21 de out. de 2008
Entretenimento online muda comportamento do internauta
A pesquisa aponta principalmente o crescimento das aplicações que envolvem interação. Entre as 18h e 23h, por exemplo, o uso de games, redes sociais, VoIP e streaming de vídeos aumenta até 50% entre os usuários.
Já as redes P2P, normalmente usadas para troca de arquivos como músicas e filmes, continuam sendo bastante utilizadas. Apesar da polêmica em relação ao compartilhamento de conteúdo protegido por direitos autorais, elas respondem por nada menos do que 61% do tráfego total de upload e 22% dos downloads realizados na web.
"As famílias estão gastando mais de seu tempo livre noturno com atividades de entretenimento e comunicação como YouTube, Xbox Live e Skype", explica Dave Caputo, presidente e CEO da Sandvine. "Isso não apenas sinaliza uma mudança drástica no comportamento do consumidor, mas também enfatiza a rápida evolução da internet", acrescenta o executivo.
Outra constatação reforça essa teoria. Juntos, o tráfego web (como a navegação por sites) e o streaming de vídeos respondem por 59% do consumo de banda para download durante o dia. No período da noite, o número sobe para 64%.
O estudo da Sandvine analisou dados de mais de 16 milhões de assinantes de banda larga em 18 países dos cinco continentes.
Fonte: W/News
8 de out. de 2008
Pesquisa "Consumidor do Século XXI”
O Ibope Mídia apresentou nesta terça-feira (7/10) um estudo inédito que analisa os paradoxos do consumo sob inúmeros aspectos, desde o potencial do mercado latino-americano até as peculiaridades de escolha e o comportamento da população das mais importantes regiões metropolitanas do Brasil.
Para compor este estudo, a pesquisa ouviu 3.400 pessoas acima de 18 anos, em todo o Brasil. O Ibope Mídia também utilizou dados do Target Group Index – estudo regular que ouve mais de 18 mil pessoas em 11 regiões metropolitanas (Belo Horizonte, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) e é atualizado a cada seis meses.
O brasileiro destaca-se em relação aos consumidores de outros países da América Latina. No Brasil, 67% da população foi às compras nos últimos 30 dias, ficando atrás apenas de Peru (69%) e México (68%). A Argentina é o país que aparece com o menor índice da região: apenas 40% de seus habitantes afirmaram ter saído às compras no ultimo mês.
Um dos principais traços observados na análise do consumidor é a importância de vincular sua identidade às compras realizadas, ou seja, o consumidor busca mais informações e experiências sobre aquela determinada marca ou produto para só, a partir daí, realizar sua escolha. A imagem da marca e o valor agregado por ela também são importantes influenciadores.
Nos últimos quatro anos, o hábito de ir às compras no Brasil cresceu aproximadamente 12%. Em 2002, os brasileiros que iam às compras com freqüência mínima de 30 dias somavam 60% da população. Atualmente, este montante chega a 67%, ou seja, 35 milhões de brasileiros saem às compras periodicamente.
As pessoas entre 25 e 34 anos se destacam no hábito de fazer compras. Quando a população é segmentada por sexo, as mulheres vão mais as compras dos que os homens, com 71% contra 63%, comprovando a tese de que mulher adora comprar.
Nas classes socioeconômicas, a diferença acompanha a tendência do potencial de consumo - 77% das pessoas das classes AB realizaram compras recentemente, seguidas das classes C e DE (65% e 55%, respectivamente). O recorte regional da pesquisa mostra que a cidade de Belo Horizonte (MG) é onde mais as pessoas fazem compras (71%) e Fortaleza aparece como a cidade brasileira com a menor incidência de compras no período dos últimos 30 dias (63%).
Há uma tendência favorável aos assuntos relacionados ao meio ambiente e o Brasil destaca-se quando comparado com os demais países da América Latina. Quando perguntados sobre a importância da reciclagem, 89% dos consumidores brasileiros responderam que consideram reciclar um dever de todos e 71% dos brasileiros afirmaram estar dispostos a pagar mais por um produto que seja saudável para o meio ambiente - 63% ainda disseram estar dispostos a mudar seu estilo de vida para beneficiar o meio ambiente. Ainda assim, na contramão deste traço do consumidor brasileiro, 36% dos indivíduos disseram achar que atualmente a preocupação com o meio ambiente é excessiva.
Quanto aos valores desses consumidores em relação ao tempo e ao trabalho, percebe-se que eles estão ainda mais preocupados com a realização profissional e, consequentemente, com a remuneração - 44% deles afirmam que o dinheiro é a melhor medida de sucesso. Cerca de 70% disseram que não trabalhariam menos, caso isso significasse redução no salário. Ainda assim, 56% concordam que a forma como gastam seu tempo é mais importante do que o dinheiro que ganham.
No que diz respeito aos aspectos psíquicos de influência na hora da compra, os Consumidores do Século XXI demonstram personalidade forte e primam pela diferenciação dos demais. Apenas um terço afirmou ser importante estar em dia com a moda e estilo e mais da metade discordou que use marcas conhecidas para se sentir incluído no seu grupo de amigos. O estudo também revelou que as celebridades têm pouca influência na decisão de compra, atingindo menos de 15% da população, de modo a fazer o comprador mudar de idéia. O brasileiro também mostrou que é um consumidor fiel as suas marcas de confiança: 72%.
