Kleimam, diretor de marketing de Adidas, que não releva dados financeiros, como investimento na campanha ou faturamento da empresa. Além do conteúdo informativo, há uma série de benefícios para estimular a participação dos membros dentro e fora da web. Descontos para a inscrição em competições exclusivas patrocinadas pela Adidas e compra de itens da linha running, como tênis e agasalhos, estão entre eles. "A idéia é, quanto maior for a interação por parte do membro, maior o valor de descontos para compras de produtos, entre outras vantagens", explica Mariana Fleury, diretora de atendimento da B/Ferraz, agência responsável pelo desenvolvimento do Adidas Code.
Serviços

Outro importante elo da cadeia de negócios da área esportiva, as academias de ginástica também enxergaram nas comunidades virtuais uma aliada para prestar serviços e estreitar relacionamento. A Companhia Athletica, rede composta por 13 unidades em diferentes cidades e um total de 30 mil alunos, inspirou-se na web 2.0, de cunho colaborativo, para criar o GenteCia. Trata-se de uma rede social exclusiva para alunos e colaboradores da empresa e que contou com investimento de R$ 90 mil. Ela permite que os clientes tenham acesso a dicas de condicionamento físico e alimentação, por exemplo. Tem até espaço para classificados. "Os participantes podem divulgar a venda de serviços profissionais, caso de professores e médicos, ou mesmo produtos, como carros", diz Rafael Kiso, diretor de tecnologia da Focus Networks, agência de negócios digitais responsável pelo desenvolvimento da GenteCia. "O meio digital se tornou uma eficiente plataforma de relacionamento com o cliente", afirma Marcos Nisti, diretor de marketing da Cia Athletica. As atividades fora do meio digital também estão no foco das estratégias." As ações transcendem o digital e envolvem atividades físicas fora da web".

Na concorrente Competition, formada por três unidades localizadas na cidade de São Paulo e cerca de 6 mil alunos, as palavras comunidade e interação igualmente soam como música na tentativa de fisgar consumidores. Conforme explica Renato Nascimento, diretor da Orange, agência de marketing digital que atende a Competition, há um ano e meio foi inaugurado um espaço interativo exclusivo para alunos no site. Em abril, haverá o lançamento de uma versão ampliada da rede social, com mais conteúdo e serviços exclusivos. "A nova versão aumenta a possibilidade de se conhecer o perfil do cliente. E criamos condições para que se relacionem também fora da academia", diz. "Identificamos que os alunos já combinavam atividades extras, como passeios a parques. Estamos fazendo a mediação de contatos", reforça.

26 de mar. de 2008

Convergência on-line e off-line é a nova tendência do mercado

Carlos Merigo tem o perfil do novo profissional de Marketing. Com apenas 26 anos, faz parte de uma geração de adolescentes que chegam à profissão depois de uma longa experiência com a internet desde o seu surgimento no Brasil, em 1995. Seu interesse por esta mídia surgiu logo no ano seguinte, aos 14 anos, aliado ao desejo de compartilhar informações pela internet com outras pessoas.

Essa característica o acompanhou de tal forma que, em 2002, surgiu o Brainstorm#9, hoje um dos blogs brasileiros mais famosos sobre Marketing e publicidade, referência para muitos profissionais, estudantes, agências e empresas. E foi justamente devido a esta notoriedade alcançada que surgiu o convite da Fischer América para trabalhar como Analista de Tendências, cargo que ocupa há três anos e meio.

Nesta época, questões como a mudança do comportamento do consumidor, principalmente após sua relação com a internet, as novas ferramentas tecnológicas e as oportunidades que poderiam ser geradas já estavam em discussão no mercado. A Fischer, buscando um novo olhar sobre essas questões, viu em Carlos Merigo uma chance de perpetuar essa visão entre seus colaboradores.

Carlos Merigo surge em um momento em que a mídia tradicional é cada vez menos visada como meio de publicidade, enquanto ações de marketing ganham força, principalmente quando aliadas com entretenimento. “Hoje, há um alto volume de publicidade. Quanto maior for, menor a eficácia. É muita informação junta. As pessoas não vêem mais a mesma coisa na TV como era em outros tempos”, afirma Merigo durante o I Fórum Internacional ABA Petrobrás de Comunicação Digital. Para ele, porém, não há um cenário apocalíptico, e sim novas oportunidades.

