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29 de set. de 2008

Brahma inventa "localizador de butecos"

A Brahma anunciou sua mais recente invenção: um localizador de bares para o internauta. Chamada de "facilitômetro" pela empresa, o serviço ajuda a encontrar os bares mais próximos do endereço digitado no site.

Além disso, a ferramenta calcula o custo aproximado do táxi do local até sua csa ou escritório e ainda dá 10% de desconto na tarifa.


Fonte: Adnews

26 de nov. de 2007

Google lança serviço de busca personalizada para blogs

O Google anunciou na sexta-feira (23) o lançamento de um novo serviço de buscas personalizadas para sites e blogs. Batizado de Google Custom Search, o sistema permite que donos de sites instalem a busca do Google dentro da página na internet. Há uma versão gratuita, para sites e blogs pessoais, e uma paga, para empresas. Para usar o serviço, basta acessar o endereço www.google.com.br/sitesearch e seguir as instruções. A idéia é tornar a busca sob medida para cada internauta. Aqueles que possuem um blog sobre gastronomia, por exemplo, podem configurar o Google Custom Search para que as pesquisas sejam feitas apenas em páginas sobre esse assunto.
O Google Custom Search Business Edition pode ser contratado por um preço que varia de US$ 100 dólares anuais (para buscas em até 5 mil páginas) até US$ 2,2 mil dólares anuais (para buscas em até 300 mil páginas).

Fonte: Portal Imprensa

8 de nov. de 2007

Microsoft lança versão final do Windows Live

A Microsoft anunciou ontem, 7, a versão final do Windows Live, uma união de aplicativos e serviços online. Entre as novidades da nova geração de serviços está a possibilidade de acessar a caixa de mensagens eletrônicas do Hotmail e qualquer outra conta vinculada ao serviço chamado ?Mail? mesmo estando offline. Por essa mesma ferramenta, que pode substituir o Outlook Express, é possível editar e enviar fotos no próprio corpo da mensagem sem ter que anexá-las ao email e adicionar e gerenciar contas de outros provedores brasileiros e internacionais, como Gmail, por exemplo.

O Hotmail, que hoje soma 29 milhões de usuários no Brasil, também oferece espaço de armazenamento de 5GB. Para os blogueiros de plantão foi desenvolvido o Writer, que edita e publica conteúdo nos blogs do Spaces - a rede social da Microsoft - e em outras contas como as hospedadas no Blogger. Já pela Galeria de Fotos, as imagens são automaticamente importadas e organizadas pelo computador e a ferramenta permite a publicação das imagens em sites no Flickr ou de vídeos no chamado MSN Soapbox, pelo qual também é possível convidar contatos do Messenger para compartilhar e assistir os conteúdos em tempo real. "Oferecer um gama maior de serviços também permitirá a ampliação de nossa plataforma de publicidade com espaços para anúncios em todos os ambientes de navegação e possibilidade de uma empresa montar um perfil institucional em nossa rede social", conta Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor geral do MSN Brasil.

Outro ponto importante do Windows Live é a Proteção à Família, que permite o controle dos pais sobre os conteúdos acessados pelos filhos de qualquer computador da casa. É possível bloquear sites de conteúdo adulto para crianças e adolescentes, além de dar aos pais a opção de permitir a adição de determinados contatos à lista de amigos do Messenger. "Caso os filhos queiram acessar um site previamente bloqueado, é preciso pedir a autorização de quem gerencia o serviço e aguardar pela liberação", diz Priscyla Alves, gerente de marketing do MSN Brasil. Parcerias com fabricantes de computadores instaladas no Brasil também foram firmadas a fim de garantir a adesão do novo serviço. A partir de 2008, os computadores com Windows Vista que saírem das fábricas de empresas como CCE, HP, Itautec, Nova Data e Semp Toshiba, terão pré-instalado o conjunto de aplicativos sem nenhum custo adicional.

Fonte: MM Online

7 de nov. de 2007

Microsoft lançará IPTV na Índia

A Microsoft e a empresa indiana Reliance Anil D. Ambani Group anunciam na segunda-feira (09) que fecharam acordo no valor de US$ 500 milhões para lançar um serviço de televisão pela internet (IPTV) na Índia.