“A experiência individual do consumo e qualidade são fundamentais. Ele conhece e exige seus direitos. O que realmente diferencia este consumidor é a sua atitude”, afirma Juliana Sawaia, gerente de marketing do Ibope Mídia e uma das responsáveis pelo estudo.
O consumidor é impactado por um Circulo de Influências que é composto por: mídia, ponto-de-venda e relacionamento. Dentre as principais fontes de informação na decisão de compra, as mais citadas pelos consumidores brasileiros são: experiência anterior e opinião da família.
As ações posicionadas em pontos-de-venda (PDV) também aparecem como um fator importante e muitas vezes decisivo na hora da compra, principalmente no que se refere a roupas (38%), alimentos (36%) e celulares (35%).
A busca pela informação, como dito anteriormente, é fundamental para o Consumidor do Século XXI. Metade dos consumidores afirma estar apto a fornecer muitas informações sobre algum tipo de produto e outros 34% dizem que conversam bastante com muitas pessoas diferentes sobre produtos de interesse antes de efetuar a compra - 34% concordaram que é bastante provável que consigam convencer outras pessoas a respeito de determinados produtos com suas opiniões.
“Percebemos que o Consumidor do Século XXI é pouco influenciável, mais responsável e consciente dos seus gastos, além de muito mais exigente em relação à qualidade dos produtos e marcas que consome e, se não está satisfeito, vai atrás dos seus direitos”, afirma Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.
Para obter o estudo “Consumidor do Século XXI” na íntegra, inclusive com os recortes regionais das principais regiões metropolitanas do país, acesse:
Via: CCSP
3 de set. de 2008
Estudo analisa comportamento das crianças com equipamentos eletrônicos
Foram ouvidos jovens de 9 a 13 anos de famílias que possuem TV, computador, MP3 player, vídeo game e tocador de DVD.
O eletrônico preferido pelas crianças é o PC, diz o estudo. A maior parte do tempo que as crianças passam na web é para jogar online. Cerca de 90% dos entrevistados disseram que jogar é sua atividade preferida na web.
Após games online, 47% dizem preferir bater papo online e outros 42% baixar música na web. Procurar informações para fazer a lição de casa é a atividade preferida por 36% das meninas e 28% dos garotos.
Na pesquisa, as crianças podiam selecionar mais de uma atividade favorita. Por isso, a soma das escolhas dá mais de 100%.
O mesmo estudo revela que as crianças gostam de usar vários eletrônicos ao mesmo tempo. Freqüentemente, elas deixam a TV ligada enquanto estão no PC ou ouvem música enquanto falam no celular.
21 de ago. de 2008
Picanha para vegetarianos. O senhor vai querer?
Eu, por exemplo – que ainda não tenho filhos, sobrinhos nem irmãos recém-nascidos –, jamais deveria assistir a um comercial de fraldas. Durante os 30 segundos em que sou obrigado a descobrir os detalhes das novas abas adesivas que protegem seu bebê, poderia muito bem estar aprendendo detalhes sobre qualquer outro produto que fosse um pouco mais relevante pra mim – com certeza, algum sem xixi azul.
Aí você pergunta: “Mas essa não é uma boa estratégia pra já ir gravando na sua cabeça a marca da fralda caso um dia você precise comprar uma?”. Bom, até onde eu sei, gravidez é a única ação de marketing da Mãe Natureza que possui nove meses de teaser pra você se preparar para o lançamento – tempo mais do que suficiente para qualquer ser humano virar um PhD em abas adesivas.
Por essas e outras que a forma de anunciar produtos está mudando completamente. A velha tática de “matar mosca com tiro de canhão” está cada vez mais obsoleta – e morrerá completamente quando alguns brinquedinhos como o TiVO chegarem de vez ao Brasil. Aí todo mundo vai poder brincar de Silvio Santos e mandar na programação dos canais – cortando, inclusive, os comerciais das abas que incomodam os adultos.
Essa “revolução”, no entanto, vem acontecendo faz tempo na internet, onde os ruídos de comunicação são infinitamente menores – apesar de ainda existirem. Com exceção dos banners nas homes dos grandes portais – que atingem todas as pessoas e, na minha opinião, podem até ser considerados os “PDVs da internet” –, a maior parte dos anúncios online é segmentada para um determinado público. E conceitos como “horário nobre” já não fazem o menor sentido no mundo online.
Por outro lado, enquanto muita gente reclama dos malditos spams, poucos se dão conta de que os intervalos comerciais são repletos deles. Eu, por exemplo, não lembro de algum dia na vida ter pedido para receber mais informações sobre meias-calças femininas que não rasgam nunca. Mas poderia, tranqüilamente, citar agora o nome da marca – mas vou te poupar porque, provavelmente, você também foi vítima desse tiro de canhão desgovernado.
