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11 de jun. de 2008
24 de jun. de 2007
Isto sim é que são coincidências!!!
Abraham Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846.
John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.
Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito presidente em 1960.
Os nomes Lincoln e Kennedy têm sete letras.
Ambos estavam conprometidos na defesa dos direitos civis.
As esposas de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca.
Ambos os presidentes foram baleados numa sexta-feira.
A secretária de Lincoln chamava-se Kennedy.
A secretária de Kennedy chamava-se Lincoln.
Ambos os presidentes foram assassinados por sulistas.
Ambos os presidentes foram sucedidos por sulistas.
Ambos os sucessores chamavam-se Johnson.
Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.
John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839.
Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939.
Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus três nomes.
Os nomes de ambos os assassinos têm quinze letras.
Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado num depósito.
Oswald saiu correndo de um depósito e foi apanhado num teatro.
Booth e Oswald foram assassinados antes de seu julgamento.
E a parte engraçada:
Uma semana antes de Lincoln ser morto ele estava em Monroe, Maryland.
Uma semana antes de Kennedy ser morto ele estava em Monroe, Marilyn.
Lincoln foi morto na sala Ford, do teatro Kennedy...
Kennedy foi morto num carro Ford, modelo Lincoln...
Isto sim é que são coincidências!!!
John F. Kennedy foi eleito para o Congresso em 1946.
Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860.
John F. Kennedy foi eleito presidente em 1960.
Os nomes Lincoln e Kennedy têm sete letras.
Ambos estavam conprometidos na defesa dos direitos civis.
As esposas de ambos perderam filhos enquanto viviam na Casa Branca.
Ambos os presidentes foram baleados numa sexta-feira.
A secretária de Lincoln chamava-se Kennedy.
A secretária de Kennedy chamava-se Lincoln.
Ambos os presidentes foram assassinados por sulistas.
Ambos os presidentes foram sucedidos por sulistas.
Ambos os sucessores chamavam-se Johnson.
Andrew Johnson, que sucedeu a Lincoln, nasceu em 1808.
Lyndon Johnson, que sucedeu a Kennedy, nasceu em 1908.
John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839.
Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939.
Ambos os assassinos eram conhecidos pelos seus três nomes.
Os nomes de ambos os assassinos têm quinze letras.
Booth saiu correndo de um teatro e foi apanhado num depósito.
Oswald saiu correndo de um depósito e foi apanhado num teatro.
Booth e Oswald foram assassinados antes de seu julgamento.
E a parte engraçada:
Uma semana antes de Lincoln ser morto ele estava em Monroe, Maryland.
Uma semana antes de Kennedy ser morto ele estava em Monroe, Marilyn.
Lincoln foi morto na sala Ford, do teatro Kennedy...
Kennedy foi morto num carro Ford, modelo Lincoln...
Isto sim é que são coincidências!!!
4 de abr. de 2007
Josef, o anão
Lá conhece Ti Ma, um chinês que se veste de esquilo para não ser mais confundido com Mao Tse-Tung.
Treze segundos depois, Josef descobre que Ti Ma é seu irmão, e chora copiosamente como uma ovelha. Quatro minutos depois, Ti Ma morre de tifo.
Utilizando apenas suas mãos e os conhecimentos adquiridos na Universidad Autónoma de Cochabamba, Josef faz uma cirurgia para ressuscitar seu irmão.
Em quinze minutos de procedimentos cirúrgicos, Josef profere vida a seu irmão e cura sua lordose. Ti Ma levanta, prepara-se para fazer um discurso, porém é mordido por uma doninha, cai, e morre.
Treze segundos depois, Josef descobre que Ti Ma é seu irmão, e chora copiosamente como uma ovelha. Quatro minutos depois, Ti Ma morre de tifo.
Utilizando apenas suas mãos e os conhecimentos adquiridos na Universidad Autónoma de Cochabamba, Josef faz uma cirurgia para ressuscitar seu irmão.
Em quinze minutos de procedimentos cirúrgicos, Josef profere vida a seu irmão e cura sua lordose. Ti Ma levanta, prepara-se para fazer um discurso, porém é mordido por uma doninha, cai, e morre.
3 de abr. de 2007
Josef, o anão
Foi então que Josef, o Anão, decide fazer uma ode a seu pâncreas, a quem chama carinhosamente de "Franklin Delano Roosevelt".
