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31 de mar. de 2009

Google é muito antigo


Consegui uma imagem do google antigo...
veja o tempo de demora da resposta da pesquisa
hehehehe

muito bom....

achei isso no charges.com.br

sds br

jaime, o brasileiro

15 de out. de 2008

Google estréia programa semanal no YouTube

O Google está testando um novo modelo de distribuição de conteúdo, que parece até mais ambicioso do que a estréia de uma animação própria criada por Seth MacFarlane, de "Family Guy".

O gigante das buscas discretamente começou a exibir no YouTube, no dia oito de setembro, uma série de vídeos chamada “Poptube”, produzida pela Embassy Row, empresa controlada pelo criador de "Who wants to be a millionaire”, Michael Davies, e pela Pepsi.

Assim como fez com a “Cartoon Cavalcade of Comedy”, de MacFarlane, o Google pretende distribuir a “Poptube” na Google Content Network (GCN), sua rede de anúncios que amplia o alcance de centenas de milhares de vídeos disponíveis no YouTube.

Porém em vez de ser uma simples compilação de 50 episódios de clips, como a “Cavalcade”, o propósito do Poptube é ser um tipo de programa de entretenimento semanal, com milhares de episódios.

“Com o Poptube, estamos criando um destino orgânico no YouTube que deve existir por um longo período”, disse Alexandra Levy, diretora de entretenimento do Google.

Tanto a “Cavalcade” quando o “Poptub” empregam o programa de entretenimento do Google, que permite a provedores de conteúdo obterem patrocínio de anunciantes para financiarem os vídeos distribuídos no site de compartilhamento de vídeos.

Fonte: Plantão INFO

14 de out. de 2008

Usuário denigre site em comentários e terá seu sigilo aberto pelo Google

Na última segunda-feira (13), a 30ª Vara Cível de São Paulo determinou que a Google Brasil informe os dados de um leitor responsável por deixar comentários injuriosos em diversas reportagens de um site de notícias. A empresa responsável pelas publicações na Internet, que quis ser mantida em anonimato, resolveu ir à Justiça depois de o leitor deixar mensagens em sua página com o objetivo de tirar a credibilidade das informações, usando nome falso, CPF de outra pessoa e endereço inexistente.

Segundo reportagem da Revista Conjur, o site alegou que, como responsável que é por suas publicações, por dever de ofício, por convicção e filosofia, deve tomar todas as providências necessárias para colocar "um basta na atitude do acusado que tem como finalidade denegrir a qualidade de seus trabalhos". Os documentos anexados no processo mostram que o leitor infringe os princípios constitucionais da liberdade de expressão, disse o site. E, por isso, pediu que seus dados não fossem protegidos pelo sigilo. Assim, poderia tomar as devidas providências judiciais contra "seus reles e grosseiros atos".

Para embasar o pedido, os advogados do site usaram precedente da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A segunda instância, ao julgar um processo envolvendo a Telemar Norte Leste e Ibase (Instituto de Análises Sociais e Econômicas), entendeu que os provedores, funcionando como as portas de entrada e saída da rede, têm a obrigação de averiguar os dados dos internautas que sejam seus clientes, possibilitando a investigação dos atos irregulares praticados por eles.

Sendo assim, a 30º Vara Cível acolheu o pedido por reconhecer que não há dúvidas de que "determinada pessoa, não identificada, está a lançar comentários ofensivos junto ao site, fato que está a tumultuar sua manutenção e administração, devendo ser acrescentado que há receio de dano irreparável, ou de difícil reparação, em caso de persistência dessa situação". O entendimento da Vara foi que "incentivar a clandestinidade na Internet significa torná-la um mundo em que ninguém é obrigado a nada, nem responsável por nada".

Foi registrou, então, que o Google tem um prazo de 15 dias para apresentar resposta. Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 1 mil. Ainda cabe recurso.

Fonte: Portal Imprensa

13 de out. de 2008

Reuniões em mesa de Ping Pong

Comemorando seus 10 anos, o Google colocou no YouTube um clipe mostrando quem participou do inicio da empresa.

Sao alguns de seus executivos que se apresentam e contam curiosidades dos primeiros anos da companhia - como a história das reunioes com o 1o grande investidor realizadas em torno de uma mesa de ping pong na garagem. Clique abaixo para ver.