O presidente do grupo indiano, Anil Ambani, afirmou que o serviço de televisão pela internet será interativo, pessoal e contará com tecnologia de ponta.

Ambani disse ainda que o grupo lançará serviços de TV por assinatura via satélite nos próximos meses, para o qual a Microsoft contribuirá fornecendo redes de fibra óptica.

Fonte: CCSP

6 de nov. de 2007

Serviço monitora cópia de conteúdo distribuído sem permissão na rede

A plataforma Attributor para monitorar e analisar o conteúdo online foi lançada na segunda-feira (05/11) com a premissa de identificar cópias de material pela internet, analisando critérios que são considerados como o “DNA” do texto.

Para que o sistema funcione, é necessário que clientes do novo serviço registrem partes do texto consideradas importantes (como uma imagem, vídeo ou parágrafo).

É possível também adicionar regras específicas para a identificação, como a quantidade que pode ser copiada, se um link para o original é requerido e em que termos publicidade é permitida.

Ao encontrar conteúdo que não está de acordo com os termos de cópia em um universo de bilhões de sites, o serviço envia uma notificação automática exigindo uma alteração ou remoção ao responsável pelo veículo que divulgou a informação.

O Attributor revela ao cliente se as devidas alterações foram feitas ou se o conteúdo foi removido. O produto, desenvolvido pela Attributor Corporation, já possui clientes como Reuters, Associated Press e News Canada.

Fonte: IDG Now!

Google anuncia plataforma para telefones celulares

O Google anunciou nesta segunda-feira, 5, uma nova plataforma de software destinada a dispositivos móveis. O 'Android' é uma iniciativa da Open Handset Alliance (OHA), uma entidade internacional liderada pelo Google e formada por empresas como Intel, Motorola, Qualcomm e Telefonica.

De acordo com Eric Schmidt, presidente mundial e principal executivo do Google, a aliança entre essas empresas é fomentar a inovação no mundo da telefonia móvel, facilitando a maneira de acessar e compartilhar informações pelo telefone celular.

A plataforma está disponível em código aberto (open source), o que dará aos desenvolvedores, fabricantes e operadoras uma maior liberdade para criar novas aplicações. Um dos objetivos da Open Handset Alliance é desenvolver tecnologias para baixar consideravelmente o custo de criar e distribuir produtos e serviços nos telefones celulares.

A expectativa da OHA é que os primeiros telefones celulares baseados no Android cheguem ao mercado no segundo semestre de 2008.

Fonte: MM Online

Maior varejista da América Latina aporta no Brasil

O investidor Ricardo Salinas Pliego, dono da terceira maior fortuna do México, está aportando no Brasil através de seu banco Azteca e da rede varejista Elektra, a maior da América Latina. Entre seus conselheiros para o planejamento de negócios no mercado brasileiro estão desde o ex-ministro Delfim Neto até o publicitário Allan Barros, presidente da Fala, recém-incorporada ao Grupo Total. Barros prestou consultoria para a Elektra, que neste ano realizou no México um evento nos moldes do Super Casas Bahia, promovido pela primeira vez quando ele era diretor de marketing da rede.

De olho nos consumidores de baixa renda, a Elektra espera abrir 16 lojas até o fim de 2008, colocando em todas elas pontos de atendimento do Azteca, o terceiro maior banco do México, prontos para financiar as compras dos interessados. A sede das duas empresas no mercado brasileiro será instalada em Pernambuco, já que o Nordeste é o seu primeiro foco de atução.

Fonte: MM Online

1 de nov. de 2007

Cidades brasileiras participam do Dia Mundial da Usabilidade

O Dia Mundial da Usabilidade, criado pela Usability Professional's Association, ocorre dia 8 de novembro pelo mundo para se certificar que os serviços e produtos possam ser utilizados com facilidade.

O tema deste ano é “cuidados com a saúde”, e serão abordados desde novos dispositivos médicos e remédios até funcionalidade em hospitais.

O evento destaca o usuário e seu direito a utilizar produtos e serviços simples e eficientes, desde um controle remoto até um site na internet.

Até agora, estão registrados 150 eventos em 37 países. No Brasil, o evento ocorre em Belo Horizonte, Recife, Porto Alegre e Curitiba.