É justamente essa relação particular com as mídias de cada usuário que força as empresas a construir planos de marketing multimídia com ações integradas. Foi assim que se sucedeu o case de sucesso da Caixa Econômica Federal pela Fischer. A meta era lançar um novo plano de mídia sobre poupança. Para isso, a empresa focou nas crianças, promovendo ensinamentos sobre como poupar dinheiro e, assim, atrair o interesse dos pais.

“Quem faz marketing viral é o público”
Além da campanha na mídia tradicional, que mostrava os “monstrinhos” Poupançudos interagindo com crianças e adultos, houve uma ação promocional que distribuiu pequenos cofres com o formato dos personagens e algumas ações de Marketing Viral. Ou, como melhor explica Merigo: “nós não fazemos Marketing Viral, quem faz é o público se o nosso conteúdo for relevante ou divertido”.

Entre alguns vídeos postados pelo próprio Merigo no You Tube, dois se destacaram: uma paródia do famoso vídeo da Nike com Ronaldinho Gaúcho e seus chutes na traves, gravado em um dos intervalos de gravação de um anúncio televisivo da Caixa, e o “Futebol dos Poupançudos”, em que os cofrinhos da ação de brinde se reúnem para uma partida de futebol.

O sucesso pôde ser percebido pelo alto número de visualização –mais de 2 milhões para o vídeo paródia, segundo Merigo, além de exposição na imprensa - e os inúmeros vídeos amadores de diversas pessoas criando histórias e brincadeiras com os cofres da Caixa.

Ações em redes sociais
Além disso, cerca de 40 comunidades no Orkut foram criadas sobre a campanha. Foi a partir dali que surgiu a idéia dos cofrinhos. “Vimos ali muitas crianças e jovens interessadas nos personagens. Por isso, realizamos sorteios e promoções para criar um relacionamento com essas pessoas que já se apresentavam dispostas a gostar da marca”, conta Merigo.

Um hotsite com músicas infantis sobre como poupar dinheiro cantadas pelos Poupançudos, que poderiam ser baixadas para mp3 player ou celular, também foi criado. Além disso, uma conta foi criada para o MSN, onde crianças podiam conversar com um dos Poupançudos, recebendo dicas sobre como poupar e interagindo com brincadeiras.

Essa idéia de participação e contato com o consumidor é uma das inovações que Merigo tenta disseminar na Fischer. Para realizar essa interação, o consumidor deseja ver em uma campanha sinceridade, relevância e conteúdo. O consumidor hoje rejeita a publicidade do “auto-elogio”, como chama Merigo, e quer cada vez mais interagir e experimentar uma marca ou produto no local em que ele freqüenta, seja virtual ou real, antes de acreditar em qualquer opinião emitida por uma empresa sobre o que ela faz.

Por isso, o profissional híbrido torna-se cada vez mais necessário e as agências precisam ir onde o seu consumidor está, unindo mobilidade e imediatismo em suas ações. “Não existe mais essa separação entre on-line e off-line. Mais do que um portfólio bonito, tem que ter tudo digital, pensar a mídia e gerar experiência com o consumidor como um tudo”, ensina o Analista de Tendências.

Carlos Merigo conversou com o Mundo do Marketing sobre estes temas e também abordou questões como o marketing de guerrilha e a relação do marketing com os blogs. Acompanhe.

Quando o Marketing investe em entretenimento e conteúdo, ele não deixa de ser, de certa forma, sincero? Afinal, as ações de marketing não deixam de ter como motivo aumentar vendas.
Não acredito nisso. Quando você faz uma ação na rua mostrando uma pessoa fantasiada de rei saindo com uma modelo [ele se refere a uma campanha feita em 2006 nos Estados Unidos pela rede de lanchonetes Burger King], as pessoas sabem que aquilo tem um plano de Marketing incluído. Sabem que há uma marca por trás disso, oferecendo entretenimento e conteúdo para essa pessoa. Ele vai se envolver com a marca de uma forma diferente, e não interrompendo sua diversão com um comercial. Nossa comunicação hoje em dia tem que ter mais contato, impacto. Temos que falar de igual para igual com o consumidor, e não invadir a vida dele apenas com anúncio chato e enfadonho. Você cria uma relação emocional que nenhum anúncio pode alcançar.