9 de out. de 2008

Google lança ferramenta de publicidade para sites de jogos online

O Google entrou no mercado dos videogames com o lançamento, hoje, do AdSense for Games, uma ferramenta de publicidade para sites de jogos online.

Este sistema, ainda em versão beta, é uma expansão do serviço AdSense do Google, que distribui anúncios em sites relacionados com o conteúdo ou o público-alvo da página.


Os anúncios do AdSense for Games estarão relacionados com a temática do jogo, explicou o Google.


Por exemplo, os de ação ou esportes terão publicidade de produtos para homens jovens, pois eles costumam ser os jogadores.


A publicidade consistirá geralmente em vídeos que serão vistos antes ou depois do jogo.


Christian Oestlien, responsável de produto do Google, disse que o AdSense for Games é outra forma "de poder chegar aos consumidores".


A entrada do Google no setor de publicidade em videogames era esperada desde que a companhia comprou, no ano passado, a Adscape Media, uma pequena empresa especializada na área.


O Google, que obtém a maior parte de sua receita graças à publicidade que vende na internet, poderá, com o lançamento deste serviço, analisar melhor os efeitos da crise econômica e a redução do gasto publicitário online, afirmam os especialistas.


Segundo dados do site de buscas, cerca de 200 milhões de internautas no mundo todo jogam toda semana videogames na internet e o número cresce cerca de 17% a cada ano.


Via: G1

8 de out. de 2008

T-Mobile manda triplicar a produção do Android G1 Phone

Após verificar uma grande demanda pelo primeiro smartphone com o sistema operacional móvel do Google, a T-Mobile informou na última segunda-feira que mandou a HTC triplicar a produção do G1 para conseguir suprir o mercado.

"Dada a ótima antecipação e a grande demanda pelo smartphone da T-Mobile com o Google, nós praticamente triplicamos o número de celulares para entrega a partir do dia 22" explicou um porta-voz da T-Mobile.

Embora o aparelho não forneça um design sofisticado em comparação ao iPhone da Apple, a força da marca Google e a curiosidade dos consumidores devem levar o G1 também para um sucesso total de vendas. Enquanto a T-Mobile espera vender de 600.000 a 700.000 ainda este ano, a HTC já faz uma previsão de vendas de até 2 milhões de aparelhos até o final de 2009.


Via: Adnews

Quem acha que o Google vai dominar o mundo?

A parceria entre Google e Yahoo! em termos de publicidade online ganha cada vez mais adversários. Além da discordância de grandes anunciantes, sob o pretexto de monopolização do setor, o acordo sofre ainda com a investigação do Departamento de Justiça dos EUA, sob acusação de práticas de antitruste.

A questão serve de base para a nova enquete do Adnews: Para você, o Google vai dominar o mundo? (Vote na página).

Em linhas gerais, o sentimento mundial é de medo frente ao poder do Google e as conseqüências disso. Essencialmente, associações do ramo publicitário temem que a parceira eleve os preços de anúncios vinculados às buscas por meio do modelo de leilões, proposto pelo Google.

A empresa se defende dizendo que os próprios anunciantes definiriam o preço, como de praxe num leilão. Entretanto, as marcas reclamam pelo fato de o Google definir lances mínimos para a participação dos anunciantes.

O domínio no setor é evidente. Em julho, por exemplo, a companhia respondeu por 62% das buscas na internet realizadas nos EUA. O Yahoo! foi o segundo colocado com 20%, segundo números da consultoria ComScore.

"O Google e o Yahoo alegam que operam por leilões", disse Robert Liodice, presidente da Associação Nacional dos Anunciantes norte-americanos. "Muitos de nossos integrantes não necessariamente acreditam que se trate de verdadeiros leilões", disse em entrevista ao jornal Thew New York Times.

A associação ganhou apoio de um grupo mundial de jornais que também condenou o acordo e pediu que a ação seja bloqueada. Outros grupos espalhados mundo afora também foram contrários, mas não chegaram a exigir o bloqueio.