Nesta última cidade, entre outros, será apresentado o projeto “Brastemp Independente”, que permite aos deficientes utilizarem aparelhos como microondas, geladeiras e outros.

Confira mais detalhes de cada local no site do evento.

Fonte: IDG Now!

31 de out. de 2007

Google segue Facebook e cria plataforma aberta para redes sociais

Reconhecendo a importância das redes sociais como um veículo para serviços e publicidade online, o Google vai anunciar na quinta-feira (01/11) uma resposta para a crescente popularidade do MySpace e do Facebook.

Assim como o Facebook, que abriu o seu código para os desenvolvedores, e o MySpace, que disse que vai fazer a mesma coisa, o Google irá anunciar o OpenSocial, uma iniciativa cujo objetivo é "espalhar aplicações sociais pela Web", de acordo com a empresa.

O OpenSocial será um conjunto de APIs (application programming interfaces) desenvolvidas para os programadores criarem aplicações para redes sociais que vão rodar em múltiplos web sites, simplificando a criação e distribuição desses programas.

Os parceiros do OpenSocial incluem empresas de software e redes sociais conhecidas, como Oracle, Salesforce.com, Hi5, iLike, LinkedIn, Slide, Ning, Friendster e Plaxo.

Os principais rivais do Google, que é dono da rede social Orkut, Facebook e MySpace não são listados entre os parceiros do OpenSocial.

A nova estratégia é uma tentativa do Google de tentar diluir o sucesso da rede social Facebook, que conseguiu atrair desenvolvedores externos desde que abriu sua plataforma web para aplicações de terceiros, em maio deste ano.

Cerca de 7 mil aplicações foram desenvolvidas para o Facebook até o momento, ajudando a rede social a atrair mais pessoas e aumentando o uso do site. Recentemente, o MySpace disse que irá seguir o exemplo do Facebook.

Ao permitir que os desenvolvedores escrevam aplicações uma única vez que possam ser usadas em múltiplos sites, a iniciativa OpenSocial quer, em teoria, barrar o apelo do Facebook de se tornar um catálogo de aplicações para redes sociais.

Considerado um conteúdo de interesse de adolescentes, a redes sociais estão cada vez mais atraindo o interesse de adultos com idade superior a 30 anos.

As redes sociais estão buscando também especializações que vão além do entretenimento e do relacionamento virtual com amigos. Existem redes sociais atendem de médicos até milionários.

O Google é dono da rede social Orkut, que é dominante no Brasil, mas tem pouca participação nos EUA, onde MySpace e Facebook lideram.

Recentemente, perdeu para a Microsoft a batalha em torno da aquisição de uma participação minoritária no Facebook, a rede social que mais cresce mundialmente, com uma adição média diária de 250 mil novos membros.

De acordo com dados da comScore, o MySpace tinha, em junho, 114,1 milhões de visitantes únicos mundialmente. Ele era seguido pelo Facebook, com 52,2 milhões, Hi5 (28,2 milhões), Friendster (24,7 milhões) e o Orkut (24,1 milhões).

Fonte: IDG Now!

Yahoo! anuncia recursos em seu comunicador instantâneo

O Yahoo! anunciou ontem (30) que está adicionando recursos de execução de mídia digital, transferência de grandes arquivos, idiomas e outras ferramentas a seu software de mensagens instantâneas.

A decisão acontece em um momento em que um grande número de concorrentes, da AOL à rede social MySpace, ampliam suas posições no mercado de serviços de mensagens instantâneas.

O Yahoo Messenger 9.0, lançado em versão teste, tem recursos similares aos encontrados em redes sociais e sites de compartilhamento de mídia, incluindo espaço para o usuário acrescentar uma foto ou outra imagem a seus contatos e capacidade para compartilhar vídeos ou fotos dentro de uma tela de mensagem.

Os usuários também podem enviar mensagens para celulares quando estão longe de um computador.

Fonte: CCSP

19 de out. de 2007

CEO da Adobe prevê mudanças no mercado de software online

A Adobe deveria estar tranqüila em sua estratégia online por estar presente em mais de 99% dos PCs do planeta com sua tecnologia Flash, certo? Não é assim que o CEO da empresa, Bruce Chizen, encara a crescente maturidade da web que começa a ter softwares online comparáveis às versões para PC.