Aí os marqueteiros vão dizer que o awareness atingido valeu a verba investida. Se eu fosse um tradutor juramentado de marquetês-português, diria que esses comerciais são, na verdade, lavagem cerebral: grudam tanto na sua cabeça que nem aquelas facas que cortam qualquer coisa (menos o Chuck Norris) conseguiriam desgrudar. Ou seja, te vencem pelo cansaço, não pelo mérito – tanto que viraram motivo de piada, igual ao Chuck (ops, desculpe: ninguém é igual ao Chuck).
Quando o poder estiver nas mãos dos consumidores, não vai ter escapatória: as empresas serão obrigadas a criar conteúdos relevantes para sobreviver. Muitas até já tentam enfiar suas marcas de qualquer jeito nos programas de TV, criando assim o tão abominável merchandising (merchã, em português). Mas um produto solto na mão de um ator ruim é, pra mim, até menos relevante que as abas – os bebês, pelo menos, não têm fala.
Os clientes precisam entender que, mais do que simplesmente levar suas marcas ao público, precisam fazer com que os consumidores desejem ir até elas. E isso você só consegue transformando objetos em serviços úteis. Ou, no melhor dos casos, fazer os dois juntos: um produto fantástico com serviços maravilhosos.
Quando isso acontece, tem até gente que pega um avião e vai para os EUA comprar um celular que, teoricamente, não funcionaria no Brasil – e sem esse produto nunca ter sido anunciado oficialmente aqui.
Aí fica tão fácil quanto vender carne de soja pra vegetariano. Mas até ela, se não se cuidar, um dia vira carne de vaca.
16 de jul. de 2008
Baladas crescem em patrocínios
Um dos principais locais que propiciam momentos de prazer e alegria ao público jovem é o ambiente das "baladas". É com este foco que a britânica Cadbury e a americana Häagen-Dazs criaram o Circuito Halls e Häagen-Dazs Mix Music, respectivamente. Os dois eventos, que recebem grande investimento, buscam aproximar as marcas com o público consumidor através da degustação de produtos e da música eletrônica, febre da atual juventude.
"A balada é um momento de aproximação com o consumidor e pensamos em criar festas de Halls, já que este tipo de evento se torna inesquecível para os jovens. Hoje em dia, não adianta criar apenas um filme para a TV e achar que seu produto será consumido", explica Paula Caetano, gerente de ativação Brasil, área que une os canais de marketing e trade marketing da Cadbury. Diante de uma enorme gama de eventos como Skol Beats, Nokia Trends, Planeta Terra, Claro que é Rock, Tim Festival e Motomix, o Circuito Halls aposta suas fichas na realização de inúmeras festas por ano.
No ano passado a Cadbury realizou 13 festas pela região sul do País; já em 2008 o Circuito Halls contará com até 15 delas distribuídas pelas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do Brasil. "O circuito está no seu terceiro ano consecutivo e não acontece com apenas uma festa por ano, mas várias. Para este ano, o investimento nos eventos totalizará R$ 4 milhões", enfatiza Paula. A primeira balada em 2008 do Circuito Halls ocorreu em Porto Alegre (RS), no final de abril. As próximas edições ocorrerão em Recife (PE), nas cidades mineiras de Belo Horizonte e Juiz de Fora, além de outras da região Sul.
Segundo Paula Caetano, São Paulo e Rio de Janeiro são cidades pulverizadas de festas, o que torna mais difícil a diferenciação de eventos. Ela também conta que os resultados da marca Halls melhoraram após a criação do circuito. "Crescemos em vendas, imagem de marca, conversão de consumidores, além de aumentarmos nossos consumidores fiéis. Estes indicadores são os balizadores para continuarmos com o projeto", conclui.
Häagen-Dazs Mix Music
A primeira edição do Häagen-Dazs Mix Music aconteceu em novembro do ano passado no Teatro Daslu, em São Paulo, e o investimento divulgado no evento foi de R$ 1 milhão. Voltada a um público selecionado, a primeira festa contou com 2 mil pessoas, 300 delas, convidadas pela empresa de origem americana. "Conseguimos ligar a Häagen-Dazs a um momento de prazer dos consumidores, além de posicionar a marca entre o público jovem e lançar novos produtos durante o evento", conta Erasmo Nuzzi, gerente de produção da Häagen-Dazs Brasil.
De acordo com Nuzzi, a edição deste ano está em fase de planejamento. "Estamos estruturando a festa, mas podemos adiantar que o Häagen-Dazs Mix Music continua baseado nos quatro pilares da última edição, que são: o lançamento de dois novos sabores com degustação aberta ao público, open bar de drinks exclusivos com o sorvete, diferentes estilos musicais e contraste de ambientes", afirma Erasmo, que revela a possibilidade da balada também acontecer na capital carioca.
Assim como o Circuito Halls, a balada Häagen-Dazs Mix Music também parece render bons frutos. "Não temos dados Nielsen, mas posso dizer que a Häagen-Dazs, em São Paulo, cresceu mais de 15% em relação às outras regiões do País", pontua Erasmo Nuzzi.
