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17 de mar. de 2008

ICQ? vc lembra - agora virou marca de creme dental


Lembra do ICQ? Agora é marca de pasta de dentes, pode acreditar Lembra do ICQ, o software de mensagens instantâneas que fez sucesso antes do Messenger? A empresa israelense que criou o sistema, depois vendido para a AOL, lançou uma pasta de dentes ICQ, em parceria com o laboratorio farmacêutico CTS. A pasta tem o mesmo logo do software, repare abaixo. Dica do Gizmodo. 
fonte -  Blue Bus


5 de mar. de 2008

Prazo é o principal entrave dos projetos nas empresas, diz pesquisa

Problema foi apontado por 66% dos entrevistados, segundo o Project Management Institute.

A falta de cumprimento de prazos é o principal entrave dos projetos nas empresas, segundo apurou a quinta edição do Estudo de Benchmarking em Gerenciamento de Projetos Brasil, realizado pela organização internacional Project Management Institute (PMI). Na pesquisa feita com 184 grandes empresas do país, o problema aparece seguido por falhas de comunicação (64%) e mudanças constantes de escopo (62%).

Segundo o coordenador-geral do estudo, Américo Pinto, a questão do limite de prazo liderou em todos os anos, dado que ele considera como crítico. Pinto ressalta que os projetos desenvolvidos pelas empresas representam a materialização de suas estratégias, e a falta de administração de tempo reflete que as organizações não estão suficientemente preparadas para lidar com o gerenciamentos de projetos. "Num mercado competitivo, isso é grave, pois fatores como lançar um novo produto ou fazer um contato no momento certo podem determinar o sucesso de uma empresa", alerta.

O coordenador da pesquisa avalia que o gerenciamento de estratégias vai além da questão metodológica e organizacional. "Para o sucesso de um projeto, é importante investir na capacitação e organização interna para obter o melhor resultado em termos de prazo".

Habilidades

As habilidades mais valorizadas pelas empresas, de acordo com a PMI, são liderança (89%), comunicação (78%) e conhecimento técnico em gestão de projetos (75%). Já as aptidões que as organizações consideram mais deficientes nos gestores de projetos são comunicação (53%), gestão de conflitos (42%) e capacidade para integrar as áreas (35%).

"As pessoas acham que o foco de gerenciar projetos é a parte técnica, mas lidar com pessoas e ter uma comunicação adequada é muito importante", avalia. "Hoje as empresas demandam muito mais na parte comportamental que técnica", conclui Américo Pinto.

25 de fev. de 2008

Produtoras buscam novos formatos

Filmes publicitários ultrapassam os limites da televisão e exigem cada vez mais versatilidade dos profissionais

Um movimento de expansão vem se acentuando entre as produtoras de filmes publicitários no último ano. O negócio cresce impulsionado pela busca, por parte dos anunciantes, de outros canais para a exposição de suas mensagens comerciais. Vídeos na internet, pequenos filmes em celulares ou circuitos internos de tevê, ou ainda produções mais sofisticadas, capazes de abrigar o chamado conteúdo patrocinado, ou brand entertainment - ferramenta de marketing similar ao velho merchandising -, ganham espaço no mercado da propaganda.

'Os clientes não estão mais tão preocupados com os tradicionais anúncios de 30 segundos para a TV aberta. Acabamos de realizar cinco filmes para a Nokia, todos apenas para a internet', diz Cao Quintas, produtor-executivo da Rede Latina Estúdio, uma produtora que, desde o ano passado, passou a atuar em parceria com empresas do ramo em outros países latino-americanos. 'A maioria dos anunciantes está atrás de experiências inovadoras', diz.

'O aumento da demanda por conteúdo inserido dentro do contexto de uma história para atender ao mercado anunciante tem feito vários de nossos projetos saírem do papel mais rápido', diz João Daniel Tikhomiroff , presidente do Grupo Mixer, uma das grandes produtoras de filmes do País.

Nos moldes do seriado Mothern, realizado com patrocínio e exibido na Globosat, a Mixer finaliza a negociação, também para TV paga, do seriado Os Descolados. 'Mas já temos outra série sob encomenda e mais dois outros projetos nessa mesma linha para sair do forno ainda no primeiro semestre', diz.

