6 de ago. de 2008

Internet avança no país

A internet se espalha rapidamente pelo território brasileiro. De acordo com a pesquisa F/Radar, encomendada pela agência F/Nazca ao DataFolha, o país já conta com 59 milhões de internautas. A amostra é representativa da população brasileira e 2.110 pessoas foram entrevistadas, espalhadas em mais de 150 municípios.

Foi constatado que 47% dos cidadãos adultos têm acesso à rede, maiores de 16 anos no cenário nacional e, desses, cerca de 48% navegam em locais públicos (29% em LAN houses, 10% em escolas, faculdades ou universidades e 9% em postos de acesso público). De acordo com Fernand Alphen, diretor de Planejamento da F/Nazca, os números impressionam mais ainda quando comparados aos de outros países: "Fizemos comparativos com outros países, Estados Unidos e França, e constatamos que o Brasil vive um fenômeno à parte, onde há uma popularização dos meios digitais. Se a relação renda per capita x acesso à internet existisse, o Brasil teria 6 vezes mais pessoas com acesso à internet que os Estados Unidos (um número maior que o da população total do país)."

O resultado é otimista em relação às pesquisas recentes do Ibope//NetRatings, que aponta cerca de 40 milhões de usuários.

De acordo com Fernand Alphen, diretor de Planejamento da F/Nazca, os números impressionam mais ainda quando comparados aos de outros países: "Fizemos comparativos com outros países, Estados Unidos e França, e constatamos que o Brasil vive um fenômeno à parte, onde há uma popularização dos meios digitais. Se a relação renda per capita x acesso à internet existisse, o Brasil teria 6 vezes mais pessoas com acesso à internet que os Estados Unidos (um número maior que o da população total do país)."

A era colaborativa também foi considerada. Segundo o estudo, 53% dos internautas já disseram ter incluído algum texto ou informações de autoria própria na internet. 11% dos entrevistados afirmaram postar comentários em sites de notícias. Na última pesquisa, esse número era de apenas 3%. "O Brasil pode dar um salto cultural qualitativo nos próximos anos e, dentro de pouco tempo, teremos pessoas mais cultas e bem informadas, entrando no mercado de trabalho. Poderíamos otimistamente vislumbrar uma verdadeira", conclui o diretor da F/Nazca.

Redação Adnews

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