Como é o trabalho de influenciar outras pessoas sobre a importância da convergência on-line e off-line e ações em espaços alternativos?
Não é fácil. Há duas etapas: a primeira é fazer as pessoas conhecerem que meios e ferramentas temos disponível. É o trabalho de criar uma ação inovadora e justificar seu potencial mostrando cases que deram certo. Depois, devemos fazê-las acreditarem no potencial destas ferramentas, o que é mais difícil. Não é do dia para noite, mas existe uma evolução clara desse trabalho, com cada vez mais pessoas interessadas nessas novas tecnologias. Claro, há pessoas acomodadas com o que já fazem, pois sabem que assim vão garantir o seu bolso ao longo do ano, porém há muitas pessoas interessadas em inovar.

Além dessa convergência, você vê o mesmo potencial e dificuldades quando a marca vira mídia ou aposta em advergames e em eventos?
Sim, claro. E cases como a associação da Coca-Cola com música é um material bom para provar o quanto o entretenimento e o conteúdo dão resultado e são divertidos para consumidor. É bom que esses cases surjam para poder mostrar aos clientes o que está funcionando no mercado. Mostrar como podemos, de maneira simples, expandir uma ação para outras mídias e começar a experimentar. Ações na rua, na internet, no celular, e-commerce... Acho que temos que pensar de forma integrada, pensando em todas as mídias.

Que outras tendências, além da convergência entre ações on-line e off-line, você enxerga para o futuro?
Apesar do nome “analista de tendências”, isso não é um exercício de futurologia. As coisas estão mudando, mas não devemos simplesmente aproveitar qualquer coisa nova que surge deliberadamente. Se surge alguma nova tendência, devemos olhar e pensar se aquilo pode ser usado para a marca. Não é qualquer uma que terá bons resultados em ações no Orkut ou outras redes sociais. Se para o público dessa empresa as redes sociais não forem importantes, não é interessante fazer uma ação desse tipo. Não se deve apenas aproveitar o que está na moda e fazer qualquer coisa por fazer. Tem que sempre analisar as ferramentas novas que surgem no ponto de vista do cliente. Se aquilo for importante para a marca, vamos trabalhar com ela. Se for só para parecer moderninho, não.

Você chegou a trabalhar com Marketing de guerrilha. Como está este mercado?
Trabalhei na Espalhe, uma agência especializada em Marketing de guerrilha em São Paulo. Fiquei lá mais de um ano. Esse mesmo trabalho de convencimento que precisamos passar a outros profissionais de Marketing sobre a convergência digital é feito com o Marketing de guerrilha. Da mesma maneira do Marketing digital, o investimento é bem menor do que em outras mídias. E, assim como no digital, há cada vez mais empresas fazendo experiências. Uma pequena parcela da verba de Marketing acaba sendo destinada à ações como essas, fazendo ação diferenciada nas ruas, voltada para performance, ou alguma arte urbana, por exemplo. Essa ação do rei e da modelo do Burger King é Marketing de guerrilha. Cria-se um factóide, tira fotos disso na rua e espalha pela internet. Se até mesmo uma grande rede faz isso, deve ser porque há boas oportunidades nisso.

Hoje muito se fala da influência dos blogs jornalísticos no próprio Jornalismo. E os blogs do Marketing? Eles exercem influência sobre o mercado?
Do ponto de vista profissional, cada vez mais pessoas que tem blog sobre Marketing e publicidade estão sendo visadas e contratadas por diversas agências. Há várias agências especializadas em internet e banda larga que procuram essas pessoas devido à sua experiência nesse meio. Além disso, há um bom trabalho de relembrar e mostrar trabalhos, cases de sucesso recentes mundo afora que, até então, a maioria dos profissionais só iria conhecer uma vez por ano no Festival de Cannes.

Quando chega o Festival em junho, a maioria dos trabalhos premiados lá já virou assunto em vários blogs. Há um trabalho cada vez maior para distribuir e mostrar cases regionais, antes isolados em uma determinada região. O Marketing pode até tentar realizar ações com blogueiros ou incentivar a divulgação de uma ação, marca ou produto. Só não pode colocar obrigações. É bom ter cuidado, pois, se algo não agradar um blogueiro, ele pode compartilhar isso na internet. Não há como controlar.

