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10 de set. de 2008

Unilever faz "marketing saudável" com AdeS

A Unilever tem desenvolvido ações para mostrar ao consumidor os benefícios do consumo de Ades dentro das academias de todo o Brasil.

A campanha – em parceria com a Sportion – está em 100 estabelecimentos de São Paulo e interior, Salvador, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia e Recife. Estão sendo oferecidos café da manhã, aulas e atividades especiais para os alunos, além de reforçar o que a bebida à base de soja proporciona através de material impresso.

Há ainda a distribuição de kits contendo massageadores, mochilas e camisetas personalizadas. O foco é conseguir até dezembro 1 milhão de impactos com os alunos. A marca AdeS está utilizando o chamado "marketing saudável" para se aproximar ainda mais do seu consumidor.


Via: Adnews

12 de nov. de 2007

Chá verde sabor limão chega ao mercado

A marca Lipton lançou sábado, (10), o Chá Verde no sabor limão. A bebida, sem açúcar ou calorias, chega ao mercado para atender a necessidade do consumidor que busca alternativas saudáveis e saborosas que complementem seu estilo de vida. Segundo a própria Lipton, o segmento de chá verde é o que mais cresce dentro da categoria de chás prontos, representando 10% do mercado total de chás prontos no Brasil – 20% do mercado paulista. A bebida estará disponível em lata de 340ml em supermercados, restaurantes, padarias, bares e lojas de conveniência.



Fonte: Portal da Propaganda

8 de nov. de 2007

Uma ação mórbida num lindo dia de verão

Criado pela Euro RSCG de Nova York para a The Skin Cancer Foundation. A assinatura diz: “O câncer de pele mata mais mulheres do que qualquer outro câncer. Proteja-se.”
É notório a presença de um humor negro neste anúncio, mas mesmo assim o anúncio não deixa de ser interessante.



Fonte: Publicidade no ato

7 de nov. de 2007

Projeto recebe ajuda de 795 mil computadores para analisar proteínas

O projeto Help Conquer Cancer começa na terça-feira (06/11) a utilizar o poder de processamento de 795 mil computadores pelo mundo para analisar as proteínas humanas e diagnosticar precocemente o câncer. A iniciativa usa a rede World Community Grid, da IBM.

Pesquisadores poderão, com o auxílio, diminuir drasticamente o tempo que levariam para analisar 90 milhões de imagens de 9.400 tipos de proteínas cristalizadas. Seriam necessários 162 anos para tal. No entanto, usando com a energia do Grid, é preciso apenas entre um e dois anos.

“Mesmo com nossos maiores computadores, não seria possível finalizar esta tarefa”, disse o líder da equipe de pesquisa do Ontario Cancer Institute, no Canadá, Igor Jurisica.

O World Community Grid foi criado há três anos pela IBM para reunir globalmente a energia inutilizada de computadores para auxiliar a resolução de questões científicas e de saúde.

O projeto pede que usuários domésticos e corporativos se registrem na rede, baixem e instalem um pequeno software que usa os ciclos inutilizados dos computadores - quando estão ociosos - nas pesquisas.

O processamento reunido até então pelos 795 mil computadores participantes é equivalente ao quinto maior supercomputador do mundo. Os resultados da pesquisa serão de domínio público e poderão ser usados por pesquisadores do mundo inteiro, afirma Jurisica.

Há três níveis de segurança na rede de compartilhamento de processamento, e são feitas inspeções periodicamente.

“Sabemos que a maioria dos tipos de câncer são proteínas deficientes em nossos corpos, e por isso precisamos compreender suas funções específicas para um diagnóstico antecipado, antes mesmo do aparecimento dos sintomas da doença”, diz Jurisica.

Fonte: IDG Now!

29 de out. de 2007

Campanha contra o cigarro divulga produtos fake que fazem mal

A União Européia começou uma campanha na semana passada contra o consumo de cigarros. Gira em torno do site nicomarket.com e dos produtos fake que ele oferece. Cada um dos produtos causa um efeito colateral associado ao cigarro - um spray para garganta que provoca rouquidão, um creme dental que escurece os dentes e um creme para o rosto que deixa a pessoa com aparência acinzentada e envelhecida. Cada produto tem seu comercial.