Nesta entrevista exclusiva, dada poucos minutos antes da sua apresentação, Chizen aposta que a Adobe investirá no mercado de softwares online a ponto de transferir para o browser versões completas de aplicativos como Premiere, PhotoShop e Illustrator, além de já se movimentar com aplicações offline com o recente lançamento da plataforma AIR.

Por fim, o executivo ainda descarta uma possível ameaça que a tecnologia Silverlight, elaborada pela Microsoft para aumentar participação em interatividade online, faça ao Flash, responsável por 70% dos vídeos reproduzidos online. "Estamos em forma melhor", ironia. Confira a entrevista.

Algum dia haverá produtos da Adobe com todas as funções oferecidos pela internet, no modelo de software como serviço?

Sim, mas em médio prazo. Para se beneficiar da versão completa do Photoshop, a experiência de um aplicativo hospedado em um serviço não seria muito boa por causa das larguras de banda. A capacidade da banda larga ainda não equaciona com o que você consegue aproveitar do seu PC.

Você nos verá fazendo aplicações híbridas que se aproveitam do desktop, mas oferecemos apropriadamente funcionalidades online para funções como compartilhamento. Nosso aplicativo online Kuler permite que usuários colaborem usando diferentes formatações de cor e funciona junto a produtos como o Illustrator, que fica no desktop.

Isto acontecerá nos próximos anos: teremos estes ambientes híbridos para aplicativos com todas suas funções integradas. Enquanto a banda larga se torna cada vez mais poderosa, existe a possibilidade de transferir aplicativos do desktop para o servidor. Cinco é provavelmente o mínimo que teremos de esperar.

Mas a capacidade do desktop está avançando tão rápido, enquanto a velocidade da banda larga não segue o mesmo ritmo de crescimento. Mesmo que cresça a taxas assim, as pessoas trafegarão mais dados pelos mesmos canais, o que tornará mais lenta a distribuição de dados.

Você concorda que o futuro da distribuição de software está no modelo de "software como serviço"?


Eventualmente. A chave é o quanto o processo demorará. Depende do aplicativo e da velocidade da banda larga. Sou espero o suficiente para dizer que esta realidade chegará em 20 anos.

(Em sua palestra realizada logo após esta entrevista, Chizen afirmou que a Adobe veria seu modelo de distribuição de software totalmente transformado de produtos empacotados para serviços online em 10 anos).

O modelo de "software como serviço" também representa uma ameaça à Adobe caso alguns rivais desenvolvam aplicativos online completamente novos que façam frente de verdade aos softwares da companhia?

Qualquer mudança no modelo de distribuição ou modelo de negócios é um perigo para qualquer empresa como a Adobe que tem grande parte da sua renda provinda da venda de aplicativos para desktop. É nossa obrigação assegurar que, enquanto o ambiente for capaz de entregar funcionalidades completas aos usuários, a Adobe está lá antes de qualquer outra empresa.

O que fizemos na edição de vídeo com o Premiere Express, o que estamos fazendo com o Photoshop Express e com o Share e o que faremos com o PDF Creation online são grandes exemplos de a Adobe estar a frente de outras empresas para aproveitar as mudanças no cenário online.

A Adobe está em processo de aquisição da Virtual Uniquity, fabricado do serviço de processamento de texto online Buzzword. A empresa está interessada em ter aplicativos online de apresentações e planilhas, formando um pacote na internet?

Planilhas provavelmente não, mas as apresentações são intrigantes. O truque é desenvolver uma e adquirir outra onde acreditamos que somos diferenciados ao explorar a plataforma AIR.

O que nos animou sobre o Buzzword era não entrar no setor de processamento de texto online, mas demonstrar de uma maneira prática o que o AIR pode fazer, além de caber perfeitamente na nossa estratégia de Acrobat.

Você vê a Adobe competindo com o pacote de comunicações e colaboração Google Apps ou com o Microsoft Office?

Acho que (o âmago da discussão) é mais sobre oferecer o serviço para alguém que já está compartilhando documentos PDF ou protegendo dados conosco pela internet e querem editá-los ou acessá-los.