25 de mar. de 2008

Teaser rola na web

Um videozinho que rola na web gera curiosidade. Seria uma ação da Sony? Um teaser?

As estrelas do filminho, que foi rodado em Londres, são coelhos a la Bravia. Mas na última cena aparece logo do HSBC. A ação promete continuidade.

Coelhos, Páscoa, Sony, HSBC...sabe-se lá...

Espie aqui.

17 de mar. de 2008

Novo site ajuda usuário a seguir amigos pela rede

Lançado no fim do mês passado por ex-funcionários do Google, o FriendFeed é uma espécie de agregador da internet. O site oferece a possibilidade de acompanhar o que seus amigos estão fazendo em outros locais na rede, como no Facebook, Twitter, Flickr, YouTube e Digg.

Reprodução
FriendFeed.com permite que usuários saibam o que amigos estão fazendo pela web
FriendFeed.com permite que usuários saibam o que amigos estão fazendo pela web

O conceito do agregador é simples. Basta o usuário cadastrar no site suas contas em blogs e redes sociais e adicionar seus amigos. Cada vez que postar uma foto no Flickr ou escrever um post em seu blog, por exemplo, o site publica seu "novo passo". O usuário também tem a opção de receber as atualizações por e-mail.

O serviço, disponível apenas em inglês, não requer a instalação de nenhum software, mas precisa da colaboração dos amigos, que também devem participar.

Ao todo, o FriendFeed permite monitorar até 28 sites e serviços diferentes. O Orkut, sensação no Brasil, mas nem tanto nos Estados Unidos, está fora da lista.

World Web Expo Forum discutirá Web 3.0

Nos dias 18 e 19 de março acontece na Amcham (Câmara Americana de Comércio de São Paulo), a segunda edição do World Web Expo Forum, evento que discutirá os rumos da internet no Brasil e no mundo e dos negócios que envolvem a Web 2.0 e Web 3.0. Com realização da Converge Comunicações e apoio, dentre outras empresas, do propmark, nos dois dias do evento são esperados cerca de 250 profissionais da área de tecnologia e marketing.

O World Web Expo Forum contará com a presença e participação de profissionais de tecnologia, comunicação, conteúdo, negócios, marketing, publicidade e pesquisadores, além de executivos das grandes empresas que atuam no segmento, como: Google Brasil, Agência Estado, Ibope Inteligência, Adrenax, MySpace Brasil, MSN, Microsoft, IBM Brasil, Terra, Intranet Brasil, McCann Ericsonn, Young Brasil, Age, Idid e África.

No evento, serão discutidos o uso da Web 2.0 no celular, as experiências das redes sociais, o perfil, os hábitos e o comportamento do usuário 2.0, as novas tendências e a Web 3.0.
Além disso, haverá palestras com profissionais da área, como: Brian Crotty (Babelfish); Caíque Severo (iG); Marcelo Coutinho (Ibope Inteligência); Mário Costa (IBM Brasil); Ricardo Saldanha (Intranet Portal); Rodrigo Araújo (Upcode Solutions); Gabriel Mendes (TIM); Aby McMillan (Abril Digital); Fiore Mangone (Nokia); Fábio Freitas (Vivo); Claudia Woods (Predicta); Cacau Guarnieri (Plena Consultores); Manoel Lemos (BlogBlogs); Alexandre Hohagen (Google); Ricardo Kobaiashi (portal do governo do Estado de São Paulo); Ângelo Frazão (McCann Erickson e Grupo de Mídia); Elisa Calvo (Young Brasil); João Binda (Age); Rodrigo Bolton (Agência Estado); Gil Giardelli (Adrenax); Emerson Calegaretti (MySpace Brasil); Caio Tulio Costa (iG); Osvaldo Barbosa (MSN-Microsoft); Paulo Castro (Terra e IAB); Juarez Queiroz (Globo.com); Igor Puga (Idid); Antônio Bicarato (Africa).
A inscrição custa R$ 1.050,00 e devem ser feitas pelo telefone 0800-7715028 ou pelo e-mail info@convergecom.com.br.