Entretanto, nem todos são contrários. Algumas marcas e agências consideram a junção positiva pélo fato de tornar o Yahoo! mais forte na concorrência com o Google, o que tornaria o segundo colocado do mercado mais acessível. "Nós certamente desejamos que exista concorrência. E também deixamos claro ao Google que queremos que os algoritmos que eles usam sejam maistransparentes", disse David Kenny, sócio responsável pela publicidade da VivaKi, a divisão de mídia digital da Publicis Groupe, um dos gigantes da publicidade.

Preocupados em esclarecer a parceria, Google e Yahoo criaram sites com explicações sobre o assunto. Porém, o argumento não convenceu a Associação Nacional dos Anunciantes dos EUA. Segundo Liodice, entre um grupo de 30 anunciantes, apenas um deles mostrou indecisão sobre a idéia de combater a junção, sinal de que a cúpula não mudou de opinião.

A revisão sobre o acordo será finalizada antes do final deste mês.


Via: Adnews

Google decide anunciar em games

O Google está expandindo sua plataforma de anúncios e, dessa vez, o alvo são os jogos online. A empresa vai anunciar nesta quarta-feira (8) a versão beta do "Adsense in Games", tecnologia criada para inserir publicidade nos jogos. A novidade é uma expansão do programa Adsense, que combina anúncios com o conteúdo de sites.

O aplicativo vai ajudar a atingir o público-alvo ao mostrar, por exemplo, a publicidade direcionada a adolescentes do sexo masculino em games de esporte e ação. Eles estaram inseridos nos vídeos que os jogadores podem assistir quando acabarem o jogo ou passarem de fase.

A entrada do Google no universo de jogos online já era esperada pelo mercado, mas também é vista como uma tentativa de proteção e combate à crise econômica mundial.

Redação Adnews

7 de out. de 2008

Google, Yahoo e o fim da mídia impressa

Na esteira dos recentes acontecimentos envolvendo a frustrada tentativa de compra do Yahoo pela Microsoft, seguiram-se, nos noticiários especializados, diversas formas de "recuperação" (do Yahoo), algumas muito coerentes, outras, nem tanto.

Dentre as possíveis reações do Yahoo para retomada e expansão de seus negócios de publicidade online, a que surtiu um grande alvoroço e pavor, por parte de muitos, foi a de uma possível parceria com o Google, compartilhando algumas soluções. Dentre elas, fala-se da utilização de anúncios Google em páginas do Yahoo, o que, com certeza, causaria espanto naqueles mais habituados ao conceito tradicional de concorrência. Mesmo as possíveis acusações de truste estão longe de surtir qualquer impedimento legal, conforme noticiado aqui.

Apesar disso, o Yahoo prossegue com inovações e plataformas diferentes, concepções diferenciadas de mercado. Sendo do tamanho que é, com a importância seminal que tem, é provável que muita água ainda irá correr embaixo desta ponte. Não é uma guerra fácil de ganhar, ninguém irá facilitar as coisas para a outra parte.
Mídia impressa: fim de uma era

Sem dúvida, um título muito exagerado, digno de cartomantes e pais-de-santos dos programas de TV de fim-de-ano. Antes de tentar adivinhar qual famoso artista vai casar, ou qual político vai ganhar a eleição (para não mudar em absolutamente nada a vida das pessoas), neste caso realmente há um temor por parte da União Européia (!) e um grupo de jornais do mundo inteiro, conforme noticiado aqui.

As previsões do fim da mídia impressa, na verdade, não são novidade para ninguém. O que impressiona, aqui, é a clara manifestação de temor de quem tem muito a perder com essa história, com o penoso andamento da carruagem, rumo ao suposto precipício.

O caminho sem volta da internet, da web, da abertura da participação de todos, com milhares de novos repórteres semi-desconhecidos pelo mundo afora, juntamente com a extrema facilidade em se manter informado, a um custo cada vez menor, de maneira confortável, configuram os elementos do pior dos pesadelos das grandes corporações jornalísticas ao redor do mundo.
Quem lê tanta notícia?

Sempre assinei jornais, hábito herdado de meu pai. Quando criança, adorava pegar os cadernos, folheá-los, ler as notícias que me interessavam (gostava, especialmente, dos cadernos culturais e de política). Imaginava, divertido, como seria ótimo trabalhar numa redação, fazer o jornal, escolher todas aquelas fontes, inserir fotos, escrever textos... Sem dúvidas, um universo extremamente empolgante para mim.