Não temos como objetivos aplicativos para edição série de textos, como faz o usuário do Office, mas para usuários dentro do nosso ecossistema, envolvidos no processo de trabalho colaborativo.

Por que a abordagem com AIR é preferível para construir um componente offline para aplicações baseadas no navegador, da mesma maneira que o Google está fazendo com o Google Gears?

Para alguns aplicativos, o browser é ótimo e ter funções para uso offline será uma grande extensão. Mas para outras aplicações, queremos controle total sobre a experiência do usuário e o navegador, para tanto, é inadequado.

É aí que queremos nos diferenciar: a habilidade para ir um pouco mais longe nas funções locais, a capacidade de arrastar e soltar facilmente arquivos do desktop para o aplicativo e vice-versa. Estas coisas seriam difíceis de serem feitas pelo browser. E, em algumas aplicações, você quer ficar completamente imerso e não limitado por um navegador.

Quais são as novas ofensivas contra o pulg-in SilverLight da Microsoft para oferecer vídeo online e gráficos interativos online, como Flash?

Parece que (o Silverlight) está tentando imitar o Flash: o player roda no navegador e foi desenvolvido para interatividade, animação e vídeo. Felizmente, começamos 10 anos antes e temos um ecossistema completo ao redor do Flash.

Estamos em cerca de 99,1% de todos os PC do mundo e em 300 milhões de gadgets móveis. Mais de 70% do vídeo exibido na internet é por Flash. Milhões de desenvolvedores e designers usam ferramentas da Adobe.

Demorará muito tempo até que a Microsoft nos alcance, acredito. No meio tempo, continuaremos a avançar com Flash e trabalharemos com o AIR. Eu levo a Microsoft muito a sério, mas estamos em uma forma muito melhor.

Fonte: IDG Now!

Google lucra US$ 1,07 bi no 3º trimestre

O Google Inc. atingiu uma receita de 4,23 bilhões de dólares no terceiro trimestre deste ano, o que mostra um crescimento de 57% em relação ao mesmo período do ano passado, informou a empresa nesta quinta-feira (18/10).

A empresa de buscas observou seu lucro líquido crescer de 733 milhões no terceiro trimestre de 2006 para 1,07 bilhão de dólares, no trimestre encerrado em 30 de setembro, de acordo com as práticas contábeis geralmente aceitas (GAAP) nos Estados Unidos. Fora das bases GAAP, o lucro líquido foi de 1,24 bilhão de dólares.

A ação do Google registrou ganho de 3,91 dólares, batendo as expectativas dos analistas financeiros de em uma pesquisa da First Call, que estimavam um ganho de 3,78 dólares por ação.

Segundo a empresa, o crescimento foi motivado pelos negócios em publicidade, bem como pela expansão de serviços em mercados internacionais.

Excluindo os Estados Unidos, a receita do Google foi de 2,03 bilhões de dólares, revelando uma alta de 48% sobre o segundo trimestre deste ano.

Fonte: IDG Now!

Google confirma nova versão de software de análise de audiência Urchin

Com um atraso de quase três anos, a nova versão do Urchin Web, software de análise para servidores do Google, entra em fase de testes (beta) apenas para um público selecionado, disse a empresa na terça-feira (16/10).

A versão mais recente do programa, a 5.7, não é atualizada desde 2005. Enquanto aplicações de “software-como-serviço” (SAAS, sigla em inglês) recebem atualizações freqüentes, o Urchin parecia estar abandonado.

A falta de atenção do Google com o Urchin, que foi desenvolvido para servidores, desapontou os usuários que aguardam a versão 6.0 do programa desde 2004.

O Google irá alterar a forma como o produto é vendido. Anteriormente, o Urchin era constituído por uma parte principal, vendida por 895 dólares, módulos opcionais poderiam ser incluídos, alguns custando quase 4 mil dólares. A nova versão integrará todas as peças em um produto, sendo vendida por 2,995 dólares.

As empresas utilizam o software para monitorar, medir e analisar a audiência em seus sites. Essas informações podem ajudar uma empresa a decidir como mudar seu layout, aumentar vendas e ainda avaliar a eficiência de campanhas publicitárias.