12 de mar. de 2008

Hipnose 2.0


O SimplesPark, é um diretório onde você encontra várias aplicações da web 2.0, e eles fizeram uma compilação com 5000 logos desses sites em 333 segundos. Confira o vídeo quase hipnótico:



Fonte: Comunicadores de Plantão

5 de mar. de 2008

Blogs: 9 ferramentas e serviços essenciais para criar e sofisticar o seu

Não há mais espaços para estereótipos: a grande mídia vai ter de se adaptar a milhões de vozes que publicam conteúdo online, enquanto os blogueiros devem saber que não vão enterrar a mídia já estabelecida.

Nesta conjuração entre o novo e o tradicional, nada como entender as principais ferramentas e serviços disponíveis online para correr atrás de notícias, comentar assuntos aleatórios ou registrar o que acontece no seu cotidiano.

Tal qual os 13 serviços brasileiros indispensáveis para o usuário, o IDG Now! juntou nove nomes, entre ferramentas de blogs, ferramentas de medição e até mesmo métodos de licenciamento, que não devem ser ignorados na hora de montar seu próprio blog.

A lista é um bom apanhado para que usuários iniciantes tenham um direcionamento mínimo para escolherem a melhor plataforma de publicação, junto a serviços complementares para melhor gerenciamento e acréscimo de funções básicas no blog.

O resto é contigo. Confira a lista.

WordPress
É difícil apontar hoje uma ferramenta de blogs melhor que o Wordpress, criado pela pequena Automattic e responsável por roubar usuários e atenção do Blogger, do gigante Google. Some uma plataforma em código aberto altamente customizável com uma biblioteca de temas e plug-ins gigantesca criada e organizada pela comunidade e um competidor há muito completamente estagnado e você tem uma migração em massa para o WordPress.

A facilidade de gerenciamento de textos, a riqueza de edição de posts, a facilidade com que plug-ins são instalados e o número de ferramentas ignoradas pelo Blogger (a nuvem de tags é a principal delas) fazem do WordPress o serviço realmente indispensável para quem pensa em começar um blog ou facilitar o gerenciamento do seu.

Ao adotar o WordPress, abra os olhos para dois plug-ins essenciais: o Akismet, já integrado ao serviço, que filtra comentários spams, e o WP-Cache, que ajuda a manter seu blog no ar no caso de avalanches de acesso.

Blogger
O Blogger montou sua dominação entre blogs num mercado praticamente abandonado por outras opções - de 1999 a 2003, a ferramenta de blogs da Pyra Labs, comprada pelo Google em 2003, reinou soberana.

Quando surgiu, é inegável que o Blogger fosse a ferramenta mais ampla e customizável em um mercado onde blogs ainda se restringiam a entusiastas que começavam a quebrar a visão do blog como diário virtual.

A compra do Google deu ao Blogger uma ótima interação com a plataforma de publicidade AdSense, assim como com vídeos do YouTube e Google Video - por mais que as obras do primeiro tenham também ótima interação com plataformas externas, como WordPress e LiveJournal.

A pressão do WordPress fez com que o Google voltasse a investir pesado na sua plataforma de blogs, o que vem diminuindo a superioridade técnica do concorrente.


Technorati
O que os milhões de blogueiros estão dizendo neste exato instante? O Technorati rastreia posts, vídeos e imagens publicadas na blogosfera para tentar indicar as direções de um sistema altamente dinâmico e nem um pouco previsível.

Ao indexar os posts e agregá-los conforme assuntos, o Technorati se transforma em uma espécie de janela da blogosfera, onde se descobre os assuntos em voga nos blogs.

O Technorati é também essencial para que você meça a popularidade pela melhor métrica online: o número de links que apontam para seu blog. Pelos critérios do Technorati, cada blog ganha uma Autoridade correspondente ao número de links provenientes de blogs diferentes nos últimos seis meses.

Google Analytics
Não só de links se faz uma medição de audiência de blogs. Entre as ferramentas que indicam como e quantas pessoas chegaram ao seu blog e quanto tempo elas navegaram visitantes, o Google Analytics dá um banho em qualquer concorrente.

Além de não sujar seu blog com propagandas indesejadas (cuidado com estes, como o WebStatus, por exemplo), o serviço, facilmente instalado em blogs hospedados em servidores próprios, demonstra visitantes, páginas vistas, localização, palavras chaves usadas em buscadores e referências, além de cruzar diferentes métricas e oferecer relatórios que podem ser baixados em planilhas.

BlogBlogs
Em poucas palavras, o BlogBlogs se baseia na funcionalidade do Technorati para mapear a blogosfera brasileira e indicar tantos os endereços mais populares como os assuntos em discussão no momento.