A ode torna-se um sucesso instantâneo, e Josef é convidado para uma festa no Sindicato dos Produtores de Palheta de Futebol de Botão, onde bebe, faz um discurso, vira o centro das atenções, e faz amor com três mulheres, tudo isso em sete minutos.
Neste momento, percebe que sua alma está saíndo de seu corpo para fazer uma chamada telefônica. Dez minutos depois, é preso pela Interpol, pelo fato de sua obra "Ode à Franklin Delano Roosevelt, Meu Pâncreas" ser um plágio de "Ode à Winston Churchill, Meu Duodeno", publicado duas semanas antes pelo Rabino Zevin.
Este processa Josef, que é condenado a pagar setecentos milhões de dólares ao Rabino e obrigado a usar suspensórios no Dia do Trabalho. Josef se recusa a usar suspensórios, por "deixar a impressão que tenho 62 centímetros, e não 65", e é levado para a Prisão de Greb, em Zagreb.
A ode torna-se um sucesso instantâneo, e Josef é convidado para uma festa no Sindicato dos Produtores de Palheta de Futebol de Botão, onde bebe, faz um discurso, vira o centro das atenções, e faz amor com três mulheres, tudo isso em sete minutos.
Neste momento, percebe que sua alma está saíndo de seu corpo para fazer uma chamada telefônica. Dez minutos depois, é preso pela Interpol, pelo fato de sua obra "Ode à Franklin Delano Roosevelt, Meu Pâncreas" ser um plágio de "Ode à Winston Churchill, Meu Duodeno", publicado duas semanas antes pelo Rabino Zevin.
Este processa Josef, que é condenado a pagar setecentos milhões de dólares ao Rabino e obrigado a usar suspensórios no Dia do Trabalho. Josef se recusa a usar suspensórios, por "deixar a impressão que tenho 62 centímetros, e não 65", e é levado para a Prisão de Greb, em Zagreb.
2 de abr. de 2007
Josef, o anão
Após correr pelado em um campo de golfe por não conseguir cortar os pêlos de suas costas, Josef, o Anão, consegue um emprego de tenor na Orquestra de Zagreb, e é demitido 15 minutos depois por não conseguir fazer o sinal de aspas com dois dedos de cada mão. Amargurado, ele dança até a beira do lago, onde contempla a si mesmo durante quarenta minutos.
De repente dorme e sonha com um cabrão, uma besta mitológica com a cabeça e o corpo de um leão, mas não do mesmo leão. Ao acordar, Josef decide procurar emprego no crime organizado, porque gosta de ser beijado na face como um italiano.
Conhece então Little Joe Brumbble (também conhecido como Big Joe Brumbble), um sujeito tão desconfiado que não dava as costas a ninguém e, por isso, andava pelas ruas girando, rodopiando constantemente.
De repente dorme e sonha com um cabrão, uma besta mitológica com a cabeça e o corpo de um leão, mas não do mesmo leão. Ao acordar, Josef decide procurar emprego no crime organizado, porque gosta de ser beijado na face como um italiano.
Conhece então Little Joe Brumbble (também conhecido como Big Joe Brumbble), um sujeito tão desconfiado que não dava as costas a ninguém e, por isso, andava pelas ruas girando, rodopiando constantemente.
29 de mar. de 2007
Josef, o anão
Croácia, verão de 1999.
Nevava.
Era mesmo um verão estranho.
Zagreb amanhecia escura, sem saber que Josef, o Anão, amolava sua faca com um carinho todo especial...
Naquela manhã, Josef acorda e descobre que seu gafanhoto foi nomeado Ministro da Economia. Morre de inveja e tenta suicidar-se, mas seu revólver é daqueles que disparam uma banderinha com a palavra "bum!". A bandeirinha acerta seu olho mas ele sobrevive, passando a enxergar tudo em duas dimensões.
Nevava.
Era mesmo um verão estranho.
Zagreb amanhecia escura, sem saber que Josef, o Anão, amolava sua faca com um carinho todo especial...
Naquela manhã, Josef acorda e descobre que seu gafanhoto foi nomeado Ministro da Economia. Morre de inveja e tenta suicidar-se, mas seu revólver é daqueles que disparam uma banderinha com a palavra "bum!". A bandeirinha acerta seu olho mas ele sobrevive, passando a enxergar tudo em duas dimensões.
28 de mar. de 2007
Publicitário não...
Publicitário não come, degusta o produto.