Fonte: Blue Bus

25 de out. de 2007

Há demanda, mas falta opção de alimentação saudável

Estudo realizado pela Giacometti Propaganda e Arquitetura de Marca revela que a população dos grandes centros urbanos quer uma dieta equilibrada, mas sofre por falta de opções que aliem sabor à praticidade. Ou seja, há demanda, mas não há novas ofertas.

Essa é uma das principais conclusões da pesquisa "Alimentação saudável: o que o consumidor dos grandes centros come e o que ele gostaria de comer?", que ouviu 600 entrevistados entre Rio de Janeiro e São Paulo.

De acordo com a avaliação de Dennis Giacometti, presidente da Giacometti Propaganda e Arquitetura de Marca, apesar da cozinha contemporânea brasileira estar em alta, com chefs famosos, programas de culinária na TV e livros de receitas, a população come mal no dia-a-dia e os índices de obesidade se igualam aos de desnutrição. "As pessoas têm consciência da necessidade de ser saudável, querem uma dieta equilibrada, mas não conseguem levar essa intenção à prática. Entre as razões para isso está a falta de opções mais adequadas à realidade da vida urbana de parte das empresas”, analisa.

Segundo ele, o mercado internacional tem caminhado nessa direção, apresentando alternativas e essa seria uma tendência em todo mundo.

Fonte: CCSP

23 de out. de 2007

Um fio de azeite por dia deixa a vida muito mais saudável..

A agência carioca Percepttiva acaba de criar um anúncio diferenciado para o azeite Serrata. Reforçando o conceito de saúde e bem-estar associados ao consumo do azeite, a peça mostra, no topo de uma página dupla branca, uma garrafa do Serrata. Do bico dosador sai um “fio de azeite”, na verdade, o fio do marcador de página. No marcador, uma foto de uma mulher aproveitando a vida, o pack dos produtos Serrata e o título: “Só pra lembrar: um fio de azeite por dia deixa a vida muito mais saudável”. A criação é de Marcelo Santos e Romeu Loures.



Fonte: Portal da Propaganda

22 de out. de 2007

Com o cigarro tudo vira cinza

A Staff utiliza o mote “Com o cigarro tudo vira cinza” na criação da nova campanha de mídia impressa da comissão de saúde da Alerj (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) contra o fumo. As peças dão seqüência ao conceito “Você liga a gente age” e procuram salientar como o ato de fumar “apaga” o que a vida tem de bom. Nos três anúncios, o cigarro queima um casal que namora, jovens que jogam bola e pai e filho que andam de bicicleta.






Fonte: Portal da Propaganda

19 de out. de 2007

Google detalha projeto de banco de dados médico

Apenas um mês após o líder do projeto de informações sobre saúde sair do Google, a vice-presidente que o substituiu interinamente reiterou o compromisso da companhia com seus planos.

Marissa Mayer, vice-presidente de produtos de busca e experiência de usuários, explicou as motivações do Google em sua iniciativa de saúde durante o evento Web 2.0 Summit, em São Francisco, que o IDG Now! acompanha em tempo real pelo Twitter.

"Houve muita especulação sobre o que o Google faria que gostaríamos de esclarecer nossos interesses e intenções", afirmou em entrevista após a apresentação.

Essencialmente, o Google reconhece que a maioria das pessoas começa a buscar dados sobre saúde nos buscadores, ao invés de sites especializados no assunto, o que faz com que o Google veja demanda por uma experiência de busca melhor para este nicho, afirmou.

Ao mesmo tempo, a indústria gera muitos dados que o Google está em boa posição para ajudar a organizar e tornar disponível para pacientes e famílias, afirmou ela.

"Não estamos tentando ser tudo para todos, mas a maioria de usuários procurando por informações de saúde está vindo a nós. E existem problemas de ciência bastante interessantes a serem resolvidos para apenas acumular dados", disse.

Ao digitalizar registros médicos e dar controle deles para seus pacientes, eles poderão tomar decisões mais acertadas, afirmou ela durante sua apresentação.

Com registros médicos armazenados em um servidor central, pacientes poderão acessá-los a partir de onde quiserem, para que, em uma emergência, responsáveis por cuidados médicos não acostumados com o caso possam ter uma visão compreensiva do histórico do paciente, afirmou ela.