12 de jul. de 2008
Compro Ego. Pago bem.
Quando comecei a trabalhar com publicidade, tinha horror aos egos publicitários. Quem desdenha quer comprar. Eu olhava aquela gente marota, garbosa, faceira, cheia de molejo, e pensava “Quanta bobagem. O que importa é a criatividade. É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha, do que um publicitário entrar no reino dos céus”.
Tá bom. Você, cara(o) amiga(o) publicitária(o) ou aspirante à tal, tenha um ego do tamanho do mundo, se não tiver, compre, roube, se vire, dê um jeito. O ego está para o publicitário, assim como o sutiã reforçado está para o peito caído.
Se você for freelancer, assim como eu, seu ego tem que ser em caixa alta, separado por hífens: E-G-O.
Você até pode colocar no sobrenome. Alê Almeida E-G-O. Fica bonito.
Publicidade, web, design gráfico, mídia, tudo isso é muito legal. Eu gosto. Mesmo. De verdade. É um mercado muito concorrido, mas vira e mexe aparece um bicho-papão que, inexplicavelmente, tem uma conexão mental com pessoas portadoras de egos oriundos de Lilliput. Meu caso. Já me deixei enrolar por amigo de infância, ex-professor e ancião. Não faço a menor idéia de quantos logos, papelaria, sites, apresentações e defesas eu já fiz em nome da amizade.
“Ah Alê, eu preciso de uma marca para a minha empresa, você poderia criar? E um site, coisa pequena, é possível? Não quero atrapalhar, hein. É que eu preciso mesmo. Só não tenho como te pagar”, “Ah meu amigo, claro, pode deixar comigo”. Daí esse Judas, em pele de amigo, te indica para o bicho-papão. O sujeito te liga do nada e diz com a maior intimidade:
“Oi Alê, aqui é o bicho-papão, tudo bem? Seu amigo, o Judas, me deu o seu telefone. Eu gostaria de conversar com você sobre um trabalho. Sabe, uma idéia que eu tive, coisa fina, especial. Podemos conversar?”.
“Claro, pode falar”. Sou muito gentil. Fofinha.
“Descobri um ser vivo que possui penas e bico, acredito que seja uma ave. O mais incrível é que por onde sai o coco, também sai uma coisa em formato oval. Isso, oval. Ovo! Peraí! Anota isso. Se essa ave ficar sobre ele durante alguns dias, o Ovo vira uma outra ave, e se você pegar o Ovo antes que a ave fique sobre ele, ele é comestível, pode ser cozido, frito, mexido, entre outras maravilhas. Uma beleza. Coisa única. Para a ave dei o nome de Galinha. Peraí. Ovo de Galinha! Isso! Isso mesmo! Anota aí, “Ovo de Galinha”. Esse é o nome do produto. Agora você já tem o nome, faça o logo, a papelaria, a defesa, pesquisa de mercado, apresentações diferenciadas para cada público, divulgação através de newsletter, crie um site. Só que não há verba, você precisa acreditar. Esse é um produto novíssimo. Será a última moda. Você ganhará rios de dinheiro. Ah, é para ontem”.
O meu ego, em caixa baixa, faz com que eu dê graças ao Senhor por ter trabalho. Assim, pouco importa o dinheiro. Sou romântica. Agora, se eu tivesse um E-G-O, em caixa alta, separado por hífens, não seria assim.
Para começo de conversa, eu seria marota, garbosa, faceira e cheia de molejo. Portanto, dificilmente, seria abordada com uma conversinha dessa. Porém, se o bicho-papão fosse um sujeito com muita coragem e me abordasse, eu o olharia com nojo, afinal eu seria, infinitamente, melhor do que ele.
Daria aquela risadinha de desdém, sobre a sua idéia de jerico. Faria uma cara de “yo no hablo su lingua”, quando ouvisse “não há verba” e me teletransportaria para o Olimpo ao ouvir “você precisa acreditar”.
Confesso que aprendi muito com todos os bichos-papões que encontrei nessa vida. Sobre trabalho, inclusive. Nada é de todo ruim. Mas, não abrirei mão da caixa alta no meu futuro ego.
[Alê Almeida]
Fonte: CCSP
7 de jul. de 2008
Pesquisa da MasterCard apura tendências
Uma equipe formada por psicólogos, sociólogos, antropólogos e profissionais de pesquisa acompanhou a vivência de consumidores de cartões de débito e crédito, dividos em cinco segmentos: Débito, pessoas entre 18 e 35 anos das classes B e C, que já concluíram o colegial e usam muito o cartão de débito; Dependentes de Crédito, aquelas que o cartão de crédito é quase um "salva-vidas", vivem penduradas no limite; Estrategistas, consumidores que analisam muito o custo x benefício do cartão; Jovens, de 17 a 24 anos, que são "multiplicadores", aqueles que aceleram a velocidade das mudanças; e, por fim, Affluents, consumidores de alta renda, da classe A, entre 30 e 45 anos.
A partir da análise destes grupos, a pesquisa revelou duas grandes tendências de comportamento: a primeira, uma mudança de eixo do "eu" para o "nós" e a segunda, uma valorização maior do aprendizado e do conhecimento.