Publicitário não cheira, sente a fragrância.
Publicitário não toca, examina o design.
Publicitário não dá a resposta, cria outra pergunta.
Publicitário não conquista, persuade.
Publicitário não tem destino, tem target.
Publicitário não ouve barulho, ouve ruído.
Publicitário não fala, envia mensagem verbal.
Publicitário não procura endereço, procura praça.
Publicitário não escuta, decodifica a mensagem.
Publicitário não tem idéia, tem brain storm.
Publicitário não recebe resposta, recebe feedback.
Publicitário não tem memória, tem repertório.
Publicitário não lê, decifra o código textual.
Publicitário não pergunta, faz pesquisa.
Publicitário não ouve música, ouve trilha sonora.
Publicitário não tem lista, tem mailing.
Publicitário não copia,chupa.
Publicitário não vê outdoor, vê mídia exterior.
Publicitário não dirige, faz test-drive.
Publicitário não olha,examina.
Publicitário não dorme,põe as idéias no lugar.
Publicitário não cheira, sente a fragrância.
Publicitário não toca, examina o design.
Publicitário não dá a resposta, cria outra pergunta.
Publicitário não conquista, persuade.
Publicitário não tem destino, tem target.
Publicitário não ouve barulho, ouve ruído.
Publicitário não fala, envia mensagem verbal.
Publicitário não procura endereço, procura praça.
Publicitário não escuta, decodifica a mensagem.
Publicitário não tem idéia, tem brain storm.
Publicitário não recebe resposta, recebe feedback.
Publicitário não tem memória, tem repertório.
Publicitário não lê, decifra o código textual.
Publicitário não pergunta, faz pesquisa.
Publicitário não ouve música, ouve trilha sonora.
Publicitário não tem lista, tem mailing.
Publicitário não copia,chupa.
Publicitário não vê outdoor, vê mídia exterior.
Publicitário não dirige, faz test-drive.
Publicitário não olha,examina.
Publicitário não dorme,põe as idéias no lugar.
17 de fev. de 2007
Campanha de solidariedade ao anúncio decepado
André Gomes
Oi. Eu sou um anúncio sem pé nem cabeça. Nasci do encontro de um aspirante a diretor de arte com um redator que não sabe escrever. À primeira vista, pareço uma idéia genial. Meus pais tentaram me clonar de um anúncio publicado em um anuário de criação. Tenho um título, um texto, uma foto e a marca de um cliente. Mas tudo isso de nada vale. Eu não tenho pé nem cabeça.
Como toda propaganda portadora dessa anomalia congênita, fui condenado a uma vida de danação. Meus elementos não se combinam. Meu título engraçadinho não concorda com o texto, que por sua vez é mal escrito e não tem a menor graça. Já a imagem que me ilustra vem de um banco de fotos free e já foi utilizada em milhões de outros anúncios iguais a mim.
Sou a cara mal feita e pretensiosa dos meus pais. E nem de longe me pareço com o cliente que me encomendou.
Ah! Além da dupla ordinária que me trouxe ao mundo, tenho também uma madrinha, a Silvia do atendimento, que encheu de palpites cretinos a cabeça de meus criadores na hora da concepção.
Aliás, desafio você a conceber uma mínima fração do sofrimento a que somos submetidos desde o berço. Nós, os anúncios sem pé nem cabeça, somos a raça mais bandalha e maltratada da história da propaganda.
Não, estagiários obrigados a fingir que admiram seus diretores de criação. Não, criativos enganados que esperam há anos em vão por um aumento em seu salário miserável, enquanto assistem à alegria de seus patrões trocando de carro. Não! Vocês não sabem o que é sofrimento.
Após um parto atribulado, em meio a fumaça de cigarro, falatório, torpedos de cuspe e peidos estalados, já nascemos sob insultos dos nossos próprios pais.
– Do caralho! Do caralho!
Em seguida, caímos nas mãos do atendimento. Sempre insatisfeito, esse verdadeiro algoz dos anúncios sem pé nem cabeça quase sempre nos arranca um braço e enfia no lugar um rabo de veado-mateiro.
– Agora está bom.
Depois, o cadafalso. Seguimos para a apresentação ao cliente.
Após uma longa sessão de tortura, rechaçados, humilhados, pisoteados e espezinhados por gerentes de marketing com o cérebro do tamanho de uma azeitona, somos submetidos aos piores tipos de sevícias pelas garras dos ácaros carnívoros no interior escuro dos portfólios de nossos pais.