Os usuários também adorariam compartilhar rapidamente registros com famílias e amigos escolhidos, segundo ela.

Quando a saída de Adam Bosworth foi confirmada pelo Google, a companhia afirmou que seu projeto de saúde estava vivo, e que Mayer comandaria a divisão até que um substituto permanente fosse encontrado.

O projeto ainda não resultou em nenhum produto ou serviço específico, mas, em agosto,o jornal New York Times reportou que o Google mostrou os primeiros protótipos do Google Health, onde usuários poderiam criar perfis pessoais com dados sobre doenças e medicamentos ministrados, para profissionais da área.

Fonte: IDG Now!

O Google pretende aplicar sua tecnologia de busca no setor de saúde

Os engenheiros da empresa repararam que grande parte dos usuários utiliza o serviço de busca atrás de informações sobre problemas de saúde difíceis de diagnosticar. Os internautas muitas vezes digitam os sintomas nos campos de busca de seus browsers.

Nessa área, a Microsoft saiu na frente do Google e lançou uma plataforma para guardar e compartilhar históricos médicos por meio da internet. A companhia afirma que se trata de uma tentativa de facilitar aos usuários a gestão de seus dados médicos.

O programa, chamado HealthVault, pode ser descarregado gratuitamente e permite aos usuários criar uma conta na qual ficará registrado seu histórico médico. Só nos EUA, por enquanto.

Fonte: CCSP

Mercado discute publicidade de medicamentos

Representantes do poder judiciário, de universidades, dos conselhos de saúde e de entidades de defesa do consumidor participaram ontem (18) do II Congresso Brasileiro Sobre o Uso de Medicamentos, em Florianópolis (SC), onde o tema principal do painel "Espaço de diálogo entre saúde, direito e controle social no contexto do Uso Racional de Medicamentos" foi a publicidade desse setor. Com Norberto Rech, diretor-presidente adjunto da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), como moderador, os participantes discutiram sobre a infuência que campanhas publicitárias para remédios podem ter sobre o consumidor.

Para o desembargador titular da 8ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Orlando de Almeida Secco, "esse tipo de propaganda é perigosa porque uma imensa parcela da população se deixa influenciar pelos formadores de opinião e nem sempre esses formadores estão isentos de outros interesses".

A consultora do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC) na Área de Medicamentos, Margô Gomes de Oliveira Karnikowski, também mostra-se contrária à publicidade de medicamentos e disse que "a população se torna vulnerável na medida em que se fortalece o mito de que a única forma de se cuidar da saúde é por meio do uso de substâncias químicas". A comunicação para esse produtos também não é bem vista pela representante do Conselho Nacional de Saúde, Clair Castilhos Coelho, que afirmou durante o painel que "na busca do mercado cada vez mais competitivo as empresas se utilizam de propagandas inaceitáveis".

Na ocasião, também foi realizada uma mesa redonda sobre a regulação econômica e a avaliação de tecnologias no contexto do uso racional de medicamentos. O chefe do Núcleo de Assessoramento Econômico em Regulação da Anvisa, Alexandre Lemgruber, defendeu a regulação econômica do preço como forma de promover uma mudança cultural em relação ao uso irracional de medicamentos.

Atualmente, os medicamentos que não são classificados como geradores de ganhos terapêuticos têm o preço estabelecido pela Câmara Técnica de Medicamentos (CMED). "Cerca de 80% dos novos medicamentos não trazem ganhos significativos ao tratamento", explica Lemgruber. Nesse caso, o preço terá como limite o valor do medicamento para a mesma finalidade que está no mercado como “padrão-ouro”, ou seja, classificado de acordo com o melhor custo-benefício para o consumidor.

Fonte: Propmark

8 de out. de 2007

Microsoft lança beta de serviço online para manutenção da saúde

O HealthVault, site que permite aos usuários buscar e armazenar informações sobre medicamentos, tratamentos e doenças foi lançado pela Microsoft na quinta-feira (04/10), em versão beta para os Estados Unidos.

Com o HealthVault o usuário pode coletar as informações e administrá-las por vários dispositivos, buscando por informação e auxiliando no processo de manutenção da saúde.

“Todos sabemos que a saúde é incrivelmente complexa, contém muita informação e nós a tornamos ainda mais difícil”, afirma Peter Neupert, vice-presidente do Health Solutions Group da Microsoft.

