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10 de mar. de 2008

"A publicidade será menos importante"

Dizem que, apesar de diretamente relacionado ao meio publicitário em suas atividades profissionais - afinal, escreve e comenta sobre o tema, até na mais importante publicação do setor, a Advertising Age -, o americano Bob Garfield é uma espécie de "coveiro" da atividade. Para ele, a era digital dissemina, ao proporcionar a fragmentação da mídia de massa, o caos no setor de propaganda. Nesse ambiente, as agências, como funcionam hoje, estariam fadadas a desaparecer. Escritor, analista de mídia e jornalista, Garfield é uma das atrações do encontro de especialistas em comunicação online, o Proxxima, que ocorre amanhã e depois no World Trade Center, em São Paulo. O Estado falou por e-mail com Garfield.

O mundo hiperconectado traz um excesso de informação. Isso não torna necessário um trabalho de seleção e edição até para o usuário da internet?

Precisamos de água para viver, mas também podemos nos afogar nela. Hoje, é fácil se afogar em conteúdo. Isso significa que os meios de gerenciar e filtrar informações se tornam mais importantes. A segmentação comportamental o faz dando atenção aos interesses e hábitos do usuário. A agregação o faz impondo o julgamento de terceiros no processo (eles navegam e coletam para que você não precise fazer o mesmo). Redes de relacionamento o fazem como um mecanismo de agregação, compartilhando o conteúdo mais pertinente ou valioso das pessoas com mentes e interesses parecidos. O marketing online permite uma segmentação muito fina e, no mínimo, pode tirar vantagem da discriminação demográfica/psicográfica/comportamental que o meio online cria naturalmente para ele.

Há mais de 70 milhões de blogs em atividade. Como sobreviver a essa massa compacta? As marcas não se tornam ainda mais essenciais nesse mar de ofertas?

Historicamente, como diz Chris Anderson (editor-chefe da revista de tecnologia Wired), as marcas são um substituto da informação. No que têm de mais básico, dão a um consumidor informações sobre o produto e serviço. A questão é: qual será o papel das marcas num mundo em que toda informação está disponível a um clique de mouse? Um argumento é que as marcas se tornarão menos importantes porque são um substituto da informação, quando se pode facilmente obter a informação toda que se quer. O outro argumento é que num mundo tão inundado de informações, o reducionismo e poder semiótico das marcas se torne ainda mais importante: quem tem tempo de pesquisar seu jeans ou pasta de dente? Existe verdade em ambos os argumentos. Mas tenho plena certeza de que a atribuição de marcas não vai desaparecer.

A fragmentação da audiência promove o caos no atual modelo econômico das agências de publicidade, na sua avaliação. Há saída ?

O negócio de agências tal como existe hoje está condenado. O modelo econômico sobre o qual ele se apóia não pode ser adaptado ao marketing digital. Comecem a comprar o caixão. É um caso terminal.

Você afirma que os consumidores apenas toleram a publicidade. Se a publicidade acabar, quem pagará por conteúdo das publicações?

Não é só que as pessoas sempre suportaram a publicidade porque sabiam que teriam de fazê-lo. No Admirável Mundo Novo, as pessoas não suportarão a publicidade porque sabem que não precisam. A publicidade não desaparecerá, mas, à medida que as velhas estruturas de mídia e marketing desmoronarem, ela será bem menos importante no futuro.

Fonte: O Estado de S. Paulo

6 de jul. de 2007

É assim o escritório do Google em SP

O Google ganhou fama por ser uma empresa com ambiente diferenciado de trabalho – videogames, mesas de pebolim (ou totó, no Rio), pufes, sofás, redes e guloseimas são itens obrigatórios nos escritórios da empresa. Agora, é possível conferir na internet essas características na filial paulistana: os funcionários locais fizeram um vídeo sobre o YouTube brasileiro, que mostra o interior do escritório de São Paulo.



Mais aqui.