O tempo passou, com ele muitas das idéias que tinha da mídia jornalística foram caindo por terra, uma a uma: independência, imparcialidade, palanque público... Vi, num certo momento, que toda aquela estrutura tinha finalidades estabelecidas, que as opiniões e comentários dos leitores (outra seção que sempre lia) eram selecionados de acordo com a conveniência.

Quando tudo parecia perdido, surgiu a web. Com seu poder replicador e multiplicador de notícias, de blogs, de gente independente falando o que pensava e assinando embaixo, sem nenhuma culpa. Visões e mais visões diferenciadas de mundo, de sociedade. Maneiras distintas de se analisar um mesmo acontecimento. A possibilidade da dialética "tese-antítese-síntese" levada às últimas consequencias, como cada síntese criando uma nova antítese ou tese. Algo sequer imaginado pela mídia impressa, por claras limitações físicas e conceituais.

Modelos incompatíveis

A questão toda gira em torno das verbas publicitárias. Com resultados comprovadamente superiores, a internet obtém, a cada dia, mais e mais verbas publicitárias, ganhando, por meio de retornos favoráveis, as verbas outrora direcionadas para as outras mídia, inclusive os jornais.
Vamos aos dados:

a) Próxima de se tornar a maior mídia do mundo: com verbas cada vez maiores e com o crescimento da banda larga em escala global, a internet está próxima de se tornar a maior mídia do mundo.

b) Crescimento de 45% em relação ao primeiro semestre de 2007: a verba tem crescido, comprovadamente, na internet, atraindo um mar de novos negócios e possibilidades, aquecendo o mercado.

c) Propaganda maior que a tv em 2009: de acordo com diversos indicadores e estimativas, 2009 será o ano em que as receitas publicitárias da internet superarão as da TV, na Inglaterra.
O outro lado

A maior preocupação dos jornais é o monopólio de toda a internet pelo Google, caso o Yahoo deixe de ser o concorrente e torne-se um parceiro comercial. De certa forma, o medo procede, já que nenhum monopólio, por mais "pop" que seja, é bom. É necessário manter a saudável competição e concorrência, a fim de manter os contrapontos ativos e efetivos.

Por outro lado, se as estratégias e competências do Google têm sido mais efetivas que as da concorrência, a empresa, em princípio, não pode ser punida por isso. Na verdade, o ataque é a melhor defesa. No território da web, o ataque deve vir em forma de novos e excitantes serviços, em novidades que sacudam o mercado, indo além de onde o Google foi.
Conclusões

Dizem que não há como uma mídia tão antiga e histórica "acabar" ou ser substituída por outra mais moderna, porém eu não teria tanta certeza. Os tempos são outros, as novas vantagens são reais e concretas. Não se trata de uma mudança do tipo rádio para tv, ou revista para livro, mas sim de uma mudança de paradigmas, de interação e de possibilidades novas, amplas, agregadoras.

Portanto, torna-se vital uma reação arquitetada, em cadeia, inteligente e de proporções consideráveis. Os jornais, ao redor do mundo, possuem grandes colunistas, excelentes analistas, mentes brilhantes e que produzem conteúdos que, por décadas, influenciam diretamente os formadores de opinião de diversas nações. Apesar de todo o cenário desfavorável, esperamos que ocorra a migração do bom conteúdo de mídias tradicionais para a internet, já que, como dizem, a mensagem é infinitamente mais importante que o meio.

Fonte: Imasters

2 de out. de 2008

Google manda bolinhas de sabão

Alguns dos milhares de clientes do AdWords do Google receberam nos últimos dias bolhinhas de sabao da empresa, sem grande alarde.

A iniciativa envolve uma açao de marketing direto da empresa para atrair mais anúncios para o Dia das Crianças. Preparou também um site especial só com informaçoes sobre a data e como anunciantes podem aproveitar melhor a época para vender mais, visite aqui

Via: Blue Bus

24 de set. de 2008

Google vai dar US$ 10 milhões em concurso para idéias 'revolucionárias'

O Google anunciou nesta quarta (24) um concurso que pretende premiar "idéias que possam mudar o mundo". O Projeto "10^100" (dez elevado a 100) vai selecionar as cinco melhores idéias cadastradas no site e dará um prêmio total de US$ 10 milhões para financiar as propostas.