O novo Urchin irá oferecer ferramentas para facilitar a migração de versões antigas, mais flexibilidade para o processamento e auditoria dos dados coletados. Os usuários também poderão mesclar dados com contas do Google Analytics, segundo Bretty Crosby, diretor do Google Analytics.

Para solicitar uma inclusão no programa de testes, os usuários devem contatar o canal de parceiros, pois o Google restringe a eles as vendas do Urchin, assim como seu suporte e consultoria.

Melhorias no sistema que gera relatórios, chamado de Site Search, bem como uma ferramenta para medir visitantes em elementos de página interativos, como Ajax e Javascript, estarão disponíveis para todos os usuários do Analytics nesta semana.

Fonte: IDG Now!

Ferramenta de mashups Popfly da MS ganha beta público

O Popfly, tecnologia para desenvolvimento de mashups da Microsoft, está agora disponível em uma versão de teste pública, na qual todos os usuários podem acessar.

O anúncio foi feito pelo CEO da Microsoft, Steve Ballmer, durante sua apresentação no Web 2.0 Summit, que acontece nos Estados Unidos.

A ferramenta, que é construída na plataforma Silverlight, que concorre com o Flash, da Adobe, permite que as pessoas construam web sites e mashups que podem ser compartilhados pela internet sem a necessidade de escrever uma linha de código de programação.

A tecnologia está disponível gratuitamente e roda nos browsers Internet Explorer e Firefox. Ela está integrada ao Facebook, rede social popular nos Estados Unidos, e também ao Windows Live e ao Sidebar do Windows Vista.

O Popfly é parte da estratégia da Microsoft de desenvolver aplicações Web. A empresa espera que o Silverlight, lançado em abril, possa ganhar adeptos para competir com a tecnologia Flash, da Adobe.

Fonte: IDG Now!

Anunciantes vão investir recorde de 31 bilhões de dólares na web em 2007

Anunciantes investirão um recorde de U$ 31 bilhões este ano para divulgar toda espécie de produtos e serviços na internet, o que servirá para sustentar incontáveis sites de notícias, redes sociais, vídeo e blogs. Mas alguns veteranos da mídia estão preocupados com a possibilidade de que as expectativas quanto à publicidade online possam estar escapando ao controle. Eles dizem que proporção cada vez maior da mídia vem dependendo da publicidade como única fonte de receita. E a presença de novos concorrentes, como produtoras de software e operadoras de cabo, por exemplo, tentando disputar as mesmas verbas, pode significar que simplesmente não exista recursos para todos.

“Estou chegando ao ponto de sentir que todas as respostas, em todas as propostas de desenvolvimento, envolvem ‘vamos ser bancados por publicidade’…”, diz Beth Comstock, presidente de mídia integrada na NBC Universal, que este ano estabeleceu um fundo para investir em empresas digitais e de mídia - “Isso simplesmente não vai ser possível”, declarou ela em uma conferência publicitária recente. “Não vai haver verba publicitária suficiente no mercado. Não importa o quanto você seja inteligente, não importa qual seja o formato”.

Mesmo assim, há pouca dúvida hoje em dia de que uma grande proporção do investimento em publicidade irá migrar das TVs, rádios, revistas e outros meios tradicionais para a internet nos próximos anos. A ZenithOptimedia prevê que os anúncios online no mundo vão crescer 28% em 2007, enquanto o restante do mercado não avançará mais que 3,7%, informa a Reuters.

Para o próximo ano, a ZenithOptimedia estima que o mercado da internet cresça 21%, voltando a avançar outros 13%, para U$ 43 bilhões, em 2009. Nesse momento, a publicidade na Web vai representar quase 10% dos U$ 495 bilhões gastos com anúncios no mundo todo, ainda atrás do volume dispendido em jornais, revistas e televisão.

Fonte: Blue Bus

O Google pretende aplicar sua tecnologia de busca no setor de saúde

Os engenheiros da empresa repararam que grande parte dos usuários utiliza o serviço de busca atrás de informações sobre problemas de saúde difíceis de diagnosticar. Os internautas muitas vezes digitam os sintomas nos campos de busca de seus browsers.