O sistema é dividido em três grandes frentes: nas buscas especializadas com o HealthVault Search, em armazenamento dos dados online e em comunicação “plug-and-play”, para receber dados de leitores de diabetes e monitores cardíacos no HealthVault Connection Center.

Em parceria com advogados da área de direitos de privacidade, incluindo a Coligação para Privacidade do Paciente, o HealthVault desenvolveu vários controles de privacidade que não permitem a troca de informações sem o consentimento do usuário.

“Finalmente os consumidores terão um lugar para armazenar suas informações de saúde sem que sejam exploradas, pois eles farão seu controle”, afirma a Dra. Deborah Peel, fundadora da Fundação dos Direitos do Paciente.

Apesar dos grandes esforços o projeto encontrará vários desafios, afirma Lynne Dunbrack, diretora da empresa de pesquisa de marketing Health Industry Insights. Menos de 30% dos consultórios e hospitais utiliza registros de saúde, por isso será um desafio encontrar informação para popularizar o serviço, afirma Dunbrack.

Cerca de 3% dos consumidores norte-americanos adotaram registros de saúde eletrônicos, mesmo com uma intensa divulgação pelo presidente George Bush e grupos privados.

Para oferecer suporte a vários dispositivos a Microsoft conta com seus parceiros, afirmando que cerca de 40 dispositivos já são ou serão compatíveis com o serviço. Desenvolvedores interessados em desenvolver produtos para o HealthVault podem acessar o kit de desenvolvimento.

O serviço só está disponível nos Estados Unidos. Uma mensagem no site diz, “Estamos trabalhando para tornar o HealthVault um serviço global e o encorajamos a tentar acessar o serviço novamente mais tarde”.

Fonte: e-Learning Brasil

Fitness Phone

De olho nos consumidores preocupados com a prática de exercícios físicos, a operadora de telefonia móvel japonesa NTT DoCoMo, lançou o "Fitness Phone", com o objetivo de ajudar seus usuários a ficarem saudáveis e evitarem o mau hálito.

O telefone é equipado com vários dispositivos que podem medir o pulso ou a quantidade de passos andados num dia e dá conselhos de saúde após o usuário registrar dados como gênero, idade e peso.

O consumidor também pode dar uma baforada no telefone, que lhe dirá se está com mau hálito.

Segundo Kentaro Endo, porta-voz da NTT DoCoMo, o alvo inicial seriam homens de negócios de meia idade que querem perder peso e jovens mulheres em dieta.

Fonte: CCSP

2 de out. de 2007

Governo de SP cria site para cidadão consultar unidades do SUS em 645 municípios

O cidadão que depende do SUS (Sistema Único de Saúde) no Estado de São Paulo conta agora com um site para consultar todas as unidades de atendimento da rede.

A Secretaria Estadual da Saúde colocou no ar um site com informações sobre todas as unidades que realizam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado de São Paulo, incluindo Unidades Básicas de Saúde, hospitais, prontos-socorros, AMAs, ambulatórios de especialidades, farmácias, laboratórios e centros de referência, dentre outros serviços.

Pelo endereço http://sistema.saude.sp.gov.br/consulta_cnes/ será possível consultar os serviços de saúde da rede pública disponíveis nos 645 municípios paulistas. Basta selecionar a cidade, perfil de unidade e tipo de atendimento desejado. Há, ainda, um campo de busca para que o usuário digite a palavra do serviço que esteja procurando.

O site fornece nome do estabelecimento, endereço completo, telefones de contato e o tipo de atendimento realizado pela unidade. As informações foram coletadas com base nos dados do Cnes (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) do Ministério da Saúde.

“É uma ferramenta ágil, que pode ser acessada de qualquer local que tenha computador e acesso à Internet, ampliando o acesso à informação para os usuários da rede pública”, afirma o diretor estadual de Saúde, Ricardo Tardelli.

Também é possível consultar os serviços do SUS por telefone. Na capital o número é 156. No interior as secretarias municipais de saúde também costumam disponibilizar telefones para informação aos usuários.