O Google vai classificar 100 idéias na primeira etapa, e 20 delas serão selecionadas pelos internautas através de votação. Um júri formado pela empresa vai definir os cinco vencedores.


Segundo o projeto, o objetivo é selecionar "idéias interessantes sobre maneiras de melhorar a vida das pessoas. Essas idéias podem ser grandes ou pequenas, voltadas para a tecnologia ou simplesmente brilhantes".

No site oficial o internauta pode conferir os detalhes do projeto. O "10^100" faz parte da comemoração de 10 anos da empresa, data que também é lembrada em um site com uma linha do tempo contando os principais acontecimentos.


Via: G1

O telefone mais excitante da história dos telefones

Vídeo que anuncia o G1, o primeiro telefone a utilizar o sistema Android, do Google.


18 de set. de 2008

Google e Yahoo! assustam jornais impressos

A preocupação dos impressos com a publicidade online ficou evidente na última segunda-feira.

Agora, a parceria entre Google e Yahoo! no ramo de anúncios tem como adversários a União Européia e um grupo de jornais de todo o mundo, tensos com a possibilidade de perderem participação para a mídia online. O argumento é de que o acordo sugere prática "anticompetitiva".

Segundo Jonathan Todd, porta-voz da comissária de Competição Européia, Neelie Kroes, a investigação foi aberta para avaliar os efeitos da transação dentro a Área Econômica Européia (EEA, da sigla em inglês). A UE chegou a pedir bloqueio ao acordo.

As empresas de internet alegam que o acordo valerá apenas para EUA e Canadá. Ainda assim, na visão da Associação Mundial de Jornais, o negócio prejudicará o Yahoo! enquanto competidor do Google no ramo de buscas.


Fonte: Adnews

11 de set. de 2008

Batalha antitruste contra Google




O Departamento de Justiça dos EUA contratou o advogado especializado em litígios Sanford Litvack para uma possível batalha antitruste envolvendo o poder do Google na publicidade.

A contratação é avaliada como sinal de que a justiça norte-americana está se preparando para ir aos tribunais contra o Google, após o acordo de publicidade com o Yahoo!.

Juntas, as empresas detêm 80% do mercado de links patrocinados nos EUA.

Nesta segunda-feira (08), a Associação Nacional de Anunciantes dos Estados Unidos formalizou um protesto contra a aliança Google-Yahoo, argumentando que o acordo pode inflacionar os preços e limitar as oportunidades para os anunciantes na internet (leia aqui).

Com informações do The Wall Street Journal.

Via: CCSP

9 de set. de 2008

Burger King em branded entertainment e AdSense

Estréia na próxima quarta, dia 10, o projeto de Seth MacFarlane, o gênio criador de “Family Guy” e “American Dad!”, em parceria com o Google e Burger King.

“Cavalcade of Cartoon Comedy” será uma série animada exclusiva para internet, com 50 episódios de 2 minutos cada. Além do YouTube, o principal meio de distribuição do material será através do Google AdSense, substituindo anúncios pelos vídeos.

Porém, essa de substituir anúncios é um conceito relativo, já que “Cavalcade of Cartoon Comedy” contará com cenas e publicidade específica para falar de Burger King. O próprio Seth MacFarlane é o responsável por criar clipes comerciais da rede de fast-food para serem exibidos antes de cada episódio.

Ninguém fala em números, mas o Google garante que é o maior investimento já feito no AdSense desde que a ferramenta foi criada, em 2003. A Wired assistiu alguns episódios da série na sexta-feira passada, e achou engraçado pra cace#$.

“Cavalcade of Cartoon Comedy” mistura branded entertainment com os conceitos da cultura snack, algo que Seth MacFarlane já trabalha com maestria na televisão.

oferecido por um consórcio do qual o Google fará parte. Google vai oferecer web via satélite a 3 bilhões de pessoas



Países com dificuldade de acessar internet banda larga terão acesso à web via satélite, oferecido por um

O projeto, chamado O3B Networks (os outros 3 bilhões), beneficiará pessoas da África, Ásia, Oriente Médio e de mercados emergentes da América Latina. Também serão conectadas antenas de celular a redes de internet de alta velocidade em países próximos à linha do Equador.