Fonte: G1

16 de mai. de 2007

Vaga - Webdesigner - RJ

“Grande Varejista no Rio de Janeiro seleciona profissionais de Webdesign com o seguinte perfil:

• Ter de 3 a 4 anos de experiência
• Possuir portifólio online
• Conhecimentos nos softwares Corel Draw, Flash, Illustrator e Photoshop

Salário entre R$ 3.000,00 a R$ 4.000,00 no Sistema de Cooperativa
Beneficios em negociação: Vale Transporte e Vale Refeição.

É necessário trabalhar 2 sábados por mês.

Somente enviar currículo para gleyce@smartrh.com.br.

4 de mai. de 2007

O Estagiário: As inscrições estão abertas!!


A Clic Interativa aposta nos blogs como uma forma de revolucionar a comunicação de seus clientes. Diante da quantidade de blogs que mantemos ativos, surgiu à necessidade de encontrarmos um estagiário que nos ajudasse a manter nossos blogs sempre atualizados. Por isso, procuramos por jovens universitários – de todos os cursos – que tenham facilidade em usar a Internet no ambiente de trabalho.Se você acredita no poder da comunicação digital e quer uma chance de mostrar seu conteúdo, inscreva-se agora mesmo neste processo seletivo e mostre para nós do que você é capaz.

O estágio é valido por 03 meses com um valor total de R$2.000,00.

As inscrições estão abertas.
Garanta a sua vaga no mercado de trabalho em 2007.

www.oestagiario.com.br

30 de abr. de 2007

As inscrições estão abertas!!


Você sabe o que é um blog?

Blog é uma ferramenta fácil de criar e atualizar que possui propriedades e atributos que se encaixam perfeitamente nas necessidades de qualquer negócio: a comunicação interna ou externa simples, descomplicada e altamente interativa e instantânea.

A Clic Interativa aposta nos blogs como uma forma de revolucionar a comunicação de seus clientes. Diante da quantidade de blogs que mantemos ativos, surgiu à necessidade de encontrarmos um estagiário que nos ajudasse a manter nossos blogs sempre atualizados. Por isso, procuramos por jovens universitários – de todos os cursos – que tenham facilidade em usar a Internet no ambiente de trabalho.

Se você acredita no poder da comunicação digital e quer uma chance de mostrar seu conteúdo, inscreva-se agora mesmo neste processo seletivo e mostre para nós do que você é capaz.

O estágio é valido por 03 meses com um valor total de R$2.000,00.

As inscrições estão abertas.
Garanta a sua vaga no mercado de trabalho em 2007.

www.oestagiario.com.br

26 de abr. de 2007

Vaga: Diretor de Arte / Profissional de Criação

ipo de Profissional:
Diretor de Arte / Profissional de Criação

Empresa:
Happynet Propaganda
Lajeado | RS

Descrição:
Buscamos Diretor de Arte ou Profissional de Criação com experiência em rotina de agência, conhecimento em Corel e Photoshop. Salário a combinar. Enviar portfólio e currículo por e-mail.

Contato:
RH

Email / Site:
happynet@happynet.com.br

Veja também
Vaga: Estágio em Criação - Assistente de Arte
Vaga: Estágio em direção de arte

Via: IDF Blog

19 de abr. de 2007

um link interessante..

ae galera... dando uma viajada na net aqui.. encontrei isso..

telvez seja útil para alguém

http://www.carreirasolo.org/

abraço

4 de abr. de 2007

Procurando trabalho?

Mais um blog legal pra gente visitar...

http://publicijobs.blogspot.com/

3 de abr. de 2007

19 de mar. de 2007

Cadê o comercial que estava aqui?

Nos dias de hoje fala-se muito sobre a Web 2.0 e como ela mudou e mudará a forma das pessoas interagirem online (acho engraçado, porque quando a televisão iniciou transmissões via satélite ou em cores, por exemplo, ninguém falou em TV 2.0 ou coisa parecida. Acredito que se você precisa explicar a piada é porque há um problema. Mas enfim, são outros tempos...).