A primeira tendência detectada denota que o consumidor, em geral, começa a perceber que para "eu" conseguir ser bem-sucedido em todos os âmbitos da vida, tenho que pensar no "nós". Ou seja, a consciência do coletivo começa a aparecer muito, principalmente no discurso. "As palavras ainda não condizem com a prática, é verdade, mas não deixa de ser um indicativo importante", analisa Cristina Paslar, diretora de marketing da MasterCard. "Se bem que no grupo dos Jovens já há um consistente engajamento em diversas causas, principalmente ambientais", ressalta a diretora.
De acordo com a executiva, o estudo apurou que, para todos os grupos de consumidores analisados, não é mais suficiente apenas dar dinheiro para uma instituição de caridade, por exemplo, sem ter envolvimento com ela. "Apesar de muitos ainda ficarem só no discurso, a consciência do coletivo e da necessidade de envolvimento com atividades solidárias e que visem ao bem-comum é uma tendência captada pelo estudo", observa.
A segunda grande onda verificada pela pesquisa mostra o interesse geral pelo aprendizado e pelo desenvolvimento pessoal, uma necessidade cada vez maior, de pessoas de todos os grupos de consumidores, de continuar evoluindo. "Inclusive na terceira idade observou-se a questão do desenvolvimento, da busca pelo aprendizado", comenta Cristina.
Além de valorizarem "currículos quilométricos", os brasileiros também estão buscando experiências enriquecedoras como fontes de atualização, como uma viagem, conhecimento de outras culturas, aulas de canto ou de instrumentos musicais, enfim, é uma busca mais ampla pelo conhecimento, segundo o estudo.
Os entrevistados mostraram se importar não somente com o lado intelectual, mas também com a mente e com o espírito. "Em todas as classes sociais, as pessoas estão preocupadas com o auto-conhecimento, a estabilidade emocional, com o lado espiritual", afirma Cristina.
Essa mudança de eixo do individual para o coletivo e a valorização do aprendizado contínuo resultará, segundo o estudo, num consumo mais consciente. "Atualmente, o consumidor já está bem mais consciente, mas ainda não coloca tanto isso em prática", avalia.
Atualmente, a MasterCard está trabalhando os dados da pesquisa internamente com os funcionários da empresa, a partir de grupos de discussão com profissionais de múltiplas áreas, em debates durante o café da manhã, na companhia.
"Para aplicarmos os dados em estratégias publicitárias, temos antes que vivenciar isso internamente. O consumidor não quer mais saber de empresas que dizem na mensagem publicitária algo que não praticam", arremata Cristina.
16 de mai. de 2008
Estudo destaca formas de se relacionar com mídias
Com relação à imprensa gratuita, o estudo diz que “a publicidade é percebida pelos consumidores como pouco criteriosa mas interessante”, enquanto nos jornais pagos foi considerada pelos portugueses “adequada ao meio e segmentada", sendo vista como "mais cuidada por haver um maior critério de escolha, em termos de anunciantes”.
Destaque ainda para as conclusões relativas ao cinema, onde os consumidores pensam que “há muito potencial de comunicação” e sugerem um “maior investimento nas salas de cinema”.
O trabalho aponta que existe maior fidelidade dos consumidores aos conteúdos das mídias do que às plataformas
28 de abr. de 2008
Comerciais colocam o consumidor na tela
A razão do capricho na elaboração das mensagens passa pelo crescimento do setor e não difere das investidas de outros varejistas. Caso do Magazine Luiza que está gastando 20% a mais em marketing este ano, somando inéditos R$ 60 milhões. Ou da rede mexicana Elektra, que desembarcou no Nordeste prometendo barulho com a ajuda da agência Fala!, de um ex-diretor das Casas Bahia.
O consultor Eugenio Faganholo, da Mixxer Desenvolvimento Empresarial, vai além e explica o aumento de gastos com marketing como decorrência das disputas no atual cenário do consumo. "O grande concorrente do varejo de eletrodomésticos não é mais o competidor direto, mas a concessionária de automóveis. É a compra do carro zero que está impactando o negócio", diz ele.
Para o consultor, há uma intensificação da disputa pela renda do consumidor, mesmo com as vendas vivendo um dos melhores momentos dos últimos anos. "O empresário sabe que, mais do que nunca, precisa de uma comunicação mais agressiva e mais atraente, como a experiência de levar o próprio comprador para ser o protagonista do anúncio", acrescenta.
Rafael Klein, diretor de marketing das Casas Bahia, não gosta de falar sobre concorrência. Prefere creditar a atual campanha para o Dia das Mães, que foi pautada por filmetes elaborados pelas próprias consumidoras das lojas, como uma decorrência natural das investidas publicitárias que a empresa faz em datas sazonais. "Essa ação é resultado de pesquisa, o que sempre fazemos, especialmente no caso das campanhas institucionais que tendem a ser diferentes dos anúncios voltados para promoções", explica ele.