Mais que simplesmente indexar, porém, o BlogBlogs começa a tomar o caminho agregar muitos tipos de conteúdo a respeito de um mesmo tempo, mimetizando o que o TechMeme faz com a blogosfera norte-americana.

Ótimo exemplo da funcionalidade acompanhou jornalistas e blogueiros durante a Campus Party Brasil 2008, quando o LiveStream se tornou a principal fonte de informação do evento de internet realizado no prédio da Bienal.

FeedBurner
O que blogueiros experientes já sabem, mas é necessário que os iniciantes entendam é que restringir o próprio feed RSS em nome de alguns cliques no blog não passa de uma grande bobagem.

Com o feed liberado, é preciso confiar num serviço que dê mais que simplesmente o número de assinantes. É aí que entra o FeedBurner, ainda melhor depois que o Google o comprou em junho, liberando seus serviços Pro para todos os usuários.

Além de acompanhar a popularidade do seu feed pelo número de visitantes e plataforma usada pelos leitores, o FeedBurner indica os posts mais lidos, cria sistemas de entrega de posts por e-mail e integra campanhas de publicidade na reproduções de textos em RSS.

Sphere
Assim como você vai tecer suas considerações, acrescentar novidades ou apenas replicar notícias, saiba que são milhões de pessoas, blogueiros ou jornalistas profissionais, escrevendo e dando opiniões sobre o mesmo assunto.

O Sphere aposta nesta integração entre milhares de outros blogs com um ícone colocado no final de cada post que, clicado, traz uma relação de posts, notícias e reportagens sobre o mesmo assunto.

Ao invés de se perder pela overdose de conteúdo indexado pelo Technorati, o leitor consegue ter acesso a conteúdos similares, determinados pelo algoritmo do serviço, sem abrir uma nova aba do navegador.

Google Translate
Nem todos os leitores que chegarão ao seu blog falam português - algumas das buscas por nomes próprios em serviços como Google e Yahoo podem trazer usuários de outros países para seu blog.

Por que não oferecer uma ferramenta na coluna lateral que faça a tradução automática pelo Google Translate, melhor serviço do tipo na internet atualmente?

Integrado ao blog por um simples código, o gadget do Google Translate, formatado para português, faz a tradução apenas para o inglês. A partir do inglês, o serviço faz a tradução para até 13 línguas.

Creative Commons
Produzir conteúdo online, seja você um conglomerado de mídia ou um blogueiro iniciante, implica em possíveis citações e uso de conteúdo que passam por supostas regras de proteção aos direitos autorais.

Já ouviu falar do Creative Commons, não? Por mais que não seja um serviço, o entendimento do sistema de licenças é essencial para proteger os aspectos que você acha mais importantes no conteúdo que produz.

A terceira versão das licenças do Creative Commons traz seis variações, escolhidas pelo usuário conforme seu gosto, que vão desde a simples atribuição de trabalho à restrição de material derivado ao bloqueio da comercialização de conteúdos.

20 de fev. de 2008

BBC venderá programas na Web para compensar perda

A BBC Worldwide Ltd., braço comercial da British Broadcasting Corp. (BBC), comercializará programas de TV no Reino Unido por meio da loja virtual iTunes, da Apple Inc. O objetivo é compensar a queda dos recursos gerados pelas taxas de licença pagas pelos consumidores.
A partir de agora, a Apple oferecerá episódios de séries dramáticas e de programas humorísticos como "Torchwood", "Life On Mars" e "Little Britain", disse em comunicado divulgado por e-mail a emissora, sediada em Londres. Cada episódio custará 1,89 libra esterlina (US$ 3,68).

A mais antiga emissora pública de TV do mundo empreende uma estratégia para estimular o faturamento e assim compensar a desaceleração nas verbas estatais obtidas. Em outubro passado, a BBC anunciou planos para demitir 2,5 mil funcionários, vender sua sede de Londres e produzir um número menor de programas. A BBC Worldwide, que também comercializa DVDs e revistas, adquiriu a empresa de guias de viagem Lonely Planet no ano passado e, em janeiro deste ano, lançou um canal de vídeo on-line em parceria com o site de relacionamento MySpace, da News Corp.