Conteúdo, tempo, espaço e plataforma. A desconexão do primeiro em relação aos outros três é a melhor definição que já ouvi para explicar a descentralização e aumento do conteúdo gerado pelo consumidor, um dos pilares do momento atual por que passa a internet (a tal Web 2.0). Esta versão foi dada por Nigel Morris, ceo global da Isobar, em um evento semana passada em São Paulo. Explicando melhor: por exemplo, um anúncio é veiculado no intervalo da novela, porque sabemos que ela é exibida todo dia, no canal X às vinte horas e transmitido pela televisão. Para poder continuar vendo a novela, o consumidor é obrigado a assistir ao comercial e, por isso, estará ali após o intervalo, o que estimula outros anunciantes a fazerem o mesmo – veicular uma campanha. Esse é o princípio básico da publicidade. Porém, se o conteúdo pode ser exibido a qualquer hora, sob demanda e em diferentes plataformas, rompe-se a cadeia de valor.

Como diz o ditado, "em time que está ganhando não se mexe". Será? Tem certeza de que você vai deixar de lado as mais de um bilhão de pessoas que acessam a internet globalmente, incluídos aí as 100 mil novas pessoas que criam um blog diariamente, para anunciar apenas no horário nobre da TV aberta? No Brasil tudo anda mais lentamente e assim tem sido com o crescimento dos investimentos publicitários, mas a migração das verbas é inexorável. Porém, sem dúvida há de se reconhecer que acessar a internet ainda não é a coisa mais fácil do mundo para muita gente.
Sempre afirmei que o maior desafio para o sucesso da internet é "desaparecer" no dia-a-dia das pessoas. Uma outra forma de expressar isso: quando você vai a um hotel, acha a coisa mais normal do mundo receber um cartão magnético – e não uma chave – para abrir a porta do seu quarto, não é? Mesmo sabendo que usar e-mail já é rotina para a maioria dos executivos e trabalhadores de todos os níveis e que o imposto de renda segue via internet para a Receita Federal, acredito que o futuro da web precisa ser muito mais simples do que é hoje, mas, por mais contraditório que isso possa soar, a "ruptura" terá de ser de forma suave, até mesmo imperceptível, para que a adoção seja em larga escala.

Sem dúvida o telefone celular caminha para ser o grande catalizador dessa mudança, principalmente pela sua portabilidade (e confesso que não sou o maior entusiasta da convergência na forma que se fala por aí). Mas, do lado do usuário, acredito no comando de voz como o principal fator para uma verdadeira quebra nos padrões atuais de navegação. Há uma oportunidade real para que a universalização do acesso (que é um problema muito mais político do que qualquer outra coisa) possa ser feita de forma muito mais simples do que o http://www.endereçodosite.com.br que temos que digitar hoje em dia, o que daria novas perspectivas para a maioria da população que não sabe ler ou escrever. Daí minha desconfiança no chamado LapTop de 100 dólares (que pelo que consta custará mais que isso), criado pelo guru Nicolas Negroponte. Ele, que previu o futuro tão bem quanto era um estudioso ativo no MIT MediaLab, parece ter perdido a inspiração ao se tornar um burocrata de gabinete.
Enfim, é consenso que falar é muito mais fácil que digitar, assim como receber mensagens através de imagens em movimento é muito mais efetivo que ler. Por isso, de certa maneira, a comunicação online do futuro precisará ser uma volta às raízes, já que a primeira forma de transmissão era através das histórias contadas pelo ancião da tribo e que passava de geração após geração oralmente, sem nenhum registro escrito. Lembra-se do famoso marketing boca-a-boca, que tanto se comenta por aí? Pois é.
Os especialistas e futurólogos de plantão falam na Web Semântica – que, como explica a Wikipedia (um pilar da internet 2.0), "interliga significados de palavras e tem como finalidade conseguir atribuir um sentido aos conteúdos publicados na internet de modo que sejam perceptíveis tanto pelo ser humano como pelos computadores que vasculham as páginas da Rede" – como sendo a próxima onda (ok, web 3.0 se você preferir). Sem dúvida é o primeiro passo.

Se eu pudesse escolher, gostaria que a internet do futuro, além de interativa, portátil e sob demanda, fosse muito mais falada, ouvida e vista, do que simplesmente digitada e lida. Sem dúvida estaremos contribuindo muito para tornar o dia-a-dia das pessoas mais simples. E dos publicitários também.