SEM TEMPO A PERDER
O som mais alto, recorrentemente adotado na propaganda de varejo no Brasil, é uma característica que, em que pesem as críticas, se mantém eficiente, como reconhecem os profissionais do ramo. "A empresa faz uma negociação boa e não tem tempo a perder. Precisa destacar essa vantagem para que a venda aconteça rápido e a operação gere ganho no giro", diz o profissional da área de criação Jorge Murtinho, da equipe da agência Young & Rubicam, que detém a conta das Casas Bahia. A agência mantém um time de 112 profissionais na sede da rede varejista em São Caetano (SP), para assegurar a agilidade nesse processo. A empresa mantém nos últimos cinco anos o posto de maior anunciante do País, com verba estimada em R$ 700 milhões por ano.
As gravações da série de filmes que serão vistos no período de celebração pelo Dia das Mães, surpreende não só pelo contraste da peça em relação às anteriores, como pela inovação. Seguindo uma forte tendência no meio publicitário, apela ao consumidor como protagonistas. Estão no ar várias campanhas do gênero, como as da Fiat e do Banco Real.
A dona de casa Erica Batista de Souza, 31 anos, a estudante Andréia Duran da Silva, 24, e a médica sanitarista Denise Carvalho, 32 , estão entre as 30 selecionadas. Foram olheiros da agência que as convidaram a participar ainda no interior das lojas. Todas têm filhos e todas toparam pegar a câmara emprestada e filmar com seus rebentos para deixar para eles uma mensagem em seus 15 minutos como cineastas. A onda de o público assumir o papel de protagonista na propaganda tem mostrado força. Pesquisas detectam que o consumidor não aceita mais ser passivo.
Fonte: O Estado de S. Paulo
5 de mar. de 2008
Brasil tem as crianças que mais se conectam à internet, revela estudo
As crianças brasileiras com idade entre 8 e 14 anos, possuem em média 12 amigos virtuais que nunca encontraram e ocupam o primeiro lugar no ranking dos países que mais acessam a web 2.0 revela o estudo "Playground Digital" realizado entre março e junho deste ano.
Segundo o Ibope NetRatings, a média de crianças com idade entre 6 e 11 anos que acessam a internet em casa é de 1,9 milhão - cerca de 10% do total de 19,3 milhões de brasileiros que acessaram a internet residencial em agosto.
A pesquisa foi feita com 7 mil crianças de 12 países (Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Holanda, Itália, Suécia, Alemanha, Índia, México, Japão, China e Brasil) pelo canal infantil de TV paga, Nickelodeon.
Como critério de seleção, os participantes deveriam ter acesso a dois aparelhos de tecnologia - câmera digital, videogame, MP3 ou I-Pod, Internet, celular ou pertencer a algum site de relacionamento.
Entre os 600 brasileiros participantes da pesquisa, 86% acessam a Internet três vezes ou mais por semana e 66% usam a rede diariamente, sendo que a média mundial é de 70%.
O uso de celulares entre os pequenos brasileiros também é a maior do mundo - 81% utilizam o celular três ou mais vezes por semana, 50% a mais do que as crianças japonesas.
Globalmente, a média de números de telefone que cada criança possui em seu aparelho celular é 41. No Brasil, esse número é 48. Na China, 68; na Itália, 57; na Índia, 51. A maioria das crianças brasileiras usa celular para falar (99%) e mandar textos (95%). Outras funções bastante utilizadas são jogar (91%), tirar fotos (75%) e ouvir músicas (70%).
Quando se trata de sites de relacionamento, as crianças brasileiras perdem apenas para a China. Nesta faixa etária, 67% dos brasileiros usam redes sociais, enquando as crianças chinesas apresentam um índice de 79%. A Itália está em terceiro lugar (53%), seguida da Suécia (47%), Inglaterra (34%), Austrália (25%) e Japão (2%).
De todas as crianças entrevistadas, 68% dizem que a primeira coisa que fazem quando ligam o computador é entrarem no MSN e checarem quem está conectado, 58% afirmam que falam mais coisas pelo MSN do que cara a cara e 45% dizem conhecer melhor os amigos via MSN.
A relação entre MP3 player, desktop e música está cada vez mais forte na cabeça das crianças. Em média, uma criança brasileira tem 160 músicas no MP3 player, 850 no computador e 36 CDs.
Entre os entrevistados, 81% ouvem música no computador, 78% no aparelho de som, 73%, pelo rádio, 69% no canal de TV de música, 62% pelo rádio via Internet e 37% no celular.
China, Brasil e México são os países onde as crianças têm mais amigos íntimos virtuais. As brasileiras possuem, em média, 12 amigos virtuais que nunca encontraram. O ranking é liderado pela China, com 13 amigos virtuais.
Para 89% das crianças os sites de relacionamento ajudam a manter as amizades. A maioria (87%) é cuidadosa ao escolher novos amigos mesmo no mundo virtual e afirmam que checam o perfil de alguém antes de decidir se querem falar com ele ou vê-lo.