Segundo o jornal "Financial Times", a idéia é diminuir o preço do acesso à rede em até 95%, já que em alguns países o custo da internet rápida é 20 vezes maior do que nos Estados Unidos. O consórcio também contará com a participação do HSBC e do bilionário americano John Malone, do grupo Liberty Media.

De acordo com o jornal, nesta terça-feira, será anunciada a aquisição de 16 satélites de baixa órbita da empresa Thales Alenia Space.

O projeto O3B Networks já recebeu mais de US$ 20 milhões de investimento de cada uma das empresas participantes do consórcio. No total serão investidos US$ 750 milhões com previsão de funcionamento para o fim de 2010.

Redação Adnews

5 de set. de 2008

Google completa 10 anos

Próximo de completar 10 anos de existência, o Google é visto por especialistas como a empresa mais inovadora do mundo. Por sua crescente influência na internet e o lançamento de seu navegador, o Google Chrome, a companhia têm sido alvo de diversas comparações com a Microsoft.

Uma dessas comparações, feita pelo blog Bits, do The New York Times, utilizou dados das empresas Yahoo Finance e comScore.

Idade:
Google: 10
Microsoft : 33

Faturamento dos últimos quatro trimestres:
Google: US$ 19,6 bilhões
Microsoft: US$ 60,4 bilhões

Faturamento da Microsoft quando atingiu 10 anos:
US$ 140 milhões (US$ 279 milhões atualizados)

Faturamento por hora nos últimos quatro trimestes:
Google: US$ 2,2 milhões
Microsoft: US$ 6,9 milhões

Lucro líquido nos últimos quatro trimestres:
Google: US$ 4,85 bilhões
Microsoft: US$ 17,6 bilhões

Empregados:
Google: 19.604 (30 de junho)
Microsoft: 89.809 (31 de maio)

Faturamento por empregado:
Google: US$ 1 milhão
Microsoft: US$ 672 mil

Valor de mercado:
Google: US$ 142 bilhões
Microsoft: US$ 241 bilhões

Buscas no mundo em julho:
Google: 48,7 bilhões
Microsoft: 2,3 bilhões

Buscas no mundo por hora em julho:
Google: 65 milhões
Microsoft: 3,1 milhões

3 de set. de 2008

Google lança ferramenta de vídeo corporativa fechada para empresas

Serviço de compartilhamento Google Video for Business está integrado ao Google Apps e terá versão grátis até março de 2009.

O Google colocará sua ferramenta de vídeos dentro das empresas, com o novo Google Video for Business. O serviço integrado ao Google Apps permite o compartilhamento de vídeos entre funcionários apenas internamente.

O Google Video for Business faz parte do Google Apps Premier Edition, um pacote pago de aplicações, que custa 50 dólares por usuário. O pacote incluirá uma versão de treinamento na próxima semana integrada ao Google Apps Education Edition, por uma taxa anual de 10 dólares por usuário. No entanto, uma versão gratuita de testes estará disponível até 9 março de março de 2009.

Fonte: Idg Now

Após web, Google quer invadir publicidade na TV

A "Googlefobia" está cada vez mais em evidência. Após se consolidar como a marca mais valiosa do mundo, o Google busca novos desafios e ampliação para outras mídias. A TV está na mira e a empresa já se prepara para invadir a publicidade deste mercado.

Confira abaixo texto traduzido da revista Adweek:

A incursão do Google no mundo da publicidade televisiva é um teste importante para a gigante da Internet. Tal como muitos, a companhia tem se movimentado nesta direção.
O gerente de conteúdo do Google, Keval Desai, tem licenciatura em Ciências da Computação e tende a ver coisas por meio da lente da matemática, mesmo no ramo comercial da TV. "Televisão, na sua maior parte, tem sido imensurável", disse. "Estamos fazendo televisão com a mesma responsabilidade da internet".

A entrada do Google nesse mercado é um teste para saber se as empresas de web poderiam levar seu sucesso para outros sistemas de publicidade em busca de maiores canais da comunicação social. A TV representa o maior obstáculo para a empresa, que tenta construir uma ampla plataforma de comunicação.