"Com o aumento do número de pessoas que preferem assistir a programas de TV em seus iPods, os fãs de séries como "The Mighty Boosh" e "The Catherine Tate Show" podem, a partir de agora, assistir a esses programas onde quer que estejam", disse Simon Danker, diretor da área de mídia digital da BBC Worldwide. Eddy Cue, vice-presidente do iTunes, disse que "programas de TV têm se mostrado incrivelmente populares junto aos usuários do iTunes no Reino Unido".

Fonte: Adnews

26 de nov. de 2007

Novo site do Cannes 2008 já está no ar

O ano nem virou e já vai começar tudo de novo. O site versão 2008 do Cannes Lions já está no ar, com algumas novidades em relação às suas versões anteriores.

A principal delas, na verdade, diz respeito ao festival em si: o Design Lions, além de confirmado, já tem presidente anunciado. Trata-se de Rodney Fitch, o nome por trás da Fitch Worldwide e um dos principais nomes do design britânico desde a década de 1970. Aalém de tocar seus negócios, Fitch é o presidente da V&A Enterprises, braço de negócios do londrino Victoria and Albert Museum.

O nome do Presidente do Júri de Film e Press também está confirmado e já era conhecido: Craig Davis, diretor mundial de criação da JWT. Outros nomes serão anunciados ao longo dos próximos meses.

As inscrições de delegados começam a ser aceitas no próximo dia 10 de janeiro, enquanto as inscrições de peças estarão disponíveis a partir de 31/01.

Outro new feature interessante é a ampliação do conteúdo, com a seção Lions+. Já estão disponíveis as seções:

- "Behind the Idea", com os bastidores de grandes campanhas (a começar por "Evolution", da Ogilvy Toronto para Dove, vencedora em Film e Cyber este ano);

- "50+ Years of Grands Prix", com todos os vencedores do festival - desde os tempos em que era realizado em Veneza, na década de 1950;

- "5 Minutes With...", um bate-papo rápido com um nome relevante do setor (claro que inspirado pela seção "Cinco Minutos" do Clube Online...);

- "2007 Cannes Lions Seminars", com a íntegra de todas as palestras e debates deste ano;

- e "The Archive Channel", com mais de 150.000 peças participantes do festival desde 1990 - e que começa dando destaque à produção brasileira no link "A Flavour of Brazil".

Fonte: CCSP

Chineses são mais propensos ao vício na web

Estudo feitos pelo conglomerado IAC/InterActiveCorp e pela agência de publicidade JWT, dá conta de que internautas chineses são mais propensos a depender de suas experiências online que os norte-americanos.

Os chineses também enxergam a web como parte importante de sua sociabilização e de troca de opiniões.

A pesquisa foi realizada na China e nos EUA, com mais de 2,1 mil internautas com idades entre 16 e 25 anos, e mostrou que cerca de 42% dos internautas na China afirmam que sentem-se "viciados" em navegar pela web. Nos EUA a proporção é de 18%.

Quase 25% dos usuários de internet chineses afirmam que não seriam capazes de passar mais de um dia sem acessar a rede, versus 12% nos EUA.

Menos de um terço dos norte-americanos afirma que a internet contribui na vida social. Por outro lado, 77% dos internautas chineses dizem que a web os ajudou a fazer amigos.

Fonte: CCSP

14 de nov. de 2007

Jovens europeus trocam TV pela internet

Os usuários de internet na Europa estão em média 12 horas por semana online. Jovens entre 16 e 24 anos gastam mais tempo online do que assistindo televisão.

Os dados foram apurados em estudo da European Interactive Advertising Association (EIAA), realizado em dez mercados europeus, entre os quais Reino Unido, Alemanha, Espanha e Itália.

Segundo a pesquisa, 82% dos jovens entre 16 e 24 anos acessam a internet entre cinco e sete dias por semana, enquanto 77% vêem televisão com a mesma regularidade.

Os jovens de 16 a 24 anos tiveram um consumo de internet 10% acima do consumo de televisão e cerca de metade deles (48%) admite que o consumo de TV caiu por conta da internet.

A tendência não é a mesma em outras faixas etárias. De acordo com os dados, o consumo de televisão se manteve estável.

Todavia, 75% dos pesquisados de outras faixas de idade também utilizam com frequência (entre cinco a sete dias por semana) a internet.

Fonte: CCSP