O Brasil também é o país que tem mais crianças visitando a web 2.0 (71%). Desse total, 38% inserem vídeos. O segundo país que mais visita sites de conteúdo feito pelo usuário é a China (67%), seguido de México (57%), Suécia (44%), Nova Zelândia (39%) e Austrália (37%).
"As razões pelas quais a garotada coloca vídeos na web 2.0 no Brasil são diversas: 59% dizem que gostam de dividir suas criações com os colegas, 55% acham bacana apresentar a todos idéias originais, 28% querem checar se suas criações fazem sucesso, 9% querem ter a chance de se tornar celebridade virtuais", afirma o estudo.
Apesar da evolução tecnológica, os programas favoritos das crianças não mudaram muito em 15 anos, revela a pesquisa. No topo da lista dos programas favoritos está ouvir música (70%), seguido de assistir à TV ou sair com amigos (65%). Logo depois vem assistir a DVDs (60%), relaxar (60%), ir ao cinema (59%), acessar a Internet (56%), namorar (55%), comer (53%), divertir-se em casa (49%).
"Crianças continuam sendo crianças. Elas continuam com as mesmas necessidades de quinze anos atrás – divertir-se, usar a imaginação, expressar-se, comunicar-se – só que a tecnologia facilitou e mudou o jeito de elas se relacionarem", destaca uma das conclusões do estudo, ressaltando que hoje as crianças têm mais contato com a diversidade.
Já entre as crianças brasileiras, a TV domina. 88% afirmam que realmente se divertem assistindo à TV. Em seguida aparece assistir a DVDs (83%) e ouvir música (82%).
27 de nov. de 2007
Ibope revela resultados e perspectivas do mercado de marketing
A pesquisa detectou que as empresas estão otimistas quanto ao futuro da economia brasileira, com exceção da carga tributária, que apareceu como a grande preocupação entre os executivos (73%) para 2008. Dos entrevistados, 48% disseram estar apreensivos no que diz respeito à desaceleração da economia nacional e 44% apontaram mudanças na legislação/regulamentação como a principal inquietação em relação ao macro-ambiente econômico do País.
“O peso da carga tributária é uma preocupação mais forte entre empresas de menor porte, enquanto a regulamentação preocupa mais as empresas de grande porte”, afirmou durante o evento Laure Castelnau, diretora executiva de atendimento e planejamento do Ibope Inteligência e responsável pela pesquisa.
O ambiente de otimismo também pode ser notado quando o assunto são as perspectivas para o próximo ano: 90% dos entrevistados acreditam que a receita líquida de suas empresas deverá continuar crescendo no próximo ano e 79% afirmam que o lucro das corporações também continuará em linha ascendente.
No que diz respeito a investimentos, 75% dos executivos entrevistados dizem que suas empresas continuarão aplicando dinheiro, principalmente nas três principais estratégias de crescimento:
1º - Exploração de novos mercados (72%)
2º - Desenvolvimento de novos produtos e serviços (67%)
3º - Novos canais de vendas (55%)
Quando perguntados sobre as ferramentas de marketing que mais utilizaram em 2007, os executivos apontam os eventos em 1º lugar (72%), seguidos por meios de comunicação dirigida como e-mail marketing, mala direta etc (68%); e, em terceiro, o serviço de assessoria de imprensa e de relações públicas, com 46%. Comunicação de massa, promoções e merchandising foram as ferramentas menos utilizadas em 2007 com, respectivamente, 40%, 29% e 17%.
“Esse resultado não significa que houve maior investimento, em termos absolutos, em eventos do que em comunicação de massa, pois podem ter sido feitos muitos eventos e apenas uma comunicação de massa com investimento ainda assim muito superior em valores absolutos. No entanto, representa uma forte tendência”, explica a executiva.
Em relação às ferramentas que devem crescer em utilização no decorrer de 2008, destacam-se a comunicação dirigida (62%), os eventos (55%) e assessoria de imprensa e RP (40%).
Na opinião dos entrevistados, o comportamento do consumidor também vem passando por diversas mudanças, sendo que a mais evidente é a busca do cliente por informações sobre produtos e serviços. “Para 75% dos entrevistados, o consumidor dos nossos dias está muito mais pró-ativo e toma a iniciativa de ir atrás de informações sobre determinada marca ou produto. O consumidor não espera mais que a marca vá até ele. Ele mesmo procura saber mais sobre aquilo que deseja consumir e isso é muito positivo. Tanto que as empresas pretendem investir cada vez mais em relacionamento one to one, para atingir de forma efetiva esse consumidor ativo e preocupado com aquilo que consome”, acrescenta Laure.
O levantamento foi realizado entre os dias 24 de outubro e 8 de novembro de 2007 com mais de 140 executivos de empresas associadas à AmCham em todo o Brasil. Dentre os profissionais pesquisados, 45% são diretores e 30% são gerentes, sendo que a maioria deles está relacionada com a área de marketing em suas corporações.
Fonte: Portal da Propaganda
23 de nov. de 2007
Curso de marketing pessoal no Madia Marketing School
Para Tom, uma das tendências irreversíveis na sociedade moderna é a aplicação dos conceitos de marketing na gestão de imagem e planejamento de carreira das pessoas. "Para triunfar no jogo do universo corporativo é necessário antes de tudo vender a nós mesmos", explica.