E o sofrimento não acaba aí. De tempos em tempos, somos levados por nossos próprios criadores para divertir atarefados diretores de criação. Suas gargalhadas nos enchem o papel de manchas.
Depois voltamos cabisbaixos à reclusão escura do cemitério de layouts.
Assim segue a existência de um anúncio sem pé nem cabeça. Até que a morte o rasgue definitivamente em mil pedaços ou o utilize para forrar uma gaiola de passarinho.
Mas o pior vem agora. A cada dia, centenas de milhares de anúncios com esse mesmo problema vêm ao mundo para sofrer. Frutos da asneira de imitadores, vagabundos, canalhas e embusteiros que têm a coragem de se autoproclamar “criativos”.
Para acabar com esse mal, a sua ajuda é muito importante. Por favor, incentive a concepção responsável e a boa propaganda. Não seja o pai, a mãe ou um dos padrinhos de um anúncio sem pé nem cabeça.
Oi. Eu sou um anúncio sem pé nem cabeça. Nasci do encontro de um aspirante a diretor de arte com um redator que não sabe escrever. À primeira vista, pareço uma idéia genial. Meus pais tentaram me clonar de um anúncio publicado em um anuário de criação. Tenho um título, um texto, uma foto e a marca de um cliente. Mas tudo isso de nada vale. Eu não tenho pé nem cabeça.
Como toda propaganda portadora dessa anomalia congênita, fui condenado a uma vida de danação. Meus elementos não se combinam. Meu título engraçadinho não concorda com o texto, que por sua vez é mal escrito e não tem a menor graça. Já a imagem que me ilustra vem de um banco de fotos free e já foi utilizada em milhões de outros anúncios iguais a mim.
Sou a cara mal feita e pretensiosa dos meus pais. E nem de longe me pareço com o cliente que me encomendou.
Ah! Além da dupla ordinária que me trouxe ao mundo, tenho também uma madrinha, a Silvia do atendimento, que encheu de palpites cretinos a cabeça de meus criadores na hora da concepção.
Aliás, desafio você a conceber uma mínima fração do sofrimento a que somos submetidos desde o berço. Nós, os anúncios sem pé nem cabeça, somos a raça mais bandalha e maltratada da história da propaganda.
Não, estagiários obrigados a fingir que admiram seus diretores de criação. Não, criativos enganados que esperam há anos em vão por um aumento em seu salário miserável, enquanto assistem à alegria de seus patrões trocando de carro. Não! Vocês não sabem o que é sofrimento.
Após um parto atribulado, em meio a fumaça de cigarro, falatório, torpedos de cuspe e peidos estalados, já nascemos sob insultos dos nossos próprios pais.
– Do caralho! Do caralho!
Em seguida, caímos nas mãos do atendimento. Sempre insatisfeito, esse verdadeiro algoz dos anúncios sem pé nem cabeça quase sempre nos arranca um braço e enfia no lugar um rabo de veado-mateiro.
– Agora está bom.
Depois, o cadafalso. Seguimos para a apresentação ao cliente.
Após uma longa sessão de tortura, rechaçados, humilhados, pisoteados e espezinhados por gerentes de marketing com o cérebro do tamanho de uma azeitona, somos submetidos aos piores tipos de sevícias pelas garras dos ácaros carnívoros no interior escuro dos portfólios de nossos pais.
E o sofrimento não acaba aí. De tempos em tempos, somos levados por nossos próprios criadores para divertir atarefados diretores de criação. Suas gargalhadas nos enchem o papel de manchas.
Depois voltamos cabisbaixos à reclusão escura do cemitério de layouts.
Assim segue a existência de um anúncio sem pé nem cabeça. Até que a morte o rasgue definitivamente em mil pedaços ou o utilize para forrar uma gaiola de passarinho.
Mas o pior vem agora. A cada dia, centenas de milhares de anúncios com esse mesmo problema vêm ao mundo para sofrer. Frutos da asneira de imitadores, vagabundos, canalhas e embusteiros que têm a coragem de se autoproclamar “criativos”.
Para acabar com esse mal, a sua ajuda é muito importante. Por favor, incentive a concepção responsável e a boa propaganda. Não seja o pai, a mãe ou um dos padrinhos de um anúncio sem pé nem cabeça.
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