Fonte: WNews

27 de set. de 2007

Comercial é irritante, porém está sendo eficiente

Um comercial repetitivo e com cara de amador está se transformando num cult nos EUA - parodiado em programas de TV e criticado pelo ancora de um dos 3 principais telejornais do país. O filme é para o HeadOn, um remédio para dor de cabeça que deve ser aplicado na testa. E é apenas isso que o comercial diz, repete e repete outra vez - "HeadOn, aplique diretamente sobre a testa". Alem de irritante, o comercial é eficiente, diz matéria do Advertising Age que analisa o fenômeno, incluindo números de crescimento de vendas.
O fabricante do produto não tem agência e não quer uma - teme mudar as coisas. Diz categorico - "Nós não nos importamos em ganhar premios".



Fonte: Blue Bus

26 de set. de 2007

Anúncio chocante envolve anorexia



O fotógrafo italiano Oliviero Toscani lançou segunda-feira (24) uma denúncia sobre a anorexia, com a publicação de uma foto de uma menina nua e extremamente magra, em anúncio.

A peça foi publicada no jornal “La Republicca” e traz a palavra “Não”. A campanha é da marca de roupas italiana “No-l-ita”.

A ação contra a anorexia também chegará às ruas, onde serão expostos painéis.

Fonte: CCSP

24 de set. de 2007

internautas ajudarão a encontrar a cura da dengue

O mais recente projeto do World Community Grid (WCG), da IBM, vai usar o supercomputador virtual para encontrar moléculas que bloqueiem a reprodução dos flavivirus, responsáveis por doenças como dengue, febre amarela, hepatite C e a chamada Febre do Nilo Ocidental, informou o site Ars Technica. O site do WCG pode ser acessado no endereço www.worldcommunitygrid.org/.

"Qualquer um com um computador e acesso à Internet pode fazer parte da solução desses problemas críticos de saúde. Simplesmente doando o tempo ocioso do computador, podemos causar um profundo impacto em velocidade para que essa equipe chegue à próxima fase da descoberta do medicamento. Por exemplo, se dentro de uma semana 100 mil voluntários se cadastrarem neste projeto, o tempo exigido para os cálculos completos poderia ser reduzido em 50%", explicou Stanley Litow, presidente da IBM International Foundation.

Coordenado pela Universidade de Medicina do Texas, o projeto Discovering Dengue Drugs ¿ Together vai utilizar o vasto poder computacional do WCG, um supercomputador virtual que funciona a partir da doação do tempo ocioso de computadores pessoais feita por centenas de milhares de pessoas, tornando-o tão eficiente quanto um dos cinco supercomputadores mais potentes do mundo.

Os pesquisadores estimam que são necessários cerca de 50 mil anos de tempo computacional para completar os cálculos indispensáveis para descobrir drogas antivirais eficazes. Mas com o WCG, o projeto pode ser completado em menos de um ano, já que quanto mais computadores se juntarem à iniciativa, mais rapidamente será realizada a pesquisa.

Fonte: Adnews

17 de set. de 2007

Chinês morre após passar três dias jogando pela internet

Um chinês de 30 anos morreu em Cantão após ficar três dias seguidos jogando pela internet em um cibercafé, informou nesta segunda-feira o jornal "Beijing News".

A morte ocorreu durante o fim de semana, quando o homem desmaiou diante do computador em que havia passado os últimos três dias. Ele perdeu a vida antes de chegar ao hospital.

Segundo fontes médicas, a causa da morte foi possivelmente uma afecção cardíaca provocada pela quantidade de horas em frente ao computador.

A dependência a internet, especialmente entre os jovens, transformou-se em uma das grandes preocupações do governo da China, segundo maior do mundo em número de internautas, com 163 milhões, atrás apenas dos Estados Unidos.

Entre as medidas adotadas para frear o problema, Pequim proibiu a abertura de novos cibercafés este ano e criou vários "centros de desintoxicação" para viciados em internet.

Fonte: Folha Online

12 de set. de 2007

Consumidores especiais

O mercado que atende portadores de necessidades especiais no Brasil ainda é bem pequeno. Faltam produtos e serviços para facilitar a vida destas pessoas. Empresários que investiram neste segmento estão colhendo grandes resultados.

O mercado que atende portadores de necessidades especiais no Brasil ainda é bem pequeno. Faltam produtos e serviços para facilitar a vida destas pessoas. E empresários que investiram neste segmento estão colhendo bons resultados.