DUAS CABEÇAS


A intensificação dos negócios também faz surgir novas empresas e formatos de atuação fora do padrão habitual do mercado. Caso, por exemplo, da recém-criada Santo Forte Filmes, que estreou há seis meses colocando à disposição dos clientes uma dupla de diretores para produzir e filmar os comerciais.

'Contratam dois pelo preço de um', brinca o cineasta João Dornelas, que faz par com Pedro Pereira na empresa. 'A grande vantagem desse formato é a somatória das características individuais enriquecendo o projeto final.' Dornelas tem formação em cinema, enquanto Pereira acumula dez anos de experiência em agências de publicidade. A dupla estreou fazendo dois filmes para a campanha criada pela agência de publicidade Z+ para a empresa de produtos esportivos Penalty.

A filmagem com dupla de diretores começou a ficar conhecida no Brasil com a iniciativa dos profissionais da 300ml, do Rio - para manter o mistério, eles não revelam seus nomes. 'Gramamos uns dois anos até impormos esse modelo', diz um deles. 'Nos preparamos para filmar dessa forma. Temos afinidades, o que facilita o trabalho', acrescenta o outro.

A dupla trabalha para a premiada produtora nova-iorquina Hungry Man que, instalada no Rio, resolveu expandir para São Paulo, onde acaba de abrir um escritório. Os planos originais da empresa eram de tomar esse iniciativa somente em 2010, mas o aquecimento do setor antecipou a programação.

Essas novas práticas também já começam a chegar às agências de publicidade. Ulisses Zamboni, sócio-diretor de planejamento da agência Santa Clara, adota o sistema que chama de 'co-criatividade', onde o diretor da produtora é chamado a participar também da reunião que vai definir o roteiro do filme da campanha que estão desenvolvendo. 'É um processo comum na europa', diz. 'Alavanca o resultado final, já que mais cabeças pensando para um mesmo fim podem tornar tudo mais rico.'

19 de fev. de 2008

"Fantástico" recupera ibope e cresce 25% em um mês

Aparentemente já surtem efeito no ibope as mudanças realizadas no "Fantástico" nos últimos dois meses. Anteontem, o programa teve uma de suas maiores audiências nos últimos seis meses, registrando média de 31 pontos (cada ponto equivale a cerca de 50 mil domicílios sintonizados no programa somente na Grande São Paulo). Isso representa um crescimento em torno de 25% nos últimos 30 dias (ou quatro domingos).Em dezembro e janeiro, o programa patinou nos 25 pontos de média. No início de dezembro chegou a registrar 21,8 pontos, a pior audiência de sua história. Novos quadros, mais humor, reportagens mais trabalhadas, a saída de Gloria Maria e a chegada de Patrícia Poeta estão entre as prováveis causas da recuperação. Na semana passada o "Fantástico" já havia registrado 27 pontos de média.

Fonte: ADnews

23 de nov. de 2007

Justus está abrindo empresa para criar e vender programas de TV

Roberto Justus está abrindo a Brainmix, uma 'fábrica' de programas de TV. O objetivo é desenvolver formatos de programas e vendê-los para grandes redes - seguindo o modelo da Fremantle, dona de 'O Aprendiz', e da Endemol, criadora do 'Big Brother'. A nova empresa é uma associação da Brainers (incubadora de novos negócios de Justus), com a Mixer, do João Daniel Tikhomiroff, e ainda Hélio Vargas, ex diretor artístico da Record.

Fonte: Blue Bus

13 de nov. de 2007

Coyote Filmes chega ao mercado

Chega ao mercado a Coyote Filmes, produtora de comerciais criada a partir da união entre a CinemaLink Filmes e o publicitário Luciano Traldi. A CinemaLink é uma produtora hot-shop voltada para cinema que trabalha com captação de imagens em 35 mm., 16 mm. e alta definição. Conta com câmera JVC Pro-HD e com a nova câmera RedOne 4K, e também faz finalização de curtas, médias e longa-metragens. Luciano Traldi é um profissional que acumula mais de 20 anos de experiência no mercado nacional de publicidade. Além de trabalhar com película tradicional, é com equipamento digital de última geração que a Coyote se apresenta para atender a todo o universo publicitário, o que a faz apta a produzir para HDTV, tecnologia que começa a ser implantada pela televisão brasileira a partir deste ano.