Cursos:
Data: 24 de novembro e 08 de dezembro 2007 (2 sábados)
Horário: 8h30 às 18h30 - com intervalos para coffee break e almoço.
Carga Horária: 16 horas
LOCAL: MMS - Madia Marketing School - Rua Padre João Manuel, 755 - 13º andar - cj 132 São Paulo - SP
Informações: www.tomcoelho.com.br e www.mmmkt.com.br
Telefone: 11 3064 0064
Investimento: R$490,00 A vista ou em duas vezes
Desconto para ex-alunos da Madia Marketing School - Mais informações no número de telefone 11 3064 0064
Fonte: Adnews
Demissões: Greve afeta Satuday e Til Death
Desta vez, diretores e produtores foram poupados, assim como os membros do elenco. Mas o mesmo não aconteceu em séries como The Office, Bionic Woman e 30 Rock.
Nestes programas, os contratos dos atores foram suspensos, mas, na maiora dos casos, os estúdios continuaram pagando salários, embora cortados pela metade. Apenas o estúdio Sony Pictures TV resolveu tomar uma decisão mais drástica, que está irritando o Screen Actors Guild, sindicato dos atores dos Estados Unidos.
Fonte: O Fuxico
22 de nov. de 2007
Estratégia do canudinho para mostrar elasticidade no yoga
Ela mostra a elasticidade de um praticante de yoga na dobra flexível de canudinhos plásticos.
Essa campanha teve sucesso tão imediato que outros produtos aderiram a idéia.

Fonte: Publicidade no ato
Ela estava falando demais então ele decidiu desinflar a mulher
Fonte: Blue Bus
21 de nov. de 2007
A alma das empresas
Segundo Raquel Kussama, consultora, especialista em desenvolvimento organizacional e formação de equipe, a resposta pode estar ligada diretamente à atenção que foi ou não dada à alma da empresa. Trocando em miúdos, quando se esquece de cuidar dos valores pertinentes às pessoas, a organização deixa de ter um ambiente harmônico e saudável. “Acredito que as organizações vão se estruturar e, depois, os profissionais que estiverem sem essa competência, estarão automaticamente eliminados do mercado de trabalho, da mesma forma que vemos hoje a exclusão para competência técnica, comportamental e emocional”, afirma Raquel Kussama.
Fonte: e-Learning Brasil
Use Pinho Sol pra não pagar mico depois..
Fonte: Blue Bus
Violência na propaganda aumentou e a rejeição do público também
Fonte: Blue Bus
19 de nov. de 2007
Bradesco lança extrato em Braille
O demonstrativo consolidado, espécie de extrato que contempla informações de conta-corrente e de outros produtos, além da versão em Braille, poderá ser impresso no formato ampliado. Neste caso, terá fontes (letras e números) maiores para facilitar a leitura dos que apresentam deficiência visual parcial. Os demonstrativos já estão prontos e começam a ser enviados, gratuitamente, a partir do próximo mês, acompanhados da versão normal, que será mantida por motivos legais, sem nenhum custo adicional ao cliente.
A iniciativa do Bradesco será divulgada por emissoras de rádio das principais capitais do país, além da Internet. O objetivo é prestar a melhor orientação a quem necessita e tem interesse em receber os novos extratos. Para ter acesso aos demonstrativos adaptados, o cliente deve procurar a agência ou ligar para o Fone Fácil.
O Sistema Braille
Em 1829, o jovem francês Luis Braille, nascido em Coupvray, com apenas 15 anos e cego desde os três, criou o chamado Sistema Braille, composto por seis pontos agrupados em duas fileiras de três pontos cada – a cela Braille. A combinação desses seis pontos permite que se formem 63 caracteres que simbolizam as letras do alfabeto convencional e suas variações, como acentos, pontuação, números, símbolos matemáticos e químicos e as notas musicais. Atualmente, esse sistema de leitura por tato é amplamente utilizado na educação de cegos, aumentando as chances de conseguirem um emprego, serem incluídos socialmente e se tornarem cidadãos independentes.
Fonte: e-Learning Brasil
14 de nov. de 2007
Jovens europeus trocam TV pela internet
Os dados foram apurados em estudo da European Interactive Advertising Association (EIAA), realizado em dez mercados europeus, entre os quais Reino Unido, Alemanha, Espanha e Itália.
Segundo a pesquisa, 82% dos jovens entre 16 e 24 anos acessam a internet entre cinco e sete dias por semana, enquanto 77% vêem televisão com a mesma regularidade.
Os jovens de 16 a 24 anos tiveram um consumo de internet 10% acima do consumo de televisão e cerca de metade deles (48%) admite que o consumo de TV caiu por conta da internet.
A tendência não é a mesma em outras faixas etárias. De acordo com os dados, o consumo de televisão se manteve estável.
Todavia, 75% dos pesquisados de outras faixas de idade também utilizam com frequência (entre cinco a sete dias por semana) a internet.
Fonte: CCSP