Uma clinica oferece exercícios que dão nova vida aos pacientes e uma empresa vende próteses que devolvem a alegria de andar.

O empresário Peter Kuhn trabalha com próteses para pernas e braços. Ele também comercializa as órteses, que são aparelhos ortopédicos. A empresa existe há 60 anos, e hoje vende entre 15 e 20 próteses por mês. Segundo Peter, há espaço para bons profissionais e o mercado é seguro.

“O mercado é bastante promissor, mas é importante frisar que o profissional que for iniciar neste mercado precisa de um atestado de capacitação técnica, que é um documento hoje exigido pelo governo”, avisa Peter Kuhn.

Das peças, 90% são importadas. Na empresa são feitas apenas a montagem e os encaixes das próteses. Tudo de acordo com a necessidade de cada paciente.

“Primeiro tiramos o molde de gesso do coto do paciente, fazemos um provisório, fazemos as devidas provas necessárias, e se tiver tudo ok, vamos fazer o definitivo”, explica o funcionário Antônio da Silva.

Para começar nesse segmento, o investimento é de R$ 100 mil. Os principais equipamentos são: serra, esmeril, lixadeira e forno. Para o empresário, é fundamental manter-se atualizado. Peter estudou técnicas ortopédicas na Suíça e sempre busca novidades.

“Existe sim a necessidade de você viajar pelo menos a cada dois anos, indo para os Estados Unidos, Europa para trazer, obviamente, novas tecnologias e aplicar aqui nas próteses e órteses”, afirma Peter.

O preço do produto varia bastante. As próteses mecânicas custam a partir de R$ 3 mil. Já outra prótese, computadorizada, é vendida por R$ 100 mil.

“A hora que ele toca o solo com o pé, ele vai ler a pisada e vai ser mandada então uma mensagem para o microprocessador liberar ou segurar o hidráulico”, explica Peter.

“Eu ando com liberdade, faço as coisas que eu gosto de fazer, faço um pouco quanto dá tempo, e levo a vida o mais normal possível”, diz o cliente Ezequiel Amarildo.

O cliente Edvaldo Santana sofreu um acidente há dois anos. Agora ele coloca a prótese e anda pela primeira vez desde que teve a perna amputada.

“É muito bom voltar a andar de novo, voltar às minhas atividades, o que eu fazia antes, com fé em Deus, voltar a trabalhar normalmente, coisas que eu fazia. Tô muito feliz”, comenta o cliente Edvaldo Santana.

Rosana Braz já usa a prótese na perna há 25 anos. Ela se acostumou tanto que hoje nem parece que tem uma deficiência física. Ela anda, pula, dança e até arrisca golpes de karatê.

“Você vai superando todos os limites. Depende de você. Se você confia no aparelho, entendeu? Eu confiei no aparelho que eu estou usando. Eu gosto de agito e meu corpo responde, e a prótese também”, afirma Rosana.

Já as fisioterapeutas e empresárias Carla Nardelli e Fabiane de Menezes montaram uma clínica. Há nove anos. Aqui, elas oferecem vários exercícios específicos para reabilitação.

“O mercado é muito bom. A gente cresce anualmente de 25% a 30% isso devido a diversas técnicas de tratamento que a clínica oferece”, comenta a empresária Fabiane de Menezes.

Alguns cuidados são importantes para o negócio dar certo. As aulas são individuais: uma fisioterapeuta para cada paciente. Matilde Saul faz exercícios para reabilitação da coluna vertebral.

“Quando eu cheguei aqui, depois de uma semana, eu não estava conseguindo me movimentar e a partir do momento que eu comecei fazer todos os exercícios, eu consegui a recobrar a minha mobilidade”, conta Matilde.

Para montar uma clínica de reabilitação, o investimento é de R$ 100 mil. Segundo as empresárias, o ideal é ter salas de aula e piscina. Lá, a hidroterapia é um diferencial.

“Fora da piscina tem dor e na piscina não, não há dor, é bem mais agradável, tanto que eu nunca havia entrado na piscina e agora fiquei fã, fico triste quando elas me mandam embora”, brinca a paciente Elide Rivitti.