Nessa área, a Microsoft saiu na frente do Google e lançou uma plataforma para guardar e compartilhar históricos médicos por meio da internet. A companhia afirma que se trata de uma tentativa de facilitar aos usuários a gestão de seus dados médicos.

O programa, chamado HealthVault, pode ser descarregado gratuitamente e permite aos usuários criar uma conta na qual ficará registrado seu histórico médico. Só nos EUA, por enquanto.

Fonte: CCSP

Telecomunicações movimentará US$ 74 bi no Brasil

O mercado brasileiro de telecomunicações cresceu consideravelmente nos últimos anos, impulsionado principalmente pelos serviços de banda larga, VoIP e telefonia móvel, que obtiveram um forte crescimento em suas receitas. Além disso, a convergência entre voz, dados e vídeo apresenta várias oportunidades de crescimento e deve impulsionar o setor com a oferta de serviços triple play para os usuários de baixa renda. De acordo com um estudo da Frost & Sullivan, empresa internacional de consultoria e pesquisa de mercado, este setor obteve uma receita de US$ 58,266 bilhões em 2006 e deve atingir US$ 74,280 bilhões em 2012. "A telefonia tradicional está em queda devido a substituição do fixo-móvel, assim como a adoção de novas tecnologias como VoIP, fatores que impactam principalmente as receitas de longa distância", afirma Iacy Saraiva, analista de pesquisas da Frost & Sullivan. "Todavia, a telefonia local e a longa distância ainda são os principais serviços, com 46,2% do total da receita do setor de telecomunicações em 2006".

No entanto, os serviços de telefonia móvel estão prestes a tomar a liderança do setor, a medida em que esse serviço ultrapassar a telefonia fixa em termos de tráfico e receita. Juntas, telefonia móvel e fixa lideram o mercado com participação de 84,8% da receita do setor. Com relação ao mercado de banda larga, espera-se que as operadoras direcionem esforços para aumentar a penetração entre os usuários de baixa renda, enquanto os serviços de voz sobre IP devem crescer especialmente entre os "heavy users" de voz e internet

Fonte: Adnews

18 de out. de 2007

IPTV: Tecnologia leva TV por assinatura à banda larga

Televisão por assinatura no Brasil é privilégio para poucos. Estatisticamente, menos de 5 milhões de brasileiros - ou seja, menos de três em cada 100 - têm acesso à TV paga. Do ponto de vista geográfico, apenas 442 dos 5.564 municípios brasileiros são atendidos pelas prestadoras de serviços de cabo, satélite e outras tecnologias de TV por assinatura. O que é preciso para democratizar esses serviços? Para as operadoras de telefonia, a resposta tem quatro letras: IPTV.

A sigla quer dizer TV via protocolo de internet (Internet Protocol Television), o que, na prática, significa utilizar a infra-estrutura de rede voltada ao acesso em banda larga à internet para trafegar pacotes de vídeo. A definição não vale, contudo, que serviços de transmissão de vídeo como o YouTube ou os canais de vídeo de portais e emissoras de TV na internet.

Embora o conceito seja parecido - trafegar vídeo via protocolo de internet -, alguns elementos diferenciam o que se convencionou chamar de IPTV dos serviços de streaming na web.

O primeiro deles é a forma como o conteúdo chega ao usuário. No IPTV, o usuário recebe o conteúdo no aparelho de TV, por meio de um conversor, da mesma forma que receberia o sinal em um serviço por assinatura convencional, via cabo ou satélite - e não pelo computador.

Outra diferença fundamental é a garantia de qualidade. Os prestadores de serviços de IPTV oferecem transmissão sem interrupção e com imagem de qualidade igual ou melhor à que chega na sua TV pela transmissão paga -, ao contrário dos vídeos na internet, que, muitas vezes trazem imagens em baixa resolução, pixelizadas (cheias de quadradinhos) e interrompidas por falhas na transmissão ou banda insuficiente.

Graças a esse conjunto de características, o IPTV se torna um produto natural - embora não exclusivo - para as operadoras de telecomunicações, que possuem a infra-estrutura necessária a sua oferta - as redes de banda larga, que chegam à casa dos usuários.