O time de diretores de cena da Coyote Filmes é composto por Marcelo Barbosa (ex-Cinema Centro), André Pellenz (ex-O2 e Movi&art), Fernando Capuano (ex-B/Ferraz) e o novíssimo diretor Gregório Graziosi. A equipe conta também com a coordenadora de produção Patrícia Machado (ex-Republika), com a atendimento Paula Rodrigues (ex-MatosGrey) e a pesquisadora Ana Luiza Pineli (ex-Brasileira Filmes).

Segundo o sócio-diretor comercial Luciano Traldi, essa diversidade de perfis e experiências entre seus profissionais garante diferentes olhares para o trabalho das agências, com soluções inovadoras para projetos em publicidade. "Os diretores Marcelo Barbosa e André Pellenz, por exemplo, já produziram filmes para as maiores agências e clientes do Brasil, e também contam com vasta experiência em projetos de no-media. É por isso que a Coyote tem tudo para um filme de publicidade ou TV ficar do jeito que as agências e seus clientes querem", afirma.

Fonte: Adnews

20 de jul. de 2007

Produção do filme Transformers

O filme Transformers, da DreamWorks e da Paramount Pictures, estréia no Brasil na sexta-feira (20/07). A batalha entre duas raças alienígenas robóticas vai muito além de um mero jogo infantil, graças à tecnologia implementada na produção dos efeitos especiais.
A história dos Transformers teve início em 1984, quando a Hasbro criou carros que se transformavam em robôs, e vice-versa. Com eles, surgiram duas raças robóticas - os Autobots, 'do bem', e os Decepticons, 'do mal'.
A produção de 150 milhões de dólares bateu o recorde de filme não seqüencial mais rentável em uma semana, com bilheteria de 152,5 milhões de dólares - só nos Estados Unidos.
Depois de render quadrinhos, séries na TV e um longa-metragem em 1986, a nova montagem aposta em avançados efeitos especiais para tornar a batalha mais realista.
Para tal, o diretor Michael Bay contratou a empresa Industrial Light & Magic (ILM). Há dois anos, em torno de 350 engenheiros começaram a estudar o que era necessário para transformar carros em robôs.

Passo a passo

Há três anos, o realismo alcançado pela equipe de efeitos visuais não seria possível. Atualmente, graças às funções de alta resolução e os supercomputadores de 64 bits, realizar desejos audaciosos deixou de ser impossível.

Para alcançar os resultados desejados, a ILM precisou de 280 Terabytes de capacidade de armazenamento e 5.500 processadores para renderização.
A ILM produziu complexos módulos que, quando encaixados, resultavam em gigantes robôs. O Autobot Bumblebee, por exemplo, precisou de 60 mil partes virtuais e 34 mil mapas de textura.
Cada parte do robô foi considerada uma máquina por si própria. Quando o Optimus Prime se transforma em robô, são necessárias dez mil peças para formar seu corpo. O primeiro brinquedo possuía apenas 51 componentes.
Na realidade, dois robôs foram construídos para o filme: Frenzy e o Bumblebee. Este último possuía mais de cinco metros de altura por quase quatro metros de largura e pesava 3,7 toneladas.
O filme é composto por aproximadamente 50 diferentes transformações. Carros, caminhões e helicópteros exigiram que fosse repensado o modo como se criam as imagens gráficas no computador (CGI, do inglês computer graphics imagery).
Dos desenhos feitos à mão, a criação passou para os desktops. Não bastassem os movimentos dos personagens estarem sob controle, ainda foi desenvolvido um software que adaptava as transformações aos diversos ângulos das câmeras.
A ILM levou 38 horas para produzir cada quadro de movimento, fato singular na indústria do cinema.


Fonte: IDG Now