É essencial se atualizar sempre, e conhecer técnicas novas. Por isso, as empresárias fazem de dois a três cursos de especialização por ano.

“Os profissionais vêm de fora, a gente precisa estar fazendo esses cursos para estar mais por dentro do que está acontecendo no meio da fisioterapia”, afirma a empresária Carla Nardelli.

As empresárias têm uma programação especial para divulgar o negócio. Elas visitam médicos como ortopedistas e neurologistas, que indicam a clínica para os pacientes deles.

Para esse tipo de estratégia comercial dar certo, existem duas ações importantes. Primeiro as empresárias levam um bom material de divulgação nas visitas aos médicos.

“A gente chega na visita médica apresentando uma pasta onde tem detalhadamente todo o tratamento do paciente, uma proposta de tratamento”, explica a empresária.

Além disso, elas possuem um programa de computador para o médico acompanhar pela internet a evolução de cada pacientes.

“Cada médico tem sua senha e seu login, com isso ele consegue entrar no nosso sistema, obtendo assim as evoluções de cada sessão. Sem dúvida, isso é um diferencial da nossa clínica, que com isso a gente consegue a confiança do médico”.

A clínica atende em média 90 pacientes por semana. João Lucas, de quatro anos, tem um problema na medula óssea. Ele faz exercícios na clínica há pouco mais de um ano, e já mostra os resultados.

“Quando eu cheguei, eu não andava. Hoje já andei”, diz João Lucas.

Fonte: PEGN

Pipoca para microondas é associada a doença pulmonar

No começo deste mês, a maior fabricante de pipoca para microondas do mundo, ConAgra Foods Inc., assim como a General Mills Inc., a Weaver Popcorn, a American Pop Corn Co. e outras empresas que respondem coletivamente por 80% das vendas do produto anunciaram com grande alarde a suspensão do uso de um elemento químico, chamado diacetyl, dado que o ingrediente, responsável pelo sabor amanteigado da pipoca, estaria relacionado a uma grave e intratável doença dos pulmões - a "bronchiolitis obliterans", que reduz a capacidade respiratória a 16% ou 21% (comparados aos 80% da capacidade normal) e que só pode ser eliminada via transplante do pulmão.

O problema, denunciado pela Associated Press no começo deste mês, é que essas empresas conheciam a toxidade do diacetyl desde 2005, e, apesar das centenas de casos documentados de bronchiolitis obliterans entre operários das fábricas de pipoca - daí a expressão usada nos círculos médicos, "popcorn worker's lung" (pulmão de quem trabalha com pipoca) -, sonegaram a informação dos consumidores por receio do impacto sobre as vendas da indústria.

Omissão

O diacetyl foi identificado nos EUA em 2002 por cientistas do Centers forDisease Control and Prevention (CDC), e em 2004 o National Institute for Occupational Safety and Health o associou a um surto de bronchiolitis obliterans entre centenas de operários de seis fábricas de pipoca do país. No ano seguinte, a Environmental Protection Agency (EPA) completou uma pesquisa comprovando os efeitos maléficos da substância, mas o acesso aos resultados só foi liberado para os fabricantes sob o pretexto de que o estudo deveria ser melhor examinado por outras entidades.

Na verdade, revelou recentemente a rede de jornais Cox Newspapers, que teve acesso a centenas de páginas da pesquisa, o silêncio da EPA foi apenas uma resposta a um pedido feito em 2004 pela Weaver Popcorn e outros fabricantes, preocupados com os "danos irreparáveis" que os resultados preliminares poderiam causar se divulgados (o receio é justificado: segundo estatísticas da indústria, nos últimos 13 meses os americanos consumiram nada menos que 345 toneladas de pipoca feita em casa).

Em julho de 2005, no entanto, um operário de uma fábrica de Missouri que contraiu a doença recebeu US$ 2,7 milhões de indenização por ter contraído a doença, um caso que provavelmente deixará de ser isolado agora que a omissão está sendo amplamente divulgada.

Segundo as autoridades médicas dos EUA, a bronchiolitis obliterans - à qual são particularmente suscetíveis os trabalhadores jovens do sexo masculino, saudáveis e não fumantes - não deve ser confundida com outra desordem pulmonar de nome semelhante, a "bronchiolitis obliterans organizing pneumonia" (BOOP).

Fonte: MM Online