Este tipo de oferta já posicionou operadoras de telecomunicações de todo mundo como players na disputa pelo mercado de TV paga. Além da penetração garantida pela ampla infra-estrutura das redes das teles, o modelo oferece outras vantagens, como a oferta de conteúdos sob demanda que vão além das restrições de horários do pay per view, oferecendo uma TV genuinamente personalizável, e a interatividade, garantida pelos canais de comunicação direta com a operadora.

Fonte: Adnews

15 de out. de 2007

Dólares da publicidade inundam a Web

Anunciantes investirão um recorde de 31 bilhões de dólares este ano para divulgar toda espécie de produtos e serviços na Internet, o que servirá para sustentar incontáveis sites de notícias, redes sociais, vídeo e blogs. Mas alguns veteranos da mídia estão preocupados com a possibilidade de que as expectativas quanto à publicidade online possam estar escapando ao controle. Eles dizem que proporção cada vez maior da mídia vem dependendo da publicidade como única fonte de receita. E a presença de novos concorrentes, como produtoras de software e operadoras de cabo, tentando disputar as mesmas verbas, pode significar que simplesmente não exista recursos para todos.

"Estou chegando ao ponto de sentir que todas as respostas, em todas as propostas de desenvolvimento, envolvem "vamos ser bancados por publicidade", disse Beth Comstock, presidente de mídia integrada na NBC Universal, que este ano estabeleceu um fundo para investir em empresas digitais e de mídia. "Isso simplesmente não vai ser possível", declarou ela em uma conferência publicitária recente. "Não vai haver verba publicitária suficiente no mercado. Não importa o quanto você seja inteligente, não importa qual seja o formato."

As redes de televisão, canais de cabo e sites da NBC Universal disputam verbas publicitárias contra todo tipo de rivais, de blogs especializados a grandes empresas de mídia concorrentes como a Time Warner e a Walt Disney. Além disso, empresas que crescem rapidamente na Internet, como o Google, vêm conquistando fatias cada vez maiores da publicidade. E há novos rivais chegando ao mercado. A Comcast, a maior operadora de cabos do mercado norte-americano, espera obter pelo menos 1 bilhão de dólares em publicidade online pelos próximos cinco ou seis anos.

A Verizon Communications estão estudando oportunidades de publicidade em vídeo e telefonia sem fio, enquanto grupos iniciantes como o site de redes sociais Facebook são vistos como a nova fronteira do marketing online. Há pouca dúvida hoje em dia de que uma grande proporção do investimento em publicidade irá migrar das TVs, rádios, revistas e outros meios tradicionais para a Internet nos próximos anos. A ZenithOptimedia prevê que os anúncios online no mundo vão crescer 28 por cento em 2007, enquanto o restante do mercado avançará 3,7 por cento.

Para o próximo ano, a ZenithOptimedia estima que o mercado da Internet cresça 21 por cento, voltando a avançar outros 13 por cento, para 43 bilhões de dólares, em 2009. Nesse ponto, a publicidade na Web vai representar quase 10 por cento dos 495 bilhões de dólares gastos com anúncios no mundo todo, ainda atrás do volume dispendido em jornais, revistas e televisão.

Nos Estados Unidos, os 50 principais sites foram responsáveis por mais de 90 por cento da receita gerada com publicidade online no primeiro semestre de 2007, segundo a Interactive Advertising Bureau e a PricewaterhouseCoopers. Os 10 principais sites capturaram 70 por cento dos investimentos dos anunciantes na Web.

Fonte: Reuters

8 de out. de 2007

WPP investe em monitoramento de mídia social

A WPP anunciou um investimento de 12 milhões de dólares na ferramenta de monitoramento de mídia social Visible Technologies. O serviço permite que as companhias monitorem o que é dito sobre elas em blogs, fóruns e redes sociais.

De acordo com a AdWeek, a demanda por este tipo de serviço têm crescido muito, já que as empresas estão querendo saber como é que estão sendo percebidas no mundo online.O serviço será utilizado pelas companhias do grupo WPP, e oferecido para seus clientes.

O reconhecimento dos blogs como indicativo importante por parte de um dos maiores conglomerados de publicidade do mundo é uma prova da relevância da comunicação colaborativa em qualquer mix de comunicação.

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