Para analistas, entretanto, a empresa está longe de atingir sua meta. Argumentam que o alcance é bastante pequeno, atingindo apenas 14 milhões de famílias por meio de inventário com a EchoStars Dish Network. (O Google também tem um acordo para publicar anúncios com uma pequena empresa do norte da Califórnia por cabo.)

"Todos eles já sabem que a EchoStar é a pegada", disse Sarah Fay, CEO da Aegis América do Norte. "Eles não têm cracking qualquer um dos outros [operadores por cabo e via satélite]."

Segundo Desai, o Google está em negociações para ter acesso ao inventário, dizendo que a empresa irá anunciar um significativo acordo nas próximas semanas que irá expandir sua atuação. Googles pitch: Pode permitir que as redes abram a torneira da enorme base de centenas de milhares de pequenos anunciantes - a maioria deles nunca executou uma campanha de TV.

"Temos que nos pôr à prova", afirmou Desai. "Com a Internet, foi uma incipiente indústria, quando ela entrou. Na televisão, somos novos nesse mercado".

Apesar do esforço, é evidente que ainda é cedo para a companhia mergulhar na publicidade televisiva, um mercado US$ 77,5 bilhões, de acordo com a Nielsen Monitor-Plus.

Porém, executivos da empresa teimam em pensar que eles possam propor impacto neste mercado. Nas palavras do economista-chefe do Google Hal Varian, a TV vai "entrar no século 21" nos próximos cinco anos. O coração do sistema do Google é uma capacidade para reunir segundo-por-segundo dados do telespectador.

Na Web, o Google se baseia em cliques do mouse para medir o desempenho; na TV, está usando cliques dos controles remoto para dizer que os anúncios são sintonizados para fora. É a forma de dizer dar retorno aos clientes sobre a repercussão das campanhas veiculadas.

Em várias maneiras, o fato é que o Google mudou o seu sistema para atender às mídias tradicionais. Tal como acontece com os seus anúncios impressos, permite aos anunciantes escolher exatamente onde os seus anúncios serão exibidos.

Com isso, a empresa inclusive fechou acordo com a Nielsen a fim de incluir dados demográficos no sistema. Além disso, a companhia trabalha para interligar o seu sistema com o padrão da indústria, serviços de facturação Donovan Data Systems, uma partida de sua relutância inicial para a integração do AdWords com anúncios de terceiros servidores.

Fonte: Adnews

2 de set. de 2008

Google desafia Microsoft e lança navegador para internet

Google Chrome será lançado simultaneamente em mais de 100 países e o AdnewsTV fará a cobertura em vídeo. Fique ligado!

O Google lançará um navegador próprio e gratuito, em um claro desafio à Microsoft, que tem no Explorer sua principal fonte de renda, informou hoje a gigante da Internet. O navegador do Google, que se chamará Chrome, estará disponível em sua versão beta (de teste) em 100 países, segundo os diretores da empresa em seu blog oficial.

O anúncio foi interpretado pela imprensa econômica como a entrada totalmente do Google nos domínios da Microsoft, uma empresa que cresceu até se transformar em um gigante graças à liderança de seu sistema operacional, o Windows, e de seu navegador, o Explorer.

"Todos passam muito tempo em um navegador. Fazemos buscas, conversamos, enviamos mensagens, compramos e lemos notícias. Por isso, começamos a pensar seriamente em como seria se criássemos um navegador", asseguraram no blog Sundar Pichai, vice-presidente para a gestão de produtos, e Linus Upson, diretor de engenharia do Google.

"A rede evoluiu tanto, com os novos aplicativos e programas, que nos demos conta de que não necessitamos somente de um navegador, mas de uma nova plataforma moderna", afirmaram.

Uma das funções do Chrome será isolar cada site que abre, para evitar que, em caso que de um erro, tudo seja perdido. No entanto, os diretores anunciaram que a versão lançada amanhã é apenas o início, já que será aberto um fórum de discussão para melhorá-la antes de seu lançamento definitivo.

Além disso, o programa terá um código aberto, por isso os programadores poderão desenvolver seus próprios aplicativos, o que já ocorre com outros produtos do Google.

No blog, os diretores comentaram também que haverá uma versão do Chrome para Mac e Linux.

Atualmente, a Microsoft conta com 72% do mercado de navegadores com o Explorer. Em segundo aparece o Mozilla, da Firefox, com 20%.

